• @rgpatrickoficial

Vivendo no Escuro - Só a Cabecinha

[Hospital – Bruno]

- Obrigado! Obrigado, mesmo doutor.

Depois de três angustiantes semanas o meu pai recebeu alta, estávamos levando ele para o carro, saindo apoiado em mim e Danilo levando suas coisas.

A entrar no carro, e colocarmos o cinto, ele comenta;

- Que coisa, estão vendo as notícias? O seu sogro pode ser preso Bruno.

- A justiça tarda mais não é falha pai, eu acredito que todos pagamos pelo que fazemos aqui. Mas quero pensar que o senhor está indo para casa, só isso.

- É pai, eu fiz o café, ainda está quentinho esperando o senhor. – Comenta o Danilo.

- Nossa filho, obrigado, mas porque não deixou o seu irmão fazer, seu café é muito doce.

- E o do senhor é só o pó. – Falamos ao mesmo tempo, rsrs.

Nesse clima levamos ele. Bem eu estava na oficina pois não poderíamos fechar e deixar por isso, ele iria ficar em casa por mais alguns dias, meu pai ficou muito ruim para voltar a fazer “extravagâncias”.

Fiquei na oficina até por volta de sete da noite, o dia foi muito estressante, sério, tive que ligar por várias vezes para meu pai, por coisas que eu não sabia. Estávamos cogitando a ideia de levar ele para a oficina ao menos para me fazer companhia.

Então, falei o dia todo com ele e nada da Camila, mensagem, telefonema nada.

Depois do jantar resolvi ir na casa dela;

- Me liga qualquer coisa beleza! – Falo ao Danilo.

- Beleza Bruno, eu não vou sair.

- Não mesmo.

- Eu ligo.

- Eu estou aqui tudo bem, e estou bem. – Fala meu pai.

- Vou ir lá, ela não ligou e não falou nada, quero ver como ela está, me liga se ele espirar em Danilo. Beijo pai!

- Vai lá, e relaxa Bruno estou bem.

Condomínio deles é um dos mais chiques da cidade, claro, bem longe da minha casa. Por volta de uns trinta minutos chego já entrando, por conhecer o porteiro.

Bem, estacionei o carro, olhei pela janela e todas as luzes apagadas, tentei ligar novamente e nada, desci e fui até a porta, toquei campainha bate algumas vezes e ouvi um assovio.

Pelo vidro vejo movimento na piscina.

Dei a volta a casa indo até ele, era o Artur. Estava com poucas luzes, poucas mesmo, somente a iluminação dentro da piscina, meio escuro, ele sentado a beira da piscina, no chão, de bermuda “tectel” azul, uma camiseta cavada, e boné para trás;

- Fumando um é? – Pergunto, me aproximando.

- Nada, e você o que manda?

- Como estão, fiquei sabendo que...

- Todos ficaram mano.

- E ai?

- É estranho sabe. – Ele fala se levantando. - Parece que até eu e minha irmã somos criminosos, por viver aqui, e ter nossas regalias, me sinto culpado, não dá para explicar... – Fiquei em silencio, o Artur completa. – rsrsrs, Você que deve estar achando bom, né...

- Não exatamente, é seu pai, e tem a Camila né cara! Por falar nela, está em casa?

- Haha! Senta ai. – Fala o Artur gesticulando com a mão mostrando a cadeira.

Ele pega um celular e tenta fazer uma ligação, fez isso duas vezes e então fala;

- Nesse momento deve estar atravessando o oceano Bruno, ela e meu pai estão saindo do pais.

- Como assim? Não é perigoso, e ela não disse nada...

- Relaxa, o advogado dele que pediu para ele fazer isso! Camila foi para saber exatamente onde ele vai ficar essas coisas, ela volta em uma semana. Tentei ligar e não dá nada, só não posso te passar o contato. Vai ter que vir aqui para falar com ela. – Artur muda o tom da conversa e abre aquele sorriso dele.

- Posso pegar umas coisas no quarto dela então? – Falo apontando para a casa.

- Sim, se a polícia deixou sim, vamos la, rsrs.

Ele me acompanhou até os quartos, o dos pais dele estava uma baderna, e da Camila com algumas coisas fora do lugar, mas nada tão exagerado.

Peguei carregador, algumas roupas, Artur na porta olhando;

- E sua mãe? – Pergunto pegando umas coisas no chão.

- Foi para casa da minha avó, para acalmar ela.

- Foda né cara.

- Sim.

Peguei as coisas e sentei na cama dobrando duas camisas;

- Diz ai, o eu fazia na piscina naquele escuro? – Pergunto tentando puxar assunto.

- Pensando na vida.

- Relaxa cara, essas coisas acabam logo, vocês ainda tem gra...

- Estava pensando em você! – Artur me interrompe.

O coração começa a acelerar, as mãos soar, só de pensar na desgraça do assunto, mais desconfortável da face da terra.

Fiquei calado, nem sabia o que falar;

- Não adianta sabe, vamos ter que ter essa conversa Bruno. – Novamente ele.

- Que conversa Artur? – Falo olhando para ele, e me levantando.

- No nosso lance, entre Eu e Você.

- Não tem lance Cara. – Falei serenamente, gesticulando com a mão.

Artur senta na cama do meu lado, que estava dobrando umas roupas, eu de pé ao seu lado;

- Não pensa no que houve, hora nenhuma?

- Penso é claro pô.

- Então Bruno, temos que conversar.

- Não tem nada para conversar, eu sou Hetero e namoro sua irmã, você é meu cunhado e pelo que sei, pega qualquer garota que quiser.

- Eles dizem que sempre queremos o que não podemos ter, não é mesmo?

- Escuta Artur... – Ele segura minha mão e se levanta.

Eu dei uns passos para trás tentando me soltar, e ele insistindo;

- Escuta você Bruno, só estou fazendo isso porque você também gostou. – Ele falava segurando minha cintura.

E eu recuando, segurando para ele não aproximar demais;

- Sai fora! Porra Artur. – Falei empurrando ele com mais força.

Fez ele se afastar metros de mim;

- Já falei cara.

- Se não quer porque fica em cima, porque não some logo? – Ele grita comigo.

- Porque eu gosto da sua irmã, eu namoro ela.

- Inventa outra Bruno, você fica com a Camila por causa do sexo, todo mundo sabe!

- Acha que eu namoro ela por sua causa? Para ver você? Se liga cara, o mundo não gira ao seu redor, e dai que o beijo nosso foi massa? Desencana! Entendeu Artur, desencana!

- Vai se foder Bruno. – Fala Artur me empurrando.

Com a proximidade cai sem jeito na cama, ele já veio por cima segurando meus braços que ficaram apoiados em meu peito. Artur é mais forte e pouco maior que eu, então naquela posição fiquei imóvel.

Foi tão rápido que pensei que ele iria me acertar um murro, quando percebi a situação ele já estava me beijando, a raiva só se amenizou quando ele soltou meus braços. Ai foi quando percebi que as coisas ficaram péssimas, para mim é claro, que fiquei excitado com ele sobre mim.

Acho que foi toda a situação, e lutei contra mim mesmo, quando minhas mãos foram em sua cintura, segurando sem movimento algum, estava concentrado em nossos volumes um no outro.

Me deixei levar, levei a mão tirando o boné do Artur, acho que ele se empolgou e tirou a camisa junto, no seu movimento, ficou “sentado” sobre meu volume, porra, dessa vez eu me virei deitando ele na cama.

Artur subiu e tirou minha camisa, foi então que desceu as mãos abrindo meu short.

Mas um dos pontos mais estranhos, foi ele levar minha mão sobre seu pênis. Sentir o volume dele, apalpar, massageando, e levar a mão por dentro da cueca, quando segurei firme seu membro quentíssimo, Artur chegou a respirar fundo.

Me levantei para tirar o tênis e a bermuda, ele veio e me lascou um beijo de língua, esse eu fiquei sem folego, pois Artur me deu uma pegada firme, diferente de todas até então. Parecia ter 5 mãos, nas minhas coxas até minha bunda, subindo e descendo as costas, meu pescoço nuca e cabelo.

Apoiei na mesa atrás de mim, meio que sentado meio que de pé, levei a mão em sua bunda, para mim imensa, as coxas dele por causa do futebol muito massa.

Estávamos nos masturbando, e se beijando, até ele descer até meu pescoço, subir até minha orelha, depois peitoral, umas mordiscadas e dessa vez iria ver ele me mamando.

Cara o que eu achava mais massa era que ele não tinha frescura, não pegava com cuidado, muito menos, seus beijos e “trejeitos”, eram grosseiros, e abusivos. Ele segurava meu membro com tanta força.

Eu havia depilado a dois dias então os pelos estavam aparados, ele mordeu a base do meu cassete que me fez gemer, não sei como, sentia seus dentes e língua ao mesmo tempo, quando ele começou a me chupar, pensei em gozar logo de cara.

Eu estava apoiado na mesa, e Artur de joelhos me chupando, dá para imaginar a cena, eu segurando seu cabelo, conduzindo ele como fazia com sua irmã, mas Camila que me perdoe a boca do irmão dela era mais gostosa.

Ele tentava engolir tudo, mas não conseguia, eu sou magro então tenho meu “dotes”, rsrs. Eu me masturbava enquanto ele me chupava, sentindo o molhado de sua saliva, conduzia o seu queixo, e forçava na maioria das vezes.

Eu não sabia muito bem até onde iria por isso, mas ver aquele cara me chupando daquele jeito, e imaginar que até eu cai na “rede” a vontade era de soltar um tapa, só por prazer, mas vai que ele se irritava, e estava bom demais, aquela boquinha quente.

Artur sobe e me beija, fazendo eu sentir meu próprio gosto e que gosto, Porra! Não de “porra” na verdade, foi só uma expressão.

Quase engoli Artur naquele momento, rsrs. Sabem quando você ganha um boquete tão bem feito que se sente na obrigação de retribuir, sabem do que eu estou falando. Me virei e fui beijando ele, seu pescoço, desci até seu peitoral, ele levou a mão em meu cabelo, iria conduzir até seu membro.

Eu então segurei sua mão, e retirei e ele deu um sorriso. Cara eu estava ajoelhando na frente de um cara, para chupar ele.

Artur era branco, aqueles que de ficar no sol fica vermelho. Seu cassete do mesmo jeito, não enorme, mas muito massa.

Eu diferente dele, já fui com a língua, subi até a cabecinha e engoli seu cassete, fazendo isso masturbando e ele gemendo, desde que eu beijei seu peitoral.

- Caralho Mano. – Fala Artur olhando para o teto.

- Que foi? – Perguntei pensando ter feito algo errado.

- Continua, rsrs – Artur abre um sorriso foda para caralho, e diz. – Eu casaria com essa sua boca fácil, fácil.

Eu ri, o que deu liberdade para aquela mão vir em meu cabelo, e Artur praticamente foder ela.

O desgraçado não avisou e gozou na minha boca, eu não briguei com ele, porque foi engraçado, eu ri, me engasguei, ele riu da situação, ficou vermelho, mas foi engraçado sério. Fui no banheiro me limpar, e ele estava sentado na cama, quando retornei;

- Vou comer seu cu. – Falei passando a toalha no rosto.

Ele rindo respondeu;

- Foi mal rsrsrsrs, não segurei.

Subi em Artur beijando sua boca, “esquentando” novamente, para ir preparando eu fui massageando sua bunda, dava umas pegadas fortes, algumas ele até respirava forte.

Consegui ficar entre suas pernas, e tinha achado seu ponto fraco, o pescoço, mano eu mordia e chupava, passava a língua, brincando com sua orelha, ele tremia, ficava sem ação, isso eu iria avançando;

- Você não vai fazer isso né mano? Pergunta Artur quando começo a massageá-lo, já com meu cassete.

- Vou colocar só a cabecinha!

Cortei o clima real. A gente gargalhava com o que eu disse. Voltei a beijar ele, e Artur se ajeitou, ficou meio tenso;

- Relaxa, relaxa, qualquer coisa é só falar. – Eu repetia próximo ao seu ouvido.

Fiquei com medo de mim mesmo, pois estava explodindo de tesão, e a situação estava foda.


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