• @rgpatrickoficial

Vivendo no Escuro - São Paulo x Itapeva?

#Bruno

Foi uma majestosa mamada que me convenceu em sair, e deixar Gustavo vir conosco, sério mesmo, sou difícil de convencer, rsrs.

Somente de última hora, fiquei sabendo que o Pietro e Kaique também, nos acompanhariam.

Depois te terminar de me arrumar, estava passando um perfume no meu quarto quando o Artur entra de toalha, fechando a porta.

- Não tinha visto essa sua tatuagem. – Diz ele terminando de secar o corpo.

- Fiz na semana passada, eu te mandei foto.

- Mano não lembro, sério mesmo.

- Mandei Artur, foi junto com aqueles nudes. O Vídeo, lembra.

- Uh lembrei, mas tinha outras coisas que me importei, rsrs. Vai com essa camisa mesmo?

- Sim, a manga reduzida, deixa a tatoo mais a mostra.

- Isso é graxa?

- Vou te esperar la de fora. GUSTAVO, está pronto? – Falo saindo e batendo na porta do quarto do meu irmão.

Ele grita do banheiro, ao chegar na sala o Gustavo, meio sentado, meio deitado;

- E ai, sua mulher não terminou ainda, rsrs.

- Não, e a sua?

- Fazendo maquiagem, rsrs.

Ficamos zoando os meninos que demoraram, muito, sério, atrasaram pra Porra.

Chegamos no bar/restaurante por volta de uma hora e quinze de atraso, o Pietro e Kaique estavam comendo e bebendo, seria covardia pedir para esperar.

E o Artur, ficou meio sem graça ao chegar, pois não saímos juntos, e tipo, todos conhecidos dele, ficavam olhando. Sentamos, meio que em casais, e ele comenta no meu ouvido;

- Jesus, Maria, José! Só em sentar vejo três ex que eu fiquei.

- Eu, Pietr... – Antes de eu terminar de falar, ele cobre minha boca com a mão.

- A Caixa, Aquela moça do Bar, e a garota que está olhando para nós na mesa ao lado do banheiro. – Ele fala ironicamente com um sorriso, piscando para ela.

Eu cutuquei as costelas dele, e fizemos nosso pedido, deixei o Danilo bem confortável, afinal, ele não era de sair para locais desconhecidos, e muito menos com o Gustavo, eles eram muito reservados.

- Não tenho vergonha do Gustavo, mas tenho medo por nós, somos jovens demais, e não sabemos nos defender. – Fala o Danilo, dando um selinho no namorado.

- Bruno não é muito de sair, mas te passei meu número, quando for sair, ou tiver alguma ideia, me avisa, com o Artur e Lara em São Paulo, Eu e o Kaique também não saímos muito sabe Danilo, vai ser um prazer né Kaique, sair com os meninos?

- Claro, é só avisar, nós cuidamos.

- Pensar no caso de vocês. – Falo sendo o Chato da história.

Estávamos comendo, o Artur conversando com os meninos, e eu com o meu irmão e Gustavo, o garçom trouxe outra caipirinha para mim, e meu irmão veio com um papo de;

- Deixa eu experimentar! – Ele fala estendendo a mão.

- Não, você tem 15 anos Danilo, não vou te dar.

- Aff, para de ser careta Bruno, você na idade dele, fez coisa pior. – Fala o Artur empurrando o copo.

Olhei para ele, que rebateu;

- Verdade ou mentira? – Ele pergunta.

- Um gole somente Danilo. – Digo olhando para o meu irmão.

O garçom interrompe a gente e chega próximo ao Artur;

- Desculpe, mas essa bebida veio por conta da mesa das garotas, para você e seu amigo. – Ele fala colocando uma para mim, e outra para ele.

Os meninos olham para a gente e Artur fala pro garçom;

- Obrigado, agradeça a elas por nós.

- Tudo bem.

- Que foi? – Pergunto olhando para o Pietro, que olhava a gente com um olhar.

- Nada contra, mais vão deixar as meninas na vontade, porque vocês dois não se parecem nada um casal.

Olhei para o Artur, que estava sentado de perna aberta, todo folgado, e eu encostado bem tranquilo;

- Eu estou com a mão na mala do Bruno, quer mais o que? – Fala o Artur.

- Olha a boca. – Falo me ajeitando na cadeira.

- Bruno! – Artur fala, chamando minha atenção.

Ele se aproxima e me beija, mano foi um beijo de língua, meio desajeitado, mas um beijo na frente de todos.

As meninas riram na mesa, tipo gargalhadas, gente gritaram, elas vieram na nossa mesa pediu desculpas, nós também, por dar alguma esperança ou algo do tipo.

Foi uma cena interessante, até o Lucas e seus amigos acabarem com a noite;

- Ah que coisa mais linda, gente, olha quem está na cidade, o filho do deputado! Artur Rodrigues Barbosa, veio prestigiar, afinal estamos em ano de eleições... Opa mas o pai dele está foragido, assim como o filho deveria estar não é mesmo?(...)

Eu segurei na mão de Artur, para não fazer nada, os meninos na mesa ficaram imóveis, pedi para ignorarmos, se bem que Lucas gritava, vindo em nossa direção;

- (...) Pode não ter roubado, mas usou e abusou da grana dos pobres dessa cidade, carro tunado, sempre pagando as contas de todos, esbanjando dinheiro, para todos... Como o mundo gira não é mesmo? Um dia você é o garanhão mais desejado e no outro é um gay, namorando um mecânico de quinta, rsrsrs.

- Sai daqui, não to afim de quebrar sua cara de novo Lucas. - Fala Artur sem olhar pra ele.

O gerente chega na mesa, por causa da baderna e fala ao Lucas;

- Senhor por favor, peço respeito aos outros clientes, se quer continuar com isso, rua. – Ele fala ao Lucas.

- Vou deixar o casal de flores em paz. Falou Viadinho. – Lucas poderia só ter falado.

Mas ele acertou um tapa na nuca de Artur. Que levantou ne hora, e claro que todos nós;

- Quer ir pra fora, vamos, em? Ta afim de ficar sem esses dentes hoje então? Vai caralho. – Artur ia gritando e empurrando o Lucas.

- Diz ai, quando foi que começou a dar a bunda?

- No mesmo dia que você começou a cheirar cocaína.

Mano foi Deus que ajudou, a coisa não ficar feia, pois uns garçons e o gerente entraram na baderna, quando o pai do Pietro para o carro, acionando a sirene, só para assustar a gente. Parece que eles iriam jantar e chegaram bem na hora, sério, que alivio.

Agarrei o Artur e entramos;

- Vamos pagar e ir embora, beleza. – Falo segurando ele, que estava puto.

- Que isso, que boca Bruno, o Artur é ima de confusão. – Comenta o Danilo.

Pietro falou com seu pai, que colocaram o Lucas para andar. Nos ainda esperamos um pouquinho, o Cesar, pai do Pietro jantar. Ai sim fomos embora.

Chegando em casa meu pai estava na sala, assistindo jogo do nosso time, claro que fiquei com ele, tomando cerveja e xingando alto, rsrs.

Como o jogo estava no final, o Artur foi para os quartos, no fim, quando cheguei no meu quarto ele não estava.

Gente Artur estava ensinando golpes de defesa pessoal para os meninos, Danilo e Gustavo.

- Ei vou deitar. – Falo chamando ele.

- Já vou também.

- Bruno valeu por hoje, curtimos muito viu! – Fala o Danilo.

Aff cheguei e abracei ele, e cumprimentei o Gustavo, dei um Boa Noite para meu pai, e fui para o quarto.

Tirei aquela roupa, deitei sem cueca, cobrindo com o cobertor fino. Artur entra em seguida fechando a porta;

- Saudade dos meus quinze anos, rsrs. – Fala ele tirando a roupa.

Eu deitado só olhando, ele tirar peça por peça, vendo o movimento dos seus músculos.

- Que foi? – Pergunta ele ao se virar.

- Nada, só olhando você.

Ele deita e deixa a luz acesa;

- Não vai dormir não é? – Pergunto.

Ele deita do meu lado tirando o lençol;

- Não. Agora. Você também não está afim de dormir agora, dá para ver. – Ele diz pegando em meu pau.

- Quer ele é? – Falo enquanto ele me masturba lentamente.

- Não, quero que bate uma para mim.

- Ta falando sério?

- Sim. – Artur leva minha mão em seu cassete que já estava duro.

E lá vamos nós, ele segurava com muita força, junto com seus movimentos, eu fazendo o mesmo. Sinceramente meu tesão era ver a cara dele, olhos fechados, mordendo os lábios, e as vezes passando a língua nos lábios.

Entre nossos beijos, meio que deitados um ao lado do outro. Se nunca passaram pela experiência vale a pena deixar outro cara te masturbar.

Artur deu sinais que iria gozar, meio que parou de me masturbar, eu caprichei, e logo ele “morreu”, respirando forte, urrando um pouco, que delicia.

O viado veio me compensar me chupando, “sacanagem”, literalmente, cuspindo, deixando bem molhado, fazendo os movimentos de suas mãos ficarem insanos. Cara segurei no lençol, tive que colocar o travesseiro no rosto, porque se gemer alto, sem querer.

Quando eu gozei o desgraçado, ficou massageando só a cabecinha que se envolvia de esperma, sério eu delirei naquele momento.

A gente se limpou e eu ainda fiquei com tesão, foi algo muito louco. Mas estávamos cansados.

- Estou pensando em cursar engenharia em São Paulo, que acha? – Pergunto, enquanto faço um cafuné em Artur.

- Tem que gostar muito de números Bruno, muito mesmo.

- Eu me dou bem com matemática. Só é paia a quantidade de anos né.

- Cinco anos.

- Está com sono? – Pergunto beijando a testa dele.

- Pensando... As pessoas deixam de fazer o que estão fazendo, para vir falar mal da gente, tipo você não faz nada contra, nada.

- Ei, esquece o que aconteceu beleza, vem aqui. – Falo abraçando o Artur.

Ele respira fundo e fica calado. Fiquei pensando no que havia acontecido e apertei mais ainda ele, chegando próximo ao seu ouvido e falo;

- Eu te amo.

- O que? – Artur se levanta, me olhando. – O que disse.

- Comi demais, eu comi muito. – Falo com uma cara indiferente.

- Você disse que me ama Bruno?

- Sim, foi mal, não era para ser, não assim, Desculpe.

- Ai gente que massa cara. – Ele me beijou, me abraçando e disse. – Nunca me disseram isso...

Artur fala olhando nos meus olhos, como intimidou um pouco, desviei o olhar, mas retornei dizendo;

- E eu nunca falei que amava ninguém. – Digo fazendo carinho em seu rosto.

- Eu não....

- Ei relaxa, sem pressão, cada um ao seu tempo de boa.

- Valeu.

Gente no domingo foi muito paia, ele voltaria logo após o almoço para São Paulo, então acordamos tarde, para aproveitar o máximo de tempo juntos.

Almoçamos fora, eu, meu pai, Artur e Danilo. Depois ele foi embora.

Na segunda-feira no trabalho, estava tomando café com meu pai na oficina, e ele entra no assunto;

- Bruno, pensando sobre São Paulo?

- Sim, pai, a todo momento.

- Vão morar juntos?

- Eu não, sei, acho que ainda não é a hora! Ao mesmo tempo é péssimo ficar longe dele, sabe?

- Era assim, com sua mãe, até irmos morar juntos, rsrs.

- Como assim?

- Meu filho, você não é nada fácil, cara bem complicado, o Artur não é dos mais calmos.

- É ele sempre arruma confusão, rsrs.

- Não confusão filho. Posso te dar um conselho?

- Sim, claro.

- Aproveitem essa idade, curtem bastante. A Lara não mora com ele, então, dividem os 3 cada um com seu quarto, como amigos. Assim você pode conhecer o lado que não conhece do Artur, e ele o seu, é como um teste sabe.

- Entendi.

- Conversem, quando decidirem você pega suas coisas e vai, tem uma boa grana que lhe da um tempo para procurar um trabalho.

- Valeu pai, valeu pelo apoio.


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