• @rgpatrickoficial

Vivendo no Escuro - Morando Juntos

[Centro – Artur]

- O Pietro vai ser remunerado? – Pergunta o Bruno.

- É claro né doido, nem relógio trabalha de graça, rsrs. Ele está quebrando um galho mano.

- Queria estar ajudando mais Artur, mas com essas férias próximas estamos fazendo revisões o dia todo.

- Relaxa mano, ei é nessa rua Bruno.

Ele estacionou o carro do outro lado da rua, quando descemos e atravessamos eu peguei um halls no seu bolso, como me aproximei Bruno passou a mão no meu ombro beijando perto da minha boca.

Um casal hetero de mãos dadas e uma terceira garota passando, ela comenta;

- Que desperdício. – Fala me olhando.

Como tivemos que parar, para dar passagem e os três passaram eu comento;

- Desperdício mesmo esse cara com essa bundinha viu! – Falei tirando os óculos.

Os três riram, nem o Bruno aguentou;

- Ai mano, tu é doido, rsrs.

Gente eu retoquei minha tatoo primeiro, seria bem rápido, o Bruno se sentou depois, nesse momento eu sai para falar com a Lara que estava me ligando.

Ao voltar ouvi o Bruno me chamar;

- Ei Artur... Cadê ele?

- Fala mano. – Falo entrando e fechando a porta.

- Que acha?

Mano Breno sai de trás e o Bruno me mostra uma tatoo no antebraço escrito meu nome.

Levei a mão na boca, não acreditava, passei a mão para ver se era de verdade e sim;

- Ou, ta doendo, é de verdade! – Ele fala tirando o braço. – Agora é você quero que escreve meu nome no peito.

- HAHAHA’ vai ficar querendo, eu não sou tão louco assim não. – Falo me afastando.

O Bruno fez uma cara séria, eu não entendi, porque ele deixou bem destacado, até bonita sabe, mas eu não tinha coragem;

- Bruno ta falando serio?

- Não né Artur, kkkkkk, vou cobrir, rsrsrs.

- Não dá pra cobrir não Bruno. – Fala o Breno.

- Ah tem que dar, se não meu pai corta meu braço.

- Rsrs, to zoando.

- Viado.

- Gente para de graça, chega, que isso. – Falo me sentando. – Lara não vem Bruno, parece que tem uma festa da empresa para ir.

- Que bom que seja festa né, de boa né cara.

- Sim, sim.

O Bruno estava cobrindo uma parte do antebraço que não possuía tatuagem, eu fiquei filmando, tirando foto, mas chegou uma hora que cansei, fui para fora, procurar algo para comer, gente eu estava de uniforme ainda, isso era por volta de seis e meia da tarde.

Eu me sentei la fora um pouco, para comer algo e estava bebendo refrigerante quando um cara passou, ele me olha, volta e fala;

- Artur?

- Sim.

O cara se senta do meu lado;

- Sou o Bruninho.

- Mano foi mal, não te conheço.

- Cara levei beck para você várias vezes, la no condomínio.

- Ah saquei, e ai mano, ta de boa. – Falei de educação, pois ainda não tinha me lembrado.

- Sussa, eu te falar, como tu era cliente bem foda do Renato, aqui é nova, mano dá uma onda. – Gente ele me entrega um pouco de maconha.

Uma trouxinha pequena, eu sorri e devolvi;

- Valeu to sem grana cara.

- Rapaz é um presente, experimenta se curtir me procura, eu moro de frente a casa do falecido Renato.

- ta beleza, valeu em. – Eu falei levantando.

Entrei porque, com ele não tinha papo. E dei de cara com o Bruno que estava saindo;

- Falou Breno, valeu. – Digo saindo junto.

Ao entrarmos no carro o Bruno falou na hora;

- Que cheiro é esse? – Ele pergunta me olhando.

- Maconha. – Falo mostrando para Bruno.

- Está me tirando Artur? Qual é cara? A essa altura?

Gente eu comecei a rir, me veio uma crise de risos, ele ficou puto;

- Pode descer, com isso não vai ficar no meu carro, o quanto já teve problemas por causa de maconha Artur, e vai me procurar mais (...).

Ele disparou em falar, e falar, e falar, não parava, abri o vidro do carro, pois já estava sem ar, mas ainda não havia respondido ele. Bruno saiu com o carro eu joguei a maconha pela janela e ele ficou calado, tipo me dando um gelo.

A gente perde o amigo, nesse caso o namorado, mas não perde a piada. Eu entrei na onda, chegando em casa o Bruno ainda calado então eu falo, já com o semblante sério;

- Você tem que me apoiar e entender que eu sou um viciado cara. – Falei sério.

Mano ele me olhou com sangue nos olhos e ainda sem responder;

- Artur não brinca comigo!

- É sério, to fumando com você la em casa Bruno, achei que já estava por dentro.

- Fumando Artur, quando?

- Quando está dormindo, eu só pego no sono depois que fumar um.

- Ontem dormi abraçado com você, como levantou e eu não vi?

- Levantei Bruno, acostuma, se tu me ama tem que segurar essa barra.

- Não mesmo.

- To cheirando também. – Quando falei isso eu comecei a rir, pois o Bruno errou a marcha do carro.

Sabem quando o carro “engasga”, então ele ficou mais bravo ainda;

- Filho da puta. – Ele me xingava me acertando com murros. – Acreditei em você desgraça.

Novamente a crise de risos;

- Não preciso de drogas mais rapaz, minha droga é você.

- Aff, acho que fumou um! Você fala meu vício é você, e não droga idiota.

- Cala a boca Bruno, abre logo esse portão que to afim de transar.

- Ta cheio de graça né Artur, só porque está acabando, rsrs.

- Te passando a real, não está afim? – Falo passando a mão em sua coxa, subindo até seu membro.

- Não vou transar, olha o tamanho dessa tatuagem, ainda esta dolorida.

- Agora eu vi, vai esfregar o braço no meu pau é? – Pergunto saindo do carro.

- Vou enfiar ele na sua bunda, mas gente, to achando mesmo que fumou algo Artur.

Entramos, e pude tirar aquele uniforme, aquele sapato, cheguei a me alongar.

Eu estava dentro do quarto, procurando minha toalha;

- BRUNO viu onde deixei minha toalha?

- Acho que no banheiro.

Ao olhar ele me aponta no começo do corredor com uma mala, veio arrastando ela e eu parado olhando.

Bruno passa por mim, coloca ela ao lado da cama e fala, mega sem graça;

- Resolvi aceitar seu pedido para morar aqui.

- Ahn, sei.

- Paulo falou para todos fins de semana almoçarmos com ele.

- Então a gente você vai se mudar para minha casa?

- Você disse ontem “nossa casa”.

- Vamos morar junto então.

- Sim, algum problema?

- Não, nenhum, mas tem umas regras. – Falo me aproximando e tirando a camisa de Bruno.

- Que regras Artur?

- Andar pelado, 24 horas, rsrs. – Desço abrindo sua calça.

Enquanto ela cai, ele questiona;

- Vinte e quatro horas?

- Sim, sexo pela manhã, e no banheiro sabonete só no chão, rsrsrs.

- Hahaha! Sexo pela manhã tudo bem, agora sabonete no chão, é paia. Rsrsrs.

- Vamos ao cinema assistir aquele filme da Marvel, Guerra Infinita? Que tal? Para comemorarmos.

- Guerra Infinita é eu tentando entender como sua boquinha pode ser tão gostosa. – Bruno fala mordendo meus lábios.

Os dois de uma vez, ele adorava morder, serio, chegava me deixar marcas.

A essa altura nada de banho, os dois na cama, em uns amassos bem gostosos. Ele segurando meu cabelo e beijando o pescoço, mordendo o queixo, eu sentado bem empinado sobre ele.

Eu beijava o Bruno com as mãos apoiadas em seu peito, e descia até seu pescoço e orelhas o ponto fraco dele, suas mãos massageando minha bunda, mano que pegada.

Aqui em casa ao invés de abajur no criado mudo temos é lubrificante, fica mais fácil pra pegar, rsrs. Estiquei a mão pegando o vidro e deixando ele no jeito.

Aproveitei a posição e comecei a encaixar eu mesmo, bem devagar, deixando entrar tudo, e eu rebolando e mexendo bem devagar, para o “encaixe” ser perfeito. Mano quando você sente todo o membro do cara em você, deixando ficar bem no jeito, se mexer um pouco ele já fica esperto.

Digo se fazer muitos movimentos, rebolando por exemplo, com tudo dentro, o cara não demora para gozar. E como não havíamos transado na noite anterior, não abusei do Bruno, mas ele sim de mim.

Com suas mãos fazia movimentos de vai e vem, até tirar todo, e entrar todo, eu já segurando na cabeceira da cama nesse momento.

Bruno então pede para ficar de quatro, e então fico com uma das pernas na cama e outra fora, me abaixo, ele da uns tapas, e segura no meu cabelo me beijando, vai penetrando com meu rosto próximo ao dele, só para ouvir eu gemendo.

Me masturbando Bruno acelera demais seus movimentos, tirando as vezes seu cassete todo, cara fiquei sem ar, com ele fodendo daquele jeito, mano que delicia ele gemendo e o barulho de Bruno me fodendo com força.

Ele gozou segurando meu cabelo, e minha bunda batendo nele, sem tirar o cassete, eu então faço uns movimentos, só para ver a cara de safado dele;

- Satisfeito? – Ele fala meio sem folego.

- Toma um banho que eu quero de novo. – Falo me virando e beijando ele.

- Tem que tomar cuidado, andar pelado pela casa, vai ter que me dar sempre que eu quiser.

- Pensar no teu caso, se bem que ver você andando pela casa de pau duro não é nada mal, rsrs.

O telefone dele chama, era o Danilo, como fomos para o banheiro juntos, ouvi quando ele questionou;

- Que isso Bruno, está cansado? – Fala o Danilo.

Pois Bruno estava com a respiração ofegante e fundo;

- Estávamos tanzando Danilo. – Grito perto do telefone.

Ele ficou sem graça e desligou o telefone;

- Coitado cara, tu é muito mal. – Fala Bruno deixando o celular de lado.


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