• @rgpatrickoficial

Vivendo no Escuro - Dia D

Ele sobe a escadaria e me cumprimenta;

- Mano casa massa viu.

– Entra ai.

Ele entra eu fecho a porta e meu Deus, galera, sabem aqueles shorts que estão na moda, uns bem curtos, pois então, ele estava usando aquilo, eu tive que questionar;

- Estava em casa?

- Sim, acabei de tomar um banho, não iria descer do carro, tu demorou atender, ai decidi tocar o interfone.

- Mano... – Antes de falar ele interrompe.

- Estava fumando é?

- Sim, terminando o trabalho, chega ai, bom que dá uma olhada. – Falo puxando uma cadeira ao meu lado.

Ele sentou e puxou o computador, mas quando Artur se sentou o short subiu no seu útero, fez um volume na cueca, e apertando as coxas, que eu comecei a soar. Vendo aquilo tudo pelo vidro da mesa.

Eu e ele ficamos puxando o Narguilé, ele lendo o trabalho, dando uma revisada, e eu no celular.

Artur mudou poucas coisas e tals. Ficamos de papo, ele me contando sobre ter falado com Renato depois, e tals, contei para ele que meu pai disse.

- Mano onde é o banheiro em? – Questiona ele.

- Nesse corredor a segunda a direita.

Artur saiu, e deixou seu celular, gente chegou uma mensagem da Manuela, falando que não estava na cidade, dizendo que não tinham como ficar, com uma carinha triste.

Ai lembrei de ele falando estar na seca, pensei em usar ao meu favor, era tudo ou nada.

Ele tinha que ficar mais, liguei o som colocando em uma música do “Dan Lellis - sexta-feira”, sabia que ele curtia.

Artur volta a passa olhando o pequeno bar ao lado da cozinha;

- Ah ta zoando, Pietro esse Wisky é do seu pai? – Fala ele entrando na cozinha.

- Sim, presente do meu avó. – Me levantei indo até ele.

- Mano uma garrafa dessa deve valer quase oitocentos reais.

Gente os olhos deles brilhavam, então questionei;

- Quer provar?

- Ta falando sério?

- Sim, prepara ai.

Artur preparou aquela bebida, igual criança com chocolate. Com a música sentamos ao lado de fora, havia um bangalô, ficamos lá, por estar uma brisa fresca. A parte boa foi ele deixar o celular na mesa, pois o fone do Artur parece de puta, mensagem a todo momento.

- (...) Então curti, vamos entregar daquele jeito mesmo.

Comenta ele sobre o trabalho. Ele terminou a bebida eu então fui lá dentro e peguei uma cerveja para a gente;

- Está forte assim? – Questiona ele.

- Não, e você? – Pergunto.

- Consigo mais algumas, mano, aquele Wisky é vida, sério, bom demais, ainda vou comprar um daquele para beber sozinho. Haha.

Quase uma hora que ele estava lá comigo, sentados um ao lado do outro, por causa das mangueira do Narguilé não eram grandes. Bebendo e conversando.

Quando o carvão acabou, eu até iria ascender outro, mas;

- Mano calma ai, fiquei tonto. – Falei encostando na imensa poltrona.

Ele só deitou a cabeça para trás rindo;

- Nossa bateu forte a onda aqui, essa cerveja geladinha então. Vou pegar mais uma quer?

- Não to de boa.

- Está no congelador? – Questiona ele indo a cozinha.

- Sim, embaixo.

Gente eu fiquei ruim, levantei tirei a camisa, o short e pulei na piscina que ficava metros abaixo de cueca. Só com a luz da noite, a agua estava muito boa, ele ouviu e apareceu na porta;

- Haha que susto viado.

- Vem a agua está ótima.

Sinceramente? Eu estava pouco ruim, o Narguilé me derrubou na verdade, nem estava pensando mais no Artur, digo em rolar algo. Ficou natural as coisas depois que bebemos.

Ele colocou as cervejas em uma pequena mesa ao lado e desceu o short, relevando uma cueca azul.

Eu mergulhei e ele pulou na agua, ao sair ele estava rindo;

- Ah caralho, minha cueca. – Ao ver ela estava boiando na agua.

Eu ri demais gente, rsrs. Sai da piscina abri minha cerveja sentando a beira d’agua. Com as pernas lá dentro, a luz da lua deixava a agua clara, era como uma luz artificial se é que me entendem.

Artur saiu da piscina pelo meu lado esquerdo colocando a cueca ao lado de fora mesmo, eu vi ele pelado, mas não com detalhes.

Ele se aproxima sentando do meu lado, abriu sua cerveja;

- Fica massa a luz da lua na agua né cara? – Questiona ele.

- Sim, muito bonito.

Artur volta para a piscina e fica do meu lado, com os braços apoiados ao lado de fora e o corpo para dentro;

- Cara eu to num tesão da porra, sério, não transo com ninguém depois da Carol.

- Você pelo menos pegou ela né. – Falei.

Ele sorriu, e disse olhando a cerveja;

- Pietro.

- Fala.

- O que fizemos quando criança, aquelas brincadeiras, significaram alguma coisa para você? Digo, sentiu alguma coisa?

Coração ficou a mil, e eu nervoso novamente, mas tentando me fazer de fina;

- Não cara, eram brincadeiras, só isso. Porque? – Tentei e fiz de desentendido.

- E aquele dia na casa do Kaique? A gente se beijou né. Digo... – Ele estava nervoso, galera o Artur gaguejou pela primeira vez na vida. – É errado sentir algo naquela situação?

- Acho que não Artur, estávamos jogando, e como você disse, tem muito tempo que não fica com ninguém, está a ponto de explodir por qualquer coisa relacionada a sexo, não acha? – Não né, nem eu entendi o que falei, mas foi dessa forma.

- É verdade. Eu estava como estou agora, qualquer coisa eu iria sentir.

- Sim, relaxa.

- É vou tirar isso da cabeça.

Tem ideia, que o Artur Rodrigues estava pensando no meu beijo! Gente antes de ele pensar melhor eu tive que revidar;

- Quer ver que é só coisa da sua cabeça. – Falo colocando a cerveja de lado.

E pedindo aos céus que me ajudassem;

- O que?

Ele deixa a cerveja dele, e eu entro na piscina, ficando na frente dele, então questiono;

- Está de boa?

- Sim.

- Relaxa então.

Eu coloquei a mão em sua nuca e beijei ele, posso dizer que foi o melhor beijo da minha vida, porque eu caprichei, usei e abusei das artimanhas, torcendo para ele ficar excitado.

Eu afastei muito devagar a boca, mas bem devagar mesmo, e Artur acompanhou o movimento vindo ele para o beijo dessa vez.

Minhas mãos em sua cintura, cada uma de um lado, ele me pressiona contra a parede da piscina e desce uma das mãos até minha bunda, e sobe quase me estuprando com os dedos, chegou a me tirar um suspiro fundo.

Eu meio que bolei tudo, tudo mesmo, até esse momento, meu coração estava batendo tão forte, que eu pensei que iria sair pela boca. Sabe quando você está diante de uma plateia e tem que falar, mas parece que vai cair morto ali, na hora. Era eu nesse momento, tive que deixar o Artur conduzir, porque não sabia o que fazer, falo sério.

Então sinto sua mão dentro da minha cueca, com temperatura daquela agua, senti o calor de suas mãos, quando ele passou os dedos no meio de minha bunda, chegou a soltar um sorriso. Ele beijou meu pescoço, passou a língua subindo até a orelha. Isso é jogo sujo vocês sabem. Desci a mão e apertei seu membro, Artur inspirou rápido e disse;

- Já fez isso antes? – Ele perguntou com os lábios encostados nos meus.

- Não. – Juro que pensei em falar a verdade, mas iria evitar muitas coisas.

- Vai querer? – Dessa vez sua boca chegou em minha orelha, e senti sua respiração.

- Quero.

Artur andou um pouco comigo para a direita, onde havia a grande escadaria, subimos alguns degraus.

Me sentei em um deles, e tive a melhor visão até hoje, ele estava com uma puta mala, molhada, aquele corpo, seu olhar. PORRA.

Eu sentado e ele no degrau debaixo, abaixei sua cueca e comecei a chupar Artur. Não se se era porque eu queria muito aquilo, mas fiz com tanta vontade, e ele aproveitou disso. Conduzia com as mãos, segurando em meus cabelos molhados, caramba era limpinho, sem pentelhos, ele era quase todo depilado, nas partes.

Veio então a hora da verdade, ele pede que eu fique de quatro, ali dentro mesmo, abaixa o short, e eu lindo e fino com a bunda bem empinada.

Ele deu um tapa de leve, senti ele cuspir, e passar as mãos, e me introduziu um dos dedos, soltei um gemido, ele cuspiu novamente, e mordeu minha bunda.

Quando senti ele começar a penetrar, incomodou um pouco, Artur não era dotado, mas o membro dele era grosso, com a mão fechada quase não havia encontro dos dedos.

Foi como minha primeira vez, e vocês sabem a satisfação do cara quando você geme logo no início. Ele segurava em minha cintura, para eu não sair, que pensei que seus dedos iriam me furar, rsrs. Com tanta força.

Eu sabia que ele não iria segurar por muito tempo. Ah sei la, olha a situação, quase certeza de ser o primeiro homem que ele esteja transando, e todo o medo, novidade, excitação. Sem contar onde estávamos neste momento.

Artur segurou em meu cabelo quando senti todo seu cassete em mim. E foi foda. Sentir ele se encostar daquele jeito, como disse eu aproveitei, dei uma boa relaxada e fiquei com a bunda a mercê.

Ele tirou e colocou algumas vezes olhando para baixo, vendo me introduzir. Lembro nesse momento de ver os músculos de seus braços e peitos contraídos pela posição dele olhando. Artur subiu o olhar com um sorriso de canto de boca e havia alguns fios do cabelo molhado no seus olhos. Ele aumentou seus movimentos, eu fui me tocar e gozei, rápido assim, não tinha como segurar, serio.

Ele puxou meu cabelo e deu uns tapas na minha bunda, com aqueles movimentos, até ele gemia, urrava na verdade, nossa que era aquilo. Trouxe uma das pernas para mais acima encaixando daquele jeito nele, porra, foi tiro e queda, Artur gozou segurando minha cintura, com uma força. Ele foi diminuindo seus movimentos até parar.

Tirou e deu uns passos para trás mergulhando, eu sai da piscina e fui até a ducha próxima. É tinha acabado de transar com o cara dos meus sonhos.

Sabem aquele climão que fica depois do sexo com algumas pessoas, pois então, ficamos daquele jeito.

Eu voltei e sentei pegando a cerveja, ele veio pegou a cerveja dele, passando a mão no rosto;

- Curtiu? – Fala Artur, puxando assunto.

- Foi massa, rsrsrs. – Falo rindo.

- Que fique entre nós. – Fala ele.

- Relaxa.

Nós ainda tomamos outra cerveja, e o pai dele ligou, ainda estava na cola do Artur.


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