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Vivendo no Escuro - Bruno Carvalho Rocha

[Oficina do Paulo – Bruno]

Bruno Carvalho da Rocha, eu tenho 20 anos, não estudo atualmente, somente trabalho, sou mecânico na oficina do meu pai, moro com ele e irmão mais novo o Danilo.

Aparência magra, traços de trabalhador braçal, jeito humilde, olhar atraente e sorriso sedutor.

Por volta de cinco e dez da tarde, eu estava trocando as pastilhas de freio de um Voyage de um cliente, quando ouço meu pai falar;

- Está na hora Bruno, vai logo, o Danilo deve estar saindo. – A sua voz ficou mais alta a cada palavra.

Era ele se aproximando e chutando minha perna debaixo do carro.

- Beleza, to indo. – Falo limpando o suor da testa, com a manga do macacão.

Como já estava no final, deixei o carro prontinho, peguei um pano que estava no bolso de trás, passei nas mãos, limpando o excesso de graxa, e tirei a parte de cima do macacão, para trocar de roupas.

Lavei minhas mãos, passei uma agua no rosto, deixando aqueles pingos frios descer pelo meu abdômen.

Entrei no banheiro tirei por inteiro o uniforme e coloquei uma calça jeans escura, e uma camiseta cavada branca, que eu tinha.

Passei a toalha de rosto no cabelo, para retirar o excesso de agua, deixando ele bagunçado mesmo. Peguei as chaves do meu carro e sai gritando;

- Pai vou nessa. – Falo sacudindo as chaves no alto.

Eu tenho um gol quadrado 1994, vermelho sangue, bancos de couro, rebaixado e com umas rodas palito, e claro um som estralando para dar um charme.

Meu irmão estudava, próximo ao centro de Itapeva-SP. Cheguei com o som bem alto, se amostrando para as novinhas, ele todo vergonhoso com uns amigos.

Danilo era ao contrário de mim, tímido e comportado, era branquinho, de cabelos brancos, magricela, ah ele tem 15 anos de idade.

Como disse por ser tímido, odeia quando chego assim, eu acho massa encher o saco do pobre coitado.

Havia uma van pegando crianças na minha frente, ele estava entre os carros, eu parei no meio da rua mesmo e dei um toque na buzina, ele já estava olhando, mas era para se apressar;

- Precisava estar tão alto. – Fala ele colocando a mochila no colo.

- Bota o cinto logo garoto. – Falo, bagunçando o cabelo dele.

Antes de ir para casa, passei na casa do Renato que era caminho, eu parei o carro na frente da casa dele na calçada e o Danilo questiona, quando eu tiro o cinto;

- Vai demorar? – Pergunta pegando o celular.

- Não, já volto, fica ai.

Deixei ele lá, toquei a campainha, mas o portão estava entre aberto, entrei, ele estava nos fundos fazendo um supino, com uma bandana branca na testa;

- Qual é, deixou a academia foi? – Pergunto aproximando.

- Nada, só complementando. Suas paradas estão ali. – Fala ele mostrando o pacote em cima da mesa. - Essas ai é para hoje.

- Beleza mano, acabo com eles fácil, fácil. Ei a decoração ficou muito massa em a piscina então, tem quartos aí dentro?

- Sim, tem cinco quartos, depois entra aí. Ah fiquei sabendo que ta pegando a patricinha da Camila.

- Sim, mas ela não libera cara, está difícil.

- Conheço o irmão dela, é firmeza o cara.

- Está falando do Artur?

- Sim.

- Ele é um pau no cu, o cara não pode me ver Renato que fica me tirando.

- Quer o que? Você está metendo a língua na boca da irmãzinha dele.

- Chamou ele para a Festa?

- Sim, Artur além de cliente, está juntando uma galera da faculdade.

Cocei a nuca, olhando com uma cara para o Renato e ele comenta;

- Deixa ele em paz Bruno, na dele, beleza?

- Sim, beleza. Vou ir, Danilo está no carro, quer carona não?

- O cara das luzes esqueceu umas ferramentas, foi buscar. Tenho que esperar.

- Tranquilo. Falou!

Entrei no carro e joguei o pequeno pacote, dentro de uma garrafa de agua, para disfarçar;

- Não tá usando isso ai de novo não né Bruno? – Fala o Danilo tirando os fones.

- Se eu colocar a boca nisso o papai me mata, ta ligado, e fica de bico fechado em. – Falo com o dedo na frente da boca, como gesto de silencio.

Em casa, deixei o carro de fora, mas levei a garrafa comigo, para meu quarto, tirei aquela roupa, e fui para o banheiro tomar um banho, fiz minha barba, passei a navalha, ao redor da sobrancelha, para deixar sem pelos, aparentemente ficava com o rosto mais limpo.

Estava com um corte de cabelo quase na “zero” dos lados. Me apressei, nem teve como bater uma naquele banho.

Danilo deixou um sanduiche natural e cima da mesa, eu peguei ele e entrei no meu quarto trancando a porta, só ouvi ele;

- Pai, Bruno, cadê meu sanduiche... – Ele veio bater na porta do quarto e eu rindo la dentro. – Bruno vai fazer outro pra mim, não quero saber, problema seu.

Ele ficou emburrado por um tempo na porta do quarto, foi o tempo de me vestir. Caramba como não toquei uma estava tão excitado, assim do nada, meu pau marcando a cueca inteira, aproveitei tirei umas fotos fazendo pose com ele, para mandar para uma garota que estava de papo.


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