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Um Recomeço - Capitulo Final

#Heitor


Meu pai quase morreu engasgado, Léo se sentou e todos olharam pra mim, eu sem reação com o que ele acabara de falar sai da mesa, me levantei sem dizer uma palavra e sai pela cozinha e portas dos fundo, eu tremia de raiva do que ele havia falado, e sentindo ao mesmo tempo algo bom, como um alivio, porem o que dominava era o medo, eu me sentei na escadaria aos fundos e em pouco tempo me aparece meu tio o Thiago, eu meio que fiquei receoso, mas ele veio e se sentou ao meu lado;

- Tudo bem?  (Thiago).

- Estão todos rindo de mim? (Heitor).

- Não de você, mas seu primo Cauã acabou de levar um tombo, poucas pessoas viram, mas ja sabe o que será capa de revista amanhã não é mesmo, e não será a bela declaração que o garoto Leonardo fez. Está zangado com ele? (Thiago)

- Não consigo ficar bravo com ele sabe, mas sinto algo estranho em relação a ele tio. (Heitor).

- Ele gosta de você Heitor, é recíproco.  Reconheça o que ele fez não é qualquer um que tem aquela coragem. (Thiago).

- Eu não sei o que fazer agora. (Heitor).

- Vai pra casa dormir, dia corrido e cabeça quente, depois quando estiver tranquilo, procure Leonardo para conversarem, sobre isso. (Thiago).

Despedi dele e peguei um táxi e fui para casa, precisava de um banho quente e minha cama, para esfriar a cabeça e não pensar em nada.


#Cauã


Depois do que Leonardo havia falado, o meu pai foi atrás de meu primo que saiu sem dizer nada, possivelmente estava em choque, com a atitude do amigo, Marcelo parabenizou a coragem de Léo  de dizer o que disse, nos conversamos com ele e meu pai voltou dizendo que Heitor havia ido embora e para Léo procurar ele outro dia para conversarem melhor, ele precisava esfriar a cabeça.

Bem na hora que eu fui levantar sem querer acabei trazendo toda a atenção para mim, meu pé se envolveu na toalha de mesa e eu antes de dar um passo sequer cai atrás da mesa, Amanda riu tanto que ficou até vermelha, Marcelo me ajudou mas como Amanda ele sorria como nunca, eu não me aguentei e estava rindo também, nossa que raiva, Amanda foi comigo para fora e eu decidi ir embora;

- Vamos vou te dar uma carona. (Cauã).

- Não precisa, vou de táxi. (Amanda).

- Para de ser fresca e entra logo. (Cauã).

Ela foi rindo o caminho inteiro de mim. A casa de Amanda não havia como subirmos de carro, então eu deixaria meu carro em casa e subiria com ela, era pouco longe então, eu acompanharia ela.

Assim que chegamos a minha casa ela correu pro banheiro e eu fui trocar de roupas afinal não iria subir o morro de terno e gravata, ela saiu do banheiro e sem querer me viu vestindo um short, e ainda brincou;

- Quis pernas em. (Amanda).

- De família. (Cauã).

- Você não cansa de ser convencido não garoto? Ou é de família também. (Amanda).

- Só quando tem garotas lindas como você! (Cauã).

Falei me aproximando dela, que não recuou, eu beijei e suas mãos vieram para meu rosto e as minhas para sua cintura pressionando Amanda contra parede, alguns caras tem vergonha quando o nosso volume aparece rápido logo só com um beijo, eu arroxei ela de tal forma que não teve como disfarçar, fomos para a cama que estrava perto eu peguei ela pelas coxas e beijava seu pescoço até nos aproximar e jogar ela, fui abrindo meu short que acabara de colocar, e ela tirou o vestido, caramba que peitos, tamanho certo e sua pele morena perfeita, fui beijando sua coxa e subindo até suas pernas, passando a língua e mordendo sua barriguinha chapada, quando cheguei aos seus peitos me acabei, ela somente gemia baixo, bem gostosinho, enquanto minha mão rondava todo o interior de sua calcinha, Amanda nem deixou eu ir mais além, ela me virou e tirou minha cueca com aquelas unhas grandes pegou meu cassete e punhetando e delicadamente começou a me chupar, nossa quase sai grudando nas paredes, passava a língua em minha virilha e só de seu cabelo grande encostar nas minhas coxas eu me arrepiava, Amanda veio subindo e beijando minha barriga até chegar a minha boca, eu coloquei a camisinha e ela já estava colocando meu cassete dentro dela, e se contorcendo ao entrar, eu me sentei e Amanda começou a cavalgar em meu cassete, e nossa eu tive que me segurar se não gozaria ali rapidamente, depois de uns minutos, coloquei ela de quatro  fiz o que homens do mundo inteiro tem desejo já fui enfiando e pegando em seu cabeço grande, e puxando, envolvi em minhas mão, de tal forma que ela logo começou  rebolar, ficamos pouco nesta posição e logo peguei ela de frango assado  metendo o mais fundo que eu conseguia, e em umas frenéticas bombadas eu gozei na camisinha ela estava soando, depois do sexo até o banho ela me beijava muitas vezes e eu a elogiando a todo momento;

- Dorme aqui! (Cauã).

Com um sorriso, deitamos de conchinha e logo eu transei com ela novamente, pegamos no sono e de manhãzinha acordo com o cheiro de um café que tomou conta de minha casa, estava de cueca e fui até a cozinha e ela estava preparando o café pra gente.

- Dessa forma eu vou te pedir em casamento. (Cauã).

- Engraçadinho, vem me acompanha, pois estamos atrasados para o trabalho. (Amanda).

Tomamos café juntos e eu fui me arrumar, emprestei o carro para Amanda não se atrasar, o tempo estava frio e quanto ela veio estava perfeita, maquiada e muita roupa sabem.

Chegamos na Baldin já causando porque sai do elevador no andar da revista com o braço envolvido em Amanda, é claro que os funcionários olharam e comentaram, por mim, que vão todos se fuder, Amanda ficou em sua mesa e eu fui para minha sala, por causa da festa havia muitas pendencias para organizarmos.


#Heitor


Estava em casa finalizando um vídeo para o You Tube e editando para postar e pensando no que meu tio havia me falado, e fuçando no Facebook,

Quando vejo uma postagem de Leonardo, possivelmente ele estava em casa, peguei minhas coisa e fui até sua casa, quando cheguei sua mãe me recepcionou e mandou eu subir como sempre, eu não sabia o que falar a ele e muito menos o que fui fazer na casa, quando entrei em seu quarto não havia ninguém, eu então ouvi um barulho no banheiro;

- Léo? (Heitor).

- Já vou! (Heitor).

Me sentei no sofá perto de sua cama e ouço o carro sair, acho que era sua mãe, ele demorou um minuto eu acho e saiu, cueca azul e short colorido caindo de touca, e fones de ouvido, caramba ele realmente esta lindo,

- Heitor? (Léo).

- Eu vim pra gente conversar Leonardo. (Heitor).

- Na boa, estou me cansando de correr atrás de você, e você correr de mim e se esconder. (Léo).

Disse ele se abaixando e falando bem perto de mim, se virou tirou os fones e jogou junto ao celular na mesa perto, eu me levantei e Leonardo olhou para trás eu abracei e beijei ele com vontade, ele me virou e caiu por cima de mim em sua cama;

- Heitor... (Léo).

- Cala a boca Leonardo...(Heitor).

Falei beijando ele novamente que estava meio assustado com minha atitude...


#Heitor


Sempre fui ótimos com palavras para descrever qualquer coisa, porem dessa vez, o que se passava dentro de mim era indescritível, todas minhas emoções estavam ligadas e funcionando ao mesmo tempo, algumas pessoas chamam isso de “êxtase” , isso com beijos e amassos de Leonardo, sua boca percorria todo meu pescoço e descia ate meu peitoral e subia até minha orelha me fazendo tremer, seu corpo era quente tão quente que já soava, nossos corpos rolavam um por cima do outro,  certamente não sabia o que estava fazendo, só sabia que estava muito gostoso. Eu estava por cima de Leonardo e entre os beijos ele força minha cabeça para baixo, fui descendo beijando seu peitoral e seu abdômen, tinha um cheiro de homem forte, mas não se compara quando cheguei a seu cassete, gosto muito forte que se foi logo em seguida cheiro de homem não uma mistura de perfume e sim o cheiro dele mesmo, ao toque de minha boca na cabeça de seu cassete sua reação foi de chegar a tremer, ele se apoiou e olhou pra mim com uma cara lerda, seu cabelo estava no olho, e de uma forma diferente percebi aquilo como um tesão a parte, eu descia e subia até onde eu conseguia, Leonardo já gemia alto com isso, cara era um sabor, diferente do que eu acostumara, aquele gosto me deixava com tesão, a forma que ele agia era maravilhosa, em um momento ele me segurou e disse;

- Para se não vou gozar! (Léo).

Eu somente sorri e fui subindo novamente e do mesmo jeito Leonardo desceu, não sabia que ele iria me chupar, pois é sua boca quente chegou com vontade ao meu cassete que minhas pernas tremeram na hora, caramba assim como ele pedi para que ele parasse antes que eu ficasse louco com aquela boca, aquele boquete já era bem mais gostoso que um sexo com qualquer mulher que já fiquei, o primeiro sentimento era de surpresa, ele parou e subiu me beijando e segurando meu cabelo, me virou, eu mega receoso com tudo, ele deitou por cima de mim me mordendo as costas e roçando seu cassete em minha bunda, cara se eu encostasse no meu cassete gozaria, Leonardo passou cuspi em sua mão e passou em minha entrada e também em seu cassete, colocou na minha entrada e subiu seus braços me abraçando e foi forçando lentamente, para a cabeça de seu cassete entrar foi uma dor descomunal, que me fez por tempos tentar me dispersar, mas quando senti todo seu membro dento de mim foi bem diferente, a sensação de tesão misturado com dor que é indescritível em palavras, Léo tirava e colocava, bem devagarzinho para eu ir acostumando com seu cassete todo enterrado em mim, poxa sentir seu corpo no meu, sua boca em minha nuca, e seu pés passando nos meus, eu percebia o tesão de Leonardo, ele assim como eu estava explodindo de tesão, e me fodia com força e desejo era tão forte que eu gemia alto e ele tentava me beijar em meio a estocadas segurava minha bunda para enfiar mais fundo que conseguia e  eu somente gemia, suas bolas batiam nas minhas, e Leonardo rebolava e não suportou por muito tempo logo gozou dentro de mim, sem tirar seu cassete eu rebolava devagar ele gemia e tremia, estava suado, eu encostei em meu cassete e havia gozado também, me virei e ficamos os dois ofegantes olhando para o teto, sem nenhuma palavra, tomamos um banho aos beijos, e eu me vesti e deitei do seu lado, olhando para aquele garoto lindo do meu lado,

Carinhosamente me despedi, sem falar nada, ele ficou na porta de sua casa olhando eu sumir dentre seu olhar.

Cheguei no meu apartamento nem pisando no chão tanto que estava cego de “amor”, foi só uma transa mas de qualquer forma, até aquele momento em minha vida a melhor transa que já tive, eu editei uns vídeos para postar, respondi uns fãs nas redes sociais e meu celular chama, era meu primo o Cauã, ele perguntou se eu estava em casa e disse que viria aqui, em minutos a campainha tocou eu fui atender;

- Fala Heitor! (Cauã).

- E ai primo, beleza, entra fica de boa. (Heitor).

- Heitor aceito água e queria falar com você sobre aquele dia da festa brother. (Cauã).

- Vamos lá, eu pego pra você, diz ai, o que quer falar. (Heitor).

- Heitor aquele dia você ficou grilado, mas percebemos que o Léo foi bem sincero mano, assim nossa família não importa com isso, sabe de mim, como funciona com meus pais. (Cauã).

- Te entendo e agradeço a preocupação, mas Cauã, eu sempre vivi com meu tio e vi que ele não se importa, mas sabe que é diferente quando é com a gente, eu curto o Leonardo mais mano somos amigos desde que me entendo por gente. (Heitor).

- Vim dizer que qualquer coisa, estou aqui, você sabe disso. (Cauã).

- Valeu, eu sei sim. (Heitor).

- E Heitor, te falar, eu fiquei com Amanda, na boa espero que não se importe mano. (Cauã).

- Eu e Amanda não temos mais nada Cauã, acho melhor assim, afinal vocês se parecem. (Heitor).

- E o Leonardo? Como está? Estão se falando? (Cauã).

- Conversamos sim. (Heitor).

- E? (Cauã).

- E Nada Cauã, não quero falar sobre isso com você, é pouco constrangedor. (Heitor).

- De boa, desculpe. Vou nessa, depois apareça na Revista. (Cauã).

- Tudo bem, vou sim mano, vai com Deus! (Heitor).

Voltei a editar e fazer o que estava fazendo, pois estava devendo um vídeo ao meu canal e não tinha cabeça alguma para gravar, possivelmente conseqüência o que havia acontecido.


#Léo


- Leonardo tem um homem na sala quer falar com você. (Dóris).

- Homem Dóris? Diz que já estou descendo. (Léo).

Havia acabado de tomar um banho e vesti uma roupa rápido e desci, pelas escadas eu vi um cara de mochila nos pés e de costas, quando eu percebi assustei por ter ele na sala de minha casa, por nunca conversarmos diretamente;

- Marcelo? (Léo).

- Leonardo? Tudo bem? (Marcelo).

- Tudo, mas aconteceu alguma coisa para você vir até aqui? (Léo).

- Gosta de trilha? (Marcelo).

- Trilha? (Léo).

- Sim, não sabe o que é? (Marcelo).

- Sei, mas agora? (Léo).

- Sim, tem compromisso? (Marcelo).

- Eu iria trabalhar. (Léo).

- Eu ligo para o Cauã te liberar por hoje, troca de roupas e vamos! (Marcelo).

Quando seu chefe do setor pede ago até podemos recusar ou questionar, agora quando o marido do dono da empresa pede alguma coisa, não existe outra resposta a não ser um, sim.

Não fazia ideia do que Marcelo queria, mas não me omiti e troquei de roupas, peguei algumas coisas coloquei na mochila e fui com ele, conversando sobre tudo em um caminho de 5 km, ele parou o carro e iniciamos a trilha naquela manhã, andamos um pouco e ele já estava cansado, e uma seria de degraus ele senta em um respirando ofegante;

- Espera um pouco senta ai e respira, ufa. (Marcelo).

- Você está Bem? (Léo).

- Sim, só preciso de um ar, pensei que estaria mais preparado que você, mas quando chega a idade não é fácil. (Marcelo).

- Você não é velho. (Léo).

- Eu não disse que era velho. (Risos),  (Marcelo).

Me senti ao seu lado tomei um pouco de água e ele também estava se hidratando quando disse;

- Foi muito bonita sua atitude. (Marcelo).

- O que disse? (Léo).

- Se declarar para Heitor  ali na frente de  todos. (Marcelo).

- Eu só disse o que sentia, o que se passava dentro de mim. (Léo).

- Thiago fez o mesmo comigo, ele declarou em uma entrevista para todos que nos estávamos saindo. (Marcelo).

- E você? Qual foi sua atitude? (Léo).

- Depois que nos conhecemos e me apaixonei por ele, foi de instantâneo esse nosso amor, em pouco tempo eu já estava morando com ele e Cauã, até nos casarmos, mas a decisão foi dele. (Marcelo).

- Thiago sempre foi decidido. (Léo).

- E teimoso, nossa como é teimoso, você se parece comigo, as vezes faz as coisas sem pensar Leonardo. (Marcelo).

- Não entendi? (Léo).

- Da mesma forma que você precisou decidir isso Heitor terá que fazer o mesmo, e dizer isso a frente de todos, você tirou essa chance que ele teria de pensar, agora é arcar com as conseqüências. (Marcelo).

- Eu sei. (Léo).

Falei de cabeça baixa e Marcelo se levantou batendo em minhas costas e dizendo;

- Ele gosta de você, isso eu tenho certeza. (Marcelo).

- Espero que esteja certo. (Léo).

Assim que voltarmos a caminhar para voltar meu celular chama, era meu supervisor;

- Alô. (Léo).

- Que bom que atendeu, só pra saber que esta funcionando. Aonde está Leonardo, esqueceu que tem um trabalho. (Diego).

- Desculpe senhor, é que estou caminhando... (Léo).

- Caminhando e ainda tem a ousadia de me dizer que está em lazer, espero que já tenha currículo pronto para voltar a caçar emprego... (Diego).

Nesse momento o Marcelo pegou o celular e eu fiquei somente rindo;

- Alô quem está falando? (Marcelo).

- Diego e ai, quem está falando? E como ousa me interromper. (Diego).

- É Diego não é mesmo, você está falando com Marcelo Liriato e eu que espero você ter uma boa carta de recomendação pra tratar as pessoas assim. (Marcelo).

Ele desligou o celular e me entregou;

- Vai demitir ele? (Léo).

- Não, mas isso deixa ele bem esperto, vamos? (Marcelo).

Marcelo me deixou em casa e saiu eu fiquei refletindo sobre o que havia feito e realmente ele estava certo, eu fiz sem pensar e não coloquei  o que ele pensava e sentia em jogo.


#Cauã


- Reformulação! Vamos reformular a Baldin, de todas as formas e colunas, desde a reportagens a noticias, desde a empregada que lava o chão até eu Dono e proprietário da revista. (Thiago).

- Pai uma reformulação, seria como uma retratação pessoal da revista, iríamos começar do zero. (Cauã).

- Desculpe mas porque isso agora Thiago? (Jade).

- Nos estamos sendo copiados, nossas idéias e furos estão sendo postados por nossa  adversária, como aconteceu a alguns anos atrás. (Thiago).

- Mas essa reformulação teria que partir de nos, e em silencio pai, porque isso está saindo daqui de dentro e se aconteceu anteriormente vamos usar o mesmo método agora. (Cauã).

- Bem Cauã acione o pessoal da auditoria para... (Thiago).

- Acho que não será preciso, achei esses papeis de correspondência dentro da gaveta da mesa da  Amanda. (Clarisse).

- E quem é você? (Thiago).

- Minha secretaria. (Cauã).

- Chame essa Amanda aqui. (Thiago).

- Pai não foi ela, Clarisse espera. (Cauã).

- Cauã por favor meu filho. (Thiago).


#Cauã


- Pai me escuta isso é um engano...(Cauã).

- Cauã já pedi por favor fique quieto. (Thiago).

Amanda entrou na sala de reuniões meio que sem entender anda, pois estava toda a diretoria reunida e minha secretaria Clarisse acompanhando ela, meu pai mandou as duas se sentarem bem próximas a ele, e com os papeis mostrou para Amanda e disse;

- Minha cara, sabe  que é isso? (Thiago).

- Capas de revista da concorrência. (Amanda).

- E essas? (Thiago).

- Futuras capas de nossa revista, mas estamos copiando eles? Espera o porque está me mostrando isso?(Amanda).

- Amanda essas duas copias foram encontradas em sua gaveta, você tem conhecimento disso? (Thiago).

- Não, isso seria traição com a “Baldin”, desculpe mas eu seria pouco tola em deixar elas em uma gaveta na minha mesa não? (Amanda).

- Foi o que pensei, favor todos saiam e me deixem a sós com a Senhorita Clarisse. (Thiago).

Eu sai e fui atrás de Amanda;

- Me Segue. (Cauã).

Eu entrei no elevador com algumas pessoas e ela entrou junto calada, e descemos na praça de alimentação nos sentamos e ela já veio com questionamentos;

- O que foi aquilo? (Amanda).

- Não sei, mas meu pai acha que temos alguém aqui dentro passando informações para a outra revista. (Cauã).

- Que absurdo Cauã. (Cauã).

Eu contei para Amanda o que aconteceu a algum tempo atrás sobre o que estava se repetindo e almoçamos juntos aquela tarde. Após o almoço subindo pelo elevador encontro Leonardo,

- E ai beleza? (Cauã).

- De Boa! Oi Amanda! (Léo).

- Chegando agora? (Cauã).

- Sim estava com Marcelo. (Léo).

Antes mesmo de perguntar o que faziam a porta se abriu e todos se assustaram, meu pai estava na porta;

- Tenho que te mostrar uma coisa! Leonardo quero falar com você também, venha junto. (Thiago).

Acompanhamos ele e de volta a sala de reuniões Leonardo se sentou, e eu me senti do lado dele, quando meu pai me mostrou uma revista, que estampava eu na capa e dizia o seguinte “Baldin vem sofrendo altos e baixos, após o Co-Fundador entregar o império nas mãos de seu Primogênito o “Menino de Ouro”, Cauã Alves Monteleoni.”

- Pai de onde veio essa declaração? (Cauã).

- Vou pedir para investigarem a Caras não teria protagonizado um texto assim. (Thiago).

Eu fui para minha sala estava com a cabeça quente, fui lendo a matéria que eles haviam escrito, e meio que não acreditava no que estava escrito.


#Leonardo


- Marcelo me disse que conversaram hoje de manhã! (Thiago).

- Sim. (Léo).

- E foi proveitoso? (Thiago).

- Ele me deu uns conselhos, foi sim, posso dizer que estou pensando no que ele me disse. (Léo).

- Pedi a ele que conversasse com você, pois ele é bem melhor nas palavras do que eu. Pode ir rapaz! (Thiago).

Agradeci e fui para meu setor assim que cheguei e liguei meu computador meu supervisor passou perto deu uma olhada, e calado voltou para sua mesa, quando de repente Thiago entra na sala;

- Leonardo, deixou na minha sala... (Thiago).

Disse Thiago colocando o meu celular do meu lado e viu ao lado as artes que eu fazia;

- São seus? (Thiago).

- Sim. (Léo).

- Caramba garoto que talento, ei consegue fazer arte com o desing de roupas? (Thiago).

- Consigo porque? (Léo).

- Arruma suas coisas e vem comigo. (Thiago).

- Minhas coisas? (Léo).

- Sim Leonardo, vai trabalhar comigo, pegue suas coisas. (Thiago).

Peguei minhas coisas e subi, todos olhando até surpresos e eu ainda mais, ele queria criar uma nova arte na parte de vestimentas da revista, bem era fácil e eu passei aquele dia meio que sonhando, pois parei de organizar papel para meu gerente e estava trabalhando na diretoria junto com os mais, mais da revista.

- Léo o que faz aqui? (Cauã).

- Vou trabalhar com seu pai. (Léo).

- Cauã sabia que ele tem esse talento? Olha estas artes criadas por ele! (Thiago).

- Não sabia não, que isso Léo são demais. (Cauã).

- Bem ele ficara conosco por um tempo. Bem garotos mas tenho que ir, até mais. (Thiago).

- Cara muito legal, parabéns. (Cauã).

- Valeu, e ai, o que vai fazer esse fim de semana? (Léo).

- Estava pensando em subir a  serra, vou chamar meu amigo e Amanda, Vamos? (Cauã).

- Boa Idéia me liga caso confirme com eles, vou sim. (Léo).

Ao fim daquele dia de trabalho, indo para casa minha mãe me liga, e diz que meu primo havia chegado no Rio de Janeiro, e era para eu pega-lo no aeroporto, bem desviei o caminho e quando cheguei já atrasado vejo ele sentado com umas malas mexendo no celular.

- Breno?

- Leonardo?

- Oi primo quanto tempo. Mas está homem já que isso.

- Valeu, você também cara que isso, então vamos nessa o taxi está esperando.

- Esta de taxi, que chique em primo.

- Haha’ nada rapas, vamos?

Breno era humilde e muito de boa, digo engraçado ele morava em minas e veio passar uns dias no Rio com a gente, filho do meu tio era o primo que eu tinha mais próximo, assim que chegamos na minha casa ele ficou deslumbrado, pois era pouco grande ao normal, subimos e deixei ele no seu quarto, tomei um banho e Cauã ligou dizendo que iríamos no dia seguinte para a casa dele na serra.

- Breno vamos sair hoje a noite?

- Vamos sim primo, pra balada?

- Sim uê.

Ficamos conversando e ele contando como estava tudo por lá, e de certa forma meu olhos viu ele diferente do que gostaria, cheio de correntes, cabelo bagunçado, alargadores nas orelhas e um sorriso humilde e contagiante.

Mas logo desfiz isso de minha mente, e fui cortar o cabelo pois levaria ele em uma balada conhecida de meus amigos que era donos do local, bem eu peguei o carro de minha mãe e fomos para a boate, que não era distante de casa na faixa de uns 4 km, assim que chegamos, muitas pessoas bonitas aquele ambiente bom de se estar, assim que entrei encontro meu colegas;

- Breno esses aqui são os caras mais loucos que se pode imaginar, olha fica longe. (Léo).

- Pode deixar primo. (Breno).

- Ele é seu primo?

Eles perguntaram e já sumiram com Breno, caramba mesmo trabalhando no dia seguinte eu bebi pouco mais bebi. Eu estava no bar pouco ruim e tinha um cara do outro lado me encarando, ele chegou para conversarmos se apresentou e o cara tinha uma conversa que não me convenceu por eu ter uma pessoa no coração e na mente, mas se eu deslizasse o cara me pegava, ele já chegou dizendo ser gay, eu desconversei porem sem sucesso, em um momento ele saiu e sumiu de vista, eu fui ao banheiro e os reservados eram enormes, eu entrei em um urinei e quando sai fechando minha calça meu celular cai no chão, o tal cara estava na minha frente só nos no banheiro ele abaixou pegou o celular e colocou dentro da minha cueca pegando no meu cassete, que naquele momento ficou duro de imediato, o garoto me empurrou para dentro do reservado e eu me deixei levar, quando me dei conta estava beijando e tudo mais estávamos em um amassos muitos quentes, ele se abaixou e abriu o resto de minha calça e começou a me chupar, olha desapontei  o cara não consegui me segurar e gozei dentre pouco minutos, ele queria que eu penetrasse nele, mas fui embora, saindo do banheiro encontro meu primo, galera ele não estava bêbado, Breno não havia bebido nada e estava ótimo e eu daquele jeito, decidimos ir embora era na faixa de 3 da manhã, quando saímos na porta havia umas pessoas rindo e eu reconheci uma dessas risadas;

Demos de cara com Heitor estava com uma garota, eu estava auxiliado pelo Breno de cabeça baixa, quando vi passei a mão no cabelo arrumando e saímos, Breno foi dirigindo e Heitor ficou olhando ao longe.

Acordei no dia seguinte para trabalhar e a cabeça estava explodindo, tomei um remédio e fui trabalhar, nesse dia passamos por algumas apresentações em uma sala separada e era um projeto em 3D da revista, eu e Cauã dormimos na apresentação com aqueles óculos, quando saímos eu guardei o notebook da apresentação e fui até a sala dele;

- Então vai sair que horas? (Léo).

- Leonardo vou indo agora mais Amanda, vamos organizar a casa até chegarem. (Cauã).

- Meu primo está no Rio se importa que eu leve ele? (Léo).

- Pensei que Heitor iria? Mas pode sim, desculpe. (Cauã).

- Eu e Heitor não estamos conversando direito... (Léo).

- A próxima vez que dormirem em uma reunião eu jogo um balde de gelo, NOS DOIS. (Thiago).

Disse Thiago passando pela sala de Cauã. Bem eu fiquei até meu horário e liguei em casa e falei com Breno para deixar as cosias organizadas para a gente chegar e já sair.

Assim que cheguei em casa ele foi colocando as coisas no carro o tempo estava perfeito um sol forte, eu até estava sem camisa, passamos em frente a uma loja de instrumentos e deixei o carro com Breno e entrei para comprar um violão, assim que sai o cara não estava lá;

Olhei ao fim da rua e ele vem novamente;

- Onde foi? (Léo).

- Aqui não estaciona eu dei a volta no quarteirão. (risos). (Breno).

Bem pegamos a estrada e na faixa de 40 km estávamos entrando na propriedade e meu Deus, era magnífica, tudo nela, a casa de dois andares branca com muitos vidros para deixar ainda mais imponente, chegamos e os empregados nos recepcionaram pegaram as malas e foram subindo e mostrou a piscina onde Cauã estava, Breno ficou boquiaberto e eu então nem se fala, quando cheguei na área das piscinas com uma vista muito show, nossa não existe palavras para descrever;

- Cauã esse é meu Primo Breno. (Léo).

- E ai cara, gostou da casa? (Cauã..

- Isso aqui é um castelo moço. (Breno).

Rimos muito cumprimentamos o pessoal que estava na casa, era um amigo de Cauã e outra garota e Amanda também estava lá conosco.


CONTINUAÇÃO DESTE MEGA LIVRO PROSSEGUE EM "LOVE IS LOVE".

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