• @richardsongaarcia

SENTENCIADOS - Episodio 67

Bem os meninos ficaram interrogando a Flavia sobre o que poderia ou não acontecer, Douglas se retirou mais Vitor, por causa do trabalho, e com mais alguns minutos a Flavia.

Após eu comer algo, com a ajuda do Gustavo, que ficou comigo desde então;

- (...) Ele esteve aqui né? – Pergunto com um sorriso no rosto.

- Rui? Sim, ficou até a cirurgia, mas teve que retornar, por causa da faculdade.

- Pode parecer mentira, mas senti a presença dele. – Seguro a mão de Gustavo.

- Ele esteve aqui, ficou praticamente a noite toda com você. Na verdade, Rui assinou a autorização da cirurgia.

- Quando eu receber alta irei no Rio.


#Gustavo


Depois das primeiras semanas, com o Renato já bem melhor, eu pude voltar tranquilo para o trabalho, afinal tinha contas a pagar.

Para colocar vocês a “par”, do que estava acontecendo na corporação, era o seguinte: Vitor era o Capitão interino, mas sentado e usando sua mesa no meio de todos, o Robson era o Tenente em ação, para ajudar, por causa do tempo de casa de ambos.

Mas a foto de Renato estava na parede, e a sala dele ainda estava intacta, assim como carro, e tudo, o que estávamos fazendo é tratando esse momento como umas férias dele.

Na semana de alta do Renato, eu estava na corporação, e arrumando uma papelada, até porque o trabalho aumentou, e a responsabilidade também, pois eu fiquei com as coisas de Vitor.

Ele arrasta sua cadeira para o meu lado, na ponta esquerda da minha mesa;

- Ei Gustavo....

- Me deixa, estou cuidando daqueles relatórios da favela que invadimos na semana passada. Porra Vitor, você deixa tudo para depois, olha essa baderna. – Mostro a mesa.

Ele coloca um papel sob minhas coisas;

- Estão afastando por hora o Renato.

Pego o papel olhando sem acreditar;

- Não podem fazer isso.

- Estão afastando por hora, por causa da investigação, a perícia entregou os testes de balística, e a corregedoria não perdeu tempo.

- Ele está tão feliz que sai hoje daquele hospital. Como irei falar para ele.

A Flavia me liga nesse momento, dizendo já estar a caminho do hospital, e eu me levanto, bem mal, fiquei com aquilo na mente, porra está difícil viu as coisas para nós.

Eu desci, e aguardei ela na portaria.

Depois seguimos juntos para o hospital, para buscar o Renato, eu todo diferente ela comenta;

- Estava falando com o Renato, e vocês tem que marcar para o próximo mês o casamento. – Ela toda excitada no volante.

- Casamento? Eu estava pensando que era um pedido, mas para morarmos juntos.

- Não Gustavo, casamento, casamento.

- Meu Deus.

- Sim, meu Deus, Renato casando novamente. Eu falei que poderiam alugar aquele espaço no terraço daquele hotel.... Qual o nome.... Ai me fugiu da cabeça.

- Flavia, terraço? Vamos com calma, ainda estou processando a ideia do casamento.

- Aí para Gustavo, tem que aproveitar o momento, ele recebeu alta, vai pra casa, depois trabalho, está bem com o filho, e vai se casar.

- Ele foi afastado da corporação Flavia.

Ela me olha, e fica minutos calada. Nós estávamos estacionando o carro no hospital;

- Irei averiguar isso, não podem fazer isso.

- Eu também acho.

- Não diga nada a ele ainda, deixa eu correr atrás disso primeiro.

- Ok.

No corredor, era possível ver ele dentro do quarto, andando de um lado para o outro, com pouco de dificuldade em locomoção, tipo pouco devagar e torto, mas estava “ativo”.

- Toc, Toc. – Falo entrando.

- Achei que não viriam. – Renato me beija.

- Vou pedir mais alguns dias para você, minha casa está tão organizadinha. – Olho na sua cama cheia de roupas.

- Não vou para sua casa, vou para a minha. – Renato fala me segurando pela cintura.

- Está sob observação, vai ficar lá e vai ficar feliz. – Aperto ele.

Ele fecha a cara e entrega uma mochila para a Flavia;

- Opa, deixa que eu levo, está pesada para você. – Ela fala segurando.

Ele se despediu do corpo de médicos que cuidou de Renato nesses dias e seguimos para minha casa, rsrs.

Em casa, quando entramos, o Renato foi tirando a camisa e jogando de lado;

- Porra como é com sair daquele lugar. – Ele se alonga com os braços altos.

- Viu, já começou com a bagunça. – Falo rindo.

Flavia ajudou a gente com as coisas, e saiu rápido, ela foi olhar o que havíamos conversado.

Depois de despedir, voltei ao quarto e ele estava tirando a roupa;

- Que isso?

- Preciso de um banho, depois vai comigo na minha casa?

- Sim, vou pegar uma toalha para você.

- Pode deixar a sua está aqui.

- Para de ser porco Renato, vou pegar uma limpa para você.

- Fresco. – Resmunga ligando o chuveiro.

- Eu escutei.

Ele sorri, por estar “em casa”, ter algo mais familiar por perto e aconchegante.

Acreditem, quando voltei para deixar a toalha, ele estava excitado debaixo do chuveiro;

- Que isso Renato? – Falo abrindo a porta.

- Eu não sei, acho que ele lembrou do que já fizemos aqui.

- Gente você não tem jeito, aqui sua toalha.

- Nossa vai deixar a gente aqui, assim sozinhos? – Ele fala se massageando lentamente.

Eu abri um sorriso, respondendo;

- Se eu entrar aí, só de encostar você goza, então bate uma primeiro, porque não vou molhar meu cabelo à toa.

Ele olha rindo e apontando o dedo do meio para mim.

Eu tirei a farda no quarto, arrumei umas roupas que Renato trouxe do hospital, na verdade colocando tudo para lavar.

Ele volta para o quarto, calado, com aquele membro marcando na toalha;

- Cadê minhas roupas?

- Coloquei tudo para lavar.

- Que vou vestir?

- Usa as minhas, depois pegamos mais na sua casa.

- Suas roupas ficam apertadas para mim Gustavo, sabe disso.

- Eu gosto quando usa e fica marcando você.

Ele pega uma cueca na gaveta, e eu sentado na cama, comento;

- Você não bateu uma né teimoso?

- Sim, mas ele não está satisfeito.

- Vem aqui logo Renato. – Falo deitado na cama.

- Ah é assim, me usa quando quer.... Não vou não, vai ficar ai me desejando.

- Tranquilo, não vou nem comentar que me depilei para você.... Vamos veste uma roupa que vou te levar em casa. – Me levanto da cama.

Ele corre me puxando e caímos ambos, no colchão;

- Vem aqui. – Renato puxa me abraçando. – Não sabe brincar.

- Olha quem fala.

Beijo sua boca, e ele passa, ficando por cima de mim, e já beijando meu pescoço, e apertando meu corpo, pressionando contra o seu, segurando meu cabelo, me deixando sem ar;

- Renato, que isso, se lembra vai com calma, não pode fazer extravagancias.

- Não consigo, pelado em cima de você.

Ele volta a beijar com sorriso no rosto, e em um momento ele fica meio sem ar, eu me assustei na verdade, nem falei nada, fiquei encarando ele, para ter certeza que estava tudo bem.

Renato se ajoelhou na cama, e ficou me olhando;

- Falta de ar. – Ele fala respirando fundo.

Com a mão esticada, me aproximo beijando seu pescoço, mãos peitoral, barriga, como eu amo barriga de homem, ainda mais do meu homem.

Ele foi deitando-me deixando descendo, até seu membro, e eu sabia que não poderia exagerar, até porque ficamos um bom tempo, ambos sem sexo.

Somente deixei ele bem lubrificado, e com Renato deitado na cama, eu subi, me posicionando e sentando nele.

Era como nossa primeira vez, pois estava bem apertado e sentindo bastante, mas cara como estava gostoso.

Ele parado, sem gestos, somente me olhando, com as mãos livres. Eu subindo e descendo ainda naquela de achar a posição confortável e acostumando com ele novamente dentro de mim.

Subindo e descendo, mais e mais rápido, Renato me beija, e segura com seus braços fortes, me virando, de frango assado, ele já de primeira se encaixa com tudo, enfiando tudo em mim.

Eu solto um gemido, e ele me segura com mais força, e começa a bombar, com muita força, me segurando e com seu rosto próximo ao meu ouvido, me fazendo sentir sua respiração e pequenos gemidos de tesão.

Minha mão segurava com força seu cabelo, e a outra em suas costas.

Foi inevitável gozar com aquele homem me comendo naquela posição.

Ele tinha sim, se “aliviado” no banheiro, mas era como se não adiantasse. Pois Renato gozou muito naquelas estocadas.

Ele parou pois estar sem folego novamente, ficou me beijando na cama, selinhos, e beijos de língua, ainda naquela posição.

Antes de banho, fui tomar uma agua, caramba, estava com saudades dessa parte do meu homem.

O Renato vem de toalha, entra na cozinha comentando;

- Me fala por favor que tem... – Abre o armário junto ao sorriso. – Nuttela.

- Viciado.

- Comprou para o seu futuro marido? – Renato pega uma colher.

Ele se senta do meu lado, eu estava digitando no celular, sob o balcão;

- Vai querer casar mesmo? Digo, com festa, bolo, terno? – Olho para ele.

- E você não quer?

- Pensei que iriamos casar de morar junto e dividir o guarda roupa, brigar com roupa no chão, essas coisas.

- Mas pode ter certeza que terá isso, rsrs. Vai tomar um banho?

- Não Renato, vou te levar na sua casa, e depois eu passo uma agua na roupa para dormir.

- Vou me vestir.

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