• @richardsongaarcia

SENTENCIADOS - Episodio 6

Eu abro a porta e entramos, os dois deixando as armas e distintivos na mesa, era até engraçado;

- Parece até um casal né. – Ele comenta.

- Sim, rsrs.

Robson me beija, segurando na cintura, e pegando em meu cabelo, comentando;

- Que saudade dessa boca.

- Haha, vai para o quarto, que vou no banheiro.

- Certo. – Ele fala se virando e seguindo o corredor.

Robson tira a camiseta no caminho, e eu entro no banheiro, passo uma agua rápida no corpo, e somente passo a toalha na pele, por causa do calor, sigo com a toalha envolta ao corpo.

E ele de cueca, deitado de bruços, por estar teclando no celular que estava no criado mudo.

Me aproximando ele olha para trás, fica todo lerdo, vou subindo na cama, e deito por cima de Robson;

- Porra está fazendo academia? – Ele diz apertando minha bunda.

- Porque?

- Está durinha.

- Quer dizer que antes era flácida?

- De jeito nenhum, vem aqui. – Ele fala me virando na cama.

Ele tinha uma pegada muito massa, era todo romântico, e amava meu beijo, eu também curtia o seu.

Bem acho que por um consenso de ambos, por causa também que estava tarde, e trabalhávamos os dois no dia seguinte.

Já partimos direto para a penetração, o Robson, ficou me chupando, e se lubrificou, começando a forçar na posição de frango assado. Com o tempo que eu estava sem sexo, estava pouco desconfortável;

- Relaxa. – Ele ficava repetindo, me beijando.

- Calma ai. – Falo pedindo para ele parar.

Peguei um lubrificante para ajudar, e dessa vez entrou, até rápido demais. Ficamos beijando, e ele dentro de mim, todo fofo, segurando uma das minhas pernas, e fazendo carinho em meu cabelo no outro, eu mesmo dei o “sinal verde”, comecei a rebolar, e mexer lentamente.

Ele passa as mãos segurando as minhas acima do travesseiro, e começou seu vai e vem alucinante, Robson ama beijar e morder o pescoço, e cara como ele fazia gostoso. O tesão era tanto, que aquele incomodo sumiu de cara. Ele até com mais força, e eu alucinando com a língua dele em minha orelha.

Eu gozei só com os nossos corpos um no outro, ele demorou mais um pouco, aproveitando o hiato que tivemos.

Olha no banheiro quase que tivemos um segundo round, mas só queríamos deitar e dormir.

Acordei no dia seguinte com o a Patrícia me ligando da corporação.

- Oi.

- Aonde você está Gustavo?

- Meu Deus, perdi a hora.

- Vem voando antes que o chefe pegue você.

- Já vou. – Falo pulando da cama.

Eu me vesti, escovando os dentes e penteando o cabelo, peguei minhas coisas e sumi daquele apartamento.

Cheguei na corporação, como se não estivesse acontecido nada, liguei meu computador e me sentei fingindo naturalidade.

O telefone chama, era o ramal do Daniel, meu comandante;

- Sim.

- Na minha sala Gustavo. – Ele diz desligando.

- Merda.

Saio até respirando fundo;

- Vai levar na bunda de novo.... Ah me esqueci, você gosta né. – O FPD do Cleiton me enche, ao me ver seguindo levantar.

Não digo nada, somente aponto o dedo do meio para ele. Entro na sala e o Daniel diz;

- Fecha a porta.

Eu me sento e ele fala;

- O Capitão do COE, Renato Andrade me ligou e contou sobre a operação do Barão.

- Desculpe Comandante, mas eles me ligaram e eu tive que ir voando e....

- Calma Gustavo, escuta.

- Sim.

- Ele me pediu uma liberação para você ajudar na investigação.

- O Capitão Andrade?

- Sim, o próprio me ligou e pediu isso pessoalmente.

- Por quanto tempo?

- Pelo tempo que precisar, como vou negar isso ao COE.

- E meus casos?

- Passe para a Patrícia. Você irá atuar aqui, e lá com eles, não pode deixar ela cega.

- Sim, senhor.

- Pode ir.

- Eu agradeço e muito Daniel.

Voltei e estava flutuando, meu Deus, vocês não têm ideia do que era isso. Eu faria meu horário, e poderia ter uma folga dos meus casos. E se um dia querer ingressar no COE, é quase uma das portas abertas.

Me sentei e a Patrícia empurra sua cadeira ao meu lado;

- Conta tudo!

Antes de eu falar, entra um policial no escritório, de longe eu vi ele identificando;

- Gustavo Medeiros? – Ele pergunta a moça da recepção.

- Ali, aquele que está de preto. – Ela aponta.

Ele se aproxima, estava com uma pequena pasta, e estava escrito “Confidencial” ao lado de fora. De perto eu vi a identificação em sua camiseta;

- Gustavo?

- Sim.

- Sou Carlos, das Operações Especiais, o Capitão Andrade mandou lhe entregar esse arquivo e mandou dizer, que você sabe do que se trata o conteúdo.

- Ah, obrigado.

- Por nada. – Ele diz saindo.

A Patrícia olha ele de baixo em cima;

- Quero detalhes.

- Sabe que não posso.

- Conta logo Gustavo.

- Se lembra da história do Barão?

- Sim.

- Estou na investigação. – Falo todo excitado.

- Como está na investigação, pertence ao comando maior.

- Sim.

Ela arregala os olhos e coloca a mão na boca;

- Não me fala que tem dedo do Robson aí?

- Dessa vez não, e sim do tal Andrade, se lembra dele?

- Sim, ai amigo, se fosse eu ligaria agradecendo.

- Não Patrícia, não quero parecer desesperado sabe.

- Liga agradecendo a oportunidade Gustavo... – Ela fala pegando o telefone. – Oi por favor, me ligue com o COE.

- Patrícia desliga esse telefone. – Falo tentando pegar de sua mão.

- Alo, por favor gostaria de falar com o Capitão Andrade.

- Patrícia, meu Deus.

- Sim, Policia Federal... Ah ele não está, peça para ele retornar quando chegar... Isso... Gustavo Medeiros... Obrigada... Obrigada.

- Odeio você.

- Ele está resolvendo algo particular, quando chegar te liga.

- Eu te mato, mato, mato, mato.

- Relaxa Gustavo.... Mas e seus casos vão ficar com quem? Agora que você está trabalhando para o comando maior. – Ela diz fazendo cócegas.

- Adivinha?

- Nem vem... Vou falar com o Daniel, Deus me defenda daqueles casos das escolas.

Bem eu passei minha manhã junto com ela, por causa dos processos dos casos, entregando tudo ah Patrícia.


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