• Richardson Garcia

SENTENCIADOS - Episodio 59

Solto sua perna, segurando a cintura e pegando firme seu corpo, apertando ele em mim, e sarrando meu membro no seu.

O banheiro relativamente pequeno, não tínhamos espaço para “brincar”, e aquele ambiente, o nosso calor, o cheiro estava bom demais.

Ele se senta na privada, e começa ali a me chupar, deixo a toalha envolta o pescoço, e fico encostado naquela parede deixando ele fazer o que sabe de melhor. Me enlouquecer com aquela boca. Algo que sempre curte no sexo com o Gustavo, é que ele tenta fazer como se todos fossem como a primeira vez.

Sem frescura e sem manias.

Nossa segurar aqueles cabelos molhados em uma aderência e toque gostoso, fazendo ele engasgar comigo, a me segurar e se afastar para poder respirar, eu me segurava para não machucar ele, em certos momentos.

Gustavo sobe mordendo, minha barriga, meu peitoral, e vira, coloca um dos pés na privada e se posiciona, sem eu fazer absolutamente nada ele penetra meu cassete.

Mano que cena daquela bunda empinada na minha frente, seu corpo no meu, era gostoso para caralho.

Eu sem tocar as mãos nele, Gustavo deixa ele entrar todo, para me beijar, segurando meu cabelo molhado com força.

Minhas mãos, apertam as laterais de seu quadril, forçando aquele barulho, mais e mais alto. Assim tirando gemidos dele enquanto me beijava. Pois a posição meu cassete deslizava e entrava fácil, fácil.

Eu forço, para ir mais e mais fundo, ele gemendo.

Gustavo coloca as mãos na parede a sua frente para se apoiar e eu fodendo com muita força.

- Calma ai... calma ai Renato. – Ele diz descendo a perna;

- Que foi? Te machuquei?

- Câimbra.

Dou um sorriso ficando parado, e ele troca as pernas, comigo ainda imóvel, rsrs.

Mas o viado, fica de joelhos na privada, todo delicia;

- Filho da mãe. – Falo baixo.

- Que foi?

- Estou me segurando, e você fica assim.

Ele sorri e ainda dá uma reboladinha. Me aproximo beijando sua boca, ele até solta um gemido, por eu enfiar tudo.

Vou tirando e colocando devagar, pois sei que a posição é incomoda.

Passo o braço pelo seu pescoço, segurando ele em meu corpo e vou aumentando a rapidez, até ele se acostumar.

Com Gustavo de quatro para mim, é um passo para gozar.

Me levanto, segurando em seu cabelo, e enfiando com força, fazendo ele gemer gostoso dessa vez. Uns tapas na bunda que é de lei, rsrsrs, e eu gozo muito gostoso.

Cara que Delicia gozar e continuar bombando em Gustavo.

Eu vou diminuindo, e diminuindo, e ele de joelhos me olha todo soado, assim como eu.

Ele se levanta e mostra a mão toda suja. Gustavo tem meio que nojo do seu esperma, ele se limpa voltando ao chuveiro.

Eu ainda meio bomba respiro, pegando um ar ali olhando ele voltar ao banho.

- Estou de pernas bambas. – Ele fala.

- Você a cada dia só dá mais gostoso, rsrs.

- Ah que romântico gente, hahaha.

Tomamos um banho rápido dessa vez, e depois de me vestir, vou até a cozinha;

- Que tem de comer nessa casa?

- Você já me comeu, não está satisfeito? – Ele grita do corredor.

- Cheio de graça né.

Gustavo senta na bancada e pega o celular;

- Tenho um cupom do “UBER Eats” vamos pedir algo.

- Beleza.

Pedimos comida fora, e ficamos com programa de casal em noite de fim de semana, rsrs. Jantamos e assistimos filmes.

Foi a primeira vez que dormimos juntos no sofá.

Quando acordei na manhã seguinte, como sempre primeiro que Gustavo, me ajeito e fico encarando ele dormir. Cara vocês tinham que ter a oportunidade de ver ele dormir, sei que gosto dele, e é perfeito para mim. Mas é muito fofo, parece uma criança.

Mas isso de ficar olhando para ele, me veio um frio na barriga, junto um nó na garganta, era o sentimento, forte para caralho.

Desde que o conheci quis proteger, estar perto, era inconsciente da minha parte.

O sorriso, as brincadeiras e brigas, mano como gosta de brigas.

Me vi, ali deitado com ele e veio na mente, que nunca gostei de alguém como estava gostando dele, e sinceramente eu estava precisando daquilo.


#Gustavo


Acordo com o Renato se mexendo no sofá, e olho com ele me encarando;

- Que foi? – Pergunto me espreguiçando.

- Nada só vendo você dormir.

- Sei, me vigia até quando eu durmo?

Eu brincando o Renato, me vem com uma puta intimação logo cedo;

- Você já falou Eu Te Amo, para alguém?

- Oi?

- Já falou?

- Não, eu acho algo forte demais, para você dizer a alguém que a ama, e não estiver sentindo aquilo na verdade sabe.

- Legal, boa resposta?

- E você já disse?

- Já, para a Katia, me arrependo amargamente.

- Haha’ qualquer um se arrependeria né amor?

Ai meu “cu...ração”.

Que merda eu fiz!

Ou pior falei.

Ele fica em silencio, o olhar passa pela sala e cortinas, e eu gelo por dentro;

- Desculpa, saiu sem querer.

Mano ele procura minha mão esquerda, segurando meus dedos, Renato beija me olhando e comenta;

- Tudo bem, fica tranquilo.

A minha única atitude foi abraçar ele, porque eu não posso passar um dia sequer sem fazer merda na vida.

Renato fez de tudo para depois de eu dizer merda ele mostrar que está tudo OK.

Descemos juntos para ir ao trabalho, e como eu não tinha carro ele deixava na minha vaga, mas claro né. Renato era todo convencido de;

- Fiz amizade com seu porteiro, ele deixa eu colocar o carro aqui dentro. – Ele diz todo confiante.

- Aham, sei, talvez ele saiba que estamos ficando ne?

Ele me olha desconfiado, colocando o cinto e diz;

- Deve estar acostumando com seus ficantes né?

- Olha... sim.

- Cala a boca Gustavo. – Renato me soca no braço.

Galera saindo da garagem, ele aciona a seta do carro, e até vem outro carro atrás de nós, quando passa um caminhão, o Renato me mata de susto.

Ele estava com peito perto do volante tentando olhar o caminho para poder sair, de repente ele, encosta tirando o cinto muito rápido, e puxando o freio de mão.

Ele desce do carro armado;

- Mãos para cima. Fica parado aí porra.

As pessoas da rua correram, teve gente que deitou no chão, e outro escondeu atrás do carro.

Demorei para entender e ver quem era.

Renato estava com a arma apontada no meio da rua, para Vander.

Meu coração gelou na hora, desci do carro mesa assustado;

- Vira de costas. – Renato grita aproximando dele.

Vander assim fez. Ele aproximou, e imobilizou Vander, algemando ele, por conhecer com quem estava se metendo.

Graças a Deus tinha um carro da polícia parado na rua, com o transito parado os caras vieram correndo.

- Que está acontecendo aqui? – Um dos policiais se aproxima apontando a arma para Renato.

Afinal, ele estava sem farda;

- Renato Andrade, Capitão do COE, da 1° corporação de São Paulo. – Ele fala olhando para os caras.

O cara de olha e mostro meu distintivo, eles se aproximam ajudando o Renato a segurar o Vander;

- Que está fazendo aqui? – Renato pergunta pegando o celular.

- Sou um cara livre, e o que estão fazendo aqui é abuso e autoridade.

- Cara a boca.

Renato fica com o telefone na altura do ouvido, mas ninguém atende ele;

- Oficial Ramos... Podem levar ele, para a Divisão do COE, sigo logo atrás.

- Sim, senhor.

- Vamos Gustavo. – Ele fala voltando ao carro.

- Como esse cara está na rua? – Pergunto colocando o sinto.

- Isso não vai ficar assim, está errado, Vander não cumpriu nem 5% da pena. – Ele diz saindo com o carro.

No caminho ele pediu que eu tentasse falar na central, mas era impossível, e já imaginam né, ele estava puto, por não conseguir falar na divisão que ele manda.

Nós chegamos com o carro da polícia, e subimos juntos, o Vitor estava aguardando o elevador quando abre e ele dá de cara com o Vander.

- Meu Deus. – Ele grita.

- Vitor acompanhe eles, e leve ele para sala de interrogatório.

- Sim, capitão.

Renato segue o corredor, até a central, onde ficam os atendentes, mano de fora vimos ele bater à porta e gritava com os caras lá dentro, putasso. Afinal de contas eram pagas para atender os telefones e nem isso faziam.

Eu segui com o Vitor e ele pergunta quando algemamos o Vander na mesa;

- Que merda é essa? Como ele saiu?

- Renato quer descobrir isso, nem eu entendi.

- Onde pegaram ele?

- Frente ao meu prédio.

- Caralho mano.

Robson vem no corredor e quando passa pela sala olhando no vidro ele quase morre de susto, até deixando uma das pastas cair no chão;

- Que isso cara, como ele veio parar aqui? – Ele pergunta até pálido.

- É o que queremos descobrir. – Respondo.

O Renato volta todo bravo, e comenta conosco antes de entrar na sala;

- Acreditam que ele foi solto, dá para acreditar nisso? – Ele diz abrindo e entrando.

Eu e Vitor entramos na sala atrás do vidro para assistir o que iriam conversar;

- Mano. – Vitor diz mostrando sua patente de Tenente.

- Como assim? Mas... quando?

- Ontem o Capitão me chamou na sala dele e conversamos.

- Calma, Renato não fez isso pelo que você viu né?

- Eu pensei nisso também Gustavo. Mas ele mostrou o documento enviado pelo superior, já estava na sala dele, e claro pediu desculpas pelo episódio anterior, mas eu mereci.

- Haha, parabéns mano. – Falo pegando em sua mão.

- Mano não, Tenente para você.

- Não começa Vitor.

- (...) Que estava fazendo na casa do Gustavo? – Renato fala puto com Vander.

- Estava na rua, não estava na casa dele.

- Não brinca comigo, eu te conheço bem Vander.

- Eu também te conheço Renato, mais do que imagina.

- Quando decidir me contar solto você beleza.

- Beleza, pode me manter aqui somente por algumas horas, mesmo assim posso ferrar com sua carreira.

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