• @rgpatrickoficial

SENTENCIADOS - Episodio 54

Enquanto eu passava a grana para Vitor ele comenta baixo;

- Não tenho coragem de falar com ele assim, nem bêbado, rsrs.

- Renato não está bêbado, está alterado. Aqui confere!

Vitor pega as cédulas contando e eu falo a Renato;

- Cadê seu carro em?

- Com meu filho. Rui vai levar uma garota lá pra casa.

- Serio?

- Sim.

Olhei para o Vitor;

- E agora?

- Se ele voltar lá para dentro é treta, você sabe.

- Vamos Renato, e já vou avisando, quero umas folgar por cuidar de você assim. – Falo saindo com ele.

Ele despede de Vitor e seguimos descendo a rua. Eu morava perto do Bar do João, e o Renato não estava ruim, ele só bebeu demais e ficou alterado, pulando igual louco por causa do jogo, e misturou bebida.

As tequilas que deixaram ele alegre, e não a cerveja, para vocês terem ideia, nós seguimos conversando para minha casa, ele estava mais engraçado, o que é estranho.

Quando chegamos no meu prédio e subimos, o Renato tira as suas chaves do bolso para abrir a porta;

- Você está bem? – Pergunto.

- Estou ótimo. Mas porque estamos na sua casa?

- Porque você disse que Rui está acompanhado na sua casa, então você espera aqui, mais tarde vai embora, se lembra.

- Ah sim, meu filho. – Ele responde.

Ele encostado na parede enquanto eu pegava minha chave, Renato me olhava diferente, com olhos pesados e sorriso lerdo.

Quando coloco a chave na porta sinto sua mão fazendo carinho em minha nuca;

- Que foi? – Falo virando a chave.

- Só te sentindo.

Abro a porta, ele entra e se encosta no sofá, me encarando. Eu deixo minhas coisas, chave e carteira. O espaço para passar entre o sofá e a entrada é pequeno, com ele ainda parado ali, eu olho e Renato passa as mãos em mim, me envolvendo para sua direção.

- Renato não. – Falo tentando me soltar.

Ele se levanta, e fica segurando meu braço esquerdo e fazendo carinho em meu rosto com a outra mão, isso por segundos até me beijar.

Eu me afasto dele, gesticulando que não;

- Melhor não, serio, por favor.

- Você não quer? – Ele fala se aproximando de novo e segurando minha mão.

- Vamos sofrer mais Renato.

- Ei, só relaxa e tenta aproveitar o momento.

- Não.

- Por favor Gustavo.

Ele meio que me pressiona na porta, fica com seu corpo no meu, me forçando a sentir se cheiro.

E então outro beijo, dessa vez aqueles que ele sabe muito bem, eu seguro em sua cintura com ele, me beijando com muita vontade.

Renato se abaixa e me levanta levando para o quarto.

Vocês sabem aquele sentimento de arrependimento, você sabe que está fazendo merda, que é errado, que vai sofrer de novo, mas o desejo, o tesão é mais forte que seu subconsciente. Me julguem!

Ele me deixa na cama, e tira a camisa, abre os botões da bermuda, me ajudando a puxar minha calça.

Beijando, desde minha coxa ele vem subindo até meu pescoço, e me dá uma pegada forte, me envolvendo naquele corpão, nesse momento, com Renato mordendo minha orelha, mordiscando eu pescoço, segurando em meu cabelo, foi aí que me entreguei.

- Seu cheiro.... Sua pele.... Essa boca, como eu pude me esquecer. – Ele comenta me beijando, e mordendo meus lábios.

Nós viramos comigo ficando sob o Renato, beijando sua boca, com suas mãos em minha bunda, e eu com a minha em sua cueca.

Ele se ajeita, ficando meio que sentado na cama, e eu que já estava meio que de quatro ali, só aproximo beijando sua boca e massageando seu cassete, vim descendo, por seu pescoço, peitoral, e barriga. Cara como eu gosto de barriga de homem, rsrs.

Desço brincando com a língua até começar a chupar ele. É tocar a boca em seu membro, Renato fecha os olhos, e se retrai.

O membro de Renato não era cem por cento duro, claro tinha sua rigidez, mas ele era macio, o que facilitava desde colocar na boca até na penetração, não machucava tanto se é que me entendem.

Mas claro, garganta profundo nem pensar.

Ele não deixou eu ficar muito tempo chupando ele, logo se contrai dizendo;

- Não vou aguentar.

Ele de joelhos na cama, me beija, e passa as mãos fazendo eu meio que sentar em seu colo, ficando com aquele belo membro, apontado em minha bunda, o mínimo movimento seria fatal.

Ali sob o Renato, beijando sua boca, ele levando aquela língua no meu pescoço, puxando meu cabelo, cara que homem que tinha pegada forte.

Ele deita sobre mim, ficando de frango assado, até porque Renato estava quase gozando, eu também no mesmo caminho, e nesta posição ele controlava.

Deitamos com ele subindo meus braços, segurando ambos sob minha cabeça e se posiciona mais encaixado.

Segurando meus braços Renato beija no pescoço, morde minha orelha e segura em meu cabelo, me olhando mordendo os lábios, o filho da mãe curtia ver sofrendo. Então começa a penetrar, ele solta minhas mãos, e então fica só me encarando gemer.

Pois depois de tempos sem sexo, iniciar com um cara dotado já de frango assado não é para os fracos, rsrs.

Com uma das mãos na sua bunda, e outra próximo ao seu membro, vou acompanhando, com a dor inicial e o tesão daquele homem com a cara lerda.

Quando Renato penetra todo seu cassete, eu estava vendo estrelas, pois ele tirava bem devagar e colocava lentamente, assim foi fazendo deitado sobre mim, me beijando, para eu “acostumar”.

Aos poucos, mais e mais rápido, ele meio que me abraçou, me segurando, para nem me mover, com ele rebolando e enfiando fundo, nossa estava tão gostoso, beijando aquele homem e acompanhando com a mão na sua bunda que era maior que a minha, rsrs.

- Huum calma aí. – Falo por incomodar.

- Tudo bem.

- Sim, deixa só eu mudar. – Falo me virando.

Fiquei de quatro, por já estar acostumado, e quase gozando, eu me abaixei e coloquei seu membro.

Ele segura meu cabelo puxando até encontrar seu corpo;

- Sacanagem né. – Renato fala no meu ouvido.

Ele sobe uma das pernas e me faz deitar, caramba que era aquilo, Renato segurando minha cintura e fodendo com muita força, aquele barulho das estocadas comigo gemendo. Foi a formula para ele gozar.

Mesmo assim não parou, eu estava quase lá, e ele gemia pouco mais. Acho que nunca gozei tão gostoso.

Cara eu cai na cama de tão cansado, que era aquilo.

Ele meio que me arrastou para o banheiro e tomamos um belo de um banho juntos, na verdade ficamos beijando na maior parte do tempo com aquela agua escorrendo no corpo.

Renato me pressionando contra a parede, me beijando, com ajuda da agua aquelas bocas molhadíssimas, me mordia, passava sua língua brincando, beijava de forma quente, com uma pegada forte.

Como na primeira vez, dormimos juntos essa noite, para vocês terem uma ideia eu acordo na manhã seguinte, olhando meio que a claridade que entrava em uma parte da janela, e ao abrir por completo o olhar Renato me olhando;

- Que foi?

- Nada, só gosto de ver você dormir.

Eu abro um sorriso, me levantando lentamente e sigo par ao banheiro.



#Renato


Coloquei uma bermuda do Gustavo e fui a cozinha preparar um café, bem na verdade ligar a cafeteira, preparei dois cafés e ele aparece se vestindo;

- Parecendo uma piriguete com essa bermuda curta. – Ele fala aproximando.

- Roupa sua.

- De dormir.

- Aqui. – Falo lhe entregando a xicara. – Vai entrar mais cedo hoje?

- Sim, vou sair mais cedo, tenho um jantar essa noite.

- A sim, tinha me esquecido.

- Ué Renato, vai entrar que horas hoje?

- Vou levar o meu pai no banco, tem que fazer prova de vida da aposentadoria.

- Beleza até mais tarde... Vou saindo, tranca e deixa a chave lá em baixo com o porteiro.

- OK. Ei. Ei. Ei. – Falo por ele estar saindo.

- Que foi?

Me aproximo beijando ele pressionando contra a porta, Gustavo vai abrindo a porta devagar;

- Eu preciso ir Renato, não posso chegar atrasado.

- Vai lá, falo batendo em sua bunda.

Pessoal para quem não entende muito bem todo ano aposentados tem que ir no seu banco para fazer um estilo de Prova de Vida, e eu que acompanho meus pais.

Me troquei, mas antes de seguir até meu pai, eu passei em casa para me trocar e o Rui estava na sala com alguns livros, quando eu entro ele me olha todo alegre;

- Eita a noite foi boa em. – Rui diz deixando a caneta.

- Fica na sua. – Falo indo até a cozinha, pegar uma agua.

- Fez as pazes com a Ana?

- Não.

- Rsrsrs, pai o senhor está pegando mais que eu, que isso em, passando o rodo.

- Sai fora Rui, vai estudar vai.

- Sim, é para a prova do cursinho.

- Tem falado com Joice? – Pergunto próximo a ele.

- Não, mas fiquei sabendo que já sabem quem é o pai, só que ninguém quis falar quem era.

- Deve ser por sua causa né.

- Sim, pai... não vai para o trampo hoje não?

- Vou, só me trocar e levar o vovô no banco.

- Ah ele ligou.

- Vou retornar aqui.

Peguei meu celular ligando e indo ao meu quarto, colocar minha farda.

Bem, depois de chegar na casa do meu pai, tive que tomar um café com minha mãe, contar novidades e sobre várias coisas que estão acontecendo.

Sai com meu pai e seguimos direto para o banco, chegamos pouco antes da hora de abrir.

Nem precisei chegar chamando alguém, um dos atendentes saiu questionando;

- Pessoal por favor, quem veio fazer Prova de Vida, podem entrar, ok, primeiro guichê a direita. – Ele fala entre a porta giratória.

Bem para quem entende, ele era gay, e falou direcionando para todo mundo, porem me encarando por várias vezes.

Entrei com meu pai e somente mais um senhor acompanhado de uma moça.

Vocês sabem, à paisana fico identificado, mesmo não estando armado, eu ando com a farda e boina, querendo ou não, chama a atenção.

Ele nos chamou;

- Bom dia, prova de vida né senhor?

- Sim. – Responde meu pai.

- E você? – Ele diz estendendo a mão.

- Sou Renato, filho dele... Que documentação precisa? – Pergunto.

- Documento oficial com foto por favor.

- Pai identidade. – Falo ajudando a ele pegar dentro da carteira.

Fazendo os tais procedimentos, o garoto não era bom de papo, ele tentou puxar assunto comigo, mas estava intimidado.

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