• @rgpatrickoficial

SENTENCIADOS - Episodio 30

Passo uma das pernas a frente e começo a penetrar Gustavo, com meu cassete já todo dentro, o movimento da cama fazia quase todo o trabalho, descia e subia junto com ele, eu fico uns minutos, só até ele acostumar e ficar mais de boa.

Depois tiro meu cassete e caio de boca nele, mais sensível, Gustavo gemia gostoso demais, quando usava os dedos então, em uma velocidade frenética, suas pernas chegava a tremer.

Eu acho que tenho o pau meio grande, e ele tem um par de pernas, com uma bunda que deixa qualquer um com vontade de comer.

Mas fiz ele gozar sem penetrá-lo novamente, deixei ele louco com a boca e usando os dedos. Ele ficou todo mole depois;

- Nossa, nunca gozei assim antes.

- Haha, ponto para mim.

E claro minha recompensa, ele fez o mesmo, eu deitei na cama e as outras vezes que Gustavo me chupou não foram iguais a essa que sim, esplendorosa.

Cara eu fui ao êxtase umas três vezes antes de gozar, nossa eu gemia gostoso demais, e ele naquele movimento, com aquela punheta, me fazia alucinar. Havia gozado três vezes mais cedo, porem essa foi como a primeira.

Eu olhei para ele, e não fiz nada, não disse nada, só entendi sua fraqueza.

Juntos ao banheiro, foi massa, eu dei banho nele e ele em mim, os dois, exaustos, e cansados, voltamos para a cama, e foi como colocar duas pedras, foi deitar e pegar no sono.

Estranhamente acordei a noite, e nem o sexo, nem a sensação de ter conhecido ele se comparava aquele momento, me peguei por mais de trinta minutos durante a noite, vendo ele dormir, fazendo cafuné, naquele cabelo grande, sentindo aquela pele lisa em mim, seu calor, foi uma das coisas mais fortes que eu havia sentido até então, foi tão forte que eu não sabia dizer o que era, só queria que não tivesse fim.

Bem, acordei na manhã seguinte, e ele não estava comigo, nem no banheiro, cozinha ou sala, ele tinha ido embora, confesso por uns minutos pensar que foi um sonho, rsrs. Mas estava lá, o café pronto e um bilhete dele;

- “Pelo amor de Deus, não vai colocar açaí nisso”.

Me arrumei para o trabalho, pois teria um dia cheio.

Quando cheguei na corporação, estacionando percebo que o carro do Vander não estava, estranho porque ele tem a vaga ao lado do meu veículo.

Mas a viatura da PF estava lá, e tinha outros oficiais de outras divisões, pois as entrevistas para vagas no COE, aconteceriam na sede onde eu mandava.

Como sempre a porta do elevador se abriu e o Vitor veio dessa vez;

- Bom dia capitão.

- Bom dia Vitor.

- Estamos preparando tudo para a visita do Major, aqui estão os relatórios, as fichas dos concorrentes estão na sua sala, e a Patrícia quer falar com o senhor. – Ele diz andando comigo.

- Patrícia?

- Sim, novidades no caso do Barão.

- Escuta Vitor, viu o Vander?

- Senhor ele não apareceu até agora.

- Mande o Robson na minha sala.

- Sim, senhor.

Peguei um café no corredor, e Patrícia e Gustavo estavam me aguardando na minha sala;

- (...) Joelhos ralados amiga... – Escuto o Gustavo dizer isso ao entrar.

- Bom dia, e quem está de joelhos ralados ai? – Pergunto rindo.

- Ninguém. – Ele responde.

- Gustavo, me contando que teve o melhor sexo da vida ontem.

Eu arregalei os olhos, e encarei ele;

- Não brinca? E quem foi esse cara que deixou você com os joelhos ralados em?

- Amigo, é mesmo, não me contou.

- Odeio você, e odeio mais ainda você. – Ele fala apontando o dedo para nós. – Tomando café Renato? – Ele pergunta se sentando.

- Sim.

- Não fez café na sua casa hoje?

- Sim, mas estava doce demais.

Ele me encara com raiva e resmunga;

- Talvez temperou com açaí.

Eu começo a rir e o Robson abre a porta;

- Mandou chamar senhor?

- Sim, será Tenente hoje Robson, quero essa corporação brilhando pois o Major está a caminho.

- Sim, senhor.

Robson fecha a porta encarando o Gustavo, eu fico só de olho neles;

- Então, que quer comigo Patrícia?

- Gustavo contou sobre o que Rafael falou, e o Pedro Barbosa, tem inúmeros encontros com o Prefeito.

- Entendo, mas isso não quer dizer nada, ele é governador, e falar com prefeito é uma coisa normal.

- Não é normal se a empresa fabricante de porcelana seja do filho do prefeito.

- Porcelana, quer dizer, aqueles containers de privadas eram....

- Sim.

- Mas não faz sentido, aquela droga estava chegando e não saindo do pais.

- Ela saiu vazia e voltou, serviu somente como um “santo do pau oco”, se é que me entende.

- Entendo.

Passo a mão na testa, pensando e respirando fundo;

- Foi ele, o Prefeito Ronaldo que trouxe a divisão do Comando do Exército para São Paulo e tirou de Brasília. Nós também cuidamos da segurança dele, cara isso está indo longe demais.

- Colocar os mocinhos do seu lado seria uma boa forma de sair ileso. – Gustavo comenta.

- Eu sei o que vocês querem...

- O Ministério Público vai aceitar o processo Renato. – Patrícia fala.

- O Planalto não autorizou o envolvimento do Comando, depois do depoimento do Rafael, estão sozinhos.

- Já era de se esperar. – Gustavo reclama.

- Podem contar comigo para o que quiserem. Mas não posso oferecer mais reforços.

Eles ficam calados, e se encarando entre eles.

- Estão prontos para a entrevista? – Pergunto me levantando e pegando uma agua.

- Sim, prontíssimos. – Eles respondem.

Patricia e Gustavo se levantam para saírem e eu digo;

- Olha, desejo toda a sorte para ambos. Mas falo o seguinte, não será fácil, Major é famoso por ser um dos mais linha duras do Comando inteiro, se preparem.

- Obrigado.

Eles vão saindo, e eu digo;

- Gustavo pode esperar um pouco?

Ele me olha todo desconfiado, e confirma;

- Sim.

O viado não fecha a porta, então mantenho minha postura;

- Essa noite vou ir falar com o Rafael, deixar tudo certo, para o transporte dele para dar seu depoimento, vem comigo?

- Vou sim Capitão.

- Melhor transa é? – Digo baixo.

Ele não responde, aponta o dedo, com o braço ainda dentro da sala, onde ninguém poderia ver e sai me olhando torto. HAHA. Me sento na cadeira com um sorriso de orelha a orelha.

Foi sentar e sorrir, vejo todo mundo se levantando, e era o Major chegando na divisão, sai da sala para recepciona-lo.

O Major Resende estava acima da minha patente é claro, e abaixo somente do Comando do Planalto, era referente a mim a maior patente.

Ele passa pelo corredor, com praticamente todos, em formação, se aproxima de mim, que estava em posição de continência;

- A vontade Capitão.

- Major Resende, é uma honra finalmente recebe-lo aqui na Divisão. – Digo pegando em sua mão.

- Obrigado, é bom te ver também Renato.

Entramos na minha sala, ele deixa sua pasta em minha mesa dizendo;

- Vou usar sua sala para as entrevistas, tudo bem?

- Fique à vontade.

- E a Katia, como anda? Rui já está crescidinho?

- Estão bem, ele está namorando, adolescente já.

- O tempo voa.

Ele se levanta, vai até a mesa e se serve de agua comentando;

- Pode gerir as pessoa para mim Capitão?

- É claro Major.

- Ótimo, comece pelo seu oficial, que está usando o coldre de forma errada. – Ele fala olhando pelo vidro o Robson.

- Sim, senhor.

Eu saio da sala, e vou em direção a o Robson;

- Tudo certo Capitão?

- Sim, me acompanhe. – Falo levando ele para o fim do corredor.

- Aconteceu alguma coisa?

- Robson, você quer foder minha vida?

- Não senhor?

- Quer foder minha corporação?

- De jeito nenhum senhor.

- Qual sua pontuação no curso de balística?

- 91 senhor.

- E não apreendeu colocar a merda desse coldre de forma certa? Leva três tiros até retirar essa arma daqui infeliz. Não brinca comigo, eu coloco você para refazer o processo de seleção de novo.

- Me perdoe senhor. – Ele fala até gaguejando.

Os meninos estavam na sala de reuniões esperando, eu entrei, me apresentando, e fiz uma breve chamada;

- Bem, Patrícia será a primeira, e seguem essa lista, a entrevista dura tempo indeterminado, e só respondem o que forem perguntados. Boa sorte a todos, me acompanhe. – Falo a ela.


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