• @richardsongaarcia

SENTENCIADOS - Episodio 29

Ai gente, ele fala tão fofo e tão safado, disse olhando para mim, ainda me segurando abraçado, me derrete na hora, mas claro sem perder a classe;

- Eu vou Renato, mas vou porque eu quero.

- Ah com certeza. – Eu me levanto, indo ao quarto pegar as chaves e a mochila e ele fala. – Viu já estou mandando em você sem farda.

- Aqui para você. – Falo apontando o dedo para ele.

Bem vamos lá, descemos direto para o estacionamento, e no carro nem os vidros eu abro.

No caminho que não era tão longe, eu coloquei a mão na coxa dele enquanto pilotava. Vocês ficam falando de mim, mas ele mesmo, quem puxou deixando ela sob seu membro.

Ai a imaginação brinca. Fiquei massageando e acariciando, le as vezes me olhava, todo lerdo.

Bem no meu prédio, fizemos a mesma coisa, direto para o estacionamento e elevador, isso era por volta de oito da noite. Entramos e eu fui no quarto pegar minhas coisas;

- Douglas está ficando nesse quarto? – Renato pergunta no corredor.

- Sim.

Ele entra no meu quarto e fala, me tirando;

- Ele é o irmão mais organizado né?

Eu paro, e olho para ele sério, mas não falo nada. Ele se meio que deita na cama, colocando o celular no carregador e fica conversando enquanto pego minhas coisas.

- (...) A cela não fica sozinha, quando trocarem os plantões, o outro passa tudo durante seu turno. Não quero erros dessa vez, e a cada dez minutos olhando ele na cela... – Ele fala mandando áudio. – Mano tenho que ficar repetindo o trabalho dos caras, que raiva, não me deixam em paz.

- Normal Renato, ainda mais a tarefa que você deu para eles.

- Queria eu mesmo ficar lá, mas aquele Rafael me tira do sério, eu mesmo iria soltar ele, para ter paz.

- Haha’, eu gosto dele. – Para que fui abrir a boca.

Renato me olha, gente com uma cara, ele então fala;

- Gosta dele?

- Não, é que mesmo com tudo que está acontecendo, o Rafael está ajudando a gente.

- Gustavo, por causa dele, centenas morreram, você quase morreu. Ele vai sair ainda ileso, sendo sustentado pelo governo em outro país.

- É você tem razão.

- Sempre tenho.

- E tem ciúmes de mim com ele também.

- Haha’ mano, você é muito convencido.

Eu me aproximo e deito sobre ele;

- Não tem não?

- Não tenho ciúmes de você.

- Hum, bom saber, vou te mostrar os nudes que ele me mandou aqui... – Falo pegando meu celular.

Ele rindo, empurra deixando o aparelho cair na cama, e Renato me vira na cama, ele fica me olhando por alguns segundos sem dizer nada.

Nesse momento tive um estalo, um sentimento de meses atrás, quando conheci ele, eu o coloquei em um pedestal, de homem perfeito, aquele que você olha e fala, eu nunca vou pegar, mas é meu sonho. Até pensei que não era bom o bastante. Mas só me dei conta que estava errado, até porque, eu estava errado, a forma que eu pensava estava errado.

Bem com o Renato vacilou ele coloca para dentro. O viado veio me beijando, e ele estava entre minhas pernas, cara ele me deu uma pegada naquela cama;

- Não sei o que está melhor aqui, seu cheiro nessa cama, ou essa posição. – Ele fala entre o beijo.

- Sempre dá para melhorar. – Falo colocando a mão dentro da sua bermuda.

Ele só afastou minha cueca, eu nem sei se tinha bunda mais para isso, mas estava pronto para mais uma.

De roupas, eu fico de lado e ele me comendo de novo. Eu depois de tantas, só sentia tesão, tesão nele, tesão de estar com ele, tesão em dar para ele.

Mano aquele homem era uma máquina de sexo, já gozou duas vezes e ainda tinha uma pegada monstra. Ele colocou dois dedos junto ao seu membro, caramba, ai sim eu senti, gemi mordendo o lençol, ele fica de joelhos, com uma das minhas pernas apoiadas nele e eu ainda de lado, e Renato veio com vontade.

Nossa, ele com aquela bermuda de moletom, era uma sarrada muito gostosa. E só seu cassete para fora, minhas mãos acompanhando sua bunda. Ele me segura com força, colocando as mãos no meu pescoço e eu sinto ele gozar com vontade, e se contorcer pela sensibilidade da terceira gozada da sua noite.

Renato sem tirar seu membro, me beija dando leves tapas na minha cara, e ainda tem a audácia de falar;

- Comigo é assim, tem que foder toda hora.

- Que bom que consegui um homem que dá conta de mim.

Ele somente ri, indo ao banheiro se limpar. Eu claro fiz o mesmo, para podermos ir embora.

No caminho para casa de Renato, passamos em um mercado, ele colocou na cabeça que queria açaí, e eu aproveitei para pegar chocolate.

Quando Renato parou no estacionamento eu peguei uma bermuda na mochila que estava no banco atrás;

- Você vai?

- Não quer que eu fique aqui no carro né?

- E vai colocar o short porquê?

Eu sorri, olhei para minhas pernas e puxo a camiseta;

- Quer que eu ande assim, com todo mundo me olhando, mulheres, caras?

- Coloca a bermuda logo.

Descemos, e eu de pé ao lado de fora, estava me vestindo, o Renato procurando a carteira dele, e passa um casal, claro que olhando, adivinhem o que o desgraçado fez:

- Ele se Mijou. – Renato grita no estacionamento.

Eles começam a rir, e eu fico muito bravo;

- Seu filho da puta.

Gente ele ria tanto de mim, igual uma criança. Entramos e cada um foi para um lado, peguei o chocolate e um café, pois mais cedo ele havia comentado ter acabado, e como iria dormir por lá. Renato aparece com pipoca, açaí, e cerveja, tipo nada haver.

- Suas coisas são mais aleatórias que você. – Falo quando ele chega no caixa.

- Fica na sua Gustavo.

Quando chegamos pessoal, Renato guardou as coisas, eu arrumei seu quarto, pois ajudei a bagunçar é claro. Quando volto ele estava frente a TV;

- Que está fazendo?

- Vamos ver um filme?

- Você assiste televisão?

- Prepara a pipoca lá, vai.

- Querido sou sua empregada não. – Falo sentado atrás dele no sofá.

- Pronto! Eu vou fresco. – Renato fala saindo.

O filho da mãe colocou um filme de terror, eu não gosto, muito, por odiar ser assustado, mas estava lá, pelo meu conhecimento filme sempre termina em sexo, e estava pronta para outra, rsrs.



#Renato


Levei uma cerveja a ele, e fiquei de pé, enquanto a pipoca estaca no micro-ondas, e eu assistindo o começo do filme.

Depois que ficou pronta, coloquei na mesa de centro, e ficamos assistindo, comendo e bebendo. Gustavo reclamou algumas vezes do filme, mas estava assistindo.

E alguns sustos dele, sempre soltava um “Desgraça”. Era engraçado.

Bem a pipoca acabou, e a cerveja também, pausamos o filme, pois eu fui ao banheiro, fui mijar, mas aproveitei para escovar os dentes, odeio aqueles vestígios de milho na boca. Gustavo fez o mesmo.

Voltei primeiro que ele ao sofá, deixei ele desfilando com aquela cueca box para cima e pra baixo, ela dividia sua bunda, era ver e o pau ficava duro.

Ele se senta ao meu lado, nos acomodamos quase deitados de conchinha, mas o bastante para eu estar bem “encaixado” a ele.

Depois de uns minutos, ele estava com a mão dentro da minha cueca massageando, brincando com meu cassete.

Filme não acabou e eu estava com a mão dentro da sua cueca, me certifiquei que ele estava excitado também, e queria algo, e passo minha mão para trás, aquele tecido, a pele dele também macia, acho que eu deixei ele no jeito, pois estava até húmido.

- Seria estranho da minha parte falar que esse filme está me deixando excitado? – Pergunto a ele.

- É estranho você não se assustar, hora nenhuma.

Eu rindo, beijo ele, e dou uns pegas, mas Gustavo fica todo bravo;

- Calma Renato, está quase acabando.

- Está com medo?

- Não, mas quero ver como acaba, para eu dormir em paz.

-HAHA’ beleza.

Já viram filme de terror acabar bem? Ele ficou muito puto, pois acabou pior que o enredo inteiro.

- Serio, como pode gostar disso?

- Ah, Gustavo, depois que você vive o que vivemos, na profissão, isso é fichinha.

- A próxima vez eu escolho o filme. Como vou dormir depois disso.

- Rsrs, leva essa bundinha para a cama, que vou te mostrar como. – Falo dando um tapa nela.

Pego as coisas e levo a cozinha e ele sai resmungando;

- Você só pensa nisso né Renato? – Ele fala no corredor.

Eu fico parado olhando ele;

- Com você aqui desse jeito não penso em outra coisa.

Deixei as coisas na cozinha, e desliguei as luzes, mano quando chego no quarto o infeliz estava pelado de costas, só desci minha bermuda, como estava sem cueca fui subindo.

Ele se vira para olhar e eu abaixo sua cabeça, fico ali brincando com sua bunda, com saliva e meu polegar, e ele todo empinado para mim.

0 visualização
Assine para ser o primeiro a receber os capítulos 

Siga a gente:

©2015 por Armário Erótico Todos Direitos Reservados. Criado orgulhosamente com Richardson Garcia