• @rgpatrickoficial

SENTENCIADOS - Episodio 27

Contei para ele do que havia conversado com o Rafael, e quando Renato abastece o carro, ele estava sem a carteira, eu paguei, e gente ele ficou mega sem graça;

- Sério, devo ter deixado em casa, ou no escritório.

- Ei relaxa Renato, eu pago, e você acerta depois.

- Valeu.

Saímos e ele comenta;

- Vou passar em casa, para te passar essa grana.

- Ei, fique tranquilo.

- Beleza.

Quando o Renato parou no seu prédio, eu decidi ir embora;

- Vamos vou subir contigo, e vou para casa andando.

- De jeito nenhum, eu te levo Gustavo.

- Patrícia comprou esse apartamento porque era perto da minha casa, eu escolho ele para ela, e para você, relaxa, poucas quadras daqui.

- Entra, vou pegar aqui no cofre. – Ele fala abrindo a porta.

- Vou pegar uma agua.

- Beleza.

Ele volta com o dinheiro e eu sentado em um daqueles bancos altos;

- E seu irmão, foi mesmo com a Flavia para Curitiba?

- Pois é, eu nunca vi ele assim, Douglas está todo diferente.

Renato abre a geladeira pegando uma cerveja, e volta falando;

- Ele se assustou muito naquele dia, aquilo mudou ele.

- Eu também, mudei.

- Todos nós.

- Está certo. – Falo sobre o dinheiro.

- Agradeço muito viu.

- Relaxa, vou nessa.

Falo pegando minha mochila, ele fica sentado, bebendo, e me olhando.

Renato não se despede, eu saio do apartamento, e chamo o elevador;

- GUSTAVO.

- Oi! – Falo com ele já no corredor.

- É... Queria pedir desculpas pelo que disse na academia.

- Ei, fica tranquilo Renato, eu que me expressei mal.

- É que as vezes eu falo merda.

- Tudo bem.

- Falo quando estou interessado em alguém. – Sabem aquele leve tremor nas pernas.

- É só falar o que sente.

- É que eu não sei o que sinto.

O elevador se abre, aquele sino quebra o silencio;

- Eu acho melhor não.

Entro no elevador, e vejo no espelho ele me seguir, o que sei desse dia que foi rápido.

Eu me virei com o Renato me beijando, não foi desesperador, foi de certa forma fofo, diferente do que pensei, ele segurou em meu rosto e nuca, e eu pude sentir aqueles lábios nos meus.

O elevador começou a descer, nós paramos de beijar e ele fica rosto a rosto, sem abrir os olhos, imóvel na minha frente, com o elevador andando;

- Renato.

- Calma. – Ele fala.

Eu fiquei assustado nesse momento, como se ele estivesse lutando contra si mesmo.

Meio que sente que deveria tomar alguma atitude.

A mochila cai no chão, e levo a mão em seu rosto, passo pelas orelhas e seguro sua nuca, ele me olha nos olhos nesse momento, a outra desce pelo seu braço forte e segura sua mão. Meu aval foi dado por ele apertar minha mão.

- Você quer isso? – Ele me pergunta.

- Sim.

Eu respondi seco.

Renato vira aperta para voltar ao andar e passa a mão em minha cintura me pressionando forte contra seu corpo, e mais um beijo.

A porta se abriu olhamos, conferindo o andar e ele. Kkkkkk. Ele me pegou no colo carregando para o apartamento.

Sendo carregado para dentro do apartamento do Renato, foi assim o meu fim, foi assim que eu morri. Haha.

Vocês sabem né, falar a gente fala, por não botar muita fé, mas quando acontece você fica tremendo, assustado e inseguro, era assim que eu estava. E torcendo para ser ao menos satisfatório para ambos.

Então, vamos lá.

Ele me desceu, fechando a porta e eu sigo para seu quarto, tirando minha camiseta, e Renato entra no quarto, ele me agarra pelas costas, e me viro caindo sobre ele na cama.

Ele estava sentado e eu em seu colo, de joelhos na cama. Abro os botões de sua camisa e ele fica me olhando, com ambas mãos em minha bunda.

A cama de Renato era Super King, era possível a gente construir uma casa sobre ela, de tão grande, ao lado tinha o closet e um espelho do teto até o chão, que tinha visão da cama.

Deitei sobre ele ficando bem empinado, pois percebi que Renato tinha visão do espelho;

- Ei, eu não tomei banho. – Falo com a mão em seu peito.

- E?

- Sai do treino e não tomei banho. – Falo me levantando.

- Eu não me importo Gustavo.

- Eu sim, posso? – Falo pegando minha mochila no chão.

- Claro. – Ele diz rindo.

Gente eu me levantei de um volume em uma bermuda, que se vocês tivessem ideia eu estava morto.

Entrei no banheiro com a porta aberta, liguei o chuveiro, para fazer o mais rápido possível.

- Estava pensando em algo, aqui. – Ele diz parado na porta do banheiro.

- O que?

- Faz mais de 30 anos que não sou virgem.

- Haha diz ficar com outro cara?

- Sim, bateu uma insegurança.

- Você, Renato está inseguro?

Digo já desligando o chuveiro e me secando;

- Não, estou curioso.

Eu começo a me secar, bem frente a ele que ainda estava de bermuda, e ele se aproxima falando;

- Você andou se bronzeando? – Renato fala ficando do meu lado e subindo a toalha com as mãos.

Ele sobe até na altura da minha cintura, deixando metade da minha bunda a mostra;

- Você gosta?

- Para um cara, você é bem gostoso viu. – Ele aperta minha bunda quando diz.

Graças a Patrícia essa marquinha de bronze. Santa Patrícia.

Passo por ele voltando ao quarto, e deito na cama com a toalha envolvida no corpo, não me sequei cem por cento, fiquei com corpo bem húmido.

Ele então vem em minha direção e eu paro o Renato com o pé, na altura do seu peitoral, e vou descendo até seu membro, da forma que eu consigo começo a massageá-lo.

E estava voltando ao ponto que havia deixado. Ele ficava acariciando minha perna enquanto eu fazia tal sacanagem, então que subo o outro pé, até seu peito, para ele acaricia-lo então, mas Renato o sobe pouco mais e beija meu pé, minha canela, enquanto sua outra mão abre sua bermuda.

Gente aquilo estava tão bom, que se me disser, “É isso, tchau”, eu já agradeceria, kkkkk.

A bermuda vai ao chão, com um extraordinário volume apontando para a esquerda de Renato. Uma cueca de um tecido maravilhoso, acho que de algodão pois sua glande estava húmida, revelando parte de seu membro no tecido cinza.

Desci os pés e literalmente abracei ele na altura do seu cassete. Com as mãos na sua cintura atrás, e senti aquele cheiro, Renato desce minhas mãos, segurando em meu cabelo, conduzindo minha boca, por todo seu membro, indo e vindo, isso com a cueca ainda.

Ao brincar com os dentes, ele a tira de dentro da cueca. Somente aí eu entendi a sua, fui levar as mãos para descer sua cueca e ele as repelem novamente, sozinho, sem as mãos e sem ajuda sua cueca cai no chão.

Estamos falando aqui de uns dezenove, vinte centímetros sem exagero, e sim de desespero.

Aquele cheiro, aquela pela, é indescritível. Colocar a boca e já de cara tentar engolir tudo mas faltava muito. Porém o tesão, o desejo, caramba.

Eu o chupava, no movimento de vai e vem, até onde eu conseguia, Renato, me fazia passar a língua nele todo, nas bolas, e conseguia até mordiscar sua virilha, tirando uns sorrisos abafados por gemidos.

Até ele me deixar “livre”, com as mãos atrás da cabeça, e eu com aquela visão do paraíso, pude masturbar enquanto chupava, e Renato acompanhando no movimento que fodia literalmente minha boca.

As vezes segurava, atrás e embaixo do meu queixo, forçando, comigo olhando aquele bigode discreto, ele mordendo os lábios, e o cabelo já todo bagunçado.

Eu claro, com caras e bocas, mais bocas né, pela ocasião.

Ele forçava umas gargantas profundas, mas para mim naquela posição, impossível. Até uns tapas na cara eu levei aqui, foi em momentos que eu engoli o máximo que pude e fiquei o máximo te tempo que conseguia, ele chegava a gritar;

- PORRA Gustavo. Vem aqui. – Ele diz abaixando e me beijando.

Eu estava com a boca molhada, por causa da saliva e Renato, me beija, com vontade. Ele deita na cama, e coloca uns travesseiros por baixo, e eu volto a beijá-lo.

Fico de lado, pois ele estava acariciando minha bunda, e massageando, enquanto eu chupava ele, mais e mais.

Senti ele me dedilhando, ele não estava fazendo de forma rápida nem com força, mas sei la gostoso.

Ele então se levanta, me deixando de quatro, muito empinado, já de cara uns tapas na bunda, ele morde com força as laterais das minhas nadegas. Mano o cara estava me chupando ali, senti até os pelos do seu bigode, rsrs. A barba por fazer, que delícia.

Eu estava abraçado com o travesseiro dele, estava gemendo quase mordendo os lençóis.

Até sentir ele cuspir, eu fico apoiado com os braços, olhando ele se aproximar e me encoxar. Mas estava bem lubrificado, e ele me sarrando com a bunda bem empinada, seu membro subindo e descendo. Ele segurando com mão esquerda a nadega direita, deixando assim ela cruzada, era uns tapas gostosos, que não doíam e sim faziam pouco de barulho.

Renato me olha puxando pelo cabelo e me beijando, na boca, passa o braço entra meu pescoço e peito, fico com o corpo no dele.

E então o que e esperava, ele afasta e sem colocar a mão, o seu cassete se posiciona em mim, e Renato começa a forçar, porem a posição me ajudou, está doendo, eu estava sentindo, mas levemente eu fui rebolando, e ele parou.

Então, eu fui forçando para trás, me movendo, mexendo meu quadril, fazendo ele respirar fundo.

- Que foi? – Pergunto olhando para ele.

- Me controlando.

- Para que?

- Não te machucar.

- Não quero que se controle.

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