• @rgpatrickoficial

SENTENCIADOS - Episodio 21

Pessoal os PM que estavam de fora entraram com o carro e estavam em alerta, quando me viram correndo para dentro do galpão começaram a atirar;

- Se protege Patrícia. – Falo correndo.

Eu disparei contra-atacando e eles se protegeram no carro, e começaram a disparar contra o portão, a única coisa que fizemos foi esconder.

- Se eu não morrer aqui eu te mato Gustavo. – Patrícia grita do outro lado.

- MERDA.

- Que foi?

- Acabou as balas. – Falo jogando a arma de lado.

- Estão no final também. Que fazemos?

- Nós... – Falo olhando ao redor.

Mano o cara que estava conosco, levou um tiro, e estava sangrando no chão, nem percebemos isso;

- Central, reforços, estamos em troca de tiros com oficiais. Repito precisamos de reforços... Merda não respondem.

Cara o barulho dos tiros passando do portão, nós protegidos nos containers e já perdendo as esperanças.

Foi quando ouvimos pneus cantando, os tiros parando, eles correram, e o carro para disparando mais ainda. Dessa vez com gritos e tudo mais. Em instantes silencio, o portão se abriu;

- Gustavo?

Eu escuto mas fico imóvel, então ouvimos um helicóptero e as vozes novamente;

- Gustavo, somos do COE, estamos sob ordens do Capitão Andrade, preciso saber se estão bem?

Quando ele fala isso, nós saímos;

- Estamos, temos um civil baleado. – Falo.

Ele fala no rádio e o outro entra vasculhando o lugar. Eu saio de fora, o helicóptero pousa na pista, dentro do local, e viaturas da PF e COE entrando no lugar.

Eu contei o que houve naquele dia, junto com os detalhes, pois algo me chamou a atenção.

Os carros foram parando, por causa dos corpos e eu vi o Renato também se aproximando;

- Tudo bem? – Ele pergunta chegando em mim.

- Sim.

- Tem certeza? – Ele fala me olhando nos olhos e segurando em meus braços.

- Sim.

Os policiais descendo dos carros e esperando ordens;

- Quero todo mundo aqui rápido.

O pessoal rapidamente se aglomerou e Renato fala;

- E o seguinte, me escutem todos, será uma ação complicada, todos, todos aqui dentro estão sob ordens do Gustavo e da Patrícia, eles quem será o capitão e capitã de vocês dentro dessa operação, entendido? – Renato fala gritando. – Gustavo vocês mandam.

- Ok. Quero você Renato junto com uma equipe de galpão em galpão, achamos drogas dentro de algumas privadas e suspeitamos de ser só o começo, se possível comecem por aquele galpão. Robson pegue alguns oficiais e retire os funcionários, identificando e interrogando todos.

Eles foram se espalhando e Patrícia saiu com uma equipe também, em um galpão e eu fiz o mesmo. Na minha cabeça quando o Renato me colocou junto a ela no comando, era porque havíamos chegado primeiro, mas não era isso.

Bem ambulâncias chegaram para ajudar os feridos, e organizamos um cerco no local, várias equipes, e tinha jornalistas ao lado de fora, helicóptero de reportagem sob nós. Se queríamos atenção, conseguimos.

Com as coisas organizadas fui até o Renato, ele estava com uma gigantesca equipe, vasculhando lugares;

- Renato.

- Tudo bem lá?

- Sim, escuta, precisamos de uma ordem de um juiz para prosseguir, o Daniel está chegando, e as coisas não vão ficar boas.

- Eu sei, já recebi ligação de três superiores, tem canal de TV ao vivo sem parar conosco.

- Acha que consegue?

- Sim, vou pedir a um conhecido, ver que ele pode fazer.

- Obrigado. – Falo saindo.

- Gustavo.

- Sim.

- Excelente trabalho, está de parabéns.

- Obrigado.

Galera foi encontrado 7 toneladas de drogas no local, chegamos no dia do recebimento, isso colocava essa apreensão na segunda maior do pais.

A operação durou quase vinte horas, tínhamos que recolher tudo, contabilizar, tínhamos que levar algumas pessoas presas, tínhamos que interrogar algumas, e a prisão de documentos, foi demorada também. Isso em dois dias de trabalho intenso.

No terceiro dia, eu, Patrícia e Daniel demos uma coletiva de imprensa, para explicar o ocorrido e falar tudo que estava acontecendo.

na tarde daquela sexta-feira, o Daniel chamou a gente para uma reunião, somente eu e Patrícia.

Entramos em sua sala e ele fecha a porta;

- É o seguinte, vocês violaram uma ordem direta minha. Mas fizeram o certo, quando recebi ligações ameaçadoras, eu não fazia ideia do que estava acontecendo. Meus parabéns.

- Obrigado, mas senhor só estávamos cumprindo nosso trabalho.

- Gustavo, me poupe dessas palavras. – Ele diz erguendo as mãos. – Sei que tem dedo do COE aí, sei disso. É o seguinte, vou dar a opção para vocês, continuarem as investigações, e vocês sabem muito bem onde vão chegar, e quem vão colocar na prisão, mas o risco vai ser alto, muito alto. E Gustavo e Patrícia, escutem o que vou dizer, prosseguir com essa investigação pode colocar a vida de vocês em risco. A segunda opção é deixarem a investigação com divisões especializadas, a PM e o Serviço Secreto do Brasil já pediram acesso a investigação, cabe a vocês. – Ele diz encostando na cadeira.

Eu olhei para ela que estava preocupada, mas sinceramente, eu esperei Patrícia falar, para depois eu;

- Eu vou Daniel, se o Gustavo for.

- Eu vou, vamos prosseguir com isso. – Falo pegando na mão dela.

- Ok. – Ele fala pegando uns papeis e uma caneta. – Serão independentes, mas se reportarão a mim, relatórios diários, o Ministério Publico disponibilizou para ajudar, terão uma divisão com auxílio de um juiz federal... E Gustavo você fez amigos no COE, tem todo o apoio da corporação, eles deram carta branca a vocês. E se querem uma dica, a seleção para se tornarem Oficiais do Comando de Operações Especiais, as vagas vão se abrir em breve, quero indicar vocês, não me decepcionem. Por hoje é isso, estão liberados.

- Obrigado Daniel.

Falamos pegando na mão dele;

- Boa sorte, vão precisar.

Quando saímos da sala do Daniel, adivinhem quem estava na corporação, o próprio Governador. Ele passa com segurança, e todo mundo olhando;

- Ah vocês que apareceram na Tv mais cedo. É um prazer conhece-los. – Ele diz pegando em minha mão. – Pedro Barbosa.

- Gustavo.

- Sou Patrícia.

- Governador, que honra, o que traz alguém tão importante como o senhor aqui? Daniel, comandante da divisão. – Ele fala pegando na mão.

- É um prazer finalmente lhe conhecer... Daniel vim falar a você e sua equipe, que estou disponível para o que precisarem.

- Que ótimo governador, saber que vai ajudar... O Gustavo e Patrícia foram responsáveis pela apreensão e agora vão dar início a investigação.

- Que ótimo, são jovens vão ter muita disposição.

- Sim, governador, muita, não iremos descansar até descobrir quem é o responsável por implantação de sete virgula três toneladas de cocaína e pasta base nos carregamentos de sua empresa. – Falo para ver sua reação.

Ele tosse em uma flanela e entra para a sala do Daniel;

- Não tem vergonha de vir aqui. – Patrícia fala se sentando.

- Essa raça não tem jeito, ele veio afrontar e intimidar a gente.

- Só fez eu ter mais raiva ainda.

- Também amiga.

- Que tal um jantar hoje para comemorar?

- Patrícia tenho compromisso.

- Hum, com quem? O Renato?

- Não, e para com isso mulher. É com o Matheus.

- Ah amigo, vocês formam um belo casal.

- Ele estava no Rio, chegou essa manhã e quer me ver, chamei ele para ver um filme.

- Adoro, camisinha em.

- Haha cala a boca Patrícia.

Sim, eu estava solteiro e o Matheus também, resolvi dar uma chance a ele.

Pois bem, aquela noite, vocês sabem como funciona receber o boy em casa. Eu dei uma geral onde consegui, e tomei um banho daqueles.

Era oito e cinquenta quando ele chegou, por causa do calor, de bermuda florida, camiseta rosa normal, boné para trás e chinela de dedos;

- Caramba você pegou muita praia em. – Falo quando abro a porta.

Pessoal ele estava com um bronze perfeito, caramba;

- Haha, fiquei um dia só na praia, é o sol do Rio... posso entrar?

- Ah foi mal.

- Cara seu apartamento é muito massa... poxa olha essa sala.

- Valeu, fica a vontade Matheus. Vou pegar uma agua para mim, aceita?

- Aceito um beijo seu.

Eu abro um sorriso e beijo ele, o bom de novinhos é que um beijo e já estão prontos para o “vamo ver”. Não te decepcionam de forma alguma na cama.

Matheus me deu uma pegada logo de cara que cheguei a ficar tonto, e o amigo dele deu sinal lá em baixo, rsrs.

Fui na cozinha e ele todo folgado, andando no apartamento;

- Se importa se eu tirar a camiseta?

- Fica de boa.

Peguei uma agua, e ofereci cerveja para ele, voltei e aquele projeto de homem no meu sofá, sentado de pernas abertas, volume na bermuda, com o controle na mão. Cheguei a dar uma “piscadinha”.

Eu sentei ne mesa de centro, com o pé entre suas pernas fazendo um “carinho”. Ele bebendo agua, e descendo a barra de buscas da Netflix, me perguntando sobre o trabalho, até porque todo mundo ficou sabendo do ocorrido por causa dos jornais.

- Que foda Gustavo, serio mesmo, admiro sua profissão.

- Valeu, é perigoso, mas faz parte.

- Vamos pedir uma pizza mesmo?

- Sim, vou pedir aqui.

Escolhemos os sabores no aplicativo e bebidas, e eu fechei o pedido;

- Entregam em 20 minutos. – Falo mostrando o celular para ele. – Rápido né?

- Sim, e acho que dá para a gente se divertir nesse tempo.

- Ah precisa desse tempo todo? – Pergunto rindo.

- O último que fiquei foi você, e preciso de quatro minutos se você ficar de quatro, agora se sentar aqui, uns sete.

- Sete? – Falo subindo em Matheus.

- Sim, porque eu aproveito mais esse seu corpinho delicioso.

Pronto, beijo na boca, eu segurando seus peitorais segurando e sentindo, e ele com as mãos dentro da minha bermuda massageando minha bunda.

- Vem comigo. – Falo me levantando.

Matheus segura minha bermuda, colocando a mão por dentro até de minha cueca, eu fui guiando ele com a mão ali, quase me deixando pelado, guiei ele até meu quarto.

Tirei minha bermuda, e ele desceu a dele, eu nem chupei Matheus, peguei o lubrificante de lado, enquanto ele colocava a camisinha, fiquei massageando seu membro e me posicionei de pé frente ao espelho, de uma forma que ele conseguisse ter visão, assim faria ele gozar mais rápido ainda, pois não tínhamos tempo na verdade, rsrs.

Que rapidinha viu, caramba ele aproveitou que seria assim, e colocou com força, rápido, e fundo, puxando meu cabelo, segurando meu pescoço, mordendo minha orelha, nuca, costas, Matheus gozou comigo bem empinado para ele;

- Mano eu caso fácil com você. – Matheus diz me beijando, pressionando contra a parede.

- Haha’ tu fode gostoso demais. – Falo rindo.

O interfone chama e eu saio correndo, e ele rindo da cena.



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