• @richardsongaarcia

SENTENCIADOS - Episodio 18

Ele entrou e eu dessa vez tranquei a porta, rsrs.

O Matheus foi alguns passos para frente e tirou a camisa de costas, a bunda dele não era grande, na verdade era pequena. Eu me aproximo sentando na cama, e ele vai no banheiro e volta, ainda sem camiseta, mas dessa vez, eu tinha visão.

Ele não era definido, era forte, tinha um peitoral pouco largo e uma narriguinha linda gente, com aqueles pelinhos que desciam até a “felicidade”.

Matheus veio se aproximando, e ficou de pé, bem na minha frente, cara que visão. Ele leva sua mão ao meu rosto fazendo carinho, mas não diz nada, seus dedos vão até minha boca, eu passo a língua, dentes e os lábios neles.

Era impossível não fazer nada, aproximei do seu corpo beijando na altura do seu umbigo, e ele com a mão acariciando meus cabelos. Então comecei a abrir sua calça, a cueca típica, Calvin Klein, e aquele puta volume.

Desce sua calça, mas ele não a tirou, poderia descer sua cueca junto, mas senti aquele cheiro de “homem”. Com mas mãos em sua bunda, eu começo a morder seu membro sob a cueca. Nesse momento ele geme bem gostoso.

Por uma das aberturas da cueca na perna eu tiro seu membro, e cara, o garoto era “beeem” apresentável rsrs.

Foi colocar a boca quente o Matheus apertou meus cabelos com força, e eu acompanhei com sua força “medindo” ele com a boca, caramba que delicia, serio mesmo. Eu queria transar com ele.

Mano ele tinha um cheiro foda, uma pele lisinha e quente, era safado na medida certa sabem, do jeito que eu gosto.

Matheus afasta, tirando a calça e a cueca e vem, colocando uma das pernas na cama, e dessa vez, veio com vontade, me fazendo engasgar e tudo, cara ele estava fazendo com força.

Matheus para um pouco, e me beija de língua sentindo seu próprio gosto e mordendo minha boca molhada. Ele tira minha camiseta e puxa minha calça, me beijando e com uma pegada diferente;

- Vira. – Ele fala no meu ouvido. – Deita de bruços.

Sem hesitar eu me deito, e ele vem beijando minhas costas, apertando minha bunda, e suas mordidas se envolviam com a língua, deixando um rastro de beijo.

Eu estava deitado, com aquele cara em cima de mim, com um dos braços envolvendo meu pescoço, e a outra pincelando seu membro em minha bunda, estava lubrificado sozinho.

Não estava penetrando, só me deixando tonto de tanto tesão.

- Sua boca, você chupa muito gostoso. – Ele fala em meu ouvido.

Eu somente sorri;

- Vai querer? – Matheus pergunta sob dar continuidade no sexo.

Eu confirmo, e ele se levanta para pegar a camisinha, e me entrega o lubrificante;

- Mano estou quase gozando, então... – Ele ia falando ao se virar.

Eu interrompo ele beijando e lubrificando seu cassete, Matheus me seguiu e fiquei de quatro na cama;

- Puta merda mano.

Ele foi se posicionando e penetrando. Nossa aquele garoto, segurando minha cintura, forçando com vontade em mim, aquelas estocadas, eu estava literalmente delirando.

Matheus segurou meu cabelo e foi com mais força;

- Cara vou gozar. – Ele diz, indo com mais e mais força.

Pensava eu que ele iria parar ali, nossa estava muito bom. Mesmo depois de gozar ele não parou, e percebi que seu membro continuou “intacto”.

Eu me levantei, ficando sob um dos joelhos, e com um dos pés na cama, assim mais empinado e poderia beijar ele, que passou o braço em meu pescoço, e fodeu com força.

- Você é muito gostoso Gustavo.

- Ah eu digo o mesmo, delicia você.

- Vem... aqui. – Ele diz se sentando na cama.

Minha vez de mostrar o que era capas. Matheus deixou seu membro bem de pé, e eu sentei, ele estava apoiado na cabeceira da cama, então comecei a cavalgar, com a visão de seu rosto e seus lábios sendo mordidos pela sua boca que gemia de tesão.

Eu beijava ele, suas mãos acompanhavam minha bunda.

Eu estava quase gozando de tesão de ver aquele garoto fodendo daquele jeito.

- Estou quase lá de novo mano. – Ele dá o sinal verde.

Começo a rebolar e forçar mais ainda a descida e subida, e Matheus segura com uma das mãos meu pescoço levando até sua boca, e até tapa eu levei, rsrs. Naquele momento sem importar, até porque, ele tinha gozado, e eu não me segurei, sujando sua linda barriguinha.

Ele chegou a respirar fundo quando eu me movi.

Tenho vergonha desse dia, pois o lindo aqui cochilou na cama do Matheus, rsrs. Foi tipo, uns quarenta minutos.

Quando me levantei, ainda alterado pela bebida, pensei, tenho que ir embora. Fui atrás da Patrícia, mas quem diz que encontrei minha amiga. Enviei mensagem dizendo estar indo embora.

Ao sair na rua havia algumas pessoas indo embora, outras chegando, e eu segui pela esquina, procurando um ponto de referência para poder chamar um UBER, pois para ajudar o celular estava com bateria baixa.

Em uns dez passos, a música estava baixa, eu andando na calçada vejo do outro lado da rua, um casal brigando, eu me aproximo e vejo o Rui com uma garota;

- Joice eu te amo... me escuta.

- Me solta Rui, acabou, já falei.

- Eu não conheço aquela garota, ela que chegou me pegando.

- Eu não quero ouvir Rui, me solta.

Eles estavam discutindo no meio da rua, eu até me assustei pois veio um carro se aproximando devagar.

- Mãe me tira daqui. – A garota fala entrando no veículo.

Ele ficou mal, gritou ela algumas vezes e se sentou na rua, encostando em um dos veículos estacionados. Achei mega fofo da parte dele.

E como eu iria embora e deixar ele ali, me dizem.

Me aproximei, e ele limpa as lagrimas;

- Ei, tem como ir embora? – Pergunto chegando perto.

- Não. Não sei... eu dou um jeito.

- Quer ajuda? – Falo pegando em seu braço para ajudar a levantar.

- Me solta, nem te conheço. – Rui fala de pé.

Com a luz péssima da rua, ele olha com dificuldade;

- É o policial daquele dia.

- Sim, e aí, como vai para casa?

- Meu pai mandou você?

- Não, eu estava aí na festa do Matheus, e vi você aqui.

- Eu me viro, relaxa. – Ele diz andando na rua.

- Sabe que não vou deixar você vagando por ai, desse jeito.

Rui se vira com uma péssima cara;

- Seu celular.

- O que tem?

- Me empresta. – Ele diz com a mão estendida.

Gente como parecia seu pai, dá ordens como se eu fosse cumprir.



#Renato


Duas e cinquenta e dois da madrugada meu celular toca, odeio não morar com meu filho, tudo era ele. Me levantei assustado, olho na tela com dificuldade “Gustavo” ligando;

- Alô.

- Pai.

- Rui?

- Pai, tem como vir me buscar?

- Onde você está?

- Na casa do Matheus no Morumbi.

- Porque está com o celular do Gustavo?

- Porque ele está aqui comigo.... E está bêbado eu acho. – “Que bêbado menino, ta maluco”. – Pai estamos os doi...

Escutei a voz do Gustavo ao fundo e a ligação caiu, eu tentei retornar e nada, acho que era a bateria.

Ligo o abajur e faço uma ligação para a Central;

- Central de operações boa noite.

- Boa noite, aqui é o Capitão Andrade, registro 56700, quero informações de denuncias de som alto no bairro do Morumbi nas ultimas duas horas.

- Sim, senhor, um momento.

Enquanto esperava, peguei minhas chaves e carteira descendo no elevador, eu entrei no carro e sai do prédio, quando a atendente voltou;

- Capitão temos três denúncias no Morumbi nesse tempo, rua Enrico de Martinho, atrás do banco de sangue.

- Obrigado.

O endereço era uns minutos de onde eu estava, por causa da madrugada as ruas estavam mais “de boa” para dirigir.

Eu cheguei trinta minutos depois, achei o lugar com a ajuda da central e também o movimento na rua, fui seguindo, passei pela porta e nada, quando voltei na rua os dois estavam no final, sentados na calçada com um cachorro.

Eu parei o carro e ambos vieram, o Rui sentou no banco da frente e estava com a camiseta molhada, de bebida é claro, e Gustavo sem camisa sentou no banco de trás, na verdade meio que deitou;

- Nossa Renato que caminhonete grande. – Gustavo resmunga atrás.

Eu olho para trás, e para Rui, comentando;

- Os dois beberam?

- Não. – Nega Gustavo.

- Sim. – Confirma Rui.

- Você fica calado aí atrás, e o que estava fazendo essas horas sozinho na casa desse tal Matheus?

- Também conhece ele Renato?

- Gustavo, vai dormir.

- Sim, senhor...

Eu olho no retrovisor, e realmente ele estava ruim;

- Anda Rui... eu nem conheço esse Matheus.

- É do cursinho pai, conheci ele lá, e era aniversario dele.

- Você estava chorando filho?

- A Joice.

- Que tem ela?

- A Joice me viu com outra garota.

- Ah Rui, não aprontou uma dessas cara.

- Pai eu nem conheço essa louca, estava zoando com os meninos, e ela veio me abraçando e tentando me beijar, e a Joice viu.

- Falou com ela?

- Sim, mas está de cabeça quente, depois eu vou na casa dela.

- É melhor mesmo.

- Pai o senhor já tomou Absinto?

- Não Rui.

Ele estava com a mão no estomago;

- Não me diz que você?

- Quero vomitar.

Estava no semáforo, eu só virei o carro e abri a porta ele. Rui começou a vomitar com o corpo para fora do carro, eu na hora acordei o Gustavo;

- Ei, Gustavo.

- OI. – Ele dá um grito, chegou a me assustar.

- Você tomou Absinto? – Pergunto com ele se levantando.

- Não porquê? Tem aí?

- Não.

O ruim de ter que perguntar a ele, é que Gustavo acordou;

- Como, me fala como conseguiu Absinto se essa bebida é proibida no Brasil! Rui como faz com você? Era assim no Canada?

- Desculpa pai.

Entrego uma garrafa de agua que estava no carro para ele se limpar;

- Meu sonho conhecer o Canada. – Gustavo fala sentado entre os bancos. – Nossa quis pernas em Renato.

- Amanha converso com você Gustavo.

Na correia de sair de casa, vim com bermuda qualquer, e sabem aquelas de ficar em casa, pois então;

- Não vai me dar bronca, eu que ajudei seu filho, daquela louca que estava batendo nele.

- Vocês chegaram a brigar Rui? Brigou com a Joice?

- Cara, você fala demais bêbado, fica na sua.

- Uui desculpa.

- Para, chega os dois. Vou deixar você na casa da sua mãe, e está de castigo garoto, talvez assim volta a ter juízo nessa cabeça.

- Ah pai!

- Chega Rui, fecha essa porta, vamos embora.

Eu iria deixar ele na casa da Katia, por eu ter trabalho no dia seguinte;

- Aqui, vai ligando para sua mãe até chegarmos lá. – Falo entregando o celular.

O Gustavo estava ruim, ele foi o resto do caminho calado e sua mão esquerda estava atrás do meu encosto do banco, ele estava fazendo cafuné no meu cabelo atrás, serio ele estava muito ruim.

0 visualização
Assine para ser o primeiro a receber os capítulos 

Siga a gente:

©2015 por Armário Erótico Todos Direitos Reservados. Criado orgulhosamente com Richardson Garcia