• @rgpatrickoficial

SENTENCIADOS - Episodio 17

Acordo por volta de nove da noite, com a Patrícia na porta da minha casa. E sim, ela me convenceu a ir nessa festa.

De calça jeans, e camiseta cinza bem discreta, cabelo todo bagunçado mesmo, que jovens tem isso né, rsrs.

Ela passou em um mercado, compramos bebidas e balas, e ela me fez comprar camisinha, e eu puto com ela no caixa.

Patrícia me entregava e eu empurrava;

- Para, não vou fazer nada hoje.

- Gustavo passa isso aí.

- É para você?

- Não.

- Então, se você não vai dar hoje eu também não, guarda isso.

- Senhor vai passar a camisinha? – A moça do caixa pergunta.

- NÃO.

- VAI.

- Passa. – Entrego com fogo nos olhos para ela. – Eu já fui algemado e preso hoje, não brinca comigo Patrícia.

- Sei que está louco no novinho. – Ela fala me empurrando para fora do mercado.

- Nossa, esquece, não vem jogar homem pra mim, ele é gato, mas estou bem, hoje quero só beber e chegar em casa errando o andar e a porta do apartamento, rsrs. – Digo entrando no carro dela.

- Você vai e vai gostar.... Depois ainda vai me agradecer.

- Patrícia eu desço desse carro aqui.

Gente quando chegamos, estávamos estacionando o carro a musica alta era possível ouvir de longe;

- Funk, já deu para mim. – Falo descendo do carro.

- Vamos logo... Nossa Gustavo, eu deveria ter lhe dado umas doses antes de sair de casa, você com fome é chato pra crl.

- Ah, ainda bem que sabe que eu estou com fome, e espero que tenha algo para comer.

- Vamos logo.

Seguimos pela calçada e tinha algumas pessoas entrando. O bairro não era nobre, mas também de classe média, carros populares de fora, era sinal que pelo menos carteira os meninos tinham;

- Não fala que sou policial em amiga, se perguntarem inventa alguma coisa.

- Tudo bem.

Pessoal o portão estava aberto, e já seguimos entrando, ela era tão folgada que foi na cozinha, depois saiu no jardim, e isso tinha aglomeramento de pessoas em vários lugares, sala, cozinha, jardim era onde tinha mais gente.

- Amiga estou me sentindo em uma creche. – Falo cutucando ela.

- Cala a boca Gustavo, somos jovens, curte aí.

- Sim, muito. Estou até sentindo o cheiro de leite.

- Cala a boca.... Olha comida. – Ela fala apontando para o lado.

- Eu fico aqui, pode procurar seu pau amigo.

- Olha como fala, vou procurar o Leandro.

- Tá.

Eu sim, fiquei comendo, tinha uns salgados, aqueles pequenos, quentinhos, mano eu fiz a festa, estava até om prato.

- Deixa para os outros Gustavo. – Fala a Patrícia atrás de mim.

- Acho que vou fazer uma marmita e levar. – Falo me virando.

Mano ela estava com os donos da festa, imaginam a minha cara nesse momento;

- Pode levar, tem mais lá dentro, fica à vontade. – Fala o tal Matheus. – A propósito, sou o Matheus.

- Prazer, Gustavo, eu estava brincando. – Falo limpando a mão para cumprimentar ele.

- Relaxa, fica à vontade.

- E ai cara, Leandro, prazer.

- Prazer Leandro, Patrícia fala muito de você. – Digo apertando sua mão.

- Hum, isso é bom, ou ruim.

- Haha, bom, pode ter certeza.

- Você também é policial? – Pergunta o Matheus.

- Oi? – Falo sem acreditar.

- Patrícia disse que são Investigadores da Policia Federal, aqui de do posto 9°. – Matheus diz.

- Nossa ela esqueceu de falar meu CPF e Registo para vocês né. – Digo fazendo todo mundo rir.

Nossa queria matar ela.

- Olha ficam à vontade, vou receber uns amigos. – Matheus fala saindo.

Nos sentamos e quando o Leandro saiu eu chutei ela;

- Que isso? Você acabou de comer.

- Sim, e ainda estou bravo com você, porque foi falar isso?

- Eles sabiam a décadas.

- Ai Patrícia.

- E você que me passa vergonha, comendo igual um morto de fome.

- Hello! Eu sou morto de fome, e olha não tem segurança nenhum na mesa, quer dizer que é liberado.

- O que achou do Matheus?

- Que Matheus? Com uma mesa daquela acha que eu estava olhando o menino.

- Quer que eu chame ele aqui de novo?

- Não ousa, já basta a minha vergonha.... Onde tem um banheiro em?

- Ao lado da cozinha.

Eu sigo ao banheiro, e da hora que chegamos, até então tinha mais pessoas na festa.

No corredor na fila do banheiro, eu vejo o tal Matheus conversar com uma roda de meninos.

Ele era básico, calça jeans preta, camiseta preta, um relógio e tênis marrom, se for gay, é o “Discreto”, rsrs. Cabelo bem cortado e bem cuidado, um sorriso de covinhas, com sobrancelhas fortes e uma boca maravilhosa, era forte também, corpo atlético, minha altura, até porque não sou o cara mais alto da turma, o defeito era as orelhas, pouco avantajadas, mas nada demais, questão de opinião, e claro a idade.

Ele aparentava ter uns 23, 24 anos por causa do corpo já feito, mas tinha 20.

Nesse momento de eu estar secando ele, Matheus me olha, ele estava bebendo algo e se afasta dos meninos vindo em minha direção, fiz a egípcia, claro;

- Esperando desocupar Gustavo? – Ele pergunta.

- Sim.

- Vem comigo, pode usar o meu. – Ele fala passando por mim, e seguindo no corredor.

- Ok.

Matheus tira a chave do bolso, destrancando a porta, entramos e ele liga a luz falando;

- Ali.

- Obrigado.

Eu mijei rápido, lavei minhas mãos, ao sair ele estava próximo a tomada, com celular carregando;

- Pronto?

- Sim, valeu.

- Sua amiga falou de você. – Ele diz. – A Patrícia.

- Falou?

- Que você me acha novo demais.

- Você é muito novo.

- Tenho vinte anos, pode achar que não tenho experiência, mas acho que são somente números.

- Eu concordo em ser somente números, mas continua sendo novo demais.... Calma aí, você é gay?

- Sim, porque?

- Só para garantir que estamos falando do mesmo assunto.

Ele se levanta deixando o celular;

- Não me deu os parabéns. E meu aniversário hoje.

- Menino desculpa, esqueci.

- Me esqueceu pelos salgados?

- Sim, e depois me passa o contato de quem fez.

- Passo se você me der um beijo.

- Que?

- Não custa nada.

É eu beijei o novinho, e a desgraça parece que tinha a boca virgem, puta merda, uma pele foda, ai que fogo, rsrs.

- Nossa. – Falo quando ele se afasta.

- Que foi?

- Preciso ver sua identidade.

Quando eu digo ele começa a rir, pensando que eu estava brincando;

- Vamos? – Matheus diz abrindo a porta.

Cheguei com a perna tremendo na mesa, um calor;

- Achou o banheiro amigo? – Patrícia pergunta.

- Banheiro? Ah, sim.

Ela abre um sorriso e fala;

- Estava com o Matheus né?

- Sim, você tinha razão.

- Que?

- Da camisinha, é claro. Rsrs.

Bem depois desse momento a festa foi “por agua abaixo”, eu bebi, pouco demais.

Depois de um tempo, eu estava com umas garotas, dançando funk, logo eu que estava falando mal. Joguei até truco, coisa que não fazia a séculos.

Lembro de estar com a Patrícia, conversando e bebendo, próximo a mesa de comida é claro, e vejo o Rui, filho do Renato na festa;

- Amiga, está vendo aquele garoto ali na piscina, o de bermuda preta. – Falo para ela.

- Sim, gente que delicia, amigo vai falar com ele, quer que eu vou para você?

- Garota está precisando dar logo, gente que fogo é esse?

- Você que falou.

- Meu Deus, estou te mostrando, ele é o Rui, filho do Renato.

- Mentira, lindo como o pai.

- Escuta, ele foi quem o Cleiton bateu aquela vez.

- Gente, eu me lembro... ele te conhece?

- Sim.

- Vai falar com ele?

- Não, ta louca, quero é distância.

Bem, fui com a Patricia comprar mais bebida com o Leandro e o Matheus.

Pessoal os dois desceram e eu fiquei com ele no banco de trás, foi só olharmos um para o outro e começamos a beijar.

Cara que calor, que garoto gostoso, ele enfiava a língua na minha boca e passava na orelha, mordia o pescoço, eu até estava perdido, em o que tinha que fazer, rsrs.

Claro né gente, que nós quando estamos nos amassos com o Boy, conferimos o pacote, e gente, o Matheus ia viajar com família, que barraca, quando apertei ele até gemeu baixo, fui tentando medir ele com a mão, mas queria estar fazendo isso com a boca.

Passo os dedos para dentro da sua calça, Patrícia e Leandro chegam, cortando o clima. Cara fui sem dar uma palavra até a casa deles.

Nós chegamos e ajudamos a levar as bebidas para dentro, a festa não tinha a mesma quantidade que pessoas de quando cheguei, era bem menos.

Foi o seguinte, depois que deixei as sacolas, o Leandro foi guardando no frízer, eu me afastei e vejo o Rui entrar em um quarto com uma garota. Quando me viro eu dei de cara com o Matheus;

- Nossa desculpa.

Eu falo pois derramo sua bebida toda;

- De boa.

- Nada, molhei sua camiseta.

- Quer me ajudar a trocar? – Ele fala com a cara mais safada.

- Não, sei se devo.

Ele sorri e segue para o quarto de novo, e claro que eu fui, e não me julguem, vocês fariam o mesmo se vissem o quão gostoso ele era.

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