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©2015 por Armário Erótico Todos Direitos Reservados. Criado orgulhosamente com Richardson Garcia

  • Richardson Garcia

Sempre o Melhor Amigo - Capitulo Final

- Pois é! Com um aperto de mão puxou meu corpo e me abraçou, neste momento senti seu perfume, era o 212 masculino, inconfundível minhas pernas tremeram com aquele abraço. Ele chegou próximo ao meu ouvido e resmungou; - Cigarro? - As coisas mudam quando se sai por 1 ano. Ele me encarou e foi a cozinha comprimento Allan que não fez muita questão, entrei na cozinha e Amanda logo buscou Caio para as fotos. Allan pegou um copo e começou a beber, - Pra que isso agora? Perguntei com a cara fechada pra ele! - Porque, Caio chegou e eu perdi você! - Eu não vou te responder pra manter a amizade... - Gatinho está feliz com a chegada de Caio Né, chega aê. Disse Jean gritando de longe, ouvi alguns gritos e a galera do futebol me chamou, apaguei o cigarro e fui colocar papo em dia, em segundo a segundo, de minuto a minuto Caio me olhava dentre isso algumas horas, Marta se aproxima me abaixa e fala. - Vem comigo, é o Allan. Pensei que merda ele tinha feito, quando cheguei na cozinha Caio pegou de um lado ele estava caindo de bêbado, ajudei do outro lado e subimos as escadas ele nem conseguia acompanhar com os pés, Caio entrou no seu quarto com uma cara muito brava, pois estava todo diferente, Allan tinha trocado várias coisas. Caio tirou a calça de Allan a camisa e colocou ele debaixo do chuveiro frio, as meninas saíram auxiliei ele a retirar Allan secamos trocamos a roupa dele e dormiu, aproveitei a deixa e fui embora pra casa. Nossa chegando em casa um banho e não me saia da cabeça a imagem de Caio, o cheiro a voz, eu não queria pensar mais era natural minha mente insistia, depois do banho deitei ao lado de minha cama e fumeis uns 3 cigarros seguidos olhei no espelho na parede do meu quarto as cinzas no chão peguei todos os maços e joguei no sanitário e me desfiz de tudo aquilo, coloquei uma música no PC e deitei para ver se colocava as ideias no lugar. Na segunda-feira trabalho aula normal a semana decorreu normalmente sem contato com Allan nem Caio. No dia 22 de agosto eu viajaria com minha mãe e meu irmão para a casa de uns parentes em Uberlândia-MG era em uma fazenda a alguns km da cidade, foi ótimo pois esfriei minha mente, eu precisava de natureza, aquilo realmente me fazia bem, eu e meu irmão nos divertimos, andamos de cavalo, banho em rio, tiramos leite, aquelas coisas de fazenda mesmo, quando voltamos 3 dias depois em uma terça-feira eu não me senti bem, estava com febre, logo vomitei, quando olhei havia sangue junto, chamei minha mãe e fomos direto pro hospital perante a uma bateria de exames depois de 12 horas o diagnóstico “Dengue Hemorrágica”, minha mãe ficou desesperada, meu corpo doía todo dos pés a cabeça, sangrava as vezes pelo nariz, corpo cheio de manchas vermelhas como hematomas, muito sono, minha cabeça não estava bem como se estivesse dopado, muita sede a todo momento, as vezes dificuldade para respirar, lembro que meu irmão entrou no quarto eu não o via pois meus olhos fechados estava fraco e disse a ele o seguinte; - Ei sabe que eu te amo. - Luan, Sem essa irmão, eu também te amo cara. - Jean me promete qualquer coisa que acontecer comigo cuida da Mãe! - Não vai acontecer nada porra. Ele disse bravo mas a voz rouca de choro. - Só me promete! - Tá Prometo, mais alguma coisa! - Cuida do Caio, ele não tem ideia, sei que você também não, mas faz isso pra mim. É somente oque lembro eu sentia sua mão apertando a minha, eu estava tão fraco que acordava somente para medicação, eu estava apagado quando ouço o choro de minha mãe de longe se aproximando foi como uma injeção de adrenalina acordei como se tivesse novo outra vez com dificuldade abri o olho e vi ela abraçada com meu irmão nos pés da cama, minha mão direita suava estava quente senti um aperto olhei para o lado, Caio a segurava, ele estava apoiado no outro braço me olhando de baixo com os olhos cheios de água, cena que nunca vou esquecer, ele gritou; - Luan!? Minha mãe olhou rapidamente Jean limpou o rosto, ela se aproximou me beijando abraçando e chorava muito, meu irmão se aproximou falando; - Eu disse que ele daria muito trabalho ainda! - Já estavam comemorando né? Eu nem escrevi meu testamento ainda! Disse isso me apoiando nos braços e sentando respirei forte e Caio me abraçou. - Pelo amor de Deus cara, não faz mais isso! Ele limpou disfarçadamente as lágrimas e entra a enfermeira no quarto ela me olhou firmou o olhar pegou o prontuário ela virou para fora e puxou o médico que estava de plantão, quando ele entrou com a boca aberta veio rapidamente em minha direção; - Você ainda não pode sentar! - Desculpa é que... Ele nem deixou eu terminar de falar foi questionando tudo, medindo pressão e mais exames. Bem em 3 dias eu já estava em casa, todos me tratavam como um bebê eu odiava aquilo, - Posso te pergunta uma coisa? Perguntei pro Jean que estava jogando vídeo game comigo! - Manda! - O Caio estava lá a muito tempo, aquele dia? - kkkkkkk’ o Caio chegou lá 2 horas depois de você, quando minha mãe ligou eu estava falando com ele no telefone, dai contei quando cheguei no hospital ele estava lá, você ficou internado 11 noites ele esteve lá, e ele ouviu você dizendo pra eu cuidar dele! - Hã, ele estava no quarto? -Sim, pois é a todo momento, Brother ele não? - É, foi a única coisa que consegui dizer, pensei em ligar e agradecer mais minha mãe chegou e levou meu irmão pra casa dele! E Allan chega quando eles saíram ele veio me beijando pedindo desculpas; - Desculpa, eu te visitei somente algumas vezes, não havia como ficar lá por causa do trabalho. - Entendo, mas e ai como está? - Bem, mas como está agora? - Ótimo graças a Deus. Disse isso beijando ele de leve e com cuidado ele tirou a camisa e perguntou; - Acha que dá conta de sexo nessa condição? - Fiquei foi é com mais tesão. Rimos muitos e demos uma rapidinha só para tirar o atraso, quando terminei coloquei a camisa e o short ele pegou no sono em minha cama, fui a cozinha e ouço baterem no portão! Sai sem o chinelo mesmo quando abri era Caio com uma cara muito estranha, - Luan, preciso te dizer algo! - Eu também. - Oque? Ele disse com uma voz estranha. - Valeu por ter ficado comigo lá dando uma força pra minha mãe e a mim, nunca vou conseguir agradecer! - Sabe sim, ficando comigo! - Caio que historia é essa. - EU TE AMO LUAN, é difícil pra entender? Eu não respondi, foi como um momento de “quase morte” vi minha vida com Caio passar diante dos meus olhos, ele se aproximou e me beijou me pressionando contra a parede! Pessoal foi um beijo que impossível eu escrever aqui, pense em seu beijo o melhor da sua vida pois é foi semelhante. Ele me soltou respirando com um sorriso por dentro e ouvimos palmas vindo da porta da cozinha, Allan sai batendo palmas e uma lagrima escorrendo em seu rosto com uma expressão de ódio!

Caio olhou pra mim com muita raiva e disse;

- Como eu não tinha percebido!

- Caio espera! Ele virou as costas e saio loco na moto, como se eu não tinha visto essa cena antes que suou como um Dejavu. Allan entrou pegou suas coisas e saio passando por mim e esbarando em meu ombro.

- Não me procure mais.

Fiquei calado me sentindo um lixo, pois o que havia acabado de acontecer realmente era minha culpa, eu iludi um cara estando apaixonado por outro.

-- Caio –

“Eu disse que o amava, o que mais Luan quer de mim? Quando vi que Allan saia de dentro de sua casa foi como uma facada meu mundo caio, não sei bem o que pensar, não sei bem o que fazer agora, voltei de Londres porque não consegui esquecê-lo e agora ele está namorando o Allan”.

Peguei a moto e sai furioso com Luan, fui para casa decidi me comportar como adulto e não fugir de minhas obrigações, apesar de tudo tinha que “recomeçar”, comi algo cheguei pouco tarde e ouço Allan entrando e subindo as escadas, olhei e pensei “Caralho tenho que entrar no meu quarto com esse cara lá dentro”, quando cheguei na porta do meu quarto ele estava com um cigarro;

- Que isso cara, aqui não pode ir apagando essa porra. Falei bravo pois odeio cheiro de cigarro ainda mais dentro do meu quarto.

- Foi mal, é que estou pouco nervoso, fumar me acalma.

- Não aqui dentro. Entrei no banheiro tomei um banho escovei os dentes quando sai ele estava chorando com os joelhos encolhidos próximo ao rosto.

- Ei o que foi? Me abaixei com a mão em seu ombro preocupado!

- Ele te ama sabia! Não admite porque é muito orgulhoso mas ele te ama, eu tentei, fiz o que podia e o que estava ao meu alcance, mas perdi e tenho que me conformar, não sabia que você era louco dessa forma pelo Luan, não sabia que o que você sentia por ele era verdadeiro, tenho inveja sabia queria isso pra mim, ter alguém que faria tudo contra todos e contra o mundo por mim. Caio você tem sorte por ter o Luan para você, não desista assim ok? (Pessoal peço que leiam este paragrafo novamente e sintam o que eu sinto ao escrever!).

- É Verdade, Valeu pelo toque. Foi o que consegui falar, me deitei ele apagou a luz fiquei pensando em cada palavra que saio de sua boca devagar e pausadamente, mesmo que Allan estivesse certo em tudo que disse não poderia correr atrás de Luan novamente, já havia feito isso antes e decidi esperar um pouco, para fazê-lo pensar melhor, ainda tinha minhas dúvidas.

-- Luan –

No outro dia no trabalho chamei Allan e pedi desculpas de certa forma ele foi extremamente educado e disse que entendia.

- Eu entendo!

- Oi?

- É isso mesmo, entendo que você e Caio ainda tem algo, só não quero atrapalhar!

- Allan você entendeu o que eu falei? Está bem?

- Estou somente me conformei!

Ele se virou e me deixou falando sozinho, não entendi nada de nossa conversa, bem agora era Caio precisava falar com ele e pedir desculpas, seria mais difícil do que eu pensava. Na faculdade no ultimo horário fui a sala de Caio mas ele não estava então fui até Allan.

- Viu o Caio?

- Não veio na faculdade hoje não!

- A meu Deus, será que fugiu de novo?

- Ele disse que precisava ir na Chácara!

- O que iria fazer lá?

- Somente disse que iria esfriar a cabeça.

- Valeu. Sai correndo entrei no carro e fui pra Chácara, na porteira estava Sr. Sérgio saindo;

- Boa Noite Luan.

- Boa Noite Sérgio, vai sair?

- Sim, vamos a cidade voltamos amanhã, posso trancar?

- Pode sim! Entrei e chegando próximo a casa sede desliguei o carro e liguei para Caio;

- Oi!

- E ai. Ele respondeu meio meigo como sempre.

- Está onde? Eu perguntei entrando na área ele estava sentado com os pés na piscina.

- Na Chácara.

- E Está tudo bem?

- Mais ou menos.

- E ESSE MAIS OU MENOS TEM ALGO A VER COMIGO? Perguntei isso sentando do seu lado, ele se assustou sem querer demos algumas risadas e a tensão voltou no ar.

- Não queria admitir mais sim, tem a ver com você.

- Eu vim aqui, para me desculpar! Sei que fui um idiota em relação a você.

- Em relação a nós e sim você foi um idiota!

- kkkkkk’ Viado não era pra concordar! Rimos e já consegui deixa-lo mais calmo.

- Sabe que eu gosto muito de você né Luan?

- Sei Caio e como eu sei!

- Mesmo você não demostrando eu sinto que sente o mesmo e por você nunca ter falado me deixa louco sabia, eu duvido desse sentimento as vezes quando vacilamos.

- Por mais difícil que isso seja para mim dizer... EU TE AMO CAIO BARRETO ACALLEGARO!

- Repete por favor até o Eu Te Amo.

- kkkkkkk’ Eu te Amo.

- Hum, mais uma vez!

- Tabem não abusa. Nos beijamos lentamente;

- Eu posso me acostumar com isso sabia. Ele disse entre um sorriso e o beijo. Ri alto e puxei ele para dentro da piscina caímos de roupa e tudo, ele ficou assustado eu ria alto com a cara dele.

- Caralho!!!

- Era somente uma desculpa pra você precisar tirar a roupa!

- Viado era só falar, eu já estava tirando, uma piscada eu estava pelado pra você.

Rimos muito e começamos a tirar a roupa, não tinha ninguém na chácara o céu estava estrelado e as luzes da casa refletiam na piscina dando um ar de sedução ao local. Estávamos pelados na piscina se beijando, Caio estava com um fogo agua estava morna pelo aquecedor e ele já suava, os beijos quentes com pegadas fortes, ele levava minha mão até seu cassete para sentir que estava como uma pedra, como estava na água eu subi uma perna envolvendo seu corpo roçando seu cassete em meu cuzinho o deixando louco. - Nossa que saudade desse beijo! Ele repetia várias vezes, eu somente puxava seu corpo quente em encontro ao meu, subi um pouco mais minha perna com a mão por trás de seu cabelo puxando para ele sentir pouco de tesão enquanto colocava seu cassete próximo ao minha entrada, ele segurou minha coxa e com a outra mão na base de seu cassete se aproximou mordendo meus lábios, forçou e como havia um tempo que não transava senti muita dor ele me penetrou pouco dessa posição e me virou de costas a ele, segurou uma das minhas pernas e forçou novamente como eu estava mais confortável me empinei para sentir melhor ele que fazia movimentos leves devagar que dava para sentir todo seu cassete em mim eu me punhetava devagar foi alguns minutos assim até eu gozar não me aguentei de tanto tesão, ele riu e mordendo minhas costas começou a bombar de forma que me deixava louco Ele repetia várias vezes, eu somente puxava seu corpo quente em encontro ao meu, subi um pouco mais minha perna com a mão por trás de seu cabelo puxando para ele sentir pouco de tesão enquanto colocava seu cassete próximo ao minha entrada, ele segurou minha coxa e com a outra mão na base de seu cassete se aproximou mordendo meus lábios, forçou e como havia um tempo que não transava senti muita dor ele me penetrou pouco dessa posição e me virou de costas a ele, segurou uma das minhas pernas e forçou novamente como eu estava mais confortável me empinei para sentir melhor ele que fazia movimentos leves devagar que dava para sentir todo seu cassete em mim eu me punhetava devagar foi alguns minutos assim até eu gozar não me aguentei de tanto tesão, ele riu e mordendo minhas costas começou a bombar de forma que me deixava louco logo sinto seus jatos por dentro, me virei ele estava ofegante e ficamos algum tempo nos beijando, subimos tomamos um banho e fomos para a cidade. Se passou algumas semanas então recebo uma ligação de Caio; - Ei o que vamos fazer esse feriado? - Eu vou dormir, e você? Falei ironizando sua pergunta! - Hahaha’ engraçadinho, arruma suas malas que vamos a Angra dos Reis, o voo sai daqui 4 horas! - Está de brincadeira comigo né? - Olha se não quiser ir tudo bem, posso arrumar outra pessoa! Vai se arruma logo e passa aqui dentre 40 minutos, é uma ordem. - Olha não vou te falar nada em rapaz, avisar minha mãe e to indo. Arrumei meio desconfiado minhas coisas e despedi de minha mãe, peguei o carro e fui pra casa dele que já me esperava do lado de fora! - Carona? Disse isso auxiliando ele com as malas, em direção ao aeroporto conversamos sobre Allan. - Angra dos Reis Caio? Porque isso de última hora? Perguntei meio curioso. - Eu sempre quis conhecer, e não queria ir sozinho, e também sumir um pouco dessa realidade desde que começamos a ficar minha vida recebeu uma avalanche de coisas boas, também ruins. - Concordo plenamente! - E aproveitar agora que Allan desencanou de você! - Eita ciúmes, mas como assim? Ele arrumou alguém? - Um cara da faculdade dele, acho que era apaixonado por você, somente físico mesmo. - Por mais que seja estranho falar isso com você, concordo, a parada entre eu e você é mais complexa. disse isso pegando sua mão e beijando! - Agora vamos nos preocupar com o futuro Luan Borges, com o futuro! Ele desceu do carro. - Olha quem vê você falando assim todo seguro, não reconhece seu passado! Eu sai e enchendo ele. Em mais ou menos 1 hora embarcamos para o Aeroporto Internacional de Campinas em São Paulo, onde teríamos uma escala até o Rio de Janeiro. Em um momento no voo olhei Caio e disse; - Eu Te Amo. Disse inclinando a cabeça e segurando sua mão por cima do acento! - Por que você me ama? - Eu te amo porque você poderia amar qualquer outra pessoa, mas mesmo assim você me ama... Ele abaixou a cabeça e sorriu, ficou todo vermelho, abriu um sorriso com algumas risadas disse todo lerdo. - Ta você conseguiu me deixar sem graça. Dei um beijo em sua bochecha toda vermelha, ele passou a mão arrumando o cabelo apertando minha mão.

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