• @rgpatrickoficial

Preso em Você - Capitulo 14

⚠️⚠️CAPITULO COM CENAS DE SEXO EXPLICITO⚠️⚠️

João Paulo – JP

Domingo, dia 30 de Junho de 2019, 02:59h

Deixei a luz ligada mesmo, não sei até onde iria, mas queria ver e apreciar tudo.

Voltei deitando sobre o Lucas, aquelas sarradas fortes que eu pressionava em seu quadril, tirava gemidos tantos meus quanto dele.

Virei seu corpo, deixando ele ficar por cima, assim acesso livre para minhas mãos descerem até sua bunda.

Beijando sua boca, segurando seu corpo com uma e a outra entra, direto na divisão de suas nadegas, foi como ir no seu e voltar, todo liso, macio e eu viajando aquela bunda, que só via rebolando de longe.

Tive que tirar sua bermuda, puxei ela, e com a sua ajuda eu puxei deixando ele pelado sobre mim.

Quase penetrei nele ali só com os dedos, pois ao massagear ele gemia de uma forma tão gostosa.

Mas claro que poderia melhorar, e muito.

Ele que estava beijando meu pescoço, e mordendo meu peito vai descendo, suas mãos passando pelo meu corpo acompanhando sua boca.

Puxei os travesseiros, me deixando meio que sentado, meio que deitado, só para ter uma melhor visão de Lucas.

O cara chegou em minha bermuda que estava apertadíssima pois eu estava excitado e do jeito que estava sentado, meio que desenhou no meu corpo.

Lucas mordeu, mas tipo de uma forma gostosa em cima do tecido, eu viajando sem ele colocar a boca.

Ele puxa o tecido, e eu tiro a cueca e a bermuda, ficando de pernas mais abertas e meu pau caído de lado.

Ele de quatro literalmente caiu de boca em mim. Veio com a língua, e mordendo minha virilha, que só isso eu estava gemendo, sua língua na base do meu pau, era melhor que muitos sexos.

Ele é delicado, em seus trejeitos, mas na cama, tem uma intensidade que me deixava preso a ele.

Sua mão pequena segurando meu pau e sua boca molhada, quente, macia, me engolindo por inteiro, com pouco de dificuldade, e aquele sobe e desce, com o toque da sua língua que me deixava vendo estrelas.

Até então que queria ver tudo, mas quando ele começou a me chupar, só conseguia olhar para o teto, pois já estava me segurando para não gozar.

Seus labios, percorriam todo meu membro, minha mão foi de automático em seu cabelo, acompanhando aquele movimento alucinante. E então ele fez para mim o inimaginável.

Lucas engole todo o meu pau, deixando ele todo molhado, cheguei a gemer alto nesse momento, que era aquilo.

Suas mãos atrás de minhas coxas, segurando meu quadril, que era comandado por sua boca, eu segurando seu cabelo, e fazendo os movimentos com meu quadril, forçando para ele engolir novamente, e de novo, e de novo.

Ele fazia pausas, as vezes tossia, e as vezes soltava uns suspiros, e eu praticamente segurando a vida ali, rsrs.

Ele então para, e fica batendo uma para mim, vem me beijando, me fazendo sentir o meu próprio gosto, por sua língua.

Nesse momento eu beijava ele com gosto. Lucas se posicionou, veio e apoiado nos pés, com meu pau bem molhado, foi sentando nele.

Fazendo uns movimentos de leve, de um lado para o outro, quando senti que entrou a cabecinha, ele gemeu, parei de beija-lo olhando sua carinha de tesão.

Com as mãos em sua bunda, acompanhei ele sentando com dificuldade. Todo apertadinho, eu sentia cada centímetro de seu corpo, que perto de sua boca, pegava fogo.

Ver meu pau entrando todo ali, duro igual a pedra, ele gemendo e com as mãos em meu peito.

Quando entrou tudo, ele meio que respirou e se ajeitou, ficando mais confortável. Levei e mão em seu rosto, trazendo para mais próximo e beijei sua boca. Ele movimentou um pouco e gemeu forte nesse momento;

- No seu tempo, relaxa. – Falo com minha boca na dele.

Ele então começa a subir e descer, sua boca vai descendo em meu queixo, e pescoço e eu até de olhos fechados com a cabeça para cima, que delícia.

Levei a mão na curva de sua cintura, forçando ele mais forte para baixo, colocando o máximo possível, e tirando de Lucas, uns sorrisos, umas caras e bocas.

Ao se acostumar comigo, ele se levanta, pensei, "vamos mudar de posição né", o cara fica de quatro na cama.

"Agora eu gozo". Pensei só ao olhar.

Apoiado nos joelhos, e ele se levanta me beijando, eu fiquei atrás de Lucas, que ele próprio foi posicionando meu pau, segurei sua bunda apertando em cima enquanto ia penetrando ele.

Essa posição era para derrubar qualquer "soldado". Pois ao entrar todo, ele deitou, ficando bem empinado para mim.

Sem controle, segurei sua cintura encaixei com vontade, batendo seu corpo no meu entre estocadas.

Ele gritava em gemidos, isso só me fez levar a mão em seu cabelo, segurando e soltando uns tapas em sua bunda. Meio que forçava seu corpo contra o meu, o que era aquilo.

Parei por um tempo, pois quase gozei, fiquei olhando, ele respirou e ficou se movimentando aos poucos. Sinceramente, eu estava viajando com aquele cara na cama.

Afastei, e ele deitou, estava soado, assim como havia gotículas de suor em meu rosto e cabelo.

- Se cansou? – Lucas sorri.

- Segurando para não gozar. – Digo com a respiração pausando as palavras.

- Assim? – Ele mostra, já ter gozado.

Deitei sobre ele, beijando em sua boca, e se terminássemos ali, eu já estava mais que satisfeito, mas não, beijos quentes, mordidas, chupadas de língua, e ele subindo suas pernas.

Ficando de frango assado, Lucas volta a colocar meu pau penetrando nele.

Nossa que encaixe gostoso, passei a mão debaixo de seu pescoço, segurando ele, para não sair, outra mão por baixo em sua bunda, e comecei aquele movimento de vai e vem, com ele gemendo em meu ouvido.

Aquele calor, sua pele estava como fogo na minha, e nessa posição eu estava enfiando o mais fundo que conseguia, fazendo ele segurar em minha bunda forçando e acompanhando o movimento.

Levanto, sem parar de foder ele, seguro uma das pernas, e ele segura a outra mão, chupando meu polegar.

Gozei!

Como na primeira vez, pensei que iria explodir de tesão, sabe quando se está em êxtase, por segundos você não responde pelo seu corpo, o tesão na forma mais pura eu senti dos pés aos fios de cabelo.

Eu cai nessa cama, como se tivesse corrido uma maratona. E ele do lado, cansado igual.

- Vou tomar um banho. – Lucas se levanta.

Aquela linda bunda vai para o banheiro. Fiquei olhando e imaginando na loucura que havia feito, a mais gotosa e intensa de todas sem dúvida alguma.

Ele saiu do banheiro e eu passei uma agua no corpo, quando eu sai, coloquei uma calça jeans e uma das camisetas que estava usando e pergunto;

- Vai voltar para a galera? – Me refiro a festa.

- Não, estou de boa. – Ele sorri.

Eu voltei para os meninos, peguei uma cerveja, mas sem abrir a garrafa, vou até o Roger que estava no narguilé, poucas garotas bebendo, uns meninos jogando bola, olhei e não vejo o Vitor e nem Natalia.

Fui até a churrasqueira, onde havia um balcão e me encostei olhando o nada, o som ainda alto, aquelas pessoas aleatórias dançando.

Olhei a garrafa na minha mão e penso, "Que merda eu to fazendo". Deixei a cerveja no balcão e voltei para o quarto.

Quando entrei, estava com pouca luminosidade, por causa do som alto ele nem ouviu eu abrir a porta.

Lucas estava deitado de bruços, abraçado com o travesseiro, e com o cobertor envolvido em uma das pernas, uma cueca cinza de algodão, que deixava sua bunda muito gostosa.

Tirei minha camiseta, calça, e deitei com ele, puxei o cobertor cobrindo seu corpo, e o puxei ficando de conchinha, o que eu queria naquele momento era sentir o seu cheiro, fiquei com o rosto "posto" em seu pescoço em meio seu cabelo, sentindo sua pele, lisa, macia e quente.

Não sei como acordei no dia seguinte ainda pela manhã, acho que foi o cheiro de café da minha mãe.

Olhei para os lados e Lucas já havia saído, eu levantei e me vesti, uma bermuda, regata preto o básico. Ao abrir a janela, aquele raio de sol que parece ter dividido a alma, de tão forte.

Ao abrir a porta do quarto já havia identificado que meu pai havia chegado, pois tocava no JBL "Telefone Mudo – Trio Parada Dura", isso por volta de onze da manhã.

A mesa estava cheia, Vitor, Natalia, Lucas, minha mãe junto ao meu pai, e o Giovani.

- Bom dia. – Digo meio sonolento.

Todos respondem, e eu olho direito questionando;

- Ué, você aqui? – Vou na direção do pequeno.

- Eu fugi. – Ele diz com aquele sorrisão.

Por um momento levei a sério, mas então sentei do seu lado, a mesa posta para o café da manhã, todo mundo conversando, e eu questiono Lucas;

- Isa trouxe ele?

- Sim, ele ficou no pé da Margarida.

- Aí é assim que se faz. – Toco em sua mão.

- Querido café? – Minha mãe empurra a garrafa.

- Sim, por favor.

Vitor estava me olhando, do tipo, eu sei o que você fez na noite passada, olhos cerrados, desconfiados, e eu quietinho na minha.

- Vamos assar carne, e Antônia faz só um arroz, não precisa de exagerar com comida não. – Meu pai fala com a Natalia.

- Eu ajudo ela.... Esses meninos também, fazemos um almoço completo ué. – Ela diz.

Tomando meu café ouvindo eles;

- Mãe, aproveita, a piscina aí, bebe, descansa, fica tranquila. – Falo com ela.

- Eu fico bem na cozinha, me deixa.

Nas conversas, eu ao lado do Giovani, e troquei uns dois olhares com Lucas, um deles visto pelo Vitor, até então OK.

- Ou "Seu Paulinho" já chega... Vamos colocar um funk aí. – Roger enche meu pai.

- Tu ouviu aquela batida na cabeça a noite toda, agora é minha vez.

Depois de comer, todos seguiram ajudando um pouco em algum lugar, arrumando os quartos, a área, ao redor da piscina, onde tinha lixo essas coisas, e minha mãe e Lucas lavaram praticamente tudo, para podermos só descansar a tarde.

- Mano, acabou o refrigerante e tem que comprar mais cerveja, vamos comigo. – Vitor chega em mim.

- Vamos sim... Pai, Mãe, vou na cidade comprar bebidas, vão querer algo? – Aproximo da cozinha, onde meu pai acendia a churrasqueira. Ela era aberta, onde disse ter um fogão a lenha.

- Não.

- Traz cebola João. – Minha mãe diz.

- Meninos, compram limão, leite condensado e creme de leite, vou fazer um mousse para gente. – Natalia, diz entregando dinheiro.

- Não precisa, relaxa. – Recuso.

Chamei o Giovani, mas não quis ir. Entramos no carro do Vitor e saímos, somente eu e ele;

- Não sabia mano, que o Giovani gostava tanto de você.

- Vitor, na boa? – Olho para ele. – Eu nunca pensei que tudo isso me traria ele, amo aquele garoto como se fosse meu irmão. Amo ele como amo você. – Soquei seu braço.

Ele rindo, disse;

- Peguei a Natalia, João Paulo. – Ele fala meio que esperando uma bronca.

- Vitor, sabe que ela era proibida né mano? Acordo entre eu, você e Roger.

Ele fica cabisbaixo, e tem a destreza de dizer;

- Eu pisei na bola, errei mano. Mas... João, eu vi que foi para o quarto com o Lucas. – Ele diz me olhando.

Eu fico por um segundo sem resposta, mas Vitor já se retrata;

- Não é criticando, meio que te entendo, tu ficou com a mina a Vanessa, e não curtiu, posso estar errado, mas pensou o que? – Ele gesticulava. – Queria tirar a prova, se estava louco ou era isso mesmo?

- Acho que fiquei confuso com o que disse, mas vamos lá. Depois da boate não pensava em outra coisa, mesmo falando com ele sobre. Eu precisava ter certeza que era aquilo que eu senti mano.

- E foi?

Nesse momento eu solto um puta sorriso, que não se desfaz de forma alguma, sorrisão de dentes a mostra. Vitor sorri junto, já entendendo;

- Que isso, foi bom assim?

Levanto o braço mostrando;

- Eu arrepio de lembrar.

- Está zoando comigo mano, não to acreditando no que estou ouvindo.

- Eu sinceramente não sei que faço da vida a partir de agora, mas ontem foi a melhor noite da minha vida Vitor, não se compara a nada.

- Você está apaixonado JP?

- Não, to dizendo do sexo porra.

- Ah, sei. – Ele olha de baixo para cima.

- E Natalia? Gostosa ela é para caralho...

Ele faz exatamente como eu dizendo;

- Arrepio só de lembrar, rsrs.

E caímos na risada, os dois, iguais idiotas.

23 visualizações0 comentário
Assine para ser o primeiro a receber os capítulos 

Siga a gente:

©2015 por Armário Erótico Todos Direitos Reservados. Criado orgulhosamente com Richardson Garcia