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Preso em Você - Capitulo 13

⚠️⚠️CAPITULO COM CENAS DE SEXO EXPLICITO⚠️⚠️

Lucas Marques

Sexta-feira, dia 28 de Junho de 2019, 09:36h

Deixei minha moto no abrigo, para ir ao FORUM de carona com o João Paulo.

Sair com o papel assinado pelo juiz, daquele lugar, é tão libertador, descendo as escadas, comento com ele, que estava radiante de alegria assim como eu;

- Nunca mais bebo com você, só fazemos merda. – Falo rindo.

Ele abre o carro, concordando;

- Pelo amor de Deus, amanhã você não bebe, deixa para mim, é meu dia. – Ele liga o carro.

- Tranquilo. – Puxo o cinto, e JP, o fecha para mim.

Ele leva a mão na chave, e no volante, mas não tem nenhuma ação, JP, para por alguns segundos e me olha;

- Isso aqui fecha um ciclo, e acaba com algumas coisas. – Ele mostra sua folha. – E eu não quero avançar, sem deixar uma coisa clara com você.

- Que foi? – Estranho sua seriedade.

- Na boate, naquela noite, em... em que te beijei. – Ele fala meio que incomodado.

- Não precisa João. – Gesticulo para ele.

- Eu quero! Me desculpa, eu não entendi, e fiz por impulso, queria me livrar daquela mala, sem noção.

- Tudo bem, sem problemas.

Ele passa a mão naqueles fios de cabelo que ficam no seu rosto e diz;

- Naquela noite, eu não sai com ninguém também.... Fui para casa.

Fiquei sem palavras com suas estranhas satisfações, ele claramente percebe e diz;

- Só queria deixar isso claro.

Não digo nada, somente abro um sorriso para ele. O que mexeu e muito comigo.

Já entrei no assunto do aniversário dele, para interromper aquele momento constrangedor.

Sábado, dia 29 de Junho de 2019, 21:06h

A festa de aniversário de João Paulo já tinha no convite, o estilo de música, e como era o local. Funk e piscina, não dá para ir de jeans.

Mas o que eu fiz, como visitei lá na quinta-feira, para ajudar com algumas coisas, vi que tinha quatro quartos, e ele liberou para o pessoal mais próximo para guardar suas coisas. Levei em minha mochila tudo que iria precisar.

Hoje é um dia que eu acordei bem, que nada estava dando errado, e eu sorrindo para os cães da rua, rsrs. O porquê?

Consegui um trabalho de personal em uma das academias da cidade, menos horas, melhor salario, nada melhor que isso, e usaria o niver do JP para comemorar.

Isabela e seu namorado iriam acompanhar os alunos, 14 no total, foram liberados para a festa, metade de meninos e a outra de meninas.

Natalia foi comigo de moto, ela iria terminar de se arrumar lá na chácara.

A ideia de João Paulo autorizar as bebidas somente quando as crianças tenham sido liberadas, fez com que vários convidados, chegassem mais tarde.

E no caso das meninas, terminarem de arrumar na festa.

Era até perto demais da cidade, local fechado e sem vizinhos algum, o que não iria atrapalhar em nada o som alto, que estava sendo tocado por um dos amigos de Vitor.

E por falar nele, seu presente foi o aluguel da residência para o fim de semana. A casa era gigante, quatro quartos, sala bem espaçosa, e cozinha com fogão a lenha, três banheiros, e uma área, cobrindo em forma de "L", o que era ao redor de toda a piscina.

À noite, iluminada com luzes verdes e azuis, e coberta por balões, depois os meninos contaram que foram mais de 500, rsrs.

Quando cheguei com a Natalia, JP, estava se arrumando, sua mãe e pai, também estavam na casa;

- Oi, que bom que chegaram. – Ele cumprimenta a gente.

- Vitor chegou amigo? – Natalia, deixa o capacete.

- Está vindo, vão terminar de arrumar aqui? – Ele pergunta, penteando o cabelo.

- Sim. – Respondo.

- Vem, comigo. – JP, leva a gente no corredor dos quartos, pega uma chave no bolso e abre. – Vou ficar aqui, podem se arrumar, pois o espelho é maior, depois guardem suas coisas nesse aqui do lado, ninguém vai mexer ok. – Ele mostra a porta. – E um de vocês ficam com a chave. Vou ajudar minha mãe, ela está fazendo umas coisas para os meninos.

- Certo, vamos terminar aqui e ajudamos. – Ela diz.

- Vai só secar o cabelo e se trocar? – Pergunto fechando a porta.

- Sim, e você?

- Só o cabelo.

Terminamos de arrumar, e fui ajudar Antônia, a mãe do JP, na cozinha. Ela fez umas uvas com chocolate, pipoca doce, e cachorros quentes para os meninos. Ah gente, achei a coisa mais fofa. Ela estava preocupada com o que eles iriam comer.

Ao lado de fora, João Paulo, seu pai, Natalia e Vitor arrumavam as coisas, para quando os meninos chegassem.

Eu já pensava o que essa quantidade de crianças faria até a meia noite, mas como JP disse, eles não saem muito, e quando saem, é coisa rápida, ele preparou brincadeiras para ocupar eles.

O ônibus chegou, eu fui ajudar a receber eles, que foram cumprimentando todo mundo. Em seguida o carro que seria responsável pelo som, JP até deixou sua JBL caso acontecesse algo, e ela conseguiria tranquilamente dominar a festa.

Ele falou com os meninos, para tomarem cuidado com a piscina, Isabela apresentou seu marido a todos. O rapaz começou com a música, e eu ajudei a Antônia com as comidas, os meninos estavam conhecendo o lugar, Vitor jogando bola com uns no gramado, e JP mostrando tudo para eles.

Pessoas chegando para a festa, e fizemos o seguinte, quem trouxe bebida, deixavam elas nos carros, não traziam para dentro.

Era para ser organizado sabe, logo depois, tinha duas mesas de truco, o Paulinho, pai do JP no meio de uma delas, o Giovani jogando com o Vitor, e meninos torcendo ao redor.

Eu e Isabela brincando de dança da cadeira com outra parte da turma. O que resultou em eu sujar minha roupa, por cair literalmente fora da área.

Gente, a festa nem havia começado e eu estava soando igual um porco. Coloquei a calça enquanto os meninos estivessem conosco, mas tirei em seguida, não tinha como ficar vestido assim.

E então o momento mais fofo que presenciei na vida. O Giovani chegou na Isabela, e todo ansioso disse;

- Tia está na hora do bolo. – Ele fala com ela.

- Tudo bem, vamos lá. Lucas, quando eu aparecer, pede para o cara do som, pausar, tudo bem? – Ela diz pegando seu calçado.

- Sim.

Fiquei no carro, e então o Giovani aparece do ônibus, seguido pela Isabela, ele trazia um bolo de aniversário, até grande para suas mãos.

Parei com a música, todos olharam, se levantando e cantando parabéns para o João Paulo.

Ele não se levantou de imediato, mas veio ao meio de frente com o pequeno.

DETALHE: Giovani estava com glace no canto da boca, como se tivesse mandado o dedo no bolo, ele não viu, mas todo mundo estava rindo dele.

JP se abaixou na frente dele que estava com um sorrisão no rosto;

- FAZ UM PEDIDO. – Giovani grita ao fim das palmas.

JP fechou os olhos, com um sorriso gostoso na boca, e abre assoprando as velas.

Dona Antônia pegou o bolo, para cortar aos meninos, e Ele abraçou o Giovani, pegando ele no colo;

- Nós que fizemos o bolo, com a tia Isa. – Ele contava vantagem.

Os meninos que amam o João Paulo, foram todos abraçar, desejar feliz aniversário.

As crianças não têm dinheiro para presente, mas todos deram uma cartinha para ele, que já estava quase chorando.

O primeiro pedaço a Antônia trouxe e entregou ao filho;

- Vai ser para quem hein? – Ela entrega.

Ele pega o pedaço, e se abaixa;

- Sobe aí. – Fala ao Giovani.

João Paulo pegou ele no colo, e todo alegre foi com as pequenas mãos no bolo, mas ele desvia;

- Calma aí ué. – JP sorri.

João Paulo coloca o Giovani no colo de seu pai e entrega o pedaço;

- É para os dois.

Paulinho beija o rosto do filho, e Giovani já com a mão no glace. Ajudei a mãe dele a distribuir para os meninos e as pessoas que lá estavam.

Por volta de onze da noite, os meninos começaram a se despedir para ir embora.

Até despedir, e arrumar tudo, eles saíram quase à meia noite. Deu também um tempo para organizarmos a casa um pouco.

Até os pais do João foram embora, só iriam voltar no dia seguinte.

Eu e Natalia, tomamos um banho, serio, impossível continuar naquela situação.

Fiquei de camiseta azul, uma que possuo com umas estampas, e uma bermuda branca com listras azuis, para dançar e por causa do calor, tênis mesmo, básico, nada demais.

Quando eu saio, o Vitor estava servindo cerveja para algumas pessoas.

Peguei a bebida que trouxe, e fui cumprimentando a galera do Futebol, conhecidos que ali estavam. A Natalia se sentou com o Roger, fumando narguilé, eu fiquei um bom tempo com eles.

Depois da quarta cerveja eu estava de pé, ao lado dela, os dois dançando de frente para o Roger e um amigo deles que estavam fumando.

Vitor também chegou junto, ficamos essa turma dançando, como era à beira da piscina todos estavam olhando.

Gente o Vitor, estava um Pecado nessa noite, Roger e JP, derrubaram ele na piscina, que ficou só de bermuda jeans, ele também já estava bêbado, e aquele tecido grudado em seu corpo, desenhando toda a bunda e pernas, meu Deus!

Para completar, os meninos do futebol derrubam o JP, foi um efeito cascata, cai uma turma na piscina.

Eu sai, tirando minha camiseta, tênis e pronto, fiquei com a bermuda mesmo, o João Paulo, tirou sua camiseta e ficou com uma mini bermuda, que parece ter diminuído na agua, e deixando a mostra para o terror dos que gostavam, aparecer a faixa de sua cueca "Calvin Klein", deixando todos os pensamentos irem longe, e sem limites.

João Paulo, andava por todo o lugar, falando com todos, brincando, e conversando, e bebendo, bebendo muito, ele aproveitou.

A piscina cheia, uns brincando com a bola de futebol, ali mesmo tentando um vôlei.

Então a playlist de funk muda, para um forro, estilo o "Piseiro" que está em alta agora. Exemplo: "Barões da Pisadinha".

Vitor passou a mão na cintura da Natalia para dançarem.

Havia uma garota de minha altura dançando com a gente, bem ao meu lado, eu peguei em sua mão;

- Dança comigo? – Eu falo.

Ela somente sorri, e então, o João Paulo chega no meio de nós, tipo, quase derrubando a gente na piscina.

- Dá licença "FER", vou pegar seu boy um pouco. – Ele diz a ela. Me olha de um jeito diferente, sobe com os dedos o cabelo molhado. – Eu conduzo. – Ele sorri.

Peguei em sua cintura e aceitei a dança, e caramba, eu sabia que era corpo a corpo, mas ele estava exagerando um pouco, tipo as vezes colocava o rosto do meu lado, e sua mão, não ficava em minha cintura, ela descia as vezes.

A música trocou e ele puxou a Natalia, e o Vitor veio para o meu lado, aceitei dançar com ele.

Diferente de João Paulo ele se "portava" diferente.

Ele estava com a Natalia, olhando para mim, olhar baixo, sobrancelhas marcantes e fazia questão de encarar por mais tempo que o normal.

Ao fim dessa música, eu fui pegar outra bebida, e quando cheguei no Roger, para puxar pouco da nova essência do Narguilé, tinha um garoto lá que puxou assunto.

Acabei me sentando ao seu lado e ficando um bom tempo lá, até a Natalia ir pegar outra bebida e sentar ao meu lado;

- Aí eu to morta, mas se tocar mais um funk eu vou lá rebolar minha raba. – Ela arrumava o cabelo, prendendo alto por causa do calor.

Nesse momento tocava RAP. Ela pegou a mangueira para fumar, e o garoto foi no banheiro.

- Nossa eu to com um calor, menina do céu.

- Eu vi, você e o JP. – Ela bate em meu ombro.

- O que foi ele que veio, não fiz nada.

- Eu vi, não tinha percebido, mas amigo, não é querendo de iludir não, mas formam um casal da porra viu.

- Não é para iludir não? – Falo rindo.

Ela cai em uma crise de risos, e aproxima mais de mim falando;

- Lucas tem que cuidar de mim, eu to bêbada.

- É eu vi, sua louca.

- Amigo. – Ela segura em minha mão. – Vou te contar uma coisa.... Estava dançando lá com o Vitor e ele falou no meu ouvido que queria me beijar.

- O que? Serio? Mas não são amigos?

- Sim, e pior?

- O que?

- Eu quero. – Ela encosta a cabeça em meu ombro.

- Amiga tem certeza?

- Não. – Ela abaixa a cabeça.

- Natalia, depois não vai colocar a culpa no álcool em.

Ela olha a frente do sofá, e ele estava de conversa com o Roger e JP, que estavam ao lado do carro de som;

- Lucas eu vou ficar com ele, eu quero e é melhor se arrepender de algo que eu fiz, do que o que eu não fiz.

- Tudo bem, você quem sabe.

- Vamos, vem comigo.

Vou andando com ela na direção dos meninos, segurando a mão da Natalia que diz;

- Lucas, se tu quer, pega! Amigo, não pensa nas pessoas não, pensa em você. – Ela para no meio do caminho me olhando. – Porque todo mundo tem direito de ser feliz e você não?

- Bonito o que disse amiga, mas não basta só eu querer né. – Falo rindo.

- Olha aquilo. – Ela se vira para os três. – O jeito que ele está te olhando, se aquilo não é desejo eu não sei...

- JP? Não sei, mas o Vitor claramente está te secando.

- Tá olhando o que? – João grita com Natalia.

- Cala a boca. – Ela responde ele. - Vou te ensinar amigo.

Ela sai na frente, andando e se equilibrando, o JP esconde atrás de Roger, pois achou que ela iria para cima dele, mas a Natalia, chega em Vitor.

Sem conversa, sem nada! Ela chega beijando ele, que corresponde rapidamente.

Eu de longe gritei, imagina os meninos ao redor dos dois. Fizeram uma bagunça, e o Vitor representou, pois deu uma pegada em Natalia, que a menina deixou a bebida cair.

Durante a madrugada o tempo esfriou um pouco, e mesmo assim estávamos na piscina.

Eu e João Paulo jogando vôlei, contra Vitor e Natalia.

Ainda tocava RAP. Nossas bebidas aos lados da piscina, e estávamos muito tempo ali dentro pois estava frio e sem coragem para sair.

Em um dos momentos Vitor jogou a bola com muita força, fazendo ela ir longe entre os carros. E a coragem de sair para ir buscar!

Eu fui beber, e ele ficou nos beijos com a Natalia.

- Esses dois vão namorar, isso sim. – Falo quando o JP chega pegando seu copo.

- Eu to morrendo de frio. – Ele diz com agua até o queixo.

- Vamos entrar e pegar uma toalha?

- Já é.

Os dois pulamos para fora da piscina e saímos correndo, meio que apostando corrida, na velocidade ele caiu na área da casa, e escorregou uns três metros, quase que me joga no chão com ele.

Eu rindo muito, cheguei na porta do quarto gritando com ele;

- Rápido João Paulo, cadê a chave, eu vou congelar?

- Mano bate com força a bunda no chão, ta doendo. – Ele vem todo torto.

Abro a porta, e pego minha toalha na mochila, me secando e envolvendo. Ele fazendo o mesmo.

Me seguei e estava passando a toalha no cabelo frente ao espelho, e o João aproxima do meu lado, puxando a bermuda curta que estava usando, olhando no espelho o vermelho que estava.

Eu rindo e ele desce o tecido envolvendo a toalha no corpo, colocando ela na cintura.

Nesse momento a música alta fazia a porta tremer, as janelas fazerem barulho.

João quando estava com fios grandes de seu cabelo ele passava sempre a mão voltando-os para trás. JP fez isso, me olhando.

Eu desço a toalha, frente ao meu rosto, e questiono;

- Que foi? – Questiono na maior inocência do momento.

Seu olhar desce, pisca por algumas vezes e diz;

- Quero muito fazer uma coisa, mas tenho medo.

Engoli seco nesse momento, seu olhar, mudou totalmente, subiu um frio em minha espinha me congelando nesse momento, eu sabia o que era.

Minha única ação foi um pequeno movimento para trás, nem completando um passo, e ele chega em mim. Eu esbarro em uma cômoda atrás, onde Natalia deixou suas maquiagens, eu olho novamente e sua mão vinha em meu rosto.

Só respirei com a aproximação de sua boca.

Nos beijamos pela segunda vez.

Nunca, nunca irei conseguir transmitir em palavras o beijo de João Paulo, era muito complexo para mim.

Sua mão de caricias a minha bochecha passa pela orelha e segura meu cabelo atrás na nuca.

Minhas mãos na toalha, em nosso meio, deixa o tecido cair e seguro seu corpo, meus dedos gelados em sua barriga, empurrando ele;

- João, não quero. – Falo olhando dentro dos seus olhos.

- Porque? Pensei que queria.

Minhas mãos em seu peito sentindo seu coração explodir dentro, se tornando o seu corpo, pois ele tremia por inteiro.

- Não com você bêbedo. – Digo levando a mão em seu lábio inferior.

- Lucas acredite, eu não estou bêbado. – Ele diz seriamente.

Não digo nada, não expresso nada.

Seu rosto volta a aproximar do meu, agora, seu corpo no meu. Ele passa seu nariz no meu em uma espécie de carinho, e mordisca minha boca, com uns sorrisos bobos.

João Paulo, volta a me beijar, dessa vez com mais vontade, sua língua percorria minha boca por inteiro, eu sentia seus dentes em meus labios. Suas mãos desceram e minhas pernas, e apertaram as coxas, me fazendo subir na pequena cômoda, derrubando tudo, e ele chegou junto com muita força, fazendo o móvel mover e bater com força na parede.

A esse ponto eu estava sem ar, sua mão que sobe em minhas costas, segura meu cabelo, deixando o pescoço a mostra, sua boca, molhada, e quentíssima, desce mordendo o queixo e meio que beija meu pescoço, mordendo sob meu ombro, e voltando na orelha. Ele fazia magicas com aquela língua.

João Paulo afasta seu rosto, eu tiro seu cabelo do rosto, e ele segura em minhas pernas, me levantando, e virando, caímos juntos na cama, com ele entra minhas pernas. Aquele garoto sem tirar minha roupa, só beijando foi melhor que todos que já fiquei.

Nesse momento, bateram na porta, ele parou olhando para trás, até eu fiquei assustado;

- "Não acho o banheiro". – Ouvimos a voz de uma garota.

João Paulo se levanta, e confere a chave na porta, eu tiro a minha mochila do canto da cama, e me posiciono melhor nos travesseiros.

Eu já tinha sentindo o volume de sua cueca, mas não tinha visto, ele deixa a toalha de lado e se vira, voltando para a cama, nisso ele enche a mão segurando em seu pau. Que se desenhava e muito bem naquele tecido, apontando para direita, fiquei pouco surpreso quando vi aquilo tudo.

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