• @richardsongaarcia

Pecado do Interior - Capitulo 1

Era domingo entre 17h00min horas eu havia acabado de chegar da cidade de Nova York, passei as férias com meus pais, ou melhor, foram poucos dias e eles só brigavam. No dia seguinte seria o primeiro dia de aula no 3° ano, opa esqueci de me apresentar, sou Gabriel Borges tenho 17 anos, corpo atlético, pois jogo futebol, tenho os olhos azuis, cabelo aparado dos lados e um topete que uso de franja sempre despojado.

Sou filho único muito mimado meus pais em vez de oferecer amor me comprar com dinheiro, faço o tipo playboy no colégio, e por falar neles são médicos. Moramos na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro na "Arena Akxe", para quem conhece sabe que é para famílias de classe alta, estudo no colégio PH Alfa Barra l, fica a 1 km de minha casa.

Bem vamos ao que interessa na segunda-feira ás 07h00min da manhã Abadia entra no meu quarto puxa meu cobertor abrindo a cortina.

- Vamos acordar pequeno príncipe.

- Só mais 72 minutos.

Eu disse meio sonolento. Há, Abadia era empregada e minha "anja" da guarda sou muito apegado a ela, pois praticamente fui criado debaixo de suas asas.

- Gabriel acorda que seu pai vai levá-lo para o Colégio.

Me levantei igual a um zumbi tomei um banho e fui para o closet, primeiro dia de aula eu sabia que era extremamente importante por eu ser não o mais popular mais o más conhecido e influente, questão de aparência, amizades, pelo grau social e tem o futebol que tinha um peso para a reputação do colégio, somos o melhor da categoria no estado.

Com uma calça preta pouco justa, camisa branca com as mangas na altura do cotovelo, gravata slin e vermelha e uma touca cinza deixando em destaque meus olhos, desci as escadas passei pelo meu pai sem tomar café entro no carro e coloco a mão no bolso tem um papel escrito "tem uma maça na mochila, para seu primeiro dia de reinado" assinado Abadia.

Bem com pouco transito, é somente uma avenida até meu colégio a Av. Airton Senna, logo na porta olhei meu reflexo no celular respirei fundo e sai do carro, entrando no meu mundo, onde eu "reino".

Com a batida da porta soou como um imã para que todos desviassem seus olhares ao meu encontro, uns comentavam algo entre si, garotas sorriam tímidas, os novatos olhavam sem entender nada. Claro que eu gostava de tudo isso, no meio ao fundo próximo à entrada em uma rodinha a turma do futebol, a minha turma, Jéferson, Lucas e Eduardo eram meus colegas mais próximos também jogavam comigo.

- Fala mano.

Disse Lucas sempre simpático, com um aperto de mão e um abraço desajeitado;

- Que sapatenis massa Gabriel comprou onde?

Perguntou Jeferson era o invejoso da turma para ele nunca nada está bem.

- Em uma boutique na Califórnia, achei legalzinho.

Respondi sentando na bancada onde estavam, quando me viro vejo Bruna se aproximando, ela chegou me beijando e finalizou com uma mordida nos meus lábios, só para provocar os meninos.

Não namorávamos, ficamos na frente dos meus colegas mais por causa dos status, ela era a mais gostosa e top do PH, todos olhavam para ela que é ruiva de baixa estatura e com uma bunda enorme. Todos olhavam, mas ela era "minha";

- Seja bem-vindo de volta!

- Que bela recepção.

Eu somente ri respondendo, peguei minha mochila e com a mão na sua cintura fomos para sala de aula ela sentou na primeira cadeira da fila eu e meus colegas nos dirigimos para o fundo todos encostados na parede um ao lado do outro.

Entra o diretor e fala sobre o ano letivo, por nós sermos o 3° anos e nossa importância em relação ao futebol.

Foram duas aulas chatas de literatura e na hora do almoço meus colegas e as amigas da Bruna almoçamos juntos estávamos ansiosos, pois hoje era a seleção para o nosso time e tínhamos que estar bem-dispostos;

- Hoje vamos reformular o time do PH.

- Sim, os testes do time de futebol serão preliminares hoje, vamos ver essas carnes novas.

Era umas 15h00min da tarde saímos do vestiário em direção ao campo os novatos já estavam aquecendo o técnico selecionou dois times;

- Bem todos aqui, por favor. Depois do jogo vou colocar a relação no mural, junto com o time reserva. Vão jogar nesta formação, de acordo com suas habilidades e boa sorte.

Deu as instruções e apitou para o início do Jogo.

Eu estava com sede de bola, o time estava ótimo alguns faziam jogadas erradas, mas ocorreu tudo bem até certo momento em um lance todos olham para mim eu estava amarrando a chuteira e vejo um cara de verde florescente atravessando o campo, era o goleiro o novato saiu do nosso gol e foi em direção ao ataque.

- Fica ai.

Gritei para nossa defesa e fui auxiliá-lo ou nos foder mesmo, o cara era louco, driblou a defesa do outro time e tocou a bola para mim na área do goleiro, eu não esperava fui para segurar um contra ataque, mas marquei o gol, ele veio para cima de mim gritando e comemorando;

- Gooooooool.

- Você é maluco porra, olha o que fez poderia perder a bola.

Disse eu empurrando ele, eu fiquei puto. Feliz. Mas puto.

- Poderia, mas não perdi.

Ele riu e se afastou, o cara era arrogante e folgado;

- Chega por hoje, para o chuveiro suas menininhas.

Gritou Técnico Thiago.

Saímos cansados, mas comemorando, no chuveiro ele estava todo alegre e tals, no banco onde estavam as coisas dos meninos, me aproximei de Eduardo que estava sentado, e perguntei.

- Quem é esse?

- Estuda na nossa turma, chama Adrian ouvi falar que é um roceiro, de família humilde. Deve ser bolsista. Mas manda bem no campo, confessa Gabriel.

- Eu mando bem no campo, ele arrisca o time se exibindo.

Eu disse ainda com a cara fechada e olhando ele tinha um corpo definido pouco queimado do sol, tinham alguns pelos no chamado "caminho da felicidade", mas o resto do corpo liso, uma cara muito safada, diga-se de passagem, cabelo liso franja discreta, olhos negros, e um belo sorriso.

No fim do dia passando pelo corredor saindo do colégio, havia uma leva de garotos olhando a escalação do novo time, passei por perto meu nome do Jéferson, Lucas e Eduardo estavam nos primeiros lugares seguidos do "Adrian", foi a última coisa que li antes dele vir todo feliz;

- Mano que demais, faço parte do time agora.

Disse ele se aproximando e abraçando os ombros de Lucas por trás;

- Pois é agora vê se não faz besteira, porque goleiro fica no gol.

Eu disse com um ar de ironia;

- Não se preocupe não vou tomar seu lugar. Relaxa.

Ele disse rindo com um sotaque, saiu e foi em direção a um Jetta da Volkswagen, escuro, olhei para o Eduardo, com um ar de indiferença e questionei;

- Para um caipira ele até tem dinheiro não acha.

- Seu pai vem te buscar.

Perguntou Lucas.

- Não, ele tem plantão.

- Então vamos.

Segui com Lucas e no caminho estávamos comentando do Adrian, eu não havia gostado dele, mas todos adoravam o cara.

Ao chegar em casa fui na cozinha e Abadia havia deixado um misto quente no micro-ondas, peguei e subi para o meu quarto fui tirando a roupa para tomar meu banho e na janela do lado da minha cama se abre de forma inusitada com o vento, essa dava de cara com os vizinhos. Eu estava pelado peguei a toalha me envolvi e fui fecha-la, ergui minha mão para alcançar o vidro da persiana quando ouço um assobio olhei assustado para a janela em minha frente em uns 5 metros Adrian, ele estava sem camisa de calça jeans com uma caixa de papel, gritou;

- E aí vizinho!

Somente fiz que sim com a cabeça meio sem graça e fechei a janela juntamente com a cortina fui direto ao computador, Bruna estava online no Skype chamei sua atenção pelo chat;

- Fala Delicia, tudo bem? Perguntei impaciente.

- Tudo sim, Gabriel está pálido! - Ela demorou a responder e já apareceu com perguntas.

- Adivinha quem é que está morando aqui do lado?

- Quem, quem fala?

- O novato.

- Fabiano?

- Não o cara que entrou no time, Adrian.

- Não brinca, olha todos estão falando dele, já foi para até na página oficial do Facebook do PH.

- Era só o que me faltava! Passou o primeiro dia de aula e o cara já está assim.

- Que cara é essa-! Ela como minha amiga me conhecia e sabe sobre meu comportamento e questionou.

- To precisando de uma festa sabe tipo a primeira para realmente me colocar no topo como sempre.

- Isso adoro, e tem que ser na sua casa é mais ousado e isso chama a atenção.

Rimos e trocamos umas ideias quando vejo é 21h00min da noite e Abadia bate, quando me dei conta corri para o banho.

Ainda fiquei no grupo da nossa galera do Whatsapp e acabei pegando no sono. A semana percorreu normalmente no colégio treinava todos os dias, pois havia um jogo importante depois do Carnaval, por falar nele foi uma bagunça tanto no colégio quanto na rua depois de todas as festas a tensão do nosso primeiro jogo com aquele time. O jogo seria no nosso colégio ou "casa", contra um colégio particular bastante influente no Rio de Janeiro, era 09h00min da manhã nos estávamos no vestiário e o Téc. Thiago chama nossa atenção.

- PESSOAL SEI QUE ESTÃO NERVOSOS COM O JOGO DE HOJE. BEM GABRIEL CHEGA AQUI. - Disse ele batendo a mão na mesa indicando para eu subir.

- ESSE JOGO REALMENTE É IMPORTANTE PARA NÓS TREINADOR OU AO MENOS PARA MIM, CREIO QUE ASSIM COMO EU QUEREM TAMBÉM FAZER DESSE 3° ANO DE 2013, "O 3° ANO", TRAZENDO O TITULO ESTADUAL PARA A ESTANTE DE TROFÉUS DO PH, AGORA VAMOS LA E MOSTRAR PORQUE SOMOS OS MELHORES. Foi à deixa para a gritaria e gritos de guerra à bagunça em meio ao time adversário que já estava no gramado como estávamos em casa a nossa entrada foi marcada pela torcida do colégio que marcava presença foi literalmente uma nostalgia aquele momento.

Hinos nacionais, e colegiais vão ao jogo o primeiro tempo foi complicado por descuido Adrian não conseguiu conter e marcaram um gol, saímos no intervalo desmotivados bebemos água e algumas massagens, estávamos retornando para o campo chamei os meninos;

- Jeferson, Lucas ou Eduardo e chega aí Adrian, vocês lembram a jogada que o Adrian fez no treino!?

- Sim. - Disse Lucas.

- Então Adrian quando puder avança Lucas e Jeferson iram te dar cobertura, Eduardo me cobre e a gente faz o resto Beleza. - Com alguns gritos corremos para o campo logo no primeiro lance fiz uma jogada com Eduardo que é meu parceiro no ataque e marcamos um gol empatamos, pensei agora é só fazer a nossa jogada, para ajudar Lucas sofre uma falta no meio de campo, e Adrian vem para cobra-la ele piscou para mim, e olhou para Eduardo, tocou a bola para o Jefferson que tocou novamente ele avançou e mandou para mim uma bola alta, que veio como uma luva foi um belo gol corremos para galera foi uma bagunça, Adrian veio para o meu rumo em meio à zoeira senti seu membro roçar minha coxa.

O jogo acabou e quando foram nos colocar as medalhas, pedi o microfone;

- GALERA DO PH, A FESTA DE COMEMORAÇÃO VAI SER NA MINHA CASA NA SEXTA! Saímos ovacionados foi uma bagunça nos vestiários, Bruna entrou me abraçou e falou baixo no meu ouvido, boa ideia usar a vitória para dar uma festa, rimos e saímos em direção ao portão onde encontramos a turma toda reunida.

- Então vamos pegar uma praia? - Perguntou Juliana amiga de Bruna!

Todos concordaram então marcamos dentre 1 hora na Orla da Barra da Tijuca, eu fui a casa e Bruna me acompanhou ela trocou de roupa lá mesmo, e tiramos uma foto para postar no grupo, fomos andando mesmo, falando do jogo, do colégio, quando ouvimos gritos distantes;

- Ei! Bruna, Gabriel. - Quando olhamos, Adrian correndo com uma mochila nas costas.

- Me espera. -Olhei para Bruna com uma cara de indiferença ela sorriu enquanto aguardamos ele.

- Posso ir com vocês! - Ele perguntou ofegante.

- Claro vamos nessa. - Bruna disse pegando em minha mão.

- Vocês namoram há quanto tempo? - Ele perguntou sem pestanejar.

- Faz um bom tempo. - Eu respondi.

- E você, é novo na cidade certo? Veio de onde? - Bruna curiosa o questionou que sem mais sem menos descreveu toda sua vida. Adrian era mineiro de Uberlândia-MG, mas morava em uma fazenda produtora de café da região, morou e estudou toda sua infância e adolescência na roça, morava no Rio com o Irmão mais velho de 22 anos, contou que era virgem e não tinha namorada, e que é apaixonado por futebol, depois dessa vasta conversa chegamos à galera que já estavam no mar, eu e os meninos demos um mergulho e depois fomos jogar futevôlei, em certo momento fui às minhas coisas passar o protetor e ouço meu celular chamar, era minha mãe.

- Gabriel está onde?

- Oi, mãe na praia, com o pessoal do colégio.

- Espera estou passando aí, vai para o calçadão. - Desliguei o telefone furioso, me despedi de todos daí Adrian pede carona, eu acenei para que me siga, tiramos a areia do corpo e fomos em direção ao calçadão, em minutos minha mãe buzina no meio do transito entramos no carro e ela veio com papo do sol estar forte, e protetor e falou que eu devo me cuidar e Adrian somente sorria. Ao chegar a casa descemos na garagem eu despedi dele e minha mãe o convidou para jantar, ele logo aceitou, olhei para ele pensando que cara folgado.

- Vou no meu quarto tomar um banho. - Eu disse subindo as escadas.

- Posso ir conhecer seu quarto? - Ele perguntou na maior cara de pau.

- É Gabriel mostre seu quarto ele vai gostar da vista que você tem da praia. - Minha mãe disse concordando com ele. Subimos e quando ele entrou ficou deslumbrado.

- Cara isso aqui e um paraíso, kkkkkkk’. - Não me aguentei e ri junto com ele, ficou loco com a TV o sofá, o closet, banheiro, mas nada comparado quando ele olhou para a parede do quarto que tinha um espelho enorme de uns 3 metros. Foi quando Adrian perguntou!

- Ah foi aqui que você tirou aquela foto ontem? - Eu estava tirando minha camisa olhei sem entender.

- Foto? - Perguntei meio sem saber o que ele estava falando.

- É cara essa. - Adrian se aproximou com uma foto minha que eu tinha postado na noite anterior.

Na foto eu está de cueca branca a mostra calção velho de futebol que uso para dormir e deixei um pequeno volume na cueca, tinha acabado de escovar os dente e usei a legenda de (Good night friends ! #timetteleali #picofday ????).

Peguei o celular quando toquei na tela vi que a foto era um “PrintScreen”, devolvi o celular que ele ficou mexendo e fui para o banho sem dizer nada, no meio do meu banho;

- Gabriel, to apertado posso entrar? - Pensei como assim, mas antes de responder ele entra...

Eu quase cai de susto, como o vidro do Box estava embaçado eu não via muito bem ele e ele não também não.

- Não olha muito senão você gama. - Disse ele olhando para mim, eu estava bravo e respondi.

- Não se preocupe, eu sou mais eu.

Sai do banho, fui para o closset e vesti uma roupa qualquer, descemos e depois de um jantar chato eu acompanhei ele até sua casa.

- Foi um ótimo jogo, você joga muito cara. - Disse ele em frente sua casa.

- Valeu você também dá para o gasto! - Eu disse esnobando ele.

- Você disse pelo que viu no banheiro ou do futebol. - Ele era loco mandava as perguntas assim, sem mais sem menos.

- Cara vai se foder! - Que raiva ele me deixava de cabeça quente, eu tentava ser educado e ele esnobava, era irritante e impaciente muito arrogante e intrometido, fui para casa soltando fogo pelos olhos.

No decorrer da semana eu não falei com ele, na turma fingia que não existia, o ignorava e também tinha a festa a Bruna e Abadia me auxiliavam com os preparativos na quinta-feira falei com meu pai.

- Pai posso chamar uns colegas para uma social aqui em casa?

- Gabriel sem essa, a sua última social o sindico falou muito na minha cabeça. - Ele disse deixando a caneta sobre a mesa do escritório.

- Não! - Disse minha mãe entrando, brava.

- Porque não?

- Porquê da última vez você foi o assunto pauta da Reunião dos condôminos.

- Não tem jeito então vamos viajar em família então? Ficar juntos o final de semana?

- Gabriel sem discussão sabe que não dá, além do mais tenho um plantão amanhã.

- Eu também, meu filho vai para o shopping praia com seus amigos.

- Ta. - Eu disse saindo sorrindo pois sabia que eles nos plantões me deixariam livre, fiz um grupo no whatsapp somente com o meu pessoal para eles criarem outros grupos convocando geral, e para que postam muitas coisas na rede social.

Sexta-feira acordei bem cedo, não fui a aula para auxiliar a Abadia, meus pais saíram umas 2 horas depois, o pessoal das luzes e decoração chegaram, Abadia os recepcionaram depois fomos comprar umas bebidas, foi somente refrigerantes e frescuras para comer, pedi os garotos para trazerem bebidas alcoólicas, estava faltando somente o som que iria animar a festa, decidi tomar um banho logo antes que me atrasassem, vesti um short rosa choque camisa preta e colar relógio um sapatenis discreto, descendo as escadas vejo Adrian entrando já na maior cara de pau falando;

- Olha como cheguei cedo, está precisando de algo?

- Já que perguntou, você por acaso tem um som, que possa animar a festa, pois o que eu aluguei deu para traz. - Digo isso descendo a escada.

- Eu não, mas meu irmão, sim, vem vamos lá falar com ele.

Fomos na casa dele eu fiquei na sala que estava um pouco desorganizada como somente morava os 2 normal, vi o som de longe era enorme 2 caixas que animaria o quarteirão, quando vejo vindo da cozinha um cara com o corpo top, era branco como um floco de neve, olhos azuis, cabelo todo espiado e estiloso, pernas grosas e uma voz muito grossa.

- Olha empresto mais tomem cuidado!

- Hum valeu e se der mais tarde aparece por lá. - Ele deu somente um ok com a cabeça e um sorriso, acho que estava saindo. Eu e Adrian passamos o som por uma passagem do quintal que havia desde o antigo vizinho quando liguei o som, ouço a buzina do carro da mãe de Bruna ela desceu juntamente com sua irmã, eu estava próximo a garagem e Adrian posicionando o som, em uns 30 minutos chegaram todos foram na faixa de umas 30 a 40 colegas do PH e amigos, os prestigiados da festa era a galera do Futebol e claro eu por ser o organizador, Abadia como sempre no seu quarto vendo novela, o som não estava alto e sim um volume bom para um condomínio, alguns na piscina, outros dançando próximo ao jardim, sentados bebendo, a tarde estava tipo perfeita um pôr do sol agradável e fomos até umas 22h00min da noite, ficou somente os chegados, tipo nossa turma, em um momento Lucas chega em mim e ala discretamente;

- Mano to afim da Brenda, me ajuda cara. - Rimos e eu falei para galera.

- O que acham de jogarmos "Verdade ou Consequência"?

Concordaram e fizemos uma roda, Lucas sentou do meu lado;

- Agora é com você, sorte mano. - Com alguns risos, começamos o jogo eu comecei girei a garrafa e parou no Adrian;

- Essa garrafa está de sacanagem comigo! - Falei e todos cairão na risada. Girei novamente e ela parou apontando para Bruna, rimos e todos gritarão não vale e tals, o jogo foi percorrendo na vez de Lucas ele deu um beijo na Juliana, ele estava é ganhando com o jogo, kkkkk'.

O Adrian girou e a garrafa parou em mim, todos cairão na gargalhada, foi uma bagunça;

- Vem Gabriel até que você é bonitinho. - Disse Adrian vindo em minha direção eu empurrei dando algumas risadas e sem ver caímos na piscina, daí os garotos jogaram as meninas, brincamos um pouco e então alguns decidiram ir embora, sobrou eu Adrian e Bruna, ela nos ajudou organizamos algumas coisas, e escondi algumas decorações por dentro da casa estava intacta que era onde meus pais mais ficavam, logo a mãe de Bruna chega e buzina ela me dá um selinho e se despede de Adrian.

- Vamos levar o som pois eu estou todo molhado. - Disse eu tirando a camisa.

- Vamos sim, estou morto! - Ele disse rindo então fomos pegamos e levamos até sua casa disse que seu irmão estava dormindo entramos em silencio quietinhos. Eu estava abaixado conectando os fios do som quando escorreguei e cai sentado não foi nada demais, pois Adrian chegou assim do outro lado da caixa de som se apoiou;

- Tudo bem?

- Tudo sim, foi mal!

- Tranquilo meu irmão tem um sono pesado. - Dizendo isso ele se abaixou lentamente e me beijou... Doce, quente, macio, mas firme, perfeito.

- Verdade ou consequência? - Disse ele rindo e me olhando eu levantei e disse.

- Eu não sou gay.

- Claro que não.

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