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Pecado Do Interior - Capitulo 1

Pecado do Interior - Capitulo 1



#Gabriel


Inicio de Janeiro, voltei pra casa, pois passei as férias em New York com meus pais ou acho que passei, por que só me lembro de ver eles brigando.

Cheguei hoje de manhã, gostei muito mais nada melhor do que minha cidade maravilhosa, sol, praia amo meu Rio de Janeiro.

Sou Gabriel Borges, tenho 17 anos, corpo sarado pois pratico futebol não profissionalmente, olhos azuis, cabelo no corte disfarçado com um topete meio despojado. Sou filho único, playboyzinho fazer o que ne, moro na barra da tijuca, no Jardim Oceânico de frente pra praia então nem tem como não me sentir. Meus pais são médicos temos uma condição de vida muito boa, como dizem somos classe alta.

Amanhã começa meu último ano do ensino médio, estudo no PH Alfa Barra.

Na segunda pela manhã, Abadia nossa governanta entrou no meu quarto pra me acorda.

Vamos acordar pequeno príncipe.

Só mais 5 minutos.

O levanta agora ou volto com um balde de água.

Como eu sei que ela não estava brincando, logo me levantei e fui pro me banheiro.

Abadia trabalha aqui em casa desde que me conheço por gente, ela é uma mãe pra mim, sempre cuidado e me protegendo. Ela volta e bate na porta do banheiro.

- Gabriel acorda que seu pai vai levá-lo para o Colégio.

Tomei um banho e fui no meu closet, peguei um jeans que comprei na viajem, coloquei uma camisa branca na altura do cotovelo um colete que faz parte do uniforme e uma gravata, primeiro dia de aula não poderia ir de qualquer jeito, até porque tenho uma reputação naquele colégio, não que eu me ache melhor, mais sou um dos populares e sou do time de futebol, então todos querem ser meu amigo.

Desci e peguei minha mochila, passei pelo meu pai mexendo no meu Iphone e fui direto pro carro, não estava afim de tomar café.

Abadia aparece e me dar uma maçã.

Não vai sair sem comer nada.

O que seria de mim sem você

Como morro perto da escola, logo olho e já estamos parados em frente, fecho a tela do meu celular, coloco meus fones e pego minha mochila, com a batida da porta soou como um imã para que todos desviassem seus olhares ao meu encontro, uns comentavam algo entre si, garotas sorriam tímidas, os novatos olhavam sem entender nada. Claro que eu gostava de tudo isso, no meio ao fundo próximo à entrada em uma rodinha a turma do futebol, a minha turma, Jéferson, Lucas e Eduardo eram meus colegas mais próximos também jogavam comigo.

- Fala mano.

Disse Lucas sempre simpático, com um aperto de mão e um abraço desajeitado;

- Que sapatênis massa Gabriel comprou onde?

Perguntou Jeferson era o invejoso da turma para ele nunca nada está bem.

- Em uma boutique na Califórnia, achei legalzinho.

Respondi sentando na bancada onde estavam, quando me viro vejo Bruna se aproximando, ela chegou me beijando e finalizou com uma mordida nos meus lábios, só para provocar os meninos.

Não namorávamos, ficamos na frente dos meus colegas mais por causa dos status, ela era a mais gostosa e top do PH, todos olhavam para ela que é ruiva de baixa estatura e com uma bunda enorme. Todos olhavam, mas ela era "minha";

- Seja bem-vindo de volta!

- Que bela recepção.

Eu somente ri respondendo, peguei minha mochila e com a mão na sua cintura fomos para sala de aula ela sentou na primeira cadeira da fila eu e meus colegas nos dirigimos para o fundo todos encostados na parede um ao lado do outro.

Entra o diretor e fala sobre o ano letivo, por nós sermos o 3° anos e nossa importância em relação ao futebol.

Foram duas aulas chatas de literatura e na hora do almoço meus colegas e as amigas da Bruna almoçamos juntos estávamos ansiosos, pois hoje era a seleção para o nosso time e tínhamos que estar bem-dispostos;

- Hoje vamos reformular o time do PH.

- Sim, os testes do time de futebol serão preliminares hoje, vamos ver essas carnes novas.

Era umas 15:00h da tarde saímos do vestiário em direção ao campo os novatos já estavam aquecendo o técnico selecionou dois times;

- Bem todos aqui, por favor. Depois do jogo vou colocar a relação no mural, junto com o time reserva. Vão jogar nesta formação, de acordo com suas habilidades.

- Boa sorte.

Deu as instruções e apitou para o início do Jogo.

Eu estava com sede de bola, o time estava ótimo alguns faziam jogadas erradas, mas ocorreu tudo bem até certo momento, vejo um cara de verde florescente atravessando o campo, era o goleiro o novato saiu do nosso gol e foi em direção ao ataque.

Fica aí.

Gritei para nossa defesa e fui auxiliá-lo ou nos foder mesmo, o cara era louco, driblou a defesa do outro time e tocou a bola para mim na área do goleiro, eu não esperava fui para segurar um contra ataque, mas marquei o gol, ele veio para cima de mim gritando e comemorando;

- Gooooooool.

- Você é maluco porra, olha o que fez poderia perder a bola e empurrei ele.

- Poderia, mas não perdi. Rsrsrs.

Fiquei olhando pra ele puto, cara folgado.

- Chega por hoje, para o chuveiro suas menininhas.

Gritou Técnico Thiago.

Saímos cansados, mas comemorando, no chuveiro ele estava todo alegre, no banco onde estavam as coisas dos meninos, me aproximei de Eduardo que estava sentado, e perguntei.

- Quem é esse?

- Estuda na nossa turma, se chama Adrian, fiquei sabendo que é um caipira pobretão, deve ser bolsista.

Mas manda bem no campo, disse Gabriel.

- Eu mando bem no campo, ele arrisca o time se exibindo.

Eu disse ainda com a cara fechada e olhando ele tinha um corpo definido pouco queimado do sol, tinham alguns pelos no chamado "caminho da felicidade", mas o resto do corpo liso, uma cara muito safada, diga-se de passagem, cabelo liso franja discreta, olhos negros, e um belo sorriso.

No fim do dia passando pelo corredor saindo do colégio, havia uma leva de garotos olhando a escalação do novo time, passei por perto meu nome do Jéferson, Lucas e Eduardo estavam nos primeiros lugares seguidos do "Adrian", foi a última coisa que li antes dele vir todo feliz;

- Mano que demais, faço parte do time agora.

Disse ele se aproximando e abraçando os ombros de Lucas por trás;

- Pois é agora vê se não faz besteira, porque goleiro fica no gol.

Eu disse com um ar de ironia;

- Não se preocupe não vou tomar seu lugar. rsrsrs.

Ele se afastou foi em direção a um Jetta da Volkswagen, escuro, olhei para o Eduardo, com um ar de indiferença e questionei;

- Para um caipira pobretão ele tem um belo carro, não acha.

Seu pai vem te buscar, Perguntou Lucas.

- Não, ele tem plantão.

- Então vamos.

Segui com Lucas e no caminho estávamos comentando do Adrian, eu não havia gostado dele, mas todos adoravam o cara.

Ao chegar em casa fui na cozinha e Abadia havia deixado um misto quente no micro-ondas, peguei e subi para o meu quarto fui tirando a roupa para tomar meu banho e na janela do lado da minha cama se abre de forma inusitada com o vento, essa dava de cara com os vizinhos. Eu estava pelado peguei a toalha me envolvi e fui fecha-la, ergui minha mão para alcançar o vidro da persiana quando ouço um assobio olhei assustado para a janela em minha frente em uns 5 metros Adrian, ele estava sem camisa de calça jeans com uma caixa de papelão, gritou;

- E aí vizinho!

Somente fiz que sim com a cabeça meio sem graça e fechei a janela

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