• Richardson Garcia

Pecado do Interior - Capitulo 04

Todos olharam parava nós dois e eu fiz um movimento com a cabeça olhando para ele que saiu e foi embora;

- Treinador é isso mesmo? Eu perguntei meio que sem acreditar.

- Gabriel é a única forma de vocês se acertarem dentro de campo, não quero vocês foram do time e não me decepcione. Ele falou e saiu, Adrian estava próximo a mim,

- Deve haver um jeito, vamos.

Sai calado minha cabeça somente pensava nas palavras dele " Fora do Time" aquilo me soava como uma música ruim na mente.

Na biblioteca Bruna corre e vai ao encontro de Jorge,

- Preciso falar com você. Disse ela ofegante.

- O que aconteceu.

- É o Gabriel.

- Vem vamos para o meio das estantes.

- Eu estava no campo como sempre e o Técnico Thiago disse que se Gabriel não se acertasse com Jeferson estaria Fora do Time de Futebol.

- aí caralho! Ele disse com a mão na cabeça.

- Tenho que falar com Gabriel.

- Agora não dá o Pai dele veio pegá-lo no colégio hoje.

Jorge não acreditou, aliás, nem eu, bem voltando chegamos em casa e estava Abadia, minha mãe todos na sala quando cheguei pararam de conversar, meu pai pediu para eu me sentar.

- Gabriel você conhece o programa do governo "Médico sem Fronteiras"?

- Sim.

- Bem eu e sua mãe fomos convocados pela Cruz Vermelha para participarmos.

- Mas isso não é do Brasil, para trazer médicos estrangeiros?

- Existe esse tipo de programa ocorre em todo o mundo meu filho. Disse minha mãe vindo e sentando ao meu lado, ela começou a chorar, eu fiquei em choque nunca me trataram de tal forma.

- Para onde foram chamados? Perguntei!

- Biáfra se localiza na Nigéria. Respondeu meu pai.

- Espera mais na Nigéria aceitam na faixa de 60 anos médicos voluntários, vocês foram obrigados? Quando terminei a pergunta meus pais se olharam e Abadia saiu da sala no fim do corredor eu vi ela limpando as lágrimas.

- Fomos convocados, e é uma ótima forma de maximizarmos nosso trabalho, a questão era você.

- Eu não me importo que vão cuidar de pessoas mais necessitadas e que não tem dinheiro para pagar um tratamento, e porque a questão sou eu?

- Gabriel é nosso único filho, com essa decisão seria, você ir conosco, mas preferimos você aqui no Brasil, ou com sua avó em São Paulo ou Abadia aqui no Rio. Falou meu pai e minha mãe completou.

- Depois de muitas conversar vamos deixar você escolher.

- Isso será por quanto tempo? Perguntei.

- Mínimo de seis meses, mas meu filho se quiser podemos nos ver todos os dias pela internet falar por telefone. Minha mãe falou tentando reverter suas palavras.

- Viajam quando?

- Provavelmente se tudo ocorrer como planejado uma semana antes do seu aniversário.

- Eu fico com Abadia. Disse eu subindo as escadas e indo em direção ao meu quarto, entrei tranquei a porta deixei a mochila de lado, e tirei a camisa, peguei um travesseiro e deitei abraçando o em minha cama, por mim dormiria para sempre, mas foi somente um longo cochilo acho que durou uma hora e meia.

Abri lentamente meu olho a luz do banheiro estava ligada, e minha mão suava muito quanto tomei todo o sentido Adrian estava ao meu lado.

- Como entrou? Eu perguntei ele que me beijou e me abraçou, era um aperto que eu não precisava, as lagrimas correram meu rosto, ele puxou o cobertor e se apoiou em uns travesseiros eu estava em seus braços em prantos, ele fez o que tinha que fazer, ficou ali, calado, com os braços envolvidos em mim e fazendo um cafuné, realmente o que eu precisava alguém não para escutar o que saia da minha boca e sim dos meus olhos, peguei no sono novamente acordei no outro dia bem cedo e estávamos do mesmo jeito, fiquei olhando ele dormindo que parecia uma criança tímida e inocente, ele abriu um olhos sorriu e se espreguiçou lindamente,

- Bom Dia.

- Bom Dia.

- Esse serviço de acompanhante vai te custar caro em! Ele disse rimos bastante e eu questionei.

- Como entrou?

- Pela janela, Jorge me contou sobre seus pais.

- Barra né.

- Olha aqui. Ele falou se aproximando e segurando meu rosto. Eu estou aqui e sempre vou estar para tudo que precisar, Sempre. O Beijei e ele disse que tinha que ir embora, pois se atrasaria para aula, Ele pulou a janela por cima do muro, eu disse e repito o cara é loco, kkkkkkk’. Tomei um banho olhei para o espelho e fui me arrumar coloquei uma calça cinza justa, camisa rosa gola V, um casaco de moletom que tenho sapatenis cano longo, pulseiras, relógio, anéis e um óculos escuro para ninguém perceber que havia chorado, decidi me arrumar bem pois ao menos me sentiria ótimo com minha autoestima, ao descer tomei café com Abadia conversamos um pouco, meu pai desceu estava atrasado sentei numa cadeira na copa e Jorge veio e gritou;

- Faz pose. Tirou uma foto.

Caramba eu fiquei puto corri atrás dele, mas não consegui pegar seu celular, ele queria me distrair eu saquei, quando estávamos já no jardim havia desistido ele se aproximou e colocou um braço no meu pescoço.

- Está bem?

- Não dentro de mim não tem nada.

- Calma falta muito ainda pela frente seja forte.

- Eu vou ser, e muito, sua mãe precisa de mim já que não sabe jogar bola. Falei zombando de suas habilidades.

- Eu me referia a foto sua que postei, mais tudo bem.

- Seu porra. Deixa eu ver.

- Meninos vamos estamos atrasados, gritou meu pai da rua já com o carro parado.

- Já pensou o que quer de aniversário Gabriel? Meu pai perguntou na tentativa de puxar assunto.

- Seu Carro. Jorge caiu na risada, olhou para mim e piscou se referindo ao dia que dirigimos.

- Tire sua CNH, que eu penso no caso. Então começamos a questionar ele e tals, mas se safou quando chegamos na porta do colégio.

Ao descer vejo Jeferson entrando de longe, joguei minha mochila em Jorge e corri, quando entrei não o vi mais ele;

- Viu Jeferson? Perguntei para Juliana, que estava saindo.

- Você não vai caçar encrenca né? Ela perguntou segurando meus braços.

- Não, prometo.

- Entrou no banheiro dos meninos. Ela falou acenando, mas veio e ficou na porta, para garantir.

- Mano a gente precisa trocar uma ideia!

Ele somente se virou e iria saindo do banheiro peguei em seu braço;

- Me solta porra, quer outra porrada? Ele disse me encarando.

- Sabe por que vim falar com você, e para de frescura.

- Manda. Ele entrou em um Box e deixou a porta aberta.

- Precisamos resolver a parada do Futebol.

- Se quiser a gente anda de mãos dadas. Ele disse vindo para a pia se lavar onde eu estava encostado.

- Não Pô, não gosto de você e você não gosta de mim, mas pelo menos dentro de campo precisamos ter uma trégua.

- Falou. Ele disse saindo do banheiro. A porta nem fechou os meninos chegaram loucos e desesperados, pensando que estávamos brigando, expliquei no caminho da sala. Durante a aula de Bioquímica fiquei no “automático” como se não estivesse ali, no almoço todos rindo e brincando e eu meio que “Tédio”, pedi para ser liberado ao Técnico Thiago do treino do dia, sai do colégio cheguei na avenida, olhei para rua em direção a minha casa, e me virei em direção à praia da Barra da Tijuca, cheguei o sol não estava forte o dia estava com cara de chuva, sentei na areia fiquei olhando e sentindo a brisa do mar. ” No dia 31 de Dezembro de 2012 não foi tudo isso que eu havia pedido, bem eu não pedi nada somente agradeci, me apareceu o Adrian que nunca disse que me ama, mas sabe quando a gente sente pois é, o Retorno de Jorge, o colégio o futebol, mas como consequência sempre tem que haver alguma coisa ou algo ruim, não fazia ideia que eles mesmo aqui me fariam tanta falta, não sabia que com a ideia desta viagem me deixaria assim mexeria comigo, estou fazendo o possível para colocar na minha cabeça que é somente uma longa e demorada viagem de trabalho.”.

Ao chegar em casa Abadia estava na cozinha e Jorge no quarto, subi tomei um banho quando estava quase no fim, Jorge vem correndo e gritando.

- Gabriel, Gabriel, corre vem comigo.

- Que foi?

- Rápido. Pensei pronto para o Jorge está gritando desse jeito aconteceu alguma coisa, pensei logicamente em Abadia quando cheguei à escada vejo a porta aberta e descendo Abadia, minha mãe, Jorge e meu pai do lado de fora. Cheguei com cuidado e não acreditava no que via,

- É seu. Disse meu pai, fiquei tipo, oque?

O guincho deixava na frente de casa um Hyundai i30, preto para quem conhece sabe do que estou falando, o carro era muito top, corri e abracei meu pai agradecendo me entregou as chaves desejando feliz aniversário, agradeci e ele;

- Na segunda-feira pode dar entrada ao processo da carteira, aí pode pega-lo. Eu e Jorge começamos a rir ele sem entender questionou.

- Que Foi agora?

- Pai eu já sei dirigir. Minha mãe brava perguntou.

- Como? Responde e abadia logo se defendeu falando que não estava em casa, então entramos todos no carro, nossa era uma ótima sensação de ser “meu”, dei a primeira volta com meu pai no condomínio depois ele deixou sairmos, fomos até a orla da Barra da Tijuca, paramos a beira mar e tomamos um sorvete todos reunidos, Abadia meio envergonhada, Jorge somente com o Celular filmando e tirando fotos, eu falando muito como sempre gosto. Foi um ótimo dia, pois meus pais nunca me trataram daquela forma, e nunca saímos todos juntos, em casa Jorge se trancou em seu quarto e Abadia disse que ele não estava se sentindo bem, consegui falar com ele somente por telefone;

- Jorge oque foi? Perguntei bravo.

- Dor de barriga cara, acho que foi o sorvete. Ele respondeu estranhamente.

- Pô tranquilo mano, qualquer coisa me fala tudo bem.

- Falou. Encontrei Abadia.

- Ele está aprontando. Falei para ela entrando na cozinha.

- Você e essa desconfiança sua rapaz.

- Não é desconfiança e sim intuição. Fui para a garagem namorar o carro, fiquei lá dentro sozinho olhando pensando na vida. No dia seguinte já acordei no quarto do meu pai;

- Deixaaaaaa! Eu estava no banheiro e ele fazendo a barba.

- Gabriel não!

- Mas pai eu só vou para o colégio e voltar para casa, não vou desviar de nada.

- Vou estar em casa 25 minutos depois que sair do colégio, se caso eu chegar e você não estiver aqui, sem festa de aniversário.

- Valeu.

Sai correndo fui me arrumar desci as escadas quase em cima do corrimão de vidro, fui ao quarto de Jorge e chamei-o, eu estava no carro esperando Jorge vir e claro uma fotinha.

Fomos para o colégio em horário de pico, quando tem algum transito eu suava no volante, mas quando cheguei e desci, me senti ótimo com todos me olhando, caramba foram vários comentários entre a turma, voltei à rádio do colégio e fiz um novo anuncio sobre minha festa de aniversário.

- Fala Galera do agitado PH, venho aqui novamente informar que no próximo final de semana será meu aniversário e como de costume irei fazer em minha casa, todos os convidados receberam, o Tema Balada Teen, Boa sorte!

Quando eu sai Bruna veio falar comigo.

- Te amo.

- Está falando isso por causa da festa eu sei. Caímos na risada, chegamos à cantina pegamos nosso almoço e nos sentamos somente nos dois, pois estava pouco cedo e os outros estavam em aula.

- Gabriel, você e o Adrian tem um lance eu acho isso ótimo, pois assim fico com o Jorge, mas como sua amiga posso te falar uma coisa.

- Bruna está me assustando, fala!

- O colégio não me vê e Jorge juntos, mas ficamos aqui no PH, mas você e Adrian são diferentes, ele não se aproxima não fica com você na sua casa, não te liga, já pensou nisso?

- Gata não dessa forma, assim por ser a gente não sei, ele é meio vergonhoso, e eu realmente gosto dele e “acho” que ele senti o mesmo.

- Já perguntou isso a ele?

- Você não está tentando me colocar contra ele né?

- Não seu bobo como amiga só quero teu bem, te falei isso para você pensar, sabe que eu te amo. Juliana fala para o Gabriel e os meninos o porquê que todas as garotas desse colégio querem sentar aqui. Bruna mudou de assunto, pois todos chegaram.

- Aí amiga é porque nessa mesa além de sentar os caras mais gatos e cobiçados de todo o PH, está o Gabriel. Os garotos riram e me zoaram, levantei abracei ela e foi realmente uma cena meio que sexy, ela estava de top com a barriga a mostra, dei uma pegada forte e escutamos um assovio ao fundo.

- Pessoal eu não tenho cintura de violão mais quem senta na frente do carro sou eu. Jorge e suas graças.

- Vai ter que arrumar um ônibus para carregar a turma toda. Eduardo falou bagunçando meu cabelo, o almoço foi de discussão sobre a minha festa era há de 18 anos e tudo tinha que sair 100%. O Treino foi bom eu e Jeferson falamos com o Técnico Thiago e ele aceitou a trégua, sai do colégio levei Jorge, Bruna Juliana Brenda e ainda Lucas, foi uma bagunça. Adrian não foi à aula no dia, depois que deixamos todos contei para Jorge oque Bruna tinha me dito, ele ficou bravo dizendo que não era para ela contar, pois ele havia comentado, então pediu para eu decidir o que é melhor, falei para ele que iria falar com Adrian. Cheguei em casa mandei no Whatsapp para ele que gostaria de vê-lo à noite para conversarmos, ele disse que também queria falar comigo. Tomei um banho jantamos, era por volta de 21h50min, foi até a casa dele que logo abriu a porta me cumprimentou com um abraço rápido e sentamos no sofá ele estava extremamente estranho.

- E ai bem? Perguntei quebrando o silencio.

- Bem sim.

- Adrian tudo bem?

- Mais ou menos, precisamos conversar.

- É precisamos. Eu disse isso me aproximando para beijado e ele virou o rosto.

- Gabriel acho melhor a gente parar com isso!

- Se for uma brincadeira não tem graça Adrian.

- Não é.

- Espera eu não to entendendo nada!

- Acabou Adrian, eu não quero mais nada com você.

- SEU FILHO DA MÃE! Porque isso agora. Você enlouqueceu.

- Não, é isso mesmo.

- Acha que pode falar assim comigo, me fala porque isso agora?

- To gostando de outra pessoa.

- Adrian sem essa, vai falando! Ele se sentou no sofá abaixou a cabeça com a mão no cabelo;

- Minha família... É conservadora demais para aceitar, O que as pessoas vão achar, cara eu não sei como lidar com isso, tem o colégio meu irmão, iria te atrapalhar de tal forma.

- Olha para mim, sinceramente eu não te conhecia, foi só por causa do sexo?

- Sabe que não, Gabriel acho que você não tem ideia de sua influência no PH, não sabe que é você um garoto, que manda no colégio, e tem sua família, Abadia.

- E acha que eu me preocupo com o que as pessoas acham? Não to nem ai, se eu me preocupasse não me sentiria FELIZ, não coloque Abadia na história.

- Eu já disse o que tinha para falar.

- Tudo bem, essa foi sua escolha, por mais que eu sofra, vou superar sabe porque "Orgulho", e por causa dele depois que eu sair por aquela porta mesmo que você seja a última pessoa do mundo não vou chegar em você, se quiser venha até mim.

Pessoal sair pela porta e dar as costas para ele depois do que eu ouvi aquelas palavras não foi fácil, doía tanto, mas tanto, quando eu cheguei em casa entrei no chuveiro, somente me enxuguei e deitei abraçando o travesseiro e as palavras dele ficavam em minha cabeça rodando e rodando como uma roda de um carro. Acho que perceberam que sou muito orgulhoso, pois e decidi usar esse meu traço particular para levar a vida em diante, mas claro a dor era inevitável, eu deitei e não queria acordar, mas, na manhã eu pensava mais um dia de luta seria acordar e encarar Minha vida de outra forma, acordei todo bagunçado e peguei o celular e bate uma foto com essa legenda " Para os adolescentes qualquer coisa é o fim do mundo". (Pensem nessa frase). Jorge entrou no quarto e deitou ao meu lado.

- Postando foto sem mim, vou pensar quando for falar de você para meus seguidores.

- Jorge você me ama. Falei pulando em cima dele e brigando.

- Eu te amo Gabriel para mim tu é um irmão.

- Promete nunca me trair? Sempre estar aqui? Eu disse isso batendo no peito em cima do coração

- Meninos vamos tomar café. Abadia disse entrando no quarto.

- Prometo, mas vamos conversar.

Descemos e depois de lanchar subi tomei um banho parei em frente ao closet.

- Tenho que renovar essas roupas e minha autoestima.

- Precisa mas vamos para aula já estamos atrasados.

Saímos e quando entramos na sala tinha um novato sentado no meu lugar, Adrian estava ao lado dele junto com a galera, eu puxei uma cadeira e sentei junto a Bruna na frente;

- Você está maluco? Não vai sentar no seu lugar?

- Quero ficar aqui.

- aí eu te amo. Mas gato quando Adrian sentou em seu lugar você brigou com ele agora tem um novato e tu senta aqui? Está procurando mais briga?

Fiz que sim com a cabeça depois das aulas almoçamos todos juntos tranquilamente tratei Adrian normalmente como um amigo da turma, no meio do treino fui ao banheiro correndo estava apertado ao entrar me deparo com a seguinte cena. Tinham dois veteranos ameaçando o novato o cara que havia sentado no meu lugar, chamavam ele de pobre de favelado, e o empurravam, peguei o maior pela camisa e o puxei tão forte que o derrubei, o cara menor olhou com um olhos, levantei o cara deu uma gravata nele muito forte mesmo;

- Pega as coisas dele. Falei para o cara menor que rapidamente pegou e entregou, empurrei o cara que eu estava segurando no chão.

- Pede Desculpas, PEDE DESCULPAS PORRA. Falei indo para cima deles.

- Foi mal. Eles falaram quase ao mesmo tempo.

- Vaza! Saíram correndo, eu descrevendo deu a impressão que foi devagar, mas galera a cena foi muito rápida.

- Valeu. Disse ele.

- Como você chama?

- Sou Guilherme. ( ele tinha uma aparência muito semelhante ao Chris Leão, uma subcelebridade vou deixar uma foto para quem não o conhece).

- Gabriel. Falei cumprimentando com um aperto de mão. Despedi e sai do banheiro pois ainda tinha treino, depois uma ducha e fui embora, na porta do colégio Jorge me liga.

- Gabriel vou na casa da Bruna, saio né?

- Hahaha' Camisinha Jorge, Camisinha.

Entrei no carro e Lucas me chama;

- Ainda bem que te achei, já sabe né Carona.

- Entra ai. Deixei ele na casa dele esperei ele entrar e é vi de longe uns caras brigando, olhei o tênis era Guilherme, acelerei o carro, mas o caras tinham ido embora,

- Cara você está bem? Ele fez que sim com a cabeça, o braço todo ralado boça sangrando coloquei ele no carro e fui ao hospital onde meus pais trabalhavam,

- Gabriel o que você fez agora? Perguntou minha mãe vindo e me abraçando.

- Dessa vez nada, mas o Guilherme precisa da senhora. Ela rapidamente o encaminhou para emergência, em 40 minutos vejo ele vindo e conversando com ela,

- Então?

- Foram somente escoriações, e uns dois pontos na altura da sobrancelha, vai ficar bem, Gabriel cuidado e Guilherme quando puder aparece lá em casa.

- Eu realmente não sei como agradecer vocês, muito obrigado mesmo.

- Vamos? Disse eu auxiliando ele até o carro, fomos em direção à sua casa Guilherme morava a 1 hora do colégio;

- Porque aqueles caras correram de você no colégio?

- Haha' digamos que tem um pouco de medo, eu gosto que mantém assim.

- É você dá medo.

- Eu? Hahaha' não mesmo, está falando sério?

- Você tem a cara fechada Gabriel, como se usasse isso como uma forma de defesa, continue assim!

- Hum valeu.

- É aqui!

Desci e ajudei ele a entrar era uma casa pequena, é simples não tinha ninguém;

- Você mora sozinho?

- Sim.

- E seus pais? Guilherme se calou por um tempo tirou a camisa colocou outra.

- Eles faleceram quando eu tinha 15 anos.

- Desculpe foi mal mesmo.

- Não, não tudo bem!

- Está em casa, e eu realmente tenho que ir.

- Não sei como agradecer, cara valeu mesmo.

- Que isso, e amanhã vamos na direção contar sobre hoje. Sai e fui para casa Jorge questionou fez um monte de perguntas, cheguei no meu quarto e tomei um banho jantamos assistimos um filme todos foram dormir eu deitei, mas não consegui pegar no sono, eu estava deitado mas de olhos fechados, sabe quando temos a sensação de estar sendo vigiado, eu me virei e vi Adrian na sacada me olhando, eu quase pulei da cama de susto, me levantei abri a porta;

- Deixou o Novato sentar no seu lugar, levou ele em casa! Não perde tempo em.

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