• Richardson Garcia

Pecado do Interior - Capitulo 03

Jorge tem minha idade, Abadia o criou até os onze anos, depois disso ele morou com o pai até então, Jorge tinha vindas de visitas anuais para ver sua mãe.

Subimos e ele veio me contando sobre tudo como foi está longe da Abadia, e ansiedade em voltar.

Entrei no quarto deixei minhas malas fui ao banheiro ele ficou no computador, há ele é fascinado em eletrônicos fica quase 24 horas conectado, quando sai ele estava com uma página do Facebook aberta era sua linha do tempo, Pessoal tinha 578 Notificações, eu fiquei louco;

- Ei o que é isso? - Ele riu e clicou eram centenas de comentários curtidas e tals.

- Jorge quantos amigos tem no Facebook?

- O Limite, 5,000 mil. - Eu o fiz provar não acreditei.

- E Seguidores?

- Tenho 880 mil seguidores no Instagram! - Eu quase pulei nele. - Como assim?

Jorge tinha um canal no Youtube, mas era mais "conhecido" no Instagram, mostrou os vídeos e tals.

Estávamos sentados na varanda do meu quarto, quando percebi que a piscina havia acabado de ser limpa;

- E aí, será que agora consegue atravessar a piscina e voltar? Ou sou melhor que você nisso também? - Pergunto tirando uma com a cara dele.

- Quantos seguidores no Instagram você tem mesmo? - Ele fala rindo.

- Viado! - Digo me levantando.

Entrei no banheiro e coloquei uma das sungas que tinha, e descemos;

- Gabriel que acha de fazer uma live no Insta? - Ele falou se aproximando, com o celular.

- Na hora, me marca aí em, rsrs. - Falo com a toalha nas costas.

- Meninos querem comer algo? - Abadia pergunta descendo as escadas.

- Obrigado mãe! - Disse ele sempre educado.

- Eu não vou gostar da ideia de dividir a sua mãe com você não Jorge rsrs.

- Agora é minha vez! rsrs. - Pessoal seguimos para a piscina, e ele então conectou no app. - Opa meninos... Sejam Bem-Vindos!

Eu entrei na água enquanto ele comentava algo com o pessoal, e então Jorge se aproxima da piscina, ele ficou de costas e eu dentro d´água;

- Esse é meu melhor amigo, amigo de infância né Gabriel?

- Sim.

- Vou deixar o @ dele, para depois conferirem. Então, vamos fazer uma breve competição aqui, e vocês vão ser os juízes, e depois conversamos de o porquê eu estar no Rio de Janeiro.... Preparado?

- Sempre!

Ele colocou o celular em um lugar onde ficava visível, e então seguimos para a outra borda da piscina, contamos até 3 e pulamos. Fui o mais rápido possível, e ganhei, ele pediu revanche e eu perdi. Então foi a melhor de 3, galera eu ganhei ele ficou todo sem graça. Jorge saiu da piscina e despediu do pessoal, e tals, e eu só no meu celular acompanhando o "movimento".

Depois ele pula na água fazendo o pulo, "Bola de canhão", e começamos uma guerra de água, até eu ouvir;

- Atrapalho? - Adrian chegou calado e perguntou seco e ríspido.

Paramos até assustei com ele.

- E aí está afim de entrar? - Perguntei quebrando um silêncio, Adrian não parava de encarrar o Jorge olhava ele com raiva. Jorge saiu da piscina passou a toalha no corpo e cumprimentou ele;

- Gabriel vou lá dentro pegar meu carregador!

- Vai lá. - Fiquei olhando ele entrar quando vejo Adrian está entrando no seu quintal, fui atrás dele;

- Que foi isso agora?

- Não disse nada! - Ele falou de um jeito estranho.

- Então porque essa cara? E porque está falando assim comigo?

- Nada. - Nossa fiquei puto por ele ficar medindo o que fala.

- Aquele é o filho da Abadia, praticamente um irmão para mim Adrian.

- Não precisa dar satisfação da sua vida para mim falou! - Porra ele falou de um jeito comigo.

Ele falou com um tom meio alto.

Eu estava explodindo, assim como ele fez, deixei Adrian falando sozinho.

Durante a noite, fiquei mais interdito com o Jorge, e também desfiz minhas malas, estranhamente meus pais estavam em casa, e jantamos em família, o que acontece como o Natal, uma vez no ano.

Eu subi cedo para meu quarto, tentei dormir, mas nada de pegar no sono. Por volta de meia noite desço até a cozinha e Jorge está conversando com a Abadia;

- Não dormiu aí nada? Tem aula amanhã. - Abadia comenta.

- Estou sem sono. E vocês aí nada de pé? - Falo abrindo a geladeira e pegando um leite.

- O garotão aqui está com medo da aula amanhã. - Abadia fala.

- Você com medo? Ei relaxa, cuido de você lá Jorge.

- Vai cuidar mesmo Gabriel? - Abadia pergunta.

- É claro, vou ficar de olho, qualquer coisa eu te conto, nada de meninas, e conversar na sala de aula. rsrs. - Falo rindo, ele ficou sem graça.

- Depois dessa vou até dormir. Boa Noite para vocês.

- Boa Noite.

Acordei cedo no outro dia, me arrumei e desci para tomar café, somente minha mãe estava em casa, meu pai estava no trabalho, tomamos café rápido, pois estar ansioso, para aula, e ver o Adrian, serio não entendi ele.

Minha mãe deixou eu e Jorge no PH, pessoal foi descer do carro, vejo os meninos na rodinha conversando, seguimos até eles, Lucas e Jefferson, que cumprimentaram Jorge tranquilamente conversamos falando da viagem e tals, Bruna e Juliana chegaram, Bruna se aproxima cumprimenta os meninos toda alegre, trocando olhares com o Jorge.

- Você tem dono, tira o olho do garoto! - Falo abraçando ela.

- Você também tira o olho dele. - Eu falo zoando.

- Eu vi primeiro. - Rimos e ela me deu um selinho.

Ao olhar Adrian chega, ele desce do carro se aproxima da turma, e cumprimenta todos, todo mundo, e me ignora, com a Bruna abraçada em mim ele cumprimenta ela e me ignora. Todos olharam sem entender, ele então entra, claro que questionaram, mas nem eu soube responder, um silencio se instalou, só foi quebrado quando ouvimos uns gritos de cinco garotas próximos a nos.

- AAAAAAH' JORGE ANTONIO?

Elas gritaram e pularam nele era como ter uma celebridade próxima, todos ficaram sem entender.

- aí não acredito! Tira uma foto com a gente! Vimos sua postagem então decidimos vir para te ver.

Foram vários elogios e tals, o todo mundo olhava para ver quem era;

- Jorge isso está virando bagunça é mais seguro entrarmos.

Falei pegando em seu braço, ele riu concordou eu e os meninos o auxiliaram, dentro da sala o ele explicou tudo, então ganhou mais admiradores, galera o dia no colégio foi demais, somente Adrian que estava de cara fechada para o meu lado, decidi ir à casa dele quando sair do colégio, com esperança de estar mais tranquilo.

Jorge não jogava bola, mais tinha que participar do treino como pontuação na matéria de Educação Física.

Na hora de ir embora eu estava do lado de fora esperando Jorge que tinha ido na sala da coordenação, e Bruna estava comigo, estávamos falando dele, quando vem Juliana correndo;

- Gabriel Corre, o Jorge está brigando. - Não deixei terminar de falar fui correndo o mais rápido que podia.

Quando cheguei tinha um monte de gente junto, eu praticamente pulei no meio;

- Está de brincadeira com a minha cara? - Falo ao ver o Jefferson "armado”...

- Eu vou quebrar sua cara. - Ele fala ameaçando o Jorge. - Seu namorado chegou para ajudar né, pode vir os dois se quiser! - Ele estava alterado.

Jorge partiu para cima dele, eu aí nada sem entender, tentei segurar ele;

- Deixa vir deixa. - Jefferson ficava atiçando ele.

Eu virei segurando o Jorge, para sairmos de lá;

- Me ajuda Bruna. - Falo para ela que pega a mochila dele.

O Lucas chega para ajudar e se aproxima de mim, questionando, quando escuto;

- Ah já vai contar para mamãe dele Gabriel? Opa esqueci ela deve estar ocupada limpando a privada da sua família.

O Jorge pulou três metros de altura com isso, digamos que eu fui mais alto, o sangue subiu na cabeça, meio que empurrei o Jorge para cima do Lucas;

- SEGURA ELE. - Falo indo para cima do Jefferson. Empurrei ele com força questiona. - Repete se for homem, repete?

- Empregadinha sim, porque? - Ele fala cuspindo em minha cara, mas desvio e pega na camisa.

Eu aí nada não sabia o que tinha acontecido, mas sabia que ele passou dos limites.

Dei um soco em sua cara próximo ao nariz, ele se virou o sangue caiu, mas ele revidou com rapidez, só senti uma pancada no rosto minha cabeça quase deslocando, ele me socou, os seguranças chegaram eu estava possesso de raiva.

Pessoal isso aconteceu em segundos, foi muito rápido. Fomos encaminhados a Direção, e eu estava com um pequeno sangramento na altura do olho próximo sobrancelha, o Jefferson estava estranho, camisa cheia de sangue e com a boca cortada, e nariz saindo sangue, na sala do diretor me responsabilizei por tudo, e fomos encaminhados ao hospital, pedi que fosse onde meus pais trabalhavam.

- "Doutora Magda, favor comparecer na Emergência, Doutora Magda Favor comparecer a emergência." - Dizia o anuncio no hospital.

Minha mãe vem no corredor até então tranquila, dentro do quarto consigo ver ela, ao ver o diretor da minha escola ela começa a correr, entra no quarto muito rápida;

- Doutora ele se envolveu em... - Dizia o diretor.

- Você cale a boca, para fora, quem o deixou entrar? SEGURANÇA! Acompanhe esse senhor até a sala de espera. - Ela fala com muita raiva e preocupação.

- Mãe não foi nada. - Falo.

- Como cortou Gabriel? Você bateu a cabeça? Prepare a sala de Tomografia.

- Eu me envolvi em uma briga. - Falo cabisbaixo.

Ela colocou o estetoscópio envolta do pescoço e respira fundo;

- Depois conversamos sobre isso, agora o que está se sentindo?

Depois disso ela me tratou como qualquer paciente. Não foi nada, eu recebi uns pontos, e estava liberado. Ah e minha mãe fez pedir desculpas para o diretor.

Cheguei em casa o Jorge já estava com aquela cara que tinha levado um "esporro" de sua mãe. A Abadia me abraça, conversei e expliquei estar tudo bem.

Jorge contou que aquilo tudo, foi por uma garota que o Jefferson está afim pegou o número dele, tipo trocaram contatos, e o louco foi para cima. Para completar tinha vídeos da briga na internet, nossa foi uma merda que só.

Fiquei no meu quarto, pois a medicação que recebi me deixou sonolento, e peguei no sono, acordo minutos depois com a Abadia me chamando;

- Gabriel? Gabriel... Filho.

- Oi!

- Tem visita querido.

- Visita Abadia? - Pergunto protegendo os olhos da claridade.

- Oi! - Fala o Adrian saindo de trás dela.

Ela saiu descendo;

- Eu fiquei sabendo o que ouve, como está se sentindo?

- Vaso ruim não quebra. - Falo tirando um sorriso tímido dele.

- Me desculpe por ontem!

- Esquece.

- Jorge veio falar comigo no PH hoje, fui um idiota.

- Foi! - Afirmo o que ele disse.

- Então estou desculpado?

- Depende.

Adrian se inclina e me dá um selinho;

- Minha mãe pediu para tomar esse remédio! - Jorge fala na porta do quarto, vendo nós se beijar.

Fiquei pálido, em choque, as únicas palavras que sairão foram;

- Jorge Não é.... - Tentei dizer sem graça, e gaguejando.

Ele ficou pouco sem graça, assim como Adrian que se afastou;

- Ei, tudo bem! Fiquem tranquilos, me desculpe. - Ele fala entrando.

Jorge se sentou na cadeira do logo atrás, o Adrian se virou, ficando sentado na cama, meio que "virado" para ambos. Jorge então comenta;

- Agradecer a Gabriel por hoje, Valeu. - Ele disse meio que aí nada, sem graça.

- Por nada Jorge, e na boa? Ele precisava daquilo, Jefferson estava passando dos limites já havia uns dias. - Quando comento o Adrian sorri.

- Queria eu dar umas na cara daquele cara, rsrs. Mas eu só não entendi o porquê? - Adrian questiona a gente.

- Primeiro: ele é louco, e segundo, o Jorge somente pegou o telefone da Anabela, o Jefferson surtou.

- Ele acha que a garota está afim dele, e só fica dando fora, o Jefferson é louco. - Adrian fala.

- Gabriel seus pais te aguardam no escritório. - Abadia me chamou, pensei “Vou escutar muito agora”.

Me levantei e sai do quarto, o Adrian meio que seguiu para ir embora, e Jorge desce junto. Ao aproximar entrando eles estava meio que conversando, foi me ver e a pergunta;

- Por quê? - Meu pai falou quando eu entrei na saleta.

- Ele insultou Abadia, e eu não iria ficar quieto.

- Gabriel eu estou por aqui, por aqui com você! No grupo de pais do PH só falam de você, no condômino, adivinha quem é o assunto principal depois das taxas? - Meu pai fala possesso.

- Já temos o número do Diretor do colégio salvos no telefone, quando ele nos liga já está íntimo, você apronta como se estudasse em uma escola municipal, como se não tivesse estrutura família. - Minha mãe diz com a mão na altura da testa.

- E eu tenho? - Falo da boca para fora.

- CHEGA, já chega, não está falando com qualquer um, somos seus pais, e aí nada mandamos nessa casa, sobe para o seu quarto agora!

Cara que raiva! Que dia!

Subi para meu quarto, me aproximando da janela vejo o Adrian entrando nos fundos de sua casa. Então envio mensagem para o Jorge;

- Como estou suspenso, se cuida lá mano, os meninos vão ficar junto a você, e valeu por hoje é importante para mim, não sei aí nada se consigo conversar sobre isso. - Falo me referindo ao beijo.

- De boa, afinal eu estou te devendo uma, e como não entendo, mas eu respeito.

É Jorge tinha conquistado mais aí nada meu respeito, depois dessa.

Vamos avançar alguns dias aqui, mais exatos uma semana.

Não tive muito contato com o Adrian nestes dias, meio que nos afastamos, e confesso sentir uma fala dele.

Na sexta-feira estávamos eu e Jorge jogando FREE FIRE, os dois no meu quarto, quando ele comenta, entre uma das partidas;

- Já que não está namorando a Bruna, será que... - Ele deixa a frase "no ar", me olhando.

- Está afim da minha namorada? - Falo bravo.

Ele arregala os olhos, mas abre um sorriso;

- Vou falar com ela, você está certo, é melhor também acabar com isso.

Pessoal quando terminei de falar uma bola de papel cai dentro do quarto, de repente outra, e outra! Olhei para o Jorge e levantei, quando cheguei perto o Adrian joga outra que me acerta;

- Que isso garoto? - Falo olhando pela janela.

Jorge se aproxima e ele fala;

- Meu irmão me chamou para ir a uma festa, pedi para chamar vocês!

- Festa minha mãe não vai deixar. - Disse Jorge rindo.

- Vamos escondido. - Adrian falou sussurrando.

- Adrian, Jorge não vai, eu vou! - Falo sorrindo.

- Eu vou. - Ele fala dando OK, para o Adrian.

O Jorge pegou as coisas no seu quarto e trouxe para cima, nos arrumamos, e despistamos, Abadia, meus pais não estavam em casa.

Em uns 30 minutos chegamos na tal casa, haviam vários carros na porta e motos, uma música pouco alta, o irmão do Adrian se vira e olha para gente falando aí nada dentro do carro;

- Galera ajam de maneira normal, não vão ficar encarando os caras, qualquer coisa me chama, estou sempre por perto! - Concordamos e descemos.

Pessoal quando entramos cumprimentamos várias pessoas, não conhecíamos ninguém, estava lotado o som alto era funk com eletrônico nossa, fui à sacada que dava acesso à para ia tinha uma fogueira e poucas pessoas, algumas em casais, Adrian chegou correndo.

- Gabriel prova isso. - Ele disse virando um copinho pequeno na minha boca, nossa desceu como fogo na garganta, ele caiu na risada quando olhei para dentro Jorge estava sentado com uma galera virado essa bebida.

- Pelo amor de Deus o que é isso? - Falei gaguejando Adrian rachava de rir de mim.

- Tequila, "não é bom?" - Ele estava até "engolindo" palavras.

- Ótima tão boa que aí nada não chegou ao estomago. Parou na garganta. - Ele somente sorria.

Entrei em uma destas rodinhas de jogo, só entendia que tinha que beber. Logo me levanto dizendo precisar dançar.

Para garantir que era eu mesmo, levei no meio dos outros um tombo alguns me ajudaram, gente toda hora que eu olhava para Adrian estava rindo como uma criança feliz, Jorge gritava e bebia, dançava, o irmão de Adrian estava com uma garota diferente toda vez que eu o olhava.

- Mano preciso vomitar. - Falei me aproximando de Adrian, corremos até um banheiro no andar de cima entramos em um quarto, nossa vomitei muito, odeio isso, me lavei havia um enxaguam-te bucal então quase acabei com o frasco.

Sai do banheiro Adrian estava na cama.

- Está melhor? - Ele perguntou se sentando.

- Preferia antes que eu estava vendo dois de você. - Ele riu se aproximando e dizendo,

- Não dá conta de um de mim quem dera de dois. - Eu empurrei ele sorrindo, e olha o efeito da bebida funcionando.

Nos beijamos e caímos na cama, em segundos estávamos sem roupa, ele dessa vez estava com uma pegada forte mais firme e extremamente quente, eu desci e fui chupa-lo, o cassete dele era como de revistas gay, reto lindo não muito grosso sabe aquele tamanho ideal, pois é poucos pelos e bolas grandes, o gosto literalmente era de macho um cheiro forte, eu não sabia muito bem o que fazia, mas achava que estaria fazendo certo, pois ele gemia como um louco, eu sugava seu cassete com vontade passava a língua e masturbava fazia movimentos com a cabeça;

- aí caramba vou comprar uma garrafa de tequila para você todo dia.- Ele disse quase gozando.

Parei e deitei ao lado dele que foi descendo sua língua pelo meu peitoral ele começou a me chupar, nossa sua boca era como veludo e quente eu forcava muito, pedi para ele deitar coloquei meu cassete em sua boca e comecei a fuder como louco ele me segurava com a mão, mas eu estava louco de excitação, depois que o parei me pegou nos levantamos e em pé ao lado da cama, ele colocou uma de minhas pernas para cima apoiada na cama, e me forcou para abaixar, pegou nas duas nádegas e abriu.

Apontou seu cassete e cuspia para lubrificar eu estava sentindo dor mais com o efeito do álcool estava meio confuso, quando senti suas bolas ele gemia e rebolava forcando muito, ele estava como eu louco de tesão segurou na minha cintura e bombava muito, com força mesmo em minutos senti seu esperma me preencher por dentro, ele se afastou quando eu olhei para trás ele estava encostado em um móvel com o cassete babando.

Nos arrumamos e descemos, olhei no relógio era 05h00min da madrugada Jorge estava na pista de dança e depois de uma hora fomos embora, o sol já tinha saído e quando entramos no condomínio passamos pelos meus pais estavam indo trabalhar no carro de minha mãe, aproveitamos e entramos tão silenciosamente que nem pisamos no chão.

No sábado acordamos na hora do almoço porque Abadia nos chamou, perguntou por que estávamos naquela situação e dizemos que jogamos até tarde.

Depois do almoço tomei um banho e Abadia tinha saído fui procurar na garagem um skate antigo que eu tinha e o carro do meu pai estava La;

- Jorge vem aqui! - Dei um grito ele correu assustado.

- Que foi?

- Nada, olha! -Disse eu abrindo a garagem.

- Está pensando em... Gabriel tu é loco se a polícia pega estamos fritos.

- Vamos dar umas voltas somente aqui dentro do condomínio. - Fui e peguei a chave, ele entrou colocou o sinto e estava com medo, mas a adrenalina era ótima de se sentir, eu somente via meu pai dirigindo e prestava atenção, entrei coloquei o sinto olhei para ele e disse;

- Calma realmente é a primeira vez que eu vou fazer isso. Ele riu e mandou esperar desceu do carro saiu correndo eu aí nada brinquei com ele se havia desistido, ele veio com uma câmera falando da primeira aula de volante que teria, eu ri ele entrou no carro me cumprimentou eu fiquei receoso um pouco, mas depois me apresentei para a câmera e dei marcha ré, eu estava morrendo de medo, mas fui galera para fazer a manobra e virar foi uma luta, demorei horrores ele até teve que desligar a câmera por um tempo, peguei a rua reta e fui somente de 1, 2 marcha nossa depois o coloquei no volante, o Jorge subiu em cima um canteiro, eu não fazia nada, somente rindo e eu gravei tudo nos estávamos medianos no volante, o condomínio tinha cinco ruas foram algumas voltas ele estacionou.

Jorge foi editar o video, e a Bruna envia mensagem dizendo estar vindo na minha casa. Avisei ele é claro que correu para tomar um banho.

Quando ela chegou, não entrei, demos a volta até a área da piscina, e sentamos nas cadeiras para conversar;

- Gata acho melhor a gente para de ficar na frente dos outros.

- aí eu queria te pedir isso.

- Anh?

- Mas não queria te magoar Gabriel, é que estou afim do Jorge, mas não rola eu ficar com ele.

- Que ótimo.

- Como assim?

- Ótimo... Ótimo, é que você não achou ruim. - Terminei de falar ela questionou do Adrian e acabei falando algumas coisas, ela ficou confusa, mas alegre por mim, e pediu ajuda com o Jorge, mas eu não disse nada a ninguém somente confirmava, para que eles se acertassem.

No domingo de manhã eu e Jorge fomos no Jardim ele queria tirar uma foto fiquei pouco atrás e vi uma movimentação na casa de Adrian e quando, prestei atenção vi que sua família havia chegado.

Depois do almoço eu estava treinando e ensinando uns dribles para o Jorge quando vejo o irmão de Adrian chegando;

- Posso brincar com vocês? - Ele perguntou para o Jorge.

- Olha não estamos brincando isso aqui é coisa séria, eu sou um nerd e não sei jogar, é quase um atentado terrorista. - Ele riu muito e eu perguntei.

- E seu irmão o Adrian? - Pergunto tocando a bola.

- A namoradinha dele veio com meus pais, está matando a saudade, se é que me entende!

Não leram errado não, namorada sim. Loira de baixa estatura e olhar penetrante, vimos eles quando estava retornando depois do futebol.

- Quem chegar por último é a mulher do Padre. - Grita o Jorge correndo para os fundos de casa.

Pulamos praticamente juntos na piscina, era o que eu estava precisando, "esfriar a cabeça".

- Pensei que teriam uma DR, quando viu a garota! - Jorge comenta.

Estávamos na piscina, tiramos a bermuda, enquanto ele me questionava;

- Até eu, mas não temos nada, não posso cobrar saca. Não vou esquentar a cabeça agora.

- Você está certo, mas fico me sentindo culpado agora. - Ele comenta se sentando a beira da piscina.

- O que você tem a ver com isso? – Pergunto passando a mão no rosto.

- Adrian namorando, eu com sua EX, e você sozinho, “Alone”. – Ele diz me zoando.

- Vai se foder Jorge. – Falo jogando agua nele.

Bem, essa tarde a Abadia caprichou no almoço, aproveitei a tarde para descansar um pouco, estava mesmo precisando não fazer nada.

A noite logo após eu tomar um banho, fui me vestir e deixei os Status do Instagram passando, e percebi que o Jorge havia dito que iria fazer uma “Live”, com seus seguidores.

Foi o stories dele passar, ouço bater na porta;

- Ei pode entrar?

- Chega aí. – Falo descendo a camisa.

- Vou fazer uma Live, quer participar? Bom que respondemos as perguntas, pois um monte quer saber quem é você nas fotos.

- Pode ser, vou secar meu cabelo e fazemos ok.

- Beleza.

- Vai ser na sala.

- FALOU. – Grito por ele estar descendo as escadas.

Sequei meu cabelo, coloquei uma de minhas melhores camisetas, ao descer as escadas ouço a risada de Bruna, e Adrian, estavam na sala esperando a mim. Fiquei meio sem graça, e eles logo quebram o gelo;

- Demorou em! – Bruna diz.

- Que fazem aqui? – Pergunto rindo.

- Jorge chamou.... Senta aqui Gabriel rápido, vai começar. – Ela fala.

Galera até então era para ser rápido, mas demoramos muito, tipo duas horas. Respondemos várias perguntas, e foi muito legal, gostei, e claro os meninos também. No pico da Live chegaram a ter 19 mil conectadas.

Era entre 23:30 da noite estávamos nos quatro no jardim, deitados em um sofá de jardim que era bem espaçoso, estava um ventinho frio, ficamos eu e Adrian deitados um do lado do outro e Bruna e Jorge do outro lados abraçados se acariciando;

- Porque não me contou dela? - Perguntei me referindo a garota.

- Eu pedi um tempo quando vim para o Rio, e não sabia que meus pais iriam traze-la, Desculpe! - Ele falou de uma forma tão sem graça, que somente Jorge para quebrar o gelo mesmo.

- Não tem Jeito Gabriel você é o Amante, se conforme. -Adrian ficou vermelho depois de umas risadas, Bruna se pronuncia.

- Pessoal, olha como as coisas mudam. - Todos paramos e prestamos atenção nela.

- Em menos de 3 meses, Gabriel era o Garoto mais cobiçado do PH...

- Aí nada sou. - Falei e ela revidou com uma almofada.

- Nos olhos dos outros namorávamos, ele tinha o saco puxado e massageado por Jeferson, o dono do pedaço, daí aparece um caipira que é um “Pecado do Interior”, tomou atenção do colégio roubou meu namorado, e a vida me trouxe um nerd de óculos que realmente estou me apaixonando, eu disse essas palavras que apesar de tudo e todos sempre vamos continuar sendo nós mesmos, o Príncipe a Princesa, o Nerd e o Roceiro, vocês são os homens da minha vida. – Foi bonitinho né? Mas rachamos de rir dela, que ficou brava.

- Que brisa é essa Bruna? – Adrian pergunta.

- Ela bebeu antes de vir? – Jorge responde.

- Quero ver um beijo de vocês! – Bruna muda totalmente o assunto.

Fiquei roxo de vergonha, o Jorge ficou calado e o Adrian sorrindo.

Ele se aproximou, se apoiando no cotovelo e me beija, eu nesse momento estava com a cabeça na perna de Bruna, ela ficou olhando e Jorge também, eu cheguei a soar as mãos.

- aí que tesão, me subiu um calor. - Bruna falou e Adrian abriu um sorriso aí nada no beijo.

- Gabriel você ama ele. -Olhei para Jorge tipo. - Oque?

- Seus olhos brilharam, sua mão está suada e fria seu coração batendo muito rápido, quando você olha para ele não vê um cara bonito com um belo corpo, parece que você se vê dentro do coração dele.

- De onde tirou isso Jorge.

- Ei isso é lindo, esse sentimento que está sentindo agora que estou falando, é tão puro e sincero que poucos tem a oportunidade de sentir.

- Caramba agora eu me arrepiei com suas palavras, nossa. - Adrian falou e Bruna falou a ele “Faço de suas palavras as minhas”.

A mãe de Bruna chegou Jorge foi leva-la até o carro, e eu e Adrian nos despedimos com um beijo na bochecha muito fofo.

Segunda-feira de manhã eu, Adrian e Jorge ganhamos carona de seu irmão, que nos deixou bem cedinho no colégio, estávamos nos 3 na cantina tomando café e chegou Bruna, Juliana e Brenda, depois Lucas e Eduardo, até aquele momento não tinha visto Jefferson, seguimos para a sala de aula, e ele estava lá sentado na cadeira ao lado da minha, coloquei minha mochila ao lado de Bruna sentei Adrian fez o mesmo, e os garotos sentaram atrás de nós, reprendendo ele, no almoço fui até onde fica a rádio do colégio e pedi para que fosse anunciado um mega evento em algumas semanas e claro informado por mim, no treino no fim da tarde Jefferson estava no time adversário o meu, Adrian era nosso goleiro e ele Atacante, galera eu achei que Adrian estava com gasolina no sangue jogou excepcionalmente bem nos defendeu de mais de 6 lances a gol, no fim do treino o Técnico Thiago nos chama atenção.

- Hoje eu coloquei Gabriel separado de Jeferson, vocês se saíram ótimos, mas o jogador do dia foi Adrian meus parabéns, como vocês sabem o último jogo desta temporada está aí, e não podemos descartar as jogadas de vocês dois que são como eixos se encaixam perfeitamente, se não se entenderem, estão oficialmente fora do Time de Futebol do PH.

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