• @rgpatrickoficial

Pecado do Interior - Capítulo 4

#Gabriel


O telefone do quarto toca, e estava me trocando quando ouço ele atender e conversar. Sai daquele banheiro com a maior vergonha da vida, por não saber o que dizer.

- Bom Dia! - Ele disse todo sorridente, estava deitado ainda com os braços cruzados atrás da cabeça deixando a mostra seus bíceps.

- Que felicidade é essa? Não falou que iria dormir na sala?

- Sim, eu deitei na sala, mas o ar condicionado não está funcionando, e então deitei aqui.

Eu olhei para a direita e realmente o sofá estava "bagunçado".

Quando Adrian se levantou assustei estava de cueca Box branca e com o cassete meio bomba, disfarcei para não encarar;

- Quem era ao telefone? - Perguntei tentando me distrair.

- A recepção à professora pediu um alarme para os quartos irem tomar café.

Ouço bater na porta, era Bruna quando ela entrou Adrian saiu do banho somente de toalha, os olhos dela brilharam, eu o percebi e estralei os dedos, ela riu eu fechei a porta da suíte, e descemos, sem dar um pio até quando sentamos na mesa o garçom nos serviu.

- Vocês dormiram juntos?

- Sim, ar condicionado da sala não estava funcionando.

- Mas e aí rolou algo?

Eu me engasguei nesse momento, com a pergunta.

- Está louca? -Eu disse gaguejando.

- Vocês dormiram juntos?

- Ele deu em cima de você?

- Algo me diz que aí tem.

- Acordei de conchinha com ele!

- Haaaaaaaaaa.

Todos olharam pra nossa mesa.

- BRUNA. -Eu resmunguei.

- Não acredito, por isso não quis trocar de quarto comigo ne!?

- Eu fiz sem querer.

No meio de nossa conversa a professora chama e subimos para o quarto pegamos roupas e trajes de banho, pois iriamos para uma trilha num lugar chamado “Serra de Caldas”, é enorme e tem várias trilhas e cachoeiras, para quem gosta de natureza é um ótimo lugar, fica a poucos quilômetros do centro da cidade.

Chegando lá andamos muito e as professoras sempre tinha algo para falar, de uma planta aqui, outro pau ali, eu somente no celular, menino de cidade, andamos muito, muito mesmo paramos periodicamente para comer, eu sei que voltamos para a cidade era quase 21h00hr a única coisa que eu queria era um chuveiro, chegando ao hotel à cidade estava movimentada, e o Saguão do hotel também nos entramos todos sujos todos olhando, pensei nossa agora minha vida social desse no ralo, sorte não conhecer 90% daquelas pessoas..

Cheguei ao quarto Adrian não estava, hoje quase não o vi, entrei no banheiro e tomei um banho estava precisando muito, quando sai com a toalha enrolada na cintura, ele estava no quarto.

Ao olhar ele estava na cama deitado, de pernas para cima;

- Você tomou banho?

- Sim, fui no quarto do lado, você estava batendo uma, demora horrores para gozar em Gabriel.

Cara fiquei em choque com o comentário, nem sabia o que dizer;

- Não tenho o costume de me masturbar no banheiro, e eu não demoro a gozar, depende da pessoa.

Ele cai na gargalhada com minha resposta;

- Masturbar, que gay!

Eu jogo a toalha molhada nele, que a joga no chão, Adrian se vira na cama, enquanto eu passo meu desodorante e questiona;

- Porque depende da pessoa?

- Quem vai gozar é você, é seu tesão que estamos falando.

- Se a mina não aguenta muito tempo, eu gozo rápido, agora se estiver de boa eu demoro, afinal é para curtir de todo jeito.

Falo pegando meu celular e contornando a cama até a tomada, próxima;

- Já comeu o cuzinho de alguma mina?

- Adrian, na boa, você é assim mesmo? Ou é irritante somente quando está comigo?

- Gabriel, na boa, você fala de mim só para a Bruna ou para mais alguém? - Ele fala se sentando.

Na posição que eu estava ele ficou atrás de mim.

- Tu és bem convencido mesmo né garoto, não perco meu tempo falando de você.

- Só pensando?

- Me esquece, cara! - Falo tirando o celular da tomada com raiva.

Me levanto para sair e ele pula da cama;

- Não calma ai! - Adrian diz a minha frente.

- Papo dez, sai da minha frente! - Falo desviando o olhar dele.

- Beleza, mas pensa nisso depois do beijo falou!

- Oi?

Outro beijo, mas não qualquer beijo, foi aquele com pegada que te deixa de perna bamba, tipo ele teu uma pegada na minha cintura que não sobrou espaço entre nós, depois segurou na minha nuca, sua língua pediu passagem na minha boca que não teve como eu recusar, só paramos quando precisamos de ar.

- Não adianta falar né. - Digo me afastando.

Ele ficou me olhando e sorriu, nada disse.

Peguei a toalha que estava em cima da cama, e ele se aproximou beijou o meu pescoço, e te falar ali e um dos meus pontos fraco, virei pra ele e beijei, não deixei a mente pensar, só agi, começamos um beijo louco com pegada e acabamos caindo na cama, o clima só foi esquentando mais e ele foi passando a mão pelo meu corpo e eu fazendo o mesmo com ele, sabe quando você está tão envolvido no momento que o mundo desaparece, era assim parecia que não existia nada só aquele beijo, ele mais ousado colocou a mão dentro na minha cueca que e apertou meu pau que já estava estourando de duro, mas ai eu segurei mão dele e ele me olhou sem entender.

- O que foi não está curtindo?

- Estou, é que eu nunca fiz isso, sabe nunca fiquei com um homem.

- Gabriel, isso é tudo novo pra mim também, eu ainda sou virgem.

- Ele se aproximou novamente dessa vez somente com a boca, passei a mão por traz de seu corpo e coloquei ele no meu colo e comecei a beija-lo, mas não um beijo rápido e sim um lento, saboreado a boca dele, fui beijando ele até sentir ele mais relaxado, ele foi rebolando e roçando a bunda no meu pau que estava muito duro, ele colocou a mão na minha nuca e foi descendo nas minhas costas enquanto eu mordia sua orelha fazendo ele solta uns gemidos, ele passou as unhas na minhas costas deixando umas marcas, depois levantamos e tirei minha cueca e trouxe ele para o canto da cama fiquei em pé e coloquei meu pau em sua boca, pessoal quando ele começou a me mamar eu fiquei loco uma sensação que nunca havia sentido antes eu tremia todo, coloquei uma perna na cama fazendo movimentos com o quadril e segurando sua cabeça estava literalmente fudendo sua boca, em um momento parei e beijei sua boca, fui na gaveta e peguei uma camisinha que sempre andava comigo, deitei na cama e fiz para que ele possa vir, ele subiu se aproximou e disse.

- Vai devagar.

Olhei pra ele e disse.

- Confia em mim?

- Sim!

- Segurei a base ele foi sentando de vagar, ele foi controlando indo no tempo dele, eu passava a mão em seu peitoral a outra na sua bunda quando ele sentou totalmente eu me encostei na cabeceira da cama e fiquei meio sentado em uma posição que ele poderia me beijar e cavalgar no meu pau, as poucos ele começou a rebolar, caralho fui no céu e voltei, serio quase gozei, ele rebolava lentamente sentido toda minha piroca, estava saboreando aquele momento, eu vi que ele tinha se acostumado então decidi agir, suspendi ele no colo e coloquei de frango assado ele passou as pernas na minha cintura, comecei a beija-lo e ao mesmo tempo fui dando umas esticadas dele, fazendo ele gemer, fui aumentando a velocidade, fudendo com vontade, que cu era aquele apertadinho, estava difícil não gozar, ficamos um tempo nessa posição, depois coloquei ele de lado e continuei metendo só ouvindo ele gemer, levantei a perna dele e só olhando nos olhos dele e metendo, vendo ele sentir todo aquele prazer, quando vi que já ia gozar, coloque ele de frango assado novamente e fui metendo, e tocando punheta pra ele, quando ele anuncio que ia gozar aumentei a velocidade e gozamos juntos, foi a melhor sensação da minha ver nos olhos dele como ele tinha gostado tanto quanto eu, caímos deitado na cama e ficamos assim por um tempo, sem falar nada só ali curtindo o que tinha acabado de acontecer.

Ele foi para o banheiro, troquei as roupas de cama, e depois entrei no banheiro, ele estava no chuveiro, entrei também.

- Te machuquei?

- Não. É que meio surreal o que acabou de acontecer.

- Sei, também meio que não estou acreditando.

- Mas você gostou?

- Sim! E você?

- Sim!

Começamos a rir de toda a situação.

- Pegamos no sono quando acordei no outro dia estava sozinho na cama, olhei no relógio já era quase 11h00 hr da manhã levantei da cama fui para o banho e me vesti e fui ao quarto de Bruna ela não estava então desci, todos estavam próximos a piscinas ela estava em uma espreguiçadeira cheguei perto dela e vi Adrian no salão de jogos com os meninos, ele fez um sinal com a mão e piscou, cumprimentei ele e quando todos se reuniram fomos para o parque aquático em frente ao hotel, se chamava Water Park, foi uma loucura a entrada galera tem uma praia e piscina de ondas dentro do parque, nossa nadamos e todos brincamos muito foi realmente uma loucura, almoçamos lá mesmo sentei com Adrian na mesa, e conversamos sobre tudo não pelo oque ocorrido da noite passada, durante a tarde fomos todos ao cinema na época estreava "Invocação do Mal" um dos melhores filmes de terror de 2013, nossa passamos medo, susto e várias risadas, voltamos já era tarde para o hotel e no caminho marcamos os meus amigos e as meninas para ir para o quarto da Bruna, na segunda feira iríamos embora então ficamos à noite inteira acordados conversando brincando e falando sobre tudo, escola, vida, família tudo mesmo. Adrian me chamou para irmos e todos começaram a zoar... já no quarto;

- Está com sono?

- Nem to.

Ele ligou a Televisão e sentamos juntos com as pernas e os dedos cruzados, foi a televisão ligar que caímos no sono em horas acordei ele e nos preparamos descemos as malas o pessoal desceu em seguida e o nosso sonho acabaria depois que embarcamos no avião.

Dentre algumas horas vejo Abadia com o motorista próximo a desembarque no Rio de Janeiro, foi um abraço que me fez falta por esses dias, olhei para o lado e lá estava um homem de idade com a porta de um belo carro aberto Adrian somente entrou ele fechou a porta, acho que era seu motorista,

- Tem uma surpresa para você em casa!

- Não sendo meus pais me esperando com uma faixa de "Seja Bem-Vindo". - Ela riu alto e completou.

- Não. não, você vai gostar então vamos?

Entrei no carro e seguimos para casa, quando cheguei entramos pela garagem e me veio do nada um garoto de minha estatura cabelo arrumado, me abraçou falando.

- Gabriel!

Olhei meu coração estava a mil quase morri de susto, prestei atenção Abadia se aproximou dizendo.

- Meu filho deixa o Gabriel respirar.

Olhei para ela voltei o olhar para ele:

- Jorge Antônio?

- Vejo que lembrou do filho de Abadia? Minha mãe disse se aproximando e abraçou ele por trás fez um carinho em seu cabelo falando.

- Contou a ele Jorge que vai morar conosco novamente, estudar no PH, voltar a fazer parte de nossa vida! Como nós vê tempos?



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