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Pecado do Interior - Capítulo 14




#Gabriel



Na parte da minha eu não fui para sala de aula, estava treinando com o time pois tínhamos um jogo naquela semana, o treinamento foi pesado o Técnico Thiago pegou firme com a gente sem descanso.

Em certo momento olhei ao redor não vi Adrian, Bruna falando que queria conversar comigo, eu já sabia o que era então chamei ela para almoçar, eu e Bruna estávamos indo para o vestiário eu iria pegar minhas coisas mas para ter acesso ao vestiário tinha que passar pelo refeitório todos estavam lá, quando olho Adrian vem com Guilherme segurando a gola da camisa, ele o jogou no chão;

- Fala Porra! Adrian gritava com ele,

- Cara está loco? Falei assustado todo mundo olhou.

- Fala Caralho! Repetiu Adrian.

- Calma Gato. Bruna disse assustada.

- Calma, calma.

Lucas se aproximou e segurou Adrian.

- Peguei o Guilherme de papo tramando sobre a nova postagem daquele Fake!

Adrian falou apontando para ele.

- Como é? Bruna questionou.

- Tramando com quem? Perguntei.

- Com Jefferson, ele inventa

a as histórias tudo e Jefferson postava. Adrian falava quase pulando nele, Guilherme se levantou estava estranho com a cara fechada e não falava nada.

- É verdade, o IP do computador rastreado foi o de Jefferson, por isso ele estava na sua casa quando foi feita a última postagem. Disse Jorge chegando com a secretaria do colégio...

Pulei em cima dele socava e chutava, o pessoal me segurava ele não falava nada somente olhava e se defendia.

- Seu Porra!

Os meninos me tiraram de perto e Bruna deu em tapa em sua cara, quase todo o colégio estava contra ele que foi tirado quase escoltado, ao chegar na secretaria eu fiquei na porta, entrei na sala do diretor e fiz todas as reclamações Jorge mostrou as provas do computador, quando sai havia mais umas 4 pessoas para reclamarem, detalhe era só pessoal de nossa turma. Quando entramos na sala fui logo em direção ao Jeferson, Adrian se levantou e me segurou, o professor veio junto a nós;

- Eu te odeio, tenho nojo de você cara, que Deus tenha piedade quando for cobrar seus pecados. Falei sendo segurado por Adrian.

- Quem é o gay daqui não sou eu.

Ele sentado e me olhava com raiva.

- Posso até ser gay, mas pelo menos tenho pessoas que me ama e estão ao meu lado, e você não passa de uma pessoa sozinha e vazia, invejosa, que tem ficar me difamando pra tentar se sentir bem, mas vou te falar uma coisa, você não passa de nada, e pessoas como você merece o meu desprezo.

- Gabriel chega. Jorge falou me tirando da sala.

- Você pegou pesado, não precisava ter falado aquilo. Terminou ele.

- Pesado?

- E o que ele nos fez? Isso não é pesado? Deveria ter dado uns murros naquela cara, isso sim.

Adrian falou me olhando de longe.

O professor nos levou para a secretaria e pedi para ir embora mais cedo, não suportaria passar o dia com eles.

Como chaguei em casa cedo almocei por lá mesmo, conversei um pouco com Abadia, aproveitei e falei com meus pais, que voltariam em um mês, a tarde eu estava na piscina Adrian veio pelo jardim, eu subi e o beijei ele logo veio falando;

- Seu sogro não quer ir embora e me deixar só. Disse ele sentando na beira da piscina.

- Fala para eles que gay não engravida, está com medo de você dormir comigo outra vez? Falei jogando água nele.

- Não idiota!

- Quando seu irmão volta?

- Cara não sei...


Galera a história será avançada até novembro do ano de 2013, onde os garotos já entrariam de férias, aprovados no Colégio.


Gabriel, foi uma vez a Itália, para ser apresentado a AC Milan, Já o Wesley irmão de Adrian, voltou teve que se apresentar a polícia, mas com tudo esclarecido ele está solto, seus pais voltaram para casa, Abadia já estava sabendo que seria avó, Jorge e Bruna já estavam pensando em morar juntos, mesmo com pouca idade, Guilherme não deu mais notícias, Jeferson sempre com sua ignorância e inveja sumiu de vista. Gabriel Iria mudar para Itália para seguir o Futebol, Adrian decidiu segui-lo e fazer faculdade de Educação Física fora do Brasil, os pais de Gabriel já estavam de volta e retomando suas vidas...



#Gabriel



Acordei cedo era sexta-feira, iria viajar para a fazenda da família de Adrian, troquei de roupa fui para cozinha trocar de comer algo, entra Adrian.

- Bom Dia, a todos! Disse ele todo sorridente.

- Bom dia. Abadia e Jorge disseram ao mesmo tempo.

- Decidiu mesmo Jorge, não vai querer viajar conosco? Perguntei a ele.

- Não achei melhor ficar com Bruna, além do más ela não pode ir, mas tranquilo.

Começamos a zoar ele falando que estava sendo mandado e tal, uma hora depois eu já estava pronto o taxi aguardava a gente, me despedi deles, e partimos, a cidade era Uberlândia-MG fica no triângulo mineiro, depois de 2 horas mais ou menos de viagem a cidade era enorme, até assustei pensando em ser pequena, Adrian logo viu um cara muito bonito loiro musculoso e claro como bom fazendeiro tinha um chapéu e fivela, cumprimentei ele se identificou como Diego, era filho do zelador da fazenda, entramos em uma caminhonete, e partimos rumo ao destino, foi mais uns 30 minutos de carro pouca estrada de chão. Em certo momento entramos em um cafezal, Adrian falou;

- Gabriel as terras começam aqui. Fiquei tipo ahn?

Pessoal dentro das terras andamos mais um 20 minuto, quando vejo uma represa, a nossa direita uns cavalos maravilhosos, mais à frente o Curral, onde eles tiram leite das vacas, logo mais três casas a primeira de dois andares, era a mais nova onde os empregados moravam, havia outra menor para utensílios e a maior que era antiga, era de um piso somente tinha 15 janelas só de frente, ela ficava com a vista privilegiada da represa, algumas montanhas atrás, paramos embaixo de uma arvore e Adrian saiu loco para cumprimentar seus pais que o aguardavam, havia uma piscina enorme na frente da casa, galera o locar parecia coisa de TV,

- Fizeram boa viagem? Perguntou sua mãe.

- Sim, estamos com um pouco de fome. Falou Adrian, quando entramos na cozinha, tinha tanta comida que fiquei perdido.

- Gente isso é festa? Perguntei e todos riram.

- É assim todo dia, toda hora. Falou Adrian.

- Não, tenho que ir embora, vou engordar em uma semana. Falei e todos caíram na risada, subimos e guardamos nossas coisas, meu quarto ficava em frente o de Adrian, que tinha muitas coisas de menino, brinquedos e tudo mais, depois do almoço deitamos no sofá e caímos no sono, acordei com um som de violão quando saímos estavam algumas pessoas reunidas cantando e rindo, fui para o banheiro tomar um banho e Adrian entra, eu levei um susto, mas como entrou escondido somente nos beijamos rapidinho e ele saiu, a noite foi assim logo estávamos dormindo, eu mal ditei e sinto Adrian me empurrar,

- Gabriel, Gabriel!

- Oi.

- Acorda, vamos tirar leite.

- Está de brincadeira comigo?

- Não, vamos.

- Quantas horas?

- 4 da manhã.

- Eu te mato cara.

Demorei mas levantei, no curral estava escuro ainda, ele me ensinou a tirar leite, todos sempre nos olhavam, Adrian segurava minhas mãos e sorria de tudo, depois ele me levou ao estabulo onde havia na faixa de uns 20 cavalos, todos maravilhosos, mas Adrian foi em uma cocha em particular lá tinha um cavalo branco enorme, que fez muita bagunça quando ele entrou, Adrian abriu a porta e ele saiu sem nada, o cavalo dava várias voltas e levantava as patas de trás como em filmes, e eu kkkkkkkk’ já estava dentro da cocha dele morrendo de medo.

- Vem Gabriel vou preparar ele para você! Disse ele tocando o cavalo para fora.

- Nem vou te responder, é ruim que eu subo em um desse.

- Aí aiai’ sem essa, vamos!

Eles prepararam o bicho demorei muito para subir nele, Adrian nos conduziu para um lugar de mato alto, quando eu me familiarizei Adrian soltou as rédeas eu fiz um movimento para ele ir, o filho da mãe sobe as patas da frente e me derruba, eu cai de costas o cara que estava conosco correu e foi em cima dele para não me machucar, Adrian se aproximou rápido de mim;

- Se machucou?

- Seu viado!

- Agora acredita em mim?

- Desculpa, é sério consegue se levantar?

Me levantei e Adrian estava super preocupado, eu meio sem entender sobre nada certo, se aproxima seu pai.

- A cristal está morrendo de saudade de você, e sobe o Gabriel nela?

Irresponsabilidade Adrian. Ele falou bravo. Da uma volta com ela e depois pegue outros cavalos para vocês.

- Sim senhor. Adrian o respondeu com a cabeça baixa.

- Está bem?

- Sim, Obrigado. Respondi enquanto Adrian subia no cavalo, caramba que imagem linda, ele era maravilhoso, só mexeu nas rédeas e o cavalo sumiu eles andaram em todas as redondezas, seu pai olhou para mim e falou.

- Ele é lerdo e folgado, as vezes tem que dar umas duras. Eu ri e falei.

- Bom saber disso.

Ele saiu e o rapaz que estava no estabulo, foi preparando outros cavalos, Adrian e eu pegamos estes cavalos e saímos ele andava sobre eles como ninguém todo galante e charmoso, aquilo ali realmente era sua praia, falava muito sobre tudo me mostrava cada coisa, paramos até para ver casas de formigas, rsrsrsrs.

A frente vi uma cachoeira, a agua não era o que havia na frente da casa sede, era outro tipo de aguas, aí nada mais cristalinas tinha muitas pedras, ele desceu do cavalo tirou a roupa e pulou na água em um lugar meio que escuro provavelmente fundo, fiquei olhando sem atitude.

- Vem a água está ótima!

Desci do cavalo tirei a camisa, olhei bem.

- Não vou não.

Amarrei o cavalo em um tronco caído lá quando sinto umas mãos molhadas, Adrian me pegou e caímos no gramado, começamos ali uma lutinha mesmo eu me levantei ele veio e caímos na água, me assustei por ser um rio.

- Nossa você é louco.

- Calma aqui dá para ficar em pé, o a correnteza passa o ao nosso lado.

- Mesmo assim, fico com medo. Falei jogando água em seu rosto.

- Vem aqui.

Ele se aproximou e me abraçou, ficamos em umas pedras perto brincamos um pouco na agua pois estava um calor insuportável, ficamos nos beijando nas pedras, até esquentarmos demais, eu estava ao seu lado e passava a mão em seu cassete sua bunda, as mãos dele também percorria todo o meu corpo, eu virei ele que ficou deitado de costas para mim, beijava seu pescoço mordia sua nuca, e beijava sua boca, molhada, lábios gelados, mas sua língua quente, enquanto passava a cabeça de meu cassete em seu cuzinho, eu passava enfiava lentamente, mas só a cabeça, ele rebolava, se mexia pouco e eu coloquei a cabeça ele foi mechando devagar até sentir todo meu cassete atolado em seu cu, eu tirava e colocava, sem pressa estávamos curtindo aquele momento estava tão gostoso que ele nem gemia de dor, pois se acostumou, Adrian falava besteiras entre os beijos.

- Vai gostoso é o seu melhor? Vai mete, mete.

- Se continuar vai cortar o clima.

- Eu to sendo safado.

- Cala a boca e me deixa meter. Ele riu e sua mão veio até meu cabelo, segurei em sua cintura tirei meu cassete e enfiei de uma vez só, ele gemeu alto, descemos para agua, fiquei com o cassete enterrado nele, com as duas mãos eu enfiava forte, até gozar em seu cuzinho, ele se virou bati uma para ele que não demorou e já tinha gozado.

Ficamos lá mais um pouco, depois ele deu água aos cavalos nos vestíamos e fomos embora pois já estava escurecendo, jantamos eu e ele ficamos no mesmo quarto mexendo no celular que havia milhões de mensagens, acabamos pegando no sono.

No dia seguinte acordei com frio, peguei o cobertor que estava pouco longe e tampei Adrian e me cobri também ele se mexeu e veio e me abraçou de conchinha, esperei ele dizer algo, mas não realmente estava dormindo o ato de me abraçar foi espontâneo e sincero, dormimos mais ou menos umas 2 horas, quando ouvi alguém abrir a porta e dizer.

- Meninos é melhor acordarem para ver isto. Falou a mãe de Adrian.

- Ver o que? Perguntou ele.

- Levanta e vem dar uma olhada preguiçoso.

Levantamos escovamos os dentes e a mesa de café foi posta do lado de fora, que galera quando eu sai não acreditei era tanta neblina que parecia uma massa gigantesca, estava perfeito o dia para um futebol, chamei Adrian e todos da mesa o pai dele disse que ia chamar o pessoal, depois do café nos trocamos, claro eu levei chuteira, short, camisa, todo equipamento, quando fomos para o campo que era ao lado, o lugar parecia profissional, como estava frio aí nada eu fui esquentar e me preparar.

Chegaram algumas pessoas e os caras entrando e tal, as mulheres do lado de fora, tinha até muita gente era praticamente uma pequena comunidade, todos se conheciam, nossa acho que eu estava na seca de bola fiz quase o impossível, joguei muito até Adrian falou, todos comentavam, hehe eu estava “brilhando” novamente e na roça. Terminou o jogo nosso time ganhou de 4 a 2, ouvimos uma buzina de carro ao longe, era meus pais, meus pais?

- Anão, brincadeira? Falei com lagrimas nos olhos, quando abriram a porta o Fulano sai correndo todo louco perdido em todo aquele verde, abracei eles Abadia, até o Jorge foi, eles iriam passar o fim de semana lá, o Fulano ficou mais animado que eu corria pulava, todo louco.

O almoço foi quase umas verdades ou consequência nossa tanto podre sobre a gente que saia tipo conversa de velhos sobre lembranças sabe, depois do almoço ficamos na piscina quando o sol resolveu aparecer.

Daí sim o dia ficou lindo, acabei pegando no sono lá mesmo, mas no fim do dia voltou aquela neblina acho que deveria ser as nuvens, voltamos a pegar os casacos.

Adrian me chamou para andarmos um pouco ele queria subir uma montanha comigo, subimos e subimos andamos muito quando não aguentava mais paramos e ficamos olhando para o nada, olhei para ele que estava lindo gorro na cabeça, mãos nos bolsos todo encolhido me beijou.

E seguimos dessa vez sem nenhuma palavra, a certo ponto tiramos a blusa já suávamos, quando chegamos era muito alto só víamos nuvens ao nosso redor, havia uma parte de concreto deitamos eu para um lado e ele para outro, estávamos exaustos;

- Gabriel! Adrian falou virando o olhas até mim e olhando no fundo dos meus olhos.

- Diz. Falei eu suspirando de cansaço.

- Quando eu penso no futuro, sobre o que vou fazer, sabe o que me vem na mente? Você.

No meu dia a dia tudo o que eu penso me vem você na mente, quando eu acordo, quando eu estou sozinho, quando estou fazendo qualquer coisa, só penso em você, agora te olhando, me vejo velhinho te gritando “ Gabriel para de ser Metido”.

- Bobo falei beijando-o.

- É sério, Eu Te Amo cara e te agradeço por isso!

- Eu li, que a maioria das pessoas encontra seu verdadeiro Amor de 17 aos 22 anos, algumas deixam passar outros não enxergam, esse sentimento que sinto por você é a coisa mais pura e sincera que já senti, e se depender de mim, vou cuidar e fazer o possível e o impossível para preservar isso aqui dentro o que tenho por você, porque você Adrian é o Amor de minha vida. E Eu Te Amo!

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