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PARADIGMA - Capitulo 4

Aquela tarde estava em casa, olhando na internet umas peças da moto com o Eduardo, logo a Pamela chega, ouvimos ela entrando, ele se levanta dizendo; 

- Vou pegar uma água. - Eduardo fala saindo do quarto. 

- Oii! - Pamela fala entrando. 

Me levanto cumprimentando ela e o Eduardo chega na porta da sala; 

- Vou sair com a Mãe. 

- Beleza! 

- Está fazendo o que? - Pamela fala deitando na cama. 

- Olhando um escapamento novo para a Hornet! Estava no trabalho? - Pergunto virando na cadeira. 

- Sim, tive que digitar uns quatro processos, estou morta. - Pamela fala se espreguiçando. 

- Está precisando relaxar é? - Falo subindo na cama. 

Beijando ela, e subindo em seu corpo, até sua boca. 

- Não estou afim Emanuel. - Pamela fala tirando minha camisa. 

Eu não falo nada, somente coloco a mão por dentro de seu uniforme, sentindo a firmeza de seus seios, beijando seu pescoço. Me apoio nos joelhos abrindo a bermuda e ela tira a blusa. 

Deito tirando a bermuda, ficando somente de cueca, e puxo ela, fazendo ficar por cima do meu corpo, eu já explodindo de tesão. 

Poucas situações se comparam a você colocar a mão dentro da calcinha de uma garota! Ela geme baixo, e começo a "dedilhar", Pamela, seu corpo rebolando e segurando seu cabelo. 

Faz um bom tempo depois de nossa última transa, como eu não estava nem tocando uma, para mim, o tesão estava a flor da pele. 

Ela pega uma camisinha dentro da bolsa e vai colocando bem devagar, logo retorna, se sentando em mim, Caralho. 

Me segurei, para que ela pudesse chegar ao orgasmo, antes de eu gozar.

Fiz Pamela gritar nesse dia, confesso que dei o meu melhor. Tomamos um banho, e com o fogo que estávamos, demos mais uma no banheiro. 

Cara depois de duas fodas, deitamos e pegamos no sono. 

Acordei com ela se vestindo; 

- Já vai? - Pergunto puxando o cobertor. 

- Sim, não era para ter pegado no sono. - Pamela fala entrando no banheiro. 

- Vou te acompanhar. - Falo me levantando. 

Peguei uma toalha e envolvi no corpo, ela pega a bolsa e saímos. 

Pamela coloca sua moto para fora, e o Nícolas estaciona o seu carro de frente em casa. 

Fui até ao seu lado, beijei na boca de Pamela me despedindo. 

- Depois quero conversar contigo, falou? - Digo segurando em sua nuca. 

- Certo, tenho que ir agora Emanuel, a gente se fala. Beijo. 

- Seu irmão está? - Nícolas pergunta quando ela sai. 

Chego no portão, e chamo o Eduardo, ele responde então entro deixando o portão aberto, o Nícolas me segue o fechando. 

Voltei para meu quarto, ligando para o Theo, conversamos um pouco, e me troquei indo para a academia, durante o treino, fiquei pensando na proposta que havia recebido mais cedo, tenho que confessar que fiquei com ela na cabeça por um bom tempo. 

Pessoal no dia seguinte, eu fui até a prefeitura assinar os papéis das férias, e durante a manhã a Rebeca me liga; 

- Alô! 

- Emanuel, preciso que venha na escola hoje. 

- Aconteceu alguma coisa? - Pergunto assustado. 

- O Theo, preciso que venha aqui conversar com ele. 

- Beleza, estou saindo da Prefeitura e passo aí. 

A Rebeca trabalha de professora na mesma escola do Theo, assim ele tinha um desconto alto, para ter uma excelente base de educação, porém ela não dá aula para o nosso filho. 

Cheguei me identificando e entrando, no corredor principal a Rebeca está de frente a diretoria, me aproximo com ela já daquele jeito, toda exaltada; 

- Que foi? - Digo deixando o capacete no banco. 

- Theo brigou de novo Emanuel. 

- Como assim de novo? 

- Já aconteceu duas vezes antes, essa é a terceira vez. 

- E porque não me disse antes Rebeca? 

- Eu conversei com ele, pensei que iria resolver. 

- Cadê ele? 

- Falando com a diretora. - Ela aponta para a porta. 

Eu peguei uma água no bebedouro atrás, e a diretora abre a porta dizendo; 

- Podem entrar agora! Bom dia Emanuel, tudo bem? 

- Sim, Lídia, estou sim. 

O Theo estava sentado em um sofá a direita, nos sentamos e ela contou o que houve; 

- (...) ele está suspenso, ficará 3 dias em casa, pois já houve advertências de episódios anteriores. Dessa vez Rebeca vocês tem que sentar e conversar melhor, mais uma briga, é expulsão Theo. 

- Lídia, eles chegaram... - Fala o porteiro abrindo a porta.

- Vou conversar com os pais do colega do Theo, e já volto, fiquem à vontade. 

Ela fala saindo; 

- Viu Theo, onde chegamos, aí que vergonha, ter que chamar eu e o seu pai aqui. - Rebeca começa a falar. 

- Theo o que você fez? - Pergunto falando com ele. 

Ele não responde, fica calado. 

- Theo me responde, o que você fez? - Digo pouco mais bravo. 

- Eu mordi ele. 

- Porque Theo? 

- Ele pegou meu brinquedo. - Ele diz quase chorando. 

- Você está de castigo, só não vai levar umas palmadas porque está no colégio. Rebeca quando chegar em casa me avisa, ele está sem Vídeo game, sem tablet... 

- Pai o tablet não... 

- Você não está merecendo Theo. Semana que vem eu vou voltar aqui no colégio, e se continuar com esse comportamento, o próximo é a televisão, e assim vamos até você apreender. 


Conversamos com a diretora, e ele ficou chorando, quando sai liguei para minha mãe, ela ficou uma fera galera, eu que levei bronca por colocar ele de castigo, aí é complicado viu. 



#Gabriel 


Eu quase estava sendo contratado no trabalho da Pamela, de tantas reuniões que o Rodrigo fazia no escritório. Nessa tarde estava lá, sentado na poltrona quase dormindo; 

- Menina estou morrendo de sono, ontem fui assistir Masterchef e fiquei até tarde na TV. - Falo encostado no sofá. 

- Eu vejo no YouTube depois, fiquei na casa do Emanuel até tarde ontem. - Ela fala com um sorriso. 

- Vocês vão acabar casando. 

- Não, Deus me livre, quero só sexo. 

- Nunca dá certo Pamela, você vai acabar sofrendo amiga. 

- Gabriel não tenho sentimentos pelo Emanuel, sério é sexo. 

- Você tem sorte, Emanuel é um cara foda. 

- Quem é foda? - Emanuel pergunta entrando. 

Arrumando o cabelo ao tirar o capacete, ele se aproxima de mim abraçando de mal jeito, pois estava com preguiça de levantar; 

- Você é foda gatinho. - Falo abraçando ele. 

- Oi gata! - Emanuel diz beijando a testa da Pamela. 

Ele se serve de água, e conta para a gente, o que havia acabado de fazer, no caso ele contou sobre o Theo. 

- Ei quero ouvir uma opinião de vocês, já que são meus melhores amigos. - Ele fala sentando do meu lado. 

- Não tem problema em ser gay Emanuel, se abre, bota a cara no sol, já sabemos. - Falo cutucando ele. 

- Cala a boca Gabriel, não posso fazer isso, se não irei tirar seu brilho. 

- Olha que abusado. 

- Me escuta! Estava pensando em passar a Hornet para o Eduardo na Shaluna, que acham? 

Eu olho para a Pamela que também estava olhando o indiferente. 

- E você vai correr como? - Pamela pergunta. 

Emanuel olha ao redor e responde; 

- De carro. 

- Está brincando né amigo? - Falo rindo, pensando ser uma piada.  

- Emanuel você não pode, está maluco? - Pamela diz debruçando na mesa. 

- Qual o problema, já corri algumas vezes, e também iria ganhar muito mais. 

- Você fala do Nicolas, mas está igual a ele, tem que parar com isso. - Pamela briga. 

- Amigo, ninguém ganha do Nicolas, nunca, e outra onde vai conseguir um carro, Emanuel em time que está ganhando não se mexe. 

- Aconteceu alguma coisa que não estamos sabendo? - Pamela pergunta. 

- Não, só estava querendo mudar um pouco. 

- Esse não é o caminho Emanuel, não batendo de frente, ainda mais com quem. Você sabe quem criou a Shaluna foi Jorge e Nicolas.

- Parece que estão do lado daquele cara, eu só queria tentar algo novo.

- Ela está certa amigo, serio, não pensa que esse caminho vai ser fácil.

O Rodrigo sai da reunião, então pego minhas coisas, despedindo dos meninos e saindo. Nós seguimos para a casa dele, e durante o caminho ele estava falando no telefone, e comenta comigo, cobrindo o celular; 

- Gabriel, liga para o Nícolas, diz que estamos indo para casa. 

- Sim, senhor. 

Peguei o celular ligando para seu filho, Nícolas estava chegando também. 

Na casa deles galera eu fui ao banheiro, e quando retorno na sala, estavam saindo; 

- Gabriel liga para os Moffato, vamos ver a fazenda agora. - Ele fala. 

Esse pessoal era donos de uma fazenda que o Rodrigo estava comprando, junto com o filho, estávamos meses negociando. 

Porque estou contando isso! No carro escutei o Nícolas falando com o Santiago, sobre a Shaluna; 

- (...) Você deixa o carro como eu falei, e eu corro, você não dá opinião na corrida falou... Santiago, Santiago quantas corridas você ganhou? Então fica na sua. Eu quero aquele novo par de amortecedores e pronto, troca eles no Dodge e eu ganho para você. - Ele desliga o celular bem puto. - Porra, não para de encher o saco. 

Na hora comentei com a Pamela por mensagens. O que o Emanuel tinha falado, poderia ser porque o Nícolas estaria trocando farpas com o Santiago.

#Nicolas

Chegamos na fazenda, e meu pai seguiu com o Gabriel para o “curral”, eu fiquei na casa sede, olhando ao redor da piscina, com o segurança conversando;

- (...) Nossa o seu pai está andando no meio das bostas de vaca, que cheiro forte. – Fala o Gabriel chegando.

- Que achou? – Pergunto.

- Aqui dá para fazer muitas festas, e como é longe som alto não é o problema.

- Pensei nisso também, meu aniversário.

- Se me chamar eu convenço seu pai.

- Haha, você quem vai organizar, mas nem preciso da sua ajuda Gabriel, as vacas vão convencer ele sozinho.... Olha lá. – Falo apontando o dedo.

Meu pai estava montando em um dos cavalos da propriedade, ele não estava com a roupa adequada, mas estava super animado. Ele se aproxima da cerca dizendo;

- Monta em um lá Nicolas! Vai querer um também Gabriel? – Ele pergunta controlando o animal.

- Não, valeu! Estou de boa.

- É pai, minha mãe vai falar um ano na sua cabeça, por causa desse sapato.

- Ela vai falar é quando eu dizer que comprei uma fazenda, e não aquele apartamento.

Gabriel começa a sorrir, pois ela conta tudo para ele, e fazia ideia do que iria ouvir.

Pessoal passamos a tarde nessa fazenda. Eu fui para a faculdade, mas como havia somente três aulas sai bem mais cedo.

No caminho para casa o Eduardo liga;

- Mano está em casa?

- Fala Eduardo, cara acabei de sair da faculdade, estou na Avenida Anhanguera, cinco minutos chego aí.

- Beleza, estou aqui te esperando.

- Falou.

Parece que estavam marcando, o Cassiano me envia um áudio logo em seguida, iria precisar de mim na Boate hoje depois da faculdade.

Chegando em casa o Eduardo estava na moto do Emanuel, parado no teclando no celular;

- E aí mano. – Falo descendo.

- Pensei que nem tinha ido na faculdade, poucas aulas! – Ele fala tirando a chave da moto.

Entramos e eu mostrando as fotos da fazenda para o Eduardo, e comentando sobre;

- Mano é foda o espaço lá sabe.

- Altas festas Nicolas se seu pai fechar.

- Pois é... Chega aí vou tomar um banho, de todo jeito tenho que trabalhar.

- Vai la.

Eduardo ficou no meu quarto, e eu entro no banheiro, tirando a roupa, para passar uma agua no corpo;

- Mano Pamela está pedindo entrada para ela e a Juliana. – Eduardo grita.

- E seu irmão?

- Emanuel vai para Florianópolis amanhã, está de férias, vai passar dois dias lá, levar o Theo no Beto Carreiro.

- Ah massa cara.

- Libera?

- Sim, fala para elas podem ir, antes da meia noite beleza.

- Tranquilo.

Depois do banho eu me arrumei, e o Eduardo estava saindo, para fazer o mesmo;

- Vou me arrumar, e te encontro la pode ser?

- Sim, Edu, estou indo mais cedo, fazer a contagem de ingressos.

Descendo as escadas, o Eduardo atende o telefone.

- Oi... Mano está chovendo... – Ele fala me mostrando, com o telefone no ouvido. – Eu vou mano, mas e o Theo, vai molhar, não pode ser mais tarde?

- Onde ele mora? – Pergunto o Eduardo.

Falo pois ao abrir a porta a chuva estava pouco grossa;

- Umas quatro quadra depois da avenida principal, perto Burguer King.

- Eu pego ele lá. – Falo batendo em suas costas.

- Mano resolve aqui, avisa ela que vou pegar ele lá agora. – Eduardo fala desligando. – Peguei a moto dele, e nem vi a chuva.

- Relaxa estou com tempo pego o pequeno la. Me explica onde é.

Ele mostra no Google Maps;

- Vai esperar? – Pergunto.

- Não, vou nessa se não vamos tarde, sou vou trocar de roupa, agora vou molhar de todo jeito.

- Tranquilo, faz assim, te pego na sua casa já, já.

- Beleza. – Eduardo fala correndo para a moto na chuva.

Bem, fechei a casa, e peguei o guarda-chuva indo até o carro.

Cheguei na casa de Theo com uma chuva já fraca, eu bate no portão eletrônico que foi abrindo, as luzes estavam apagadas e o pequeno olhando da porta, só com o fecho de luz atrás dele;

- É meu pai! – Ele grita quando sua mãe questiona. – Não é o Nicolas. – Ele olha indiferente. – Cadê meu pai?

- Ele pediu para eu vir te buscar, está pronto? – Pergunto me aproximando.

- Sim, mãe cadê minha mala? – Ele pergunta entrando.

Eu cheguei na porta, e a Rebeca se aproxima;

- Entra Nicolas, vou pegar só o chinelo dele. – Ela diz passando com a mala, e me cumprimentando com um beijo.

- Tudo bem. – Falo retribuindo e entrando. – Vai para o Beto Carreiro é campeão? – Falo sentando no braço do sofá.

- Sim, rsrs. Meu pai vai me levar.... Você conhece?

- Sim, lá tem um monte de brinquedo, depois quero ver fotos em.

- Ta. Eu falo para ele tirar.

A Rebeca estava toda arrumada, como se fosse sair, o Theo de blusa de frio, pelo clima, ela veio entrega as coisas e conversa rápido com ele.

Eu sai a frente com a mala dele, e entramos, seguindo para a casa dos meninos.


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