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PARADIGMA - Capitulo 15

Estava sem assunto, sem o que dizer, se acreditar principalmente no que havia acabado de acontecer;

- Vamos voltar? – Ele questiona se levantando.

- Beleza.

Eu digo olhando ele se levantar com aquele cassete em ponto de bala, e seguindo para o banheiro, eu não tive coragem de entrar junto a Emanuel, aguardei e segui após ele ter saído.

Ele chamou para voltar junto aos meninos, e ninguém percebeu nós termos sumido, agindo normalmente é claro, ninguém beijou ninguém, ninguém mamou ninguém! Bem plenos. #SQN.

Galera seguinte, o Ricardo e namorada junto ao Romulo foram embora, ficou somente eu, Pamela, Emanuel e Eduardo.

Nós viramos a noite, acreditem. Com o sol nascendo, a Pamela inventou de preparar o café, eu fiquei com os meninos, e tudo normal, até porque não havia acontecido nada tão alarmante assim.

Digo, estávamos se tratando como antes, eu até entrei e ajudei a Pamela com a cozinha, os meninos arrumaram a área das piscinas onde estávamos.

Por volta de sete da manhã estávamos tomando café da manhã, o combinado era dormir um pouco depois de comer.

Pamela foi tomar um banho e meu pai, chega, junto a minha mãe, tia primos, uns familiares, iriam almoçar aqui na fazenda no domingo.

Resumindo, não dormimos, e eles ainda queriam fazer pamonha, minha mãe e tia ficaram no pé.

- Luana queria vir, só almoçar e cuidar dos meus cavalos, só isso. – Fala meu pai na cozinha.

- Rodrigo, olha os meninos, Edu, Emanuel e Nicolas, vão e colhem o milho, depois faz o que quiser com aqueles cavalos. – Ela fala brava.

- É Rodrigo, vai logo... – Confirma minha tia.

- Vamos logo, Nicolas pega a chave da caminhonete la em cima. – Ele fala saindo.

#Emanuel

Depois de uma noite e tanto, seguimos para o milharal, eu meu irmão e Pamela atrás e Nicolas junto ao seu pai na caminhonete.

Quando chegamos, a Pamela seguiu com eles e alguns sacos;

- Meu filho, você segue com o Emanuel, uns quinze metros, acho que dá. – Rodrigo fala apontando.

Seguimos, calados até lá. E descemos a frente, ele com o saco e eu colhendo os milhos, mano estava meio estranho, sabem, o clima com a gente.

Depois do segundo saco de milho o Nicolas quebra o silencio;

- Mano sobre ontem, não quero que fique pressionado a nada, beleza? – Ele fala estendendo a mão.

- Beleza, iria dizer o mesmo, eu preciso de um tempo, para... – Falo fazendo movimentos circulares com os dedos ao lado da cabeça... – Entender tudo isso!

- Sem pressão. – Ele fala estendendo a mão.

Eu a puxo e beijo ele, acho que fiz isso para ele entender, que estava “bem”.

Confesso estar apreendendo tudo novamente... Cara tocar a boca dele era tesão injetado na veia, eu não compreendia.

Fiquei de pau duro na hora, apertei seu corpo no meu, ele larga o saco no chão, e corresponde, até seu pai atrapalhar;

- Nicolas... Estão longe? – Ele pergunta na estrada.

Ele se afasta, respira fundo dizendo;

- Aqui pai!

Eu até pensei Rodrigo ter visto algo, cara ele estava em cima;

- Que bagunça é essa? – Ele pergunta olhando os milhos do saco que se espalharam, ao cair.

- Nicolas fazendo merda. – Falo fazendo cara de desentendido.

- Vai tomar no seu cu, você que derrubou!

- Como? – Quando falo isso, ele começa a rir.

- Só pegaram isso? – Eduardo fala chegando com Pamela.

- O resto está na caminhonete. – Falo limpando a roupa.

Bem seguimos de volta para a fazenda, ajudamos a descascar o milho, e ajudar um pouco nos processos, para quem entende, e gosta de roça, sabe que é bem difícil de se fazer, mas muito divertido.

Durante o resto da manhã, antes de almoçar, nós brincamos na piscina um pouco. Galera teve muita mão boba, e sarrada entre eu e Nicolas, porra!

#Nicolas

Após o almoço eu e a Pamela estamos lavando a louça, pois as mulheres estavam cansadas com as pamonhas;

- E que foi em está todo feliz em? – Ela pergunta.

- Nada ué, eu gosto quando está todo mundo junto sabe.

- Eu também amigo.

- Não fico muito com meus pais, e ainda com vocês, meus amigos aqui, melhor aniversario, rsrs.

- Seu pai não gostava do Emanuel né?

- Ele não gosta. – Confirmo.

- Então estão se entendendo, olha lá, rsrs.- Ela diz rindo.

Os dois estavam no maior papo com os cavalos, eu fiquei olhando sem acreditar. Eduardo estava ajudando minha mãe, na verdade comendo, caralho, ele exagerou nesse dia.

- Ei vai devagar aí, porque você bebeu a noite toda, e vai te fazer mal. – Fala Pamela quando ele se aproxima.

- Estou de boa amor... Querem uma cerveja? – Ele oferece.

- Não valeu.

- Nicolas vamos, seu pai e Emanuel vão dar uma volta nos cavalos.

- Estou indo. – Falo secando as mãos.

Algo engraçado a se destacar, nós saímos e meio que fiquei com Edu e Pamela, Emanuel estava nós mais altos papos com meu pai. E nesse passeio me veio a lembrança da noite passada.

Porem estava me questionando o porquê não chegamos nos finalmentes, bem eu não sou passivo, e de cara ele também não seria, olha a merda, eu nunca tinha feito, e fiquei com isso na cabeça, com medo de ele querer algo mais, e aí?

Bem, vamos lá...

Semana seguinte, com alguns eventos na boate, eu estava trabalhando bastante, e ver Emanuel, e claro os meninos, era somente na faculdade, pois até tive viagens para ajudar o Caetano com algumas coisas.

Na semana que estava entrando, a Pamela estava no meu pé, daquele jeito, por causa da Poliana, eu fiquei com ela e estava correndo da garota na faculdade.

- Porque não quer? Ela sempre foi gamada em você Nicolas, e convenhamos é muito linda. – Pamela fala na sala.

- Não estou afim, trabalhando muito Pamela.

- Ai, amigo, eu não entendo vocês. Você gosta de conquistar, quando consegue pronto, dá um pé na bunda.

- Não sou assim Pamela.

- Então fala isso você para ela, serio.

- Pode deixar.

Sacanagem!

Eu sai antes do final da aula, para conseguir falar com a Poliana sozinho.

Eu cheguei na frente à sua sala, e chamei ela. A pobre coitada vem até saltitando;

- Preciso falar com você. – Falo seguindo no corredor.

- Tudo bem. – Ela responde com um beijo na bochecha.

A garota segura na minha mão como namorados, e sai olhando para trás, para conferir se alguém de sua sala estava olhando.

Descemos as escadas perto dos banheiros e coloco ela literalmente contra a parede;

- Escuta eu preciso falar sobre... – Nem terminei de falar e ela me beija. – Calma garota que isso.

- Poderíamos ir para um lugar mais confortável.... onde está seu carro?

- Poliana não te chamei para transar!

- Ai, não fala assim, que grosso, é fazer amor. – Ela diz segurando minha camisa.

Eu olhei indiferente para ela, que fiquei sem entender;

- Poliana acho que não está entendendo.

- Vamos logo Nicolas... – Ela me beija colocando a mão no cinto da minha calça.

- UOU! – Fala Eduardo.

Ele aparece do nada, com o irmão, gente eu fiquei em choque, pensei que iria apanhar, eu e Poliana ali;

- Vai para o seu carro... Banheiro, sei lá mano. – Eduardo fala.

- Eu chamei ele. – Ela fala puxando minha camisa.

O Emanuel cruza os braços me olhando, eu fui pego com a boca na botija, ou melhor de boca aberta.

Ela me puxou pela camisa, saímos em direção contraria dos meninos.

Não me orgulho disso, mas acabei com a Poliana, falei muito para ela, muito mesmo.

E claro, direto atrás de Emanuel. Os meninos estavam no bar de frente, quando me aproximo vejo somente o Eduardo;

- Ei, e seu irmão? – Pergunto, com ele sentado em uma mesa.

- Foi embora... E aí comeu ela?

- Cala a boca Eduardo.

Eu segui para meu carro e liguei para Emanuel, ele atendeu na segunda chamada;

- Você não tem vergonha né? – Ele fala puto.

- Cara, vamos conversar, eu posso explicar.

- Vai se foder Nicolas, está me achando com cara de idiota?

- Emanuel foi ela quem me beijou, mano, onde está? – Antes de eu terminar ele desliga.

Fui para sua casa, não tinha outro lugar por onde começar.

Depois de uns minutos, chego e graças a Deus, pego a Helena saindo;

- Nicolas? – Ela pergunta ouvindo eu fechar a porta do carro.

- Sim... Tudo bem com a senhora?

- Sim filho. E você em?

- Estou sim... Emanuel está Dona Helena?

- Chegou a pouco, está no quarto.

- Vou falar com ele.

- Já jantou Nicolas?

- Não.

- Eu já volto para preparar a janta tudo bem.

- Rsrs, tudo sim Helena. – Ai meu Deus, mal sabe ela que seu filho vai me matar.

Eu entro e quando abro a porta da cozinha ele estava saindo do banheiro, o que mais me chocou foram os olhos do Emanuel, estavam meio lacrimejando, e as pontas dos cabelos molhadas, como se estivesse lavado a cara, então não era certeza do “choro”.

- O que está fazendo aqui? Quem deixou entrar? Vai embora. – Ele fala vindo para cima de mim.

- Mano, calma, deixa eu te explicar. – Falo já me defendendo.

- Não tem o que explicar, eu vi vocês, olha para mim... Nicolas olha para mim! – Ele meio que fala alto. – Eu tenho cara de menino? Não fiz o que fiz para brincar com você não, eu fui direto com você, sincero, se liga.

- Emanuel, me desculpa, eu não queria, ela que partiu para cima, eu conversei com a Poliana, não tem nada entre a gente.

- Você nunca aprende Nicolas, não se deve brincar com os sentimentos dos outros.

Quando ele fala isso, minha cabeça literalmente explode;

- Sentimentos?

- Rsrs, não acredito nisso! – Ele fala com um sorriso sarcástico. – O que quer de mim Nicolas? Me fala?

- Estou lhe dizendo, não tenho nada com ninguém... Emanuel eu gosto de você, e mano estamos nessa juntos.

- Você não existe cara.... Vai embora da minha casa, vai! - Ele diz me empurrando.

- Emanuel, para. Mano ouviu o que eu disse, gosto de você, dá para pensar um pouco caralho. – Falo segurando suas mãos.

Ele tinha um pouco de força, mas ficou meio que me encarando nessa hora.

- Eu não tenho nada com ela, e com ninguém. Eu lhe dei minha palavra, foi massa, eu curti e quero de novo, mas sozinho não consigo.

Beijo ele, e Emanuel se retrai um pouco, ele se mantem firme. Solto suas mãos e seguro seu corpo no meu, assim ele baixa sua guarda.

- Porra! Isso é novo demais... Eu não sei o que falar... O que fazer, estou muito perdido mano. Não sei nem se isso está certo Nicolas.

O celular dele chama, interrompendo o momento, eu entro puxando a porta e ele vai atrás do telefone.

Aparentemente era a Rebeca, eles se falando, eu entro em seu quarto e me sento na cama, respondendo as mensagens no grupo. Ele então desliga a deita na cama;

- Nossa graças a Deus. – Ele fala baixo.

- Tudo bem? – Questiono olhando para trás.

- Theo, melhorou as notas e o comportamento na escola, ele estava dando pouco de trabalho... Porra ainda bem uma notícia boa! Não está sendo fácil estas últimas semanas. – Ele fala com as mãos no rosto.

- Posso ajudar em algo? – Pergunto me ajeitando na cama.

- Não, mas vem aqui! – Emanuel fala estendendo o braço.

Eu me aproximo na cama, e ele se senta, com as pernas abertas e eu entre elas, ele puxa para bem perto do seu corpo. Nos beijamos, e ele fica me olhando, ele para e fica com os olhos fixados nos meus;

- Que foi? – Questiono.

- Nicolas tem ideia da merda que estamos fazendo?

- Como assim?

- Se isso aqui não der certo, vamos foder com o que restou de amizade, e se der certo, mano é muito grande, é algo muito maior que a gente.

- Diz sobre se assumir?

- O Theo. Minha mãe e irmão, amigos, trabalho... A cabeça dói só de pensar mano.

- Eu te entendo! Mas vou dizer algo que me fez estar aqui.... Eu nunca senti isso por ninguém Emanuel, é muito estranho, eu não consigo controlar, a vontade é ficar perto de você o dia todo.

Ele me abraça, bem forte, fazendo eu sentir o seu cheiro. E seus dedos fazendo carinho em meus cabelos...

Acima de qualquer coisa, ele está certo, ele tem razão, sinto até que o errado sou eu... mas se destino e amor existe de verdade, eu estou tentando, não quero dizer que “desiste” sem tentar.

Voltei a beijar o Emanuel, amenizando o clima que ficou pouco palpável nesse momento. Ele coloca suas mãos por dentro da minha camisa, me lembro o quão quente seu corpo é, levanto a camisa tirando ela e prosseguimos nesse beijo que estava evoluindo rápido demais.

Emanuel se levanta, tranca a porta, e coloca uma música na caixinha JBL, que ele tinha. Ele estava somente de bermuda, aquelas de futebol, um colar entre seu peitoral, desligou a luz do quarto, ele deixou a janela aberta, era hipnotizante aquela barriga seguindo o volume na bermuda, com suas coxas grosas e ele subindo, retornando a cama.

Ele vem de joelhos, tira minha bermuda, e cueca, sob meu corpo Emanuel vem beijando, deixando todo o peso do seu corpo quente sobre mim.

Seus braços envolvidos e pernas dançando com as minhas, sentindo seu short explodir de tesão assim, como nós.

Eu não me lembro onde, mas ele estava com um bronze muito massa, percebi quando desci sua bermuda, que estava sem cueca, seu cassete igual a pedra.

Ele deita e eu começo a chupar ele, mordendo sua coxa, na altura da virilha, indo até o seu umbigo e descendo a base de seu membro, e sua mão em meus cabelos.

- Não acredito que em toda minha vida só agora fui saber o quanto sua boca é gostosa. – Ele fala rindo.

- Sempre esteve ao seu lado.

Volto a chupá-lo, e fazendo massagens de masturbação, junto, e ele gemendo, minhas mãos passando em seu corpo, e Emanuel então se levanta, sim, o cara é safado ao extremo, ele se levanta para ficar olhando eu mamando ele.

Ele conduz minha boca como se estivesse fodendo ela. Eu até fiquei com o queixo doendo, caramba. Ele então se abaixa, me surpreende, pois Emanuel ficou de quatro me chupando, e olha que tive que desviar o olhar, porque que bunda era aquela, redondinha, se dividindo, e eu viajando aqui quase é gozando.

Eu então cedi ao Emanuel, me “entreguei”. Confiei nele ao extremo, me entreguei ao tesão do momento.

Abaixei beijando ele e falo entre o beijo;

- Quero ficar com você! – Falo segurando seu queixo.

- Tem certeza? – Ele questiona, olhando com os olhos arregalados.

- Sim. – Falo deitando ao seu lado.

- Se não aguentar eu tiro.

Quando ele fala, meio que caímos na risada, Emanuel pega o lubrificante na gaveta ao lado, e eu me conforto nos travesseiros.

Fiquei de lado e ele então se deitou atrás. Respirei de medo, confesso, mas ele foi foda.

Colocou minha mão massageando seu membro, no caso para colocar quando estiver pronto, e ele ficou beijando minha orelha, pescoço, boca, na verdade me enfeitiçando, porque porra, vai beijar gostoso assim, lá longe.

Então ele começa a penetrar, sem parar com sua boca, eu sinto pouco de dor de início, ele para em alguns momentos que fico mais ofegante;

- Está doendo assim? – Ele questiona inocente.

- Não é dor, não sei explicar.

Emanuel continua, até ele colocar tudo e dizer, que vai esperar um pouco. Sério é difícil explicar, a dor vai passando, evoluindo, eu não sei, caralho.

Sua mão passa por debaixo de minha perna a deixando mais alta e ele começa os movimentos, eu alucinei nesse momento, vi estrelas literalmente.

Ver a sua cara de tesão, seus gemidos, e contrações, vontade no sexo, era como mil ejaculações.

- Caralho, tu é gostoso demais porra. – Ele fala em meu ouvido.

- Estou quase lá.

- Eu também.... Topa frango assado.

Eu somente confirmo com a cabeça, ele espera um pouco, rindo, e eu questionando;

- Que foi?

- Calma aí, não mexe muito, quase gozei, rsrs.

Ele nem tirou sem membro, deixou minhas pernas soltas, seus braços estavam me entrelaçando, o corpo e cabelo, minhas mãos em sua bunda, pois seu corpo no meu, nem precisava me masturbar, seu eu me tocasse “já era”, para mim.

Cara sentir a respiração dele, seu rosto no meu, não se compara em nada ao ver ele gozar na outra noite. Sentir o Emanuel daquele jeito, sobre mim era muito satisfatório.

Até a cama chegou a mover, com suas estocadas, ele me segurava com força, e gemia pouco alto, eu segurando aquele homem enquanto ele gozava dentro de mim.

Nenhuma pagina cabe o que senti nessa hora, nenhuma.

Ele literalmente se desmontou sobre mim, e ainda me olha rindo;

- Fico a noite inteira transando com você se deixar, olha isso, estou soando. – Ele fala passando a mão no cabelo.

Ele se levanta e se limpa, pois eu gozei “na gente”, minhas pernas estavam tremendo.

Nós pegamos em um sono rápido, e ainda acordamos na madrugada, para jantar, rsrs. Helena tinha deixado o jantar, e ainda jantamos. Acabei dormindo por lá, mesmo.


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