• @rgpatrickoficial

One Choice - Capitulo 9

Pulando para a Manhã daquele Sábado>>>


#Leandro


- Oi... Sim pode ser duas caixas... Isso... Setor Bueno... Estou aguardando!

Estava ligando e preparando os últimos ajustes pra festa, meu pai estava viajando e minha mãe? Ah deixa pra lá. A campainha chamou quando abri, Davi;

- Ah é você! Entra.

- Seu almoço vou deixar na me... Cara que isso?

- As coisas para a festa!

- Uma Boneca inflável?

- Que foi? É maneiro!

- Você é um psicopata Derek.

- Pode até ser, más vai me agradecer depois de hoje!

- Porque eu faria isso?

- Você verá!

Ele deixou o almoço na pia da cozinha e saiu, naquele dia nem almocei direito, pois estava arrumando tudo.

A tardezinha estava no jardim passando um som, e Leandro aparece no jardim;

- Pensei que iriam começar sem mim.

- Fica de boa, você é vip na minha casa!

- Seu pai não importa de fazer uma festa?

- Meu pai nem está em casa. Ah! Sua mãe vai trabalhar hoje?

- Sim, ela faz plantão em fim de semana, acabou de sair!

Ele veio atrás dos Mixer’s, eu passei um som, conferi tudo, coloquei umas luzes e estava tudo certo;

- Bem vou em casa me arrumar!

- Arrumar pro Davi?

- Não seja bobo Derek, até mais tarde?

- Até mais tarde!


#Davi


Depois de uma briga travada com a Marcela consegui tomar banho primeiro que ela, me arrumei deixei o cabelo por secar sozinho, mas não adiantou ela ainda estava se arrumando, e nossa mãe não deixará sairmos sozinhos,

- Ai pegar ônibus do jeito que estou vestida, vai ser difícil.

- Está indo pra mesma festa que eu?

- Haha’ Engraçadinho, você também já se arrumou melhor!

Quando chegamos na esquina da casa de Derek já ouvimos a musica;

- Nossa meu Deus, olha aquilo!

Disse Marcela apontando pro lado da casa dele, que estava lotado a rua cheia de carros e luzes por todo lado. Chegamos e Andressa estava bem próxima a entrada correu abraçou a Marcela, gritando feito loucas;

- Não vai adivinhar quem está aqui!

- Quem?

- O Matheus do 3° ano.

- Ai não brinca!

- Oi Gatinho, gente até sem se arrumar esse cara é lindo, olha se não fosse meu amigo te pegava aqui e agora!

- Algo te impede!

- Renatinha não veio quem sabe depois de umas tequilas.

- Idiota!

Falei rindo, deixei elas e a casa de Derek estava lotada, tinha umas pessoas que eu não conhecia também, alem de quase todo o colégio, por falar nele, estava vindo da cozinha com algo na mãe, passou por mim;

- Ta bonito em, aproveita ai! Vê se sorri, isso ajuda!

Aff, como poderia odiar tanto uma pessoa. Logo encontrei Pietro;

- Mano isso aqui está uma loucura!

- Você bebeu?

- Só um copo!

- Haha está igual a mim!

Fomos conversando até o jardim, e nada alem do normal, o pessoal do colégio as mesmas turmas, a mesmice de sempre. Acabei bebendo um copo de vodka com água de coco, foi o bastante para já me deixar animado, estava sentado com a galera do futebol, a mesma da minha sala, quando vejo de longe o Leandro. (Tente Imaginar essa descrição),

Leandro havia cortado o cabelo, sombreado por cima das orelhas e meio bagunçado em cima, perfeito, a barba ainda por fazer, porem mais discreta pouco perceptível, estava de tênis Nike branco, calça preta bem desenhada, e uma camisa de manga curta azul florida, o que deixava seu rosto bem destacado, sua chegada atraindo alguns olhares deixou ele com vergonha e suas bochechas estavam levemente avermelhadas, sua boca em um tom rosa, seu olhar fixo e penetrante.

Ele se virou o olhar até meu encontro, aquilo me arrepiou todo o braço, sem querer minha boca desenha um sorriso tímido e alegre, ele estava transmitindo o que o coração queria dizer. Leandro chegou e nos cumprimentando eu disse;

- Oi.

- E ai.

- Cara, desse jeito não vai sobrar garotas pra gente.

- Porque?

- Está lindo!

- Como disse?

Ele perguntou assustado, eu não falava assim, mas foi no automático, ainda estava naquela vipe;

- Desculpe pensei alto!

- Mano vem comigo, tenho que te apresentar uma pessoa.

Falou Derek vindo e puxando o Leandro, me sentei tomei uma água, e voltei junto a galera e estávamos brincando e zoando, fui ao banheiro e quando voltei antes de sentar o Pietro vem até mim, ele me pouco e falou baixo no ouvido;

- Leandro entrou em uma briga cara, está lá em cima.

Sai e fui correndo subi as escadas e no corredor havia só uma porta aberta co ma luz acessa, entrei muito rápido;

- Leandro? Leandro...

Não havia ninguém, fui no banheiro, e quando voltei ele entra no quarto igual a mim correndo;

- Davi, tudo bem?

Olhei pra ele e estava igual chegou, normal, só assustado;

- Olha que lindo.

- Derek?

- Que esta acontecendo cara?

Perguntei. Ele estava na porta do quarto segurando a maçaneta;

- Vou deixar vocês ai, até se acertarem.

- Acertarem?

- Sabe muito bem do que estou falando Davi! Essa porta só irá se abrir depois que falar com Leandro.

Derek fechou a porta e a trancou, Leandro olhou pra mim, tipo “E ai’?

“Não contei a vocês aqui que Derek me pegou com uma foto do Leandro no meu celular, e juntou com todas as vezes que viu eu olhando de canto de olho pro Leandro, ele chegou em mim dizendo pra contar ou iria contar ele mesmo, mas isso me jogar na jaula com o leão eu não esperava”.

- Contar o que Davi?

- É... É... ih.

- É? Ih? O que?

- A não pressionar cara.

Eu andava no quarto como um rato em gaiola, não sabia o que dizer, não sabia como falar.

- Minha mãe sempre diz pra mim e a Marcela correr atrás do que queremos que nada cai do céu, com a morte do meu pai, minha cabeça virou a mil, e a chegada do Derek, foi muita coisa, mas nada comparada a você. Desde que chegou minha implicância estava disfarçada por outra coisa, só eu que não percebi. Para a minha sorte sou bom com palavras, e nos últimos dias com as coisas se acertando pra mim (...).

Eu estava sentado e ele na minha frente na cama, sua mão estava tremendo, eu não parava de meche-las.

(...) Leandro eu tive um sonho com você outro dia.

- Um Sonho?

- Sim, um sonho.

- E como foi?

Beijei Leandro, que ficou sem ar logo de primeira, e não foi como no sonho, foi melhor, sem palavras, o que se passou na minha mente e meu corpo não consigo descrever aqui, mas como é um relato, espero que me aproxime da realidade.

Beijei à tua boca, um toque suave com a ponta da língua, e beijo os teus lábios que se entreabrem e buscam os meus. Recuo a minha boca e ele espera que me aproxime de novo. Rodiei os teus lábios com os meus e mordo-os com suavidade, passando em seguida a minha língua pelo meio deles, em busca do fogo da tua boca rodeando-a, entrelaçando ambas línguas; sentindo-o tremer, respirando aceleradamente, as nossas respirações confundem-se, a falta de fôlego começa a quebrar sentidos. E as línguas dançam entrelaçadas, percorrendo a tua boca com a minha língua, afasto um pouco os lábios, mas a minha língua continua a lamber teus lábios e os dentes mordiscam um pouco mais. Colamos bocas de novo, de forma desenfreada, tocando línguas, céu da boca, dentes, numa mistura de prazer, saliva.

Como se Derek estava assistindo, quando minha boca afastou de Leandro, e eu vi seu brilhante, Derek abri a porta; - Agora se quiserem podem sair. Ficamos no meio da galera um pouco, para não dar muito na cara que havíamos sumido, e por volta de umas 03h00min da madrugada, vejo Leandro se despedindo do pessoal, - Já vai embora? - Sim, logo minha mãe está em casa. - Posso ir até lá com você? - Sim. Fomos andando para trás do jardim de Derek, e saímos dentro do tereno do lado, onde Leandro morava, ele parecia querer dizer algo, estava segurando minha mão forte, como se não fosse soltar nunca mais; - Quer dizer algo? - Sim, mas não me vem nada a cabeça, esperei tanto por esse... Beijei ele, dessa vez pude pegar Leandro com jeito, sentamos e acabamos deitando em uma cadeira, daquelas de piscina, eu e ele já estávamos excitados que até tirei minha camisa, mas a luz da cozinha se acende de longe, ele olha assustado; - Cara, tenho que ir. Disse ele se levantando, foi correr e eu segurei sua mão, beijei ele novamente, esperei que entrasse e fiquei ali, sem reação, como se o mundo se resumisse em corações. Voltei para a festa e procurando Marcela para irmos, andei em todos os lugares, e tive que chegar em Derek; - Cara viu a Marcela? Já está tarde, temos que ir. Ele olhou pra mim, assustado, olhou pra baixo e voltou o olhar dizendo; - Está lá em cima com o Pietro! - Você tem alguma coisa haver com isso? - Eu que sou afim dela iria jogar outro na rede? Subi aquelas escadas e Derek veio em seguida, a porta eu só entrei, os dois estavam se beijando na cama Derek entrou bem atrás de mim, - Marcela vamos embora! - Davi... - Agora! - Mano escuta... - Você teve sorte que eu cheguei antes, se não iria te jogar daqui de cima. Eu sai com ela e Derek falou para Pietro; - Cara você é muito devagar. O pessoal do corredor ficou rindo dele, e nos fomos embora.

Os dias se passaram eu e Leandro, nos víamos na sala de aula, e as vezes eu ia em sua casa, ele ate vinha a minha, mesmo se vendo assim com uma freqüência de vezes. Eu nunca senti por alguém o que sentia por ele, porque se apaixonar, na maioria da vezes, é uma bosta. E não estou sendo pessimista nem pensando como um adolescente revoltadinho porque não pegou a garota que queria na balada. Estou falando como ser humano. Conciliar a paixão que você esta sentindo com a sorte de dar realmente certo e virar alguma coisa solida é que é o problema. A sensação de estar apaixonado é boa e ruim ao mesmo tempo. Tem todo aquele negocio de frio na barriga e nervosismo quando você sabe que vai ver a pessoa. Você treme e fica sorrindo igual um bobo enquanto se arruma porque sabe que daqui a alguns minutos vão se encontrar. E nós quando estamos apaixonados fazemos uma megaprodução, sempre que vamos ver a pessoa. A gente se preocupa com os mínimos detalhes para que na hora não exista a menor possibilidade de algo dar errado. Montamos todo um roteiro mental do encontro. Se na hora alguma coisa sai do nosso controle e foge do roteiro, ficamos em pânico, mas na mesma hora damos um jeito de bolar outro plano. A parte gostosa da paixão é acordar sempre de bom humor, tomar banho com pensamento longe e sorriso mais trouxa do mundo por estar nas nuvens pensando na pessoa. É enfrentar um dia chato de trabalho e aula bem porque sabemos que no final vamos ver aquela pessoa que nos tira o sono e nos deixa tão feliz. Mas tem a parte ruim. Na verdade, é a parte arriscada, que é: dar certo ou não. Eu conhecia pouco o Leandro, não sabia desse sentimento dele, ou melhor não todo. Fim de ano, é fim do ultimo ano de aula, depois seria faculdade, outra vida, no ultimo dia no colégio, foi somente festa, optamos por não termos formatura e sim uma festa. Eu vou narrar essa festa porque o Leandro é meio parado e o Derek, bem eu não gosto dele, vamos lá então... Com o dinheiro da formatura como havia dito fizemos uma festa, eu, Pietro, Andressa e infelizmente a Larissa, afinal de contas alguém teria que cuidar do dinheiro não é mesmo? Um dia antes do evento estávamos os 4 na casa de shows, só confirmando a chegada do som, Larissa andando pra um lado e pro outro, Pietro e Andressa estavam no andar de cima organizando as mesas, e eu olhando pra ela; - Larissa se não para não vai haver chão para dançarmos. - Eles estão atrasados! - São 15h39min. - Nove minutos Larissa. - Isso é um absurdo, e você ai sentado. - Não se preocupe vou acelerar o tempo pra você. Falei me levantando e indo até os meninos; - O som já chegou? - Não, mas espero que não demore, Larissa vai dar um chilique lá em baixo. - Ela te ama. - Oi? - Ela é afim de você. - De onde tirou isso cara? - Ouvi dizer, as más línguas. - Ela me odeia cara. - Chega nela pra você ver. Ajudei eles La em cima, e descemos, eu cheguei abraçando ela por trás que tentou se soltar a todo custo; - Calma, calma. - Me solta garoto. - Que tal a gente se divertir em, duas garotas, dois caras. Em? - Ai que nojo, você é mais escroto que pensei Davi. - Escroto mais você me ama não é mesmo? Eu sentei de pernas pouco abertas e eu continuei a encher o saco dela; - Vai pode falar, não vou contar pra ninguém. Falei dando um selinho na boca dela e sai correndo, Larissa me jogou uma cadeira, mas ela não tinha força e os dois rindo dela, logo o som chega e deixamos tudo pronto, conforme combinado. (Abre Parenteses). - Te vejo hoje? - Sim, vai que horas? - Acho que as nove e meia, minha mãe vai me levar, você vai de que? - De ônibus com a Marcela. - Espera um pouco... Minha mãe passa ai as dez pode ser? - Fechado, posso ir dirigindo? - Não, né Davi. Ei vai vestir o que? - Estava pensando em uma cueca de couro, de fio dental atrás, sabe aquelas que ficam bem no meio... - Davi! - Camisa de manga curta aquela estampa que você acha feia... - Hum. - Vou usar ela aberta uns 4 botões, com um lenço no pescoço pra disfarçar, calça preta justa e cabeço como de sempre, bagunçado. Satisfeito? - Sempre, acho que vou desse jeito também. - Ahn? - Vou normal. - Ah Leandro, te dei detalhes e vai me deixar no vácuo? - Surpresa, até mais, vou sair aqui. - Tudo bem, vou te homenagear no banho. - Cara que nojo. - Ué vem dizer que nunca bateu uma pra mim no banho? - Já sim, mas não é coisa que se fala assim. - Então vou me masturbar, pensando em você. - Tchau Davi. - Ei. - Fala. - Te adoro cara.(Fecha Parenteses).

5 visualizações
Assine para ser o primeiro a receber os capítulos 

Siga a gente:

©2015 por Armário Erótico Todos Direitos Reservados. Criado orgulhosamente com Richardson Garcia