• @richardsongaarcia

One Choice - Capitulo 13

#Derek


Como eles ficaram peguei um taxi, e fui direto para casa, troquei de roupas colocando só uma calça moletom cinza sem cueca pra deixar marcada, e molhei o cabelo, logo a campainha chamou, desci rapidamente;

- Olá Boa Noite!

- Estava...

- No banho, entra...

- Está sozinho?

- Sim.

Falei abraçando ele por trás e beijando seu pescoço, já encoxando e fazendo ele sentir o meu volume dentro do short;

- Ai Derek pra que tanta pressa?

- To cheio de tesão Iago!

Iago era do tipo que eu mais tenho desejo, o tímido com cara de virgem, ele não tinha tanta experiência em sexo com homens, uma carinha angelical com um sorriso lindo de uma boca grande, pernas grossas, ele era o magro gostoso sabem, bunda pequena mas redondinha.

- Vem vamos subir.

Levei ele para meu quarto, onde já fui tirando a roupa dele e meu cassete marcava a calça apontando pra esquerda dentro da calça, como seus beijos estavam muito molhados queria logo aquela baba dentro da minha calça.

Desci sua cabeça conduzindo até ficar de joelhos, com uma mão desenhava meu cassete na calça e com a outra fazia ele chupar e morder ele por cima do pano, nossa era uma delicia sarrar a boca dele com aquele tecido, sua língua por cima deixando todo marcado, minha calça estava toda molhada, quando tirei meu cassete, quase acertou a cara dele de tão duro;

- Sem as mãos!

Falei empurrando com o pé, ele chupava até onde conseguia, não muito fundo, então tirei o resto da minha calça, sentei na beirada da cama;

- Tranca a porta e vem aqui, vou te ensinar a engolir um cassete.

Sem hesitar ele foi com aquela bundinha e voltou se abaixando próximo a mim, voltou a chupar, eu segurei sua cabeça e forcei até onde ele conseguiu engasgou e retirei, pra poupar beijei sua boca, chupando sua língua, novamente, novamente umas 3 vezes ele já estava pegando o jeito deixando a língua baixa e quase abrindo a garganta, e também controlando a ânsia de vomito.

E eu quase gozando, então depois que meu cassete já estava com a cabeça toda vermelha, sentado ali mesmo, beijando ele ouvimos Leandro chegar,

- Quem é?

- O cara que mora aqui, espera!

- Ele está no banho?

- Sim, vem senta nele.

- Pra que a pressa?

- Se você gemer ele não vai ouvir no banheiro!

Iago riu e foi sentado no meu cassete, nossa que delicia, cheguei a deitar no colchão vendo aquele cassete sumir dentro dele, foi o tempo dele sentar o Leandro saiu do chuveiro;

- E agora?

- E agora, não vou para, deita  aqui do meu lado e qualquer coisa pega um travesseiro.

Falei colocando ele de ladinho, com meu cassete enterrado naquela bundinha branca, nossa fui fazendo um vai e vem, o cuzinho dele era apertado, até demais, eu estava louco pra bombar, mas ele já estava gemendo o bastante, então mandei ele ficar de bruços com a cabeça no travesseiro e meti com força, minhas bolas batiam na bunda dele estralando, estava com tanta força e vontade quando tirava dava pra ver sua bunda toda vermelha, ele gemia abafado no travesseiro, ele me deu tanto tesão que quando fui gozar deitei de barriga pra cima e mandei ele me chupar até gozar, só que sua boca encostou comecei a gozar gostoso na boca dele, caramba estava bem cansado depois que ele me limpou meu cassete ainda duro, Iago ficou chupando, e peguei no sono com ele deitado próximo ao meu cassete.

Dias após...

Era uma tarde de sábado, o Leandro teve umas aulas e depois iria passar no hospital, eu estava na piscina pensando, pois a grana da casa estava acabando, e não tinha ideia do que fazer pra viver, afinal não poderia viver as custas da mãe do Leandro.

Ascendi um cigarro peguei o cinzeiro e uma cerveja sentei me protegendo do sol, fiz uns abdominais pra manter a barriga mais ou menos, quando ouvi a campainha chamar, peguei a garrafa que estava acabando o cigarro e de sunga preta mesmo abrir a porta,  olhei no olho magico era o tal medico de jaleco e tudo, abri a porta todo com cara de safado;

- Olha Victor!

- E ai, Derek não é mesmo? Atrapalho?

- Tranquilo entra ai. Olha o Leandro não está!

Victor estava com uma calça jeans não sei se grande para ele, mas ela ficava sobrando na altura do tênis da nike branco, e deixando sua cueca aparecer, aquela bunda grande me deixava doido da cabeça, quase não deixei ele sentar, queria conversar com ele de costas;

- Coloca sua mochila ai na poltrona.

- Estranho Leandro saiu primeiro que eu.

- Hoje é sábado, ele passa no hospital antes de vir pra casa.

Falei indo até a cozinha;

- Aceita uma cerveja?

- Budweiser?

- É play boy!

- Sim por favor.

Peguei a cerveja entreguei pra ele que abriu com a mão. Victor era o tipo másculo que curtia chupar a linga de um homem. Ofereci o cigarro mas ele recusou,

- Se não se importa Leandro já esta chegando, vou pra piscina, so não te convido pois esta vestido assim, mas...

- Estou de cueca!

- Está afim de mim ou do Leandro em?

- Porque?

- Vai ficar de cueca aqui na minha frente comigo na piscina, tenho que saber antes de tentar te comer.

- Pensei que estivesse na cara que estava afim dele.

- E está, só estou tentando tirar uma casquinha. Vai em frente tira a roupa doutorzinho.

Me sentei ele deixou a roupa e veio correndo e pulou na agua, o cara era abusado, eu gostei dele. Pra varias cueca samba canção branca, com riscos na vertical por baixo uma box, “Calvin Klein”.

Ele mergulhou e veio para meu lado  ainda dentro da piscina;

- Então me diga esse namorado do Leandro, como é?

- Olha ele chama Davi, é um cara presença, quer saber se é melhor que ele? Só financeiramente! O cara é perfeito...

- Eu sou perfeito.

- Ata foi mal, você é bem conven...

- Confiante é a palavra.

- Ah, beleza.

Leandro aparece na porta com o jaleco, olhando tipo, “quem está ai”,

- Victor?

- Oi!

Olhem quando ele saiu da piscina molhado como estava, eu me molhei todo na cueca, gays não precisam de corpos como aquele. Ele cumprimentou o Leandro, e com um abraço caiu com ele na piscina, ai como eu queria estar nessa bagunça, Leandro ficou bravo por ter molhado a roupa mas tudo bem, eles saíram da piscina e próximo a mim ainda brincando Leandro derrubou ele no gramado e Victor se virou por cima dele, da porta a mãe dele via tudo, junto com o Davi.

Isso vocês leram certo, o Davi viu a brincadeira deles;

- Leandro!

Falei baixo, como eu estava olhando para a porta os dois olharam, e estavam meio que abraçados. Como eu assisti de camarote querem que eu descreve a cena? Ou já dá pra adivinhar que o Davi saiu e Leandro foi atrás, não alcançou ele, tentou ligar e não conseguiu, a mãe dele ficou brava com a atitude, e eu e o Victor com cara de lua né, pois não poderíamos fazer nada! Fiquei com pena do Davi, afinal ele morria de ciúmes de mim mesmo nunca vendo nos dois fazermos nada e pegar Leandro abraçado todo feliz com outro cara que ele nem conhecia.


#Davi


No caminho para casa Leandro ligava sem parar, eu somente ignorei e coloquei o celular em modo avião. Em casa fui chegando minha mãe estava saindo para o trabalho;

- Davi, Leandro ligou e pediu pra retornar a ligação quando chegar.

Ela saiu e eu fui tomar um banho gelado, para esfriar a cabeça com tantos pensamentos, eu queria explodir de raiva, sai e vesti uma cueca e uma calça, quando peguei a camisa o interfone chama;

- Davi abre esse portão, é o Leandro!

Ele entrou eu esperava na sala em pé, Leandro se aproximou pra me beijar eu o segurei me olhou e voltou uns dos passos olhando pro chão;

- Olha a gente precisa conversar!

- Há muito tempo.

Falei me sentando no braço do sofá com a camisa no ombro ele se sentou no sofá na minha frente e começou seu discurso;

- Escuta aquele é Victor, estuda comigo Davi, ele é filho do dono do hospital onde minha mãe trabalha, sabe o que isso significa?

- Que tem que ficar com o cara?

- Olha já chega, chega de ciúmes Davi, do Derek, do Victor, de todo mundo que chega próximo a mim, fica me ligando mandando mensagem o dia todo.

- Já disse não confio no Derek em ninguém, só em você, agora ver oque eu vi hoje. Quer que eu aceite na maior tranquilidade?

- Somos amigos, entende isso Davi.

- Não tente me fazer de idiota Leandro, olha pra mim e fala o que quer dizer, para de inventar, como você mesmo disse CHEGA.

- Tinha só que me dar um tempo, a faculdade o trabalho, e você, acha que é fácil pra mim?

- Quem quer, arruma um jeito, arruma tempo, faz de tudo para ver quem gosta depois que começamos a namorar você não é mais o mesmo. Eu te amo cara, mudei minha vida por você...

Como se ouvisse a verdade, ele olhou para baixo e lentamente e voltou o olhar com a feição fechada, Leandro então me deu um golpe com palavras que rasgaram meu coração;

- Acho melhor a gente terminar.

- O que disse?

- É Davi terminar, não entendeu? Já chega eu não estou com idade pra me apegar a...

- Apegar? Apegar Leandro? Não estou acreditando no que estou ouvindo. Você passou os últimos meses dado em cima de mim no colégio, onde eu estava você estava, com amigos lugares, e conseguiu, eu me apaixonei por você, e falei para todo mundo o que sinto por você. Me diz agora que esta apegado a mim?

- Escuta Davi...

- Escuta você! Meus sentimentos não são um parque de diversões onde você entra brinca e sai feliz e contente.

- Você está me ofendendo.

- Eu?

- Olha não dá mais, já chega, eu vou embora antes que isso aqui fique pior.

Ele se levantou tipo batendo as mãos na calça, eu me aproximei peguei na mão dele;

- Eu não quero terminar!

- Mas eu quero Davi, não vou conseguir levar isso a diante, já ouvi o que tinha que ouvir e você também.

- Leandro espera. Desculpa.

Ele saiu pela porta sem olhar pra trás, eu fui falando para ele esperar mas sem sucesso, Leandro ia pegar na maçaneta eu segurei seu ombro, virei ele de frente pra mim e beijei ele.

- Por favor... Leandro... Não faz isso!

Me arrependi do que havia falado para ele, mas não foi o bastante, Leandro se virou e saiu entrando no carro. Meus olhos cheios de agua e vermelhos, um no na garganta que estava para explodir. Me sentei ali mesmo, pois não conseguia sustentar o meu próprio peso, uma dor de cabeça insuportável veio junto com as lagrimas, meu coração parecia que estava derretido e escorrendo pelos olhos, nem a morte de meu próprio pai doeu tanto quanto esse

fim de namoro. Eu amava tanto o Leandro que não conseguia explicar, e eu sabia que era amor, eu sentia isso.

Marcela chegou meio que assustada, foi comigo para o quarto e deitou na cama, ela não dizia nada, só abraçada comigo, eu não parava de chorar, quando não saia mais lagrimas sobrava somente a dor, eu queria muito pegar o telefone ou ir na casa dele, ver ele sei lá o que falar, mas ter um pingo de esperança. Quando vi minha mãe na porta do meu quarto as lagrimas voltaram, a dor multiplicou, ela se sentou conosco, e praticamente ficamos ali, eu peguei no sono de cansaço.


#Derek


Leandro havia acabado o namoro com o Davi, não dava pra acreditar, afinal ele ama o Leandro, eu a sua mãe conversamos com ele, mas Leandro estava decidido, mas era perceptível que estava sofrendo, peguei 3 vezes ele chorando no quarto dele, e achei uma foto de Davi na gaveta ao lado de sua cama. O fim desse namoro abalou até eu, que fiquei mais quieto caso Leandro precisasse de algo.

Estávamos em uma padaria que eu conheço, muito antiga da cidade e muito frequentada, eu e Leandro nos sentamos no balcão e uma senhora veio atender, quando ela se aproximou na porta da cozinha atrás dela se abre, Davi sai amarrando o avental e com uma touca de cozinheiro na cabeça. Desculpem-me mas ele estava lindo os cachos, a roupa branca destacava seu olho azul, quando nos viu, uma voz o chamou ele;

- Davi, por favor!

Ele volto olhando para baixo, quando olhei para o lado Leandro estava saindo.


#Davi


Primeira vez que vi ele depois que terminamos, não trabalhei direito quando cheguei em casa não havia ninguém.

Entrei no banheiro da minha mãe e quando abri o armário, havia 4 caixas de remédios e uma cartela separada, peguei o que consegui juntei um monte de comprimidos e fui colocando na boca, foram tantos que até caia na pia e no chão, peguei um copo ao lado e comecei a encher de agua, minha mão tremia não sei se era de nervoso ou medo.

Um calafrio subiu em mim pelas costas como uma presença senti um vulto passando pela porta, não consigo explicar como, mas pensei em ser meu pai. Cuspi os comprimidos na pia e no chão, com uma vontade insuportável de vomitar, o copo caiu no chão quebrando eu me ajoelhei em frente à privada para vomitar, nossa como foi horrível.

Minha mãe apareceu na porta ainda com a bolsa do trabalho;

- Meu filho, mas, o que!

Ela viu a cena ficou desesperada, queria me levar para o hospital e tudo mais viu que eu não tinha ingerido nenhum comprimido.

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