• @richardsongaarcia

One Choice - Capitulo 10

Isso ai somos eu e Leandro no Whatsapp, viram o que eu disse, não temos aquela química toda, nossa amizade acabou por moldar o que temos juntos, pois bem, como havia me descrito me arrumei e realmente estava bem gostoso, a calça nova era demais, como sempre aquela briga por causa do banheiro e acabamos nos atrasando;

- E ai estão prontos? Vamos?

Perguntou Leandro entrando no corredor, Marcela recebeu ele, eu estava no banheiro, e ouvi sua voz, mãos soaram, pernas tremeram, o sorriso tomou conta de mim, abri a porta e Marcela já entrou me empurrando, ele estava de blusa normal, calça escura e uma camisa escura por cima, ele estava com aquele sorriso tímido, sem mostrar os dentes, lábios para o lado, aquela cara de inocente, fiquei excitado na hora, cheguei perto dele, peguei sua mão puxei para dentro do meu quarto, fechei a porta e pressionei ele contra ela, beijando sua boca, pra piorar a situação eu beijei seu pescoço, para quem conhece, Leandro estava usando o perfume "Invictus", nossa me afastei dele rindo;

- Que foi Davi?

- Não se mecha, se não vou gozar aqui.

- Porque?

- Cara na boa, esse perfume seu é sacanagem, olha como fiquei.

Peguei sua mão e coloquei por cima do volume que havia feito na calça, ele rindo disse;

- É hormônio.

Eu ri e continuei beijando aquela boca com gosto de colgate;

- Vamos ficar por aqui mesmo? Te garanto que fazemos uma festa bem melhor, que a do colégio.

- E deixar a Marcela ir sozinha pra festa, com a galera da escola?

- Hum pensando bem, me espera na sala, não posso sair com esse volume na calça.

Ele rindo saiu e eu ainda, peguei em sua bunda, fiquei um tempinho dentro do quarto e logo sai, e em minutos estávamos na festa. Eu na porta encontro Larissa igual uma barata tonta, pra um lado e pro outro;

- Que foi agora?

- Está faltando um segurança.

- Mas o que tem demais nisso?

- O que tem demais....

Ah eu deixei ela falando sozinha e entrei com os meninos, e caramba não sabia que seria daquele jeito, as luzes, o DJ, estavam demais, já entrei pulando e gritando, eu não bebi, cumprimentei todos e depois de um tempo, o DJ tinha um microfone, pra que?

Peguei ele assim que pude;

- Segura ai, Segura ai! (...)

Todos vaiaram, mas riram por eu estar La em cima.

- (...) Galera hoje é nosso ultimo dia juntos, depois de um ano, de alegria e... Ah mentira cambada do mal, queria falar que gosto muito de cada um de vocês, e vão fazer falta, espera ai (...)

Falei abaixando a cabeça como se fosse chorar, eles rindo, eu terminei,

- (...) esse ano aprendi muita coisa, não to falando de matemática, e sim a jogar bola... De todas as conquistas conhecer uma pessoa especial, eu não sei se ela sente o mesmo por mim, mas garanto que o que sinto por ela é sincero... Larissa... (...)

Foi uma gritaria a toda, colocaram luzes nela, eu iria terminar, mas comecei a rir e não aguentei.

- (...) Espera... Espera ai... Larissa por favor sai da frente, porra até aqui você atrapalha. Haha' Leandro, quer namorar comigo?

Sim, sim, sim, isso mesmo, ele passou a mão no rosto, e um silencio tomou conta do lugar, Marcela estava com o queixo no chão, Renata, kkkkkkkk', chegou a se encostar, e ele, cara como é fofo, ele ficou vermelho, e fez que sim com a cabeça, entreguei o microfone pulei de cima de onde eu estava e indo em sua direção, peguei em sua cintura e dei um beijo em Leandro, foi só assim para todos acreditarem, foi mais difícil abraçar e cumprimentar todo mundo de novo do que falar isso na frente;

- Vem Leandro, vamos sair daqui.

Subimos as escadas, como eu já estivera no lugar, entramos em uma sala, onde tinha caixas de força do sistema de iluminação, fechei a porta;

- Davi você é louco, tem ideia do que...

Beijei ele, muito forte dessa vez, ele me abraçou, e eu segurei em sua mão;

- Davi tem ideia do que acabou de fazer?

- Fiz isso por você Leandro.

- Assumiu para o colégio inteiro que é gay.

- E daí? E daí? Não me importo com eles, você é minha única preocupação agora. E espero que para sempre.

- Te adoro!

- Eu te amo, é forte demais para o que estou sentindo, mas tenho certeza que estou apaixonado por você!

Ficamos mais um pouco na festa, como Marcela iria dormir na casa de Andressa, eu iria embora sozinho, então dei um jeito de ir pra casa com o Leandro, que estava pouco inseguro, pois ele já sabia que iríamos transar. Quando chegamos ninguém em casa;

- Sua mãe está no plantão?

- Sim, só retorna amanhã.

Disse ele colocando as chaves na mesa de centro, ele olhou pra mim e desceu o olhar para o chão, eu peguei em sua mão beijando ele foi um selinho rápido;

- Vou tomar um banho, ok, pega alguma bebida pra gente.

- Tudo bem.

Não forcei, ele subiu pelas escadas pouco com presa e eu fui até a cozinha, eles tinham um bar separado, coloquei vodka, e havia um suco de pêssego de caixa misturei e subi com os copos, ele havia desligado o chuveiro, eu coloquei os copos na mesa do computador tirei a camisa que estava e a calça estava abrindo o cinto quando ele saiu do banheiro de cueca Box, colorida secando o cabelo, (só eu tenho tesão em pessoas molhadas), bebida? Pra que mesmo?

Peguei Leandro no colo e virei caindo por cima dele na cama, me desculpem mas se ele não fosse virgem já estaria fodendo ele com roupa mesmo. Mas fui atiçar a fera, nossos beijos estavam quentes, eu estava por cima dele roçando eu cassete por cima da cueca no dele, que estavam quase estourando, aquele cheiro de homem, com nossos perfumes, eu rebolava levemente descia e subia, ele até pegava em minha bunda, forçando.

Fui beijando seu pescoço, mamilos, barriga, Leandro já segurava no travesseiro gemendo baixo, passei a língua e mordi sua cueca, não sabia ao certo o que fazer, como ele estava gemendo eu continuei, com a mão puxei sua cueca, deixando aparente seu cassete, não era grande, devia ter uns 16 cm estava meio bomba, coloquei a boca meio sem jeito, de primeira um gosto forte, muito mesmo e um cheiro diferente, posso dizer de chupar um cara a sensação de ver a cara dele, é o maior tesão, ver que ele está se contorcendo, gemendo, com sua mamada é bem gostoso.

Eu estava bem na mamada, pois Leandro estava gemendo pouco mais alto, suas mãos não apertavam meu cabelo, elas somente passavam pelo meu cabelo. Parei de chupar ele e com suas pernas erguidas eu peguei sua bunda e subi na altura de minha boca, deixando ele praticamente de cabeça para baixo na cama, seu cuzinho estava lisinho, e branco, pouco rosado. (ai é sacanagem), passei a língua, chupei, tentei enfiar a língua, cara fiquei louco, enfiei um, dois dedos brincando lentamente, com sua entradinha.

Soltei ele, então beijei novamente Leandro, pra ele sentir o gosto do cassete dele e do seu cuzinho, parei de beija-lo, Leandro ainda deitado eu fui com meu cassete que a esse momento eu já estava sem cueca, como queria sentir a boca dele me chupando, ele colocou meu cassete na boca, começou a chupar, seus lábios enchiam com meu membro, a cabeça do meu pau era como um pirulito, sua mão delicada e boca macia estavam me tirando gemidos, eu estava quase metendo na boca dele.

Em um momento segurei seu cabelo fodendo lentamente sua boca, ele pegava meu cassete e batia em sua língua, eu rebolava com o cassete em sua boca, e literalmente fodia, seus lábios passando por toda a glande, babando e engasgando eu não me seguraria mais, peguei uma camisinha atrás, me encapei e de frango assado eu em pé fora da cama comecei a penetra-lo, Leandro gemia muito alto, mas foi fácil de entrar, como é gostoso meter segurando as pernas do cara, e olhando pro seu rosto cheio de caras e bocas sentindo a dor e o tesão, vontade era de dar uns tapas. Beijei sua boca, Leandro como um gato segurava forte minha nuca, eu sentia suas unhas, não deixei barato, como uma mulher com as mãos em seus peitos bombei um pouco, tirando gritos dele.

- Vira, quero te foder de 4.

Quase uma ordem, ele deixou aquela bunda bem alta com a portinha invulnerável pra mim, de joelhos voltei a penetra-lo e caralho que delicia de posição, não aguentei, subi uma perna rebolando fundo na sua bunda, o tesão era tanto que me levantei e fiquei apoiado na ponta dos pés enfiando meu cassete bem fundo e gostoso, ele chegou a pedir pra parar que estava doendo, fiquei parado e ele começou a se mexer no meu cassete, segurei em sua cintura e bombei tão forte que tive que dar uns tapas e puxar aquele cabelo molhado, só não xinguei se não já gozaria, mas queria fazer isso em sua boca, e nem ligaria para o que ele iria achar.

Deitei de ladinho, pra beijar Leandro enquanto comia ele, deixando bem mais romântico pois afinal de contas seu cu já estava todo aberto por mim, nossa acho que nessa posição ele curtiu pois rebolava, passava as mãos em meu peito e pernas, puxava meu cabelo pra sua boca se aproximar da minha, não aguentei e segurei sua perna e olhando pra ele que estava gritando bombei freneticamente, beijei sua boca e tirei o cassete, puxei a camisinha, ficando por cima dele, batendo uma punheta rápida, o viado virou o rosto mas o esporro foi em sua bochecha, e lençol.

Ele passou a toalha e foi pro banheiro, eu tirei o lençol, iria trocar mais havia outro embaixo, quando puxei havia visto que ele gozou quando eu estava comendo ele de quatro pois havia uma poça de porra, entrei no banheiro, ele debaixo da água, pegou minha mão;

- Olha aqui.

- Cara você é muito gostoso, eu poderia ficar a noite fodendo esse seu cuzinho.

Ele levou minha mão na sua bunda e eu disse isso beijando ele, depois do banho, ele olhou os copos e bebemos, ficamos deitados olhando para a sacada que agora estava chovendo.

Amanheceu com aquela chuva de "tarde de domingo", o tempo estava pouco frio, puxei o cobertor e Leandro estava do lado da cama, virado de costas, eu beijei as costas dele passando a mão por sua coxa, beijei sua bochecha e ele acorda;

- Bom Dia!

- Bom Dia meu anjo.

- Que bom que a noite de ontem não foi um sonho.

- Hum faço de suas minhas palavras, mas vou tomar um banho tenho que trabalhar hoje.

- Será que minha mãe já chegou?

- Ela mora aqui não é mesmo Leandro então...

- Cala a boca Davi.

Disse ele me empurrando. Bem passei uma água no corpo e quando sai ele estava colocando uma camisa de manga longa;

- Ela já chegou, vamos descer e tomar café?

- Sim, só vou me vestir.

Eu bem tranqüilo e ele pouco ansioso, descemos ela estava colocando umas coisas na mesa;

- Bom Dia, tudo bem com a senhora?

- Sim, Davi, bom te ver, bom dia, estou sim e você?

- Com fome.

- Haha' sente-se café?

- Por favor.

Nos servimos e ela como médica e mãe, logo perguntou;

- Vocês, dois...

Ela olhou para o Leandro que ficou vermelho, foi uma pergunta difícil de fazer;

- Sim, usamos camisinha.

Respondi firme e rápido. Ele chegou a abaixar a cabeça;

- Eu iria perguntar se estão juntos?

- Ah sim, decidimos enfrentar isso de uma vez por todas.

- Como sabe não tenho muito conhecimento em relação a isso, mas gostaria que se cuidem, de qualquer forma possível.

- Pode deixar mãe.

- Davi e sua mãe? Já sabe?

- Não, vou conversar com ela hoje...

Foi assuntos rápidos, e como o tempo estava fechado, ela se prontificou em me levar até em casa, como ela havia trabalhado a noite toda eu recusei e peguei um ônibus mesmo, no trabalho Lucas ainda estava levando o almoço para o Derek, eu estava pouco mais próximo a José, não que isso seja uma coisa boa, mas eu aprendia a cada dia mais.

Com essa atitude de me assumir minha homossexualidade uma das pessoas que eu pensava que não iria se afastar eu perdi, Diego meu melhor amigo e de infância estava me evitando. Já por outro lado Pietro que sempre foi pouco falso e invejoso estava mais próximo, (espero que ele não esteja querendo o Leandro).

Com a morte do meu pai, ficamos mais próximos a minha mãe, tanto eu quanto Marcela, que ficou bem decepcionada quando contei que Derek também ficava com homens, e com mulheres. Por falar nele, estava pouco distante de mim, (graças a Deus). Leandro mais e mais perto o possível (graças a Deus, kkkk').

Com o fim das aulas veio a escolha da faculdade, o curso que iria fazer para trabalhar o resto da vida, (caramba isso poderia ser mais fácil, não acham?). Eu prestei vestibular para Publicidade. Marcela para Jornalismo. Pietro estava fazendo uns testes em uma escolinha de futebol atrás de algum "olheiro" de time grande. Leandro entrou em uma faculdade de Medicina, para seguir os passos da mãe. Derek, bem... Não fez nada.

Olhem eu posso não curtir e gostar dele, mas o cara era inteligente, bastante mesmo, o pai dele descobriu sua sexualidade que ele ficava com homens e mulheres, e que estava fumando maconha, depois de um tempo Derek entrou na empresa, para apreender e algo mais. Só que esse "algo mais" deu o que falar, Derek e Lucas foram pegos, bem isso acarretou na demissão por justa causa do Lucas, e acabou mai ainda com a credibilidade de Derek com seus pais, se é que ele tinha alguma.

Um ano depois, todos estavam estudando em seus respectivos cursos, só o Pietro que não por causa do futebol.

Dia de sexta-feira a noite, o tempo aberto e estrelas no céu, eu estava em casa, havia acabado de tomar estava de short e secando o cabelo, sem camisa, quando Andressa e Marcela entram no quarto para usarem o computador, Andressa sentou na cama me olhando e dizendo;

- Davi você não tem um corpo definido, mas tem uma cara de safado.

- Haha' pode ter certeza que não é só a cara não ta.

- Ai como o Leandro tem sorte! Por falar nele cadê o gatinho?

- Disse que viria aqui em casa hoje!

Eu sequei meu cabelo, e deitei na cama com a Andressa, Marcela estava no Facebook e nos 3 falando da vida dos outros, minha mãe abre a porta do quarto;

- Davi o Leandro está aqui!

Disse ela saindo da frente pra ele entrar, eu puxei a coberta pra cima de mim e de Andressa;

- NÃO! Espera ai, tenho que vestir a roupa.

Ele entrou rindo, abraçou a Marcela;

- Podem ficar ai, a Marcela tem um quarto só dela.

Ela somente riu cumprimentando ele, Leandro veio e deitou no nosso meio, eu dei um beijo na boca dele, e Andressa nos jogou um travesseiro;

- HAAAAA'.

Entra Pietro gritando, as meninas levaram um susto, (tecnicamente todos assustamos), ele cumprimentou todos e sentou na cadeira ao lado de Marcela beijando ela na boca. "Ahn estão namorando? Sim, ele conseguiu e está pegando minha irmã".

- Ai vou pra casa, não sirvo pra ficar de vela.

Disse Andressa se levantando, ela calçou a sandália, quando Marcela dá um suspiro de susto, olhamos pra ela e ela olhou pra mim;

- Não acredito.

Disse ela colocando a mão na boca;

- O Que foi?

Todos nos perguntamos na mesma hora, com tom bravo, Pietro olhou a tela e se virou pra mim também, eu estava levantando quando ela leu;

- Carro com o Empresário João Paulo Santana se envolve em acidente na BR-153, na altura...

Bem Galera, "João Paulo" é meu gerente, o cara linha dura que falei pra vocês ai em cima, mas pra piorar Marcela continua...

- Ai meu Deus, o Derek estava juntos, olha... "No Carro se encontrava Marise Santana e o único filho do casal, Derek Santana, ainda não temos informações do estado deles, mas as pessoas do outro veiculo somente tiveram ferimentos leves (...)".

Um silencio tomou conta do quarto, ficamos assustados, perplexos e com medo, pois éramos "amigos" de Derek.

Com o passar dos dias veio a noticia, os pais dele haviam falecido pouco tempo depois de chegar ao hospital, ele foi liberado e já estava em casa, a empresa ficou 3 dias de luto. Vários amigos fizeram visitas a Derek, até eu e Leandro, e aparentemente ele não estava bem, e com o passar do tempo foi só piorando, pois com a pressão de assumir a empresa, e fazer o trabalho que seu pai fazia. Derek se afundou literalmente nas drogas, estávamos suspeitando de que ele estava usando até crack, por ser usuário da maconha, bebendo muito, e a empresa? Indo por água a baixo.

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