• Richardson Garcia

Maresias - Capitulo 6

Mano eu pulei a Luciana na hora, fui correndo.

Rafael se levanta entrando no banheiro, e alguns meninos também entram.

Eu cheguei com o Pedro na minha cola, para aproximar tirei uns três puxando pela gola da camisa.

E vejo o Pietro grudado com o Rafael, mano nem pensei cai na porrada.

Fui para cima, separando eles, quando tiro o Rafa, o Pietro me acerta no estomago. Na hora a dor ficou atrás da falta de ar.

- Fica fora dessa Max. – Ele diz.

Eu acertei um murro em seu rosto, que pegou de mal jeito, mas fez ele afastar, e então fui para cima, caindo no chão com ele.

Só sinto uma mão me tirar de cima do Pietro;

- Ficou maluco irmão, quebro sua cara viado. – Eu gritava tentando me soltar.

- Cala a boca, fica quieto Max. – O Professor de educação física me tira do banheiro.

O Rafael estava com a boca sangrando quando eu vejo. O diretor entra pegando o Pietro e mais um garoto que estava com ele, eu estava tão ruim que nem vi.

Na coordenação do colégio, Rafael e Bruno contaram o que havia acontecido. Na hora todos nós recebemos uma advertência, seguida de suspensão de três dias de aulas, mas Pietro só poderia voltar a estudar depois desses três dias, com a presença dos pais no colégio.

Já eu, Bruno e Rafael fomos para casa, Pedro só foi advertido por nem conseguir entrar direito na briga.

Luciana e Sara pegaram nossos materiais e mochilas, para evitar encontrar com o Pietro.

Os três indo para casa, eu com dores na barriga, Rafa com dores de cabeça e Bruno com dores nas costas;

- Valeu pela força Max. – Bruno pegou em minhas costas.

- Estava defendendo o Rafael. – Falo sem olhar para ele.

- Mas nem sabia que estava acontecendo.

- Não precisava, ele é meu melhor amigo, não preciso saber que está acontecendo para defender ele.

- Foi mal.

- Está beleza cara? – Rafa pergunta.

- Sim.

Na verdade não, não estava feliz em ter entrado em uma briga que começou por causa do Bruno. Ele havia enfrentado o Pietro, Rafael foi defender e entrou na bagunça.

Dos três eu fiquei mais fodido, pois peguei esses dias em casa, com minha mãe de folga coletiva do trabalho. De castigo e ouvindo ela na minha cabeça todo santo dia.

Na sexta-feira, ela tinha um plantão, eu estava em casa jogando vídeo game, por minha mãe liberar só no último dia.

Quando o Rafael chega com uma mochila lá em casa;

- Que isso? – Pergunto com ele entrando no meu quarto.

- Vou dormir aqui.

- Porque? – Pauso o jogo.

- Nossas mães vão trabalhar, e está chovendo e trovejando muito, sabe que tenho medo.

- É verdade, e vocês se comportam. – Minha mãe grita da cozinha.

Ele deixa a mochila subindo na cama, como eu estava sentado na poltrona na frente, ele chega do lado;

- GTA, de novo.

- Sim, sabe que curto.

- Quando morrer sou eu.

- Você nada, fica aí de boa.

- Vai morrer logo aí.

- Cala a boca Rafael.

A mãe do Rafa chega, chamando minha mãe e as duas vem no quarto, falando a lista do que poderia e que não poderia fazer.

Depois que elas saíram o Rafael foi fazer pipoca, nisso é claro eu morri umas três vezes no jogo, rsrs.

Quando ele voltou eu fui comer e ele jogar.

Depois os dois foram apostar;

- Quem for procurado pela polícia tem que beber uma dose de Vokda. – Falo pegando a garrafa na estante.

- Mano está maluco, pura?

- Sim, e a cada estrela que aumenta uma dose.

- Meu Deus.

E que comece os jogos.

Por volta de meia noite a gente já tinha parado de jogar e estava só bebendo e passando trote nos moto taxis e pizzarias da cidade, e quem atendesse a cobrar, rsrs.

Até a chuva ficar mais forte e a energia acabar. Foi elas aparagem o Rafael pulou na cama.

Mano foi uma sequência de raios, que até eu que não tenho tanto medo, fiquei apreensivo;

- Cara está forte demais hoje. – Ele comenta.

- Sim, muito, parece granizo batendo na janela.

Estava tão forte que o vento fazia barulho, os pingos na janela como pedras.

Esse dia foi caprichado. Com tudo apagado, ficamos deitados, eu tirei as coisas importantes da tomada, e fiquei lá com o celular.

Tirei a bermuda e a camiseta, pois sempre durmo de cueca, e Rafa fez o mesmo.

Eu conversando com uma garota no Instagram e então;

- Mano ela mandou um vídeo. – Falo todo alegre.

- Serio. – Rafa se aproxima para a gente ver.

Ela estava tirando a calcinha e se tocando, com os dedos. Eu automaticamente com a mão na cueca;

- Está batendo uma cara? – Ele afasta.

- Não, mas to querendo, olha que delícia.

- Ela pediu um, e aí? – Ele lê primeiro que eu

- Agora. – Tiro a cueca e coloco o celular debaixo do cobertor, dizendo. – Não olha. – Falo rindo.

Gravei rapidamente eu me masturbando, com o flash ligado e enviei para ela.

Isso claro com o Rafael do lado, depois de trocarmos umas mensagens bem quentes, os dois queriam bater uma, mas nenhum queria sair dali.

Então eu e Rafael começamos a bater uma, deitados ali na cama, um do lado do outro.

Às vezes os relâmpagos, deixavam a claridade invadir como se a luz estivesse acesa, era quando eu tinha a visão total do corpo de Rafael do meu lado;

- Não vou conseguir. – Ele diz parando.

- Porque?

- Não me concentro com esses barulhos.

Depois que ele comenta, outro trovão, a claridade e eu olho, vendo ele tentando bater uma olhando para mim.

De primeira nem me toquei. Até sentir sua mão em minha barriga, minha respiração muda, na hora.

Seus dedos gelados descem até a base do meu pau fazendo um tipo de massagem, só o toque foi tão gostoso que parei de me tocar. E sinto Rafael massageando meu cassete.

Tive um arrepio na hora, como se flutuasse na cama. Mas me assusto sentindo ele sair do meu lado da cama, e então suas duas mãos começam a me masturbar.

Meu pés se contorciam, eu não concentrava e pensava em nada, o tesão de ter alguém te “tocando” é fora do normal.

Não sabia e nem fazia ideia que um beijo seu na minha barriga tinha o efeito de me fazer engasgar com meu próprio ar. Sinto os seus dentes, sinto sua língua, uma pausa e ele começa a me chupar.

Outro trovão, outra claridade, e a visão dele me chupando. Vou passando a mão sem seu braço, enquanto meio que rebolava minha cintura, por estar muito gostoso. Ele coloca minha mão em seu cabelo.

Peguei em sua franja com as duas mãos, forçando ele até engasgar comigo, se fez isso é porque gostou.

Rafa continua me mamando e batendo uma, acho que nunca gozei tanto e tão rápido na vida. Cara sujei até meu pescoço naquela noite. E mesmo depois de gozar, com a mão melada ele não parou com os movimentos, me maltratando, eu tentando afastar e segurar ele, mas não conseguia controlar nem meus movimentos.

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