Assine para ser o primeiro a receber os capítulos 

Siga a gente:

©2015 por Armário Erótico Todos Direitos Reservados. Criado orgulhosamente com Richardson Garcia

  • Richardson Garcia

Maresias - Capitulo 2

Entrei em casa já correndo para o banheiro, tirar aquela agua salgada do corpo, os resquícios de areia, e minha mãe bate na porta;

- Max, vai sair hoje?

- Vou, porque?

- Preciso de ajuda no mercado filho.

- Certo, termino aqui e vou com a senhora.

Pensei em bater uma, mas aí iria demorar mais. Eu sai e estava secando meu cabelo no quarto, e ela aparece na porta;

- Vai na festa da Luciana?

- Sim, como sabe?

- Você e o Rafa pediram o carro na semana passada. Já se arruma, que me deixa aqui em casa e pega ele para irem.

- Tudo bem.

Coloquei uma roupa e meu tênis, sequei meu cabelo, passando um perfume e saindo.

Eu vou tirando o carro e o Rafa estava falando com um vizinho nosso na porta de sua casa;

- Vai sem mim é?

- Vou levar minha mãe no mercado, já volto e nós vamos em você nem banho tomou?

- Já vou.

O mercado onde minha mãe costuma comprar as coisas não é grande, mas como ela não dirige e iria comprar muitas coisas, sempre eu a acompanho!

Eu empurrando o carrinho e acompanhando as fotos da festa no grupo, minha mãe com sua lista, e pegando as coisas. Isso durou uns cinquenta minutos;

- Pode ir passando no caixa, vou pegar fermento em pó. – Ela diz apontando.

- Certo.

É estranho para mim ver um garoto no caixa, mas ok, havia uma moça na minha frente, eu passo à frente do carrinho colocando as coisas, todo interdito e escuto;

- Nossa gostei! – Eu olho para ele, sem entender. – Que perfume é esse?

- Ah.... Acho que Coffee. – Eu puxo a camiseta conferindo.

- Tem um cheiro muito gostoso.

- Obrigado. – Falo muito sem graça.

Eu já estava procurando minha mãe a essa altura, ele passando as compras, e eu naquele clima estranho.

Minha mãe chega, eu pego o carrinho e coloco do outro lado, guardando as coisas, chegou a um momento que percebi ele querendo pegar em minha mão, isso já estava de papo com minha mãe.

Ela o paga e com a bolsa aberta no balcão, ele entrega o troco;

- Me ajuda Max. – Ela diz guardando as moedas.

Eu vou pegar as notas e a nota fiscal, ele anota algo e pega em minha mão, quase “estuprando” elas. Fiquei vermelho na hora.

Nos saímos e guardando as compras no carro minha mãe fala;

- Leva o carrinho.

- Deixa aí.

- Que foi? Ele gostou de você.

- Eu vi, me comendo com os olhos.

- É assim que as meninas ficam quando você mexe com elas na rua.

- Acho que não. – Digo entrando no carro. – Fiquei muito sem graça.

- É exatamente assim Max.

Eu não respondo ela indo para casa. Ela organizando as coisas começa a rir no carro;

- Que foi?

- É para você, ele deixou o número. – Ela vira o papel.

Minha mãe foi me enchendo até em casa, poxa, rindo igual boba. Eu fui estacionando o carro e o Rafa atravessa a rua;

- Precisam de ajuda? – Ele bate no porta malas.

- Sim, filho. – Ela desce.

Levamos as compras para dentro, e minha mãe entrega o cupom fiscal para o Rafael. Mano ele me encheu muito o saco, meu Deus.

Eu ficava com a Luciana, uma garota bem gostosa do nosso colégio, mas foi por pouco, até porque Rafael que sempre pegou as mais lindas, porem essa ele perdeu para o papai aqui. Nossa convivência e costume era como de namorados. Pelo menos era o que todos achavam.

Em Maresias morar frente à praia não é ostentação, não é ser metido ou rico. É normal para gente, afinal moramos praticamente na praia. E era onde a casa dos pais de Luciana tinham sua casa.

Rafael como sempre mais foda que eu. De calça jeans apertada e cor escura, camisa de manga longa e de cor rosa escuro, não chega a ser roxo, puxa bastante para a cor de mamão, porem escura, os botões abertos e seu cabelo que sempre foi cheio de penteados;

- Mano não conseguem nem dançar com essa calça. – Falo pegando em sua coxa.

- Está por fora, ela é bem elástica. – Ele mostra na altura da cintura.

- Que isso, Cueca nova, está querendo comer quem garanhão.

- Você Max.

Empurro ele, e vou virando a esquina e Rafael aumenta o som o máximo no carro, já encostamos chamando a atenção.

A lua já brilhava nas aguas do mar quando estaciono o carro, na garagem da Luciana.

Havia um movimento na rua, mas quando parei para olhar, todo mundo do colégio, pelo menos a grande maioria.

Entramos juntos, cumprimentando a galera, conversando com todos que passava por nós, até chegar na Luciana, que estava na cozinha frente a uma mesa de frios;

- Você chegou gatinho. – Ela segura na minha cintura me beijando.

- Estava no mercado com minha mão. – Falo cheirando o pescoço dela.

Luciana beija o Rafa e puxa ele pelo braço;

- Quero te apresentar minha prima Rafa, chega ai. – Eles saem.

Eu abro a geladeira pegando uma vodka e a Luciana volta chamando;

- Max preciso de um favor seu, vai com Camila e com o Rafa no mercado comprar uns gelos.

Eu estava agachado na geladeira quando aquela garota chegou. Mano que delicia era aquela, de short curtinho e blusinha amarrada com aquele nó acima do umbigo, que loucura;

- Ah, prazer, Max. – Pego em sua mão beijando seu rosto.

- Camila.

- Quer que compramos Gelo, vamos lá, levo eles. – Pego a chave do carro.

Luciana entregou dinheiro, mas recusei, pois ainda tinha grana de mais cedo.

Gente depois que entramos no carro, confesso ficar com um puta ciúmes do Rafael, e claro uma inveja, a garota estava tão na dele, que era só chamar que ela vinha de “quatro”.

Antes de chegarmos no mercado vi ele com a mão para trás nas pernas dela, fiquei na minha.

Entramos no mercado e ela foi pegar algo e eu fui com ele até os gelos;

- Filho da Puta, que gostosa do caralho.

- Não curte muito não.

- Está maluco? Só gay ou demente para recusar pegar ela.

- Muito piranha mano.

- Puta merda! Quanto tempo você não tansa Rafael?

- Não é da sua conta Max.

- Tem mais de dois meses, a última garota foi a turista. Mano aproveita, por nós, serio.

- Só não curti mano, só isso, relaxa, você namora.

- Se não pegar eu pego.

- Rsrs, tenta a sorte.

- Acharam o gelo?

- Sim, ali, no final.

Voltamos para a festa com eles se pegando no banco de trás.

De volta a festa, eu fiquei um pouco bebendo com a Luciana, e quando já estávamos “quentes”, ela se levanta e começa a dançar para mim, tipo rebolando, sensualizando, e como o Rafa estava do meu lado, ele se levanta saindo, sem falar nada. Deixando a Camila sozinha, eu que não tive nada haver fiquei sem graça e sem entender por ela.

Duas da manhã a gente cantando, rindo e gritando. Eu estava dançando com os meninos da classe, e olhando ao redor não acho o Rafael, e já pensei, pegou a Camila né.

Com o passar da hora, colocamos o som do lado de fora, na areia, umas luzes que a Luciana colocou no jardim arrumamos na praia, porem uma turma bem menor de pessoas, estava por volta de três e meia.

Ficou umas oito pessoas, eu e a Luciana, Camila e Rafa, Pedro e a Sara que estudam conosco e mais duas meninas que eu não conhecia.

A Luciana vira a garrafa de vodka gritando;

- Vamos brincar do jogo da garrafa.

- Não. – Falo em um lapso de silencio.

- Porque não?

- É Max, porque não?

Nossa todo mundo encheu o saco, e já puxaram as cadeiras, e colocamos a garrafa sobre um balde.

Ficou uma garota e um garoto.

Rafael começou rodando, e adivinhem? Parou em Sara, ele se levantou deu a volta atrás de todos e deu um selinho nela, mas a gente gritou e mando ser de língua. Mal sabia a gente.

Camila já ficou de olho torto para a garota, e então, a Camila roda, “Deus ouviu minhas preces”.

A garrafa para em mim;

- Acho melhor a gente não brincar disso. – Luciana fala meio que brincando.

- É também acho. – Rafael concorda.

- Sem essa, vai logo Max. – Pedro empurra.

Causei uma cena, mas beijei a boca da Camila, chupei a língua dela.

Luciana pegou essa garrafa com tanta vontade e rodou, parou no Pedro, o desgraçado nem esperou a garrafa parar e se levantou.

De braços cruzados olhando na minha frente eles se beijarem;

- Essa garrafa está de sacanagem. – Falo tirando risos dos outros.

E então a primeira surpresa a Sara roda e para em Camila, elas recusaram por minutos. E a gente puto;

- É só um beijo, só tem a gente, relaxa. – Falo a Camila.

- Gente eu não curto, e é estranho. – Sara se defende.

- Se não curte não tem problema. – Pedro fala.

Rafael rindo igual idiota, falei para a Luciana reforçar e só assim elas fizeram. Fiquei excitado na hora, ambas com línguas e bocas molhadas, serio os três marmanjos babando com a cena.

- Amo esse jogo.... Minha vez. – Pedro pega a garrafa.

E então ele roda com força, e ela para entre a Camila e Eu, então ele roda de novo e ela para em mim.

Ah mas eu fiquei desesperado mandando ele rodar de novo, e ele estava muito bêbado, e como fizemos com as meninas.

Eu dei um selinho nele. Mas todo mundo ficou puto, até Rafael;

- Porra mano, está do lado de quem? – Encaro ele.

- Anda logo cara. – Ele grita.

Pedro idiota que é, vem na minha cadeira e me beija de língua, foi a coisa mais estranha que fiz na minha vida, só senti seus lábios e estavam estranhos, rápidos e ai meu Deus.

Beleza eu peguei a garrafa, foi de primeira, rodei e ela para em Rafael.

Ele me olha e eu já levanto;

- Parei, não brinco mais, chega.

Gente, jogaram bebida em mim, ficaram uma fera;

- Faz assim se eu beijar ele você beija a Camila? – Falo a Luciana.

- Beijo.

Não sabia que ela iria aceitar assim de cara;

- Se fodeu Max. – Pedro grita.

Rafael se sentou no balde da garrafa, as meninas de um lado, Sara e Pedro do outro, eu olho para o Rafael e digo;

- Vão ter que mostrar os peitos.

Camila fica rindo e mano, ela levanta a blusa, puta merda que era aquilo;

- Anda logo porra. – Rafael se aproxima.

- Não acredito nisso. – Exclamo olhando para baixo.

- Pedro você não perdeu tempo né. – Luciana diz.

Eles rindo e eu aproximo, diferente do beijo do Pedro a boca do Rafael era quentíssima e molhada, e o mais estranho para mim, sinto a língua dele, quando toco a minha língua na dele escutamos;

- É normal eu me excitar vendo eles? – Luciana diz.

Eu estava excitado, creio que por ter vistos os peitos da Camila segundos antes. A gente para, rindo, pois não houve como, Rafael afasta limpando os lábios, e eu muito sem graça;

- Conseguiram o que queria, agora vocês. – Falo a elas.

- Casal da porra vocês, que química. – Pedro comenta.

- Eh! Está me tirando agora. – Derrubo ele na areia.

9 visualizações