• Richardson Garcia

Love is Love - Capitulo 7 - Caio e Henrique

#Henrique


- Amor já estou indo, Caio vai na empresa hoje, vou acompanhá-lo.

- Tudo bem amor, vou ir com Ayla na casa do meu irmão e depois vamos almoçar com Heloísa, me liga quando terminarem.

- Tchau meu anjo.

Cheguei no trabalho, e Caio já me esperava, ele estava com dois rapazes;

- Bom Dia, por favor entrem.

- Obrigado.

- Então Caio, vai querer fazer um tour, ou já tem em mente onde começar?

- Henrique se me permitir, queremos ver os processos e contratos de vocês.

- Claro.

Pedi que minha secretaria acompanhá-los e fui para um reunião, que demorou uma hora mais ou menos, quando sai já estava pouco tarde, e fui até Caio para ver se já havia acabado, quando cheguei a sala onde ele estavam, Caio estava sentado com um monte de papeis e os rapazes espantados ao canto;

- Tudo bem por aqui?

Perguntei entrando e olhando para eles;

- Por favor saiam, nos deixe a sós.

Os rapazes saíram e fecharam a porta e Caio se levantou pegando umas folhas;

- Henrique você lê todos os contratos de empreendimentos que assina?

- Sim.

- Por favor, a verdade Henrique.

- Bem, a maioria.

- Henrique existem contratos assinados por você com o dobro do valor, isso é crime.

- Espera eu não estou entendendo.

- Olha se houver alguma investigação aqui dentro, você é o primeiro a ser preso, isso aqui é um roubo aos cofres públicos, são contratos superfaturados.

- Mas eu não tenho nada haver com isso, Caio o conselho prepara os contratos eu autorizo a construção.

- Ou você passa um pente fino o mais rápido possível e limpa essa empresa ou o pior pode vir Henrique.

Afrouxei minha gravata encostei na mesa, e não acreditava no que ouvi.

- Pode me ajudar?

- Vou ver com o Luan, como podemos fazer, e irei te ajudar.

- Obrigado.

Falei indo abrir a porta, mas Caio também colocou a mão e nossas mãos se encontraram e ele tirou sua mão, quando olhei para ele, vejo seu rosto se aproximar e um beijo, sem toques de mãos, e corpos, somente nossos lábios um ao encontro do outro, não senti sua língua mas senti o gosto de sua boca, era doce e bem molhada. Ele foi se afastando e seu olhar cresceu de uma forma, quando vi o que acabamos de fazer, dei uns passos e acabei caindo em cima de umas caixas, Caio veio em meu rumo;

- Não precisa...

Me levantei e abri a porta e ele disse, pegando em meu braço;

- Não aconteceu nada aqui.

Eu fiz que sim com a cabeça e saímos, Caio ficou de trabalhar comigo para me ajudar e eu tinha que falar com Beto sobre o que havia acontecido dos contratos.


#Luan


- Luan está onde?

- Acabei o plantão agora, o que acha de almoçarmos juntos?

- Estou indo para a revista, me espera lá?

- Tudo bem.

Deixei a viatura no estacionamento e fui para a sala de Caio, sentei em um sofá do canto e fiquei jogando no celular, quando entra alguém na sala;

- Desculpe pensei que Caio estivesse aqui.

- Não, não ele está a caminho.

- Você é o Luan não é mesmo?

- Sim e Você o Marcelo.

- Sim, prazer bem quando Caio chegar peça ele pra ir na sala do Thiago, por favor.

- Prazer todo meu Marcelo, eu peço sim, e...

Antes que de eu terminar de falar Thiago entra na sala;

- O Caio não está? ( Thiago).

- Não somente Luan. (Marcelo).

- Bom Dia pra você também mandachuva. (Luan).

- Meu nome é Thiago, e quando seu namorado chegar peça ele pra me procurar. (Thiago).

- Tudo bem realeza eu peço sim. (Luan).

- Está de sacanagem com minha cara? (Thiago).

- Não, quando você para de se achar eu te trato como tal. (Luan).

- Escuta aqui seu Cão de guarda...(Thiago).

- OU CHEGA, THIAGO VAMOS. (Marcelo).

- O que está acontecendo aqui? (Caio).

- Thiago alterado novamente. (Marcelo).

- Eu não, o seu namoradinho... (Thiago).

- Thiago chega. (Marcelo).

- Eu só aturo você por causa do Caio, se não... (Thiago).

- TA BOM VAMOS PARAR, Marcelo leva ele. (Caio).

Fechei a porta e Luan estava tremendo;

- Porque você insiste em provocar ele?

- Caio, eu não suporto esse teu chefe.

- Que bom que falou Luan, meu chefe, ele manda em mim, então por favor.

- Ta bem desculpa.

- Fico mais tranqüilo que está deixando as armas no carro.

- Eu trouxe uma faca na bota.

- Você não tem jeito né cabeça dura. Vamos você vai pedir desculpas pro Thiago.

- Ahhhhh’.

Resmunguei e fomos para a sala do Thiago, ele estava tomando água e Marcelo sentado, Thiago até suava, quando me viu entrando na sala, seu olhos quase saíram da cabeça;

- Não vim brigar, vim pedir desculpas, pelas ofensas. (Luan).

- Que bom que se... (Thiago).

- Thiago, pelo amor de Deus, olha sua postura, seja profissional. (Marcelo).

- Você não grita comigo. Me desculpe Luan, eu falei o que não devia. (Thiago).

- Ótimo agora por favor vocês dois tenham decência, Thiago pela nosso relacionamento aqui dentro, gostaria que tratasse Luan com respeito, e Você Luan nada de entrar armado aqui. (Caio).

Disse Caio olhando pra minha cintura, eu levantei a camisa e tirei a arma que estava entre minha cueca e meu umbigo, e entreguei pra ele, e depois tirei a que estava presa por dentro de minha calça atrás na altura da bunda embaixo da blusa, e quando tirei a faca Thiago disse;

- É mais armado que um terrorista. (Thiago).

- Pelo menos eu não grito nos corredores. (Luan).

Como ele disse com tom de brincadeira eu revidei com outra, Thiago pegou um porta canetas e jogou em minha direção, só não acertou pois eu corri pra fora da sala, as canetas se espalharam por todo o chão, Caio me entregou as  armas e disse pra eu esperar no carro.


#Beto


- Heloísa se lembra do Rafael do “Costa Favolosa”?

- O carinha que ficou na sua casa? Lembro sim.

- Ele está no Rio novamente.

- Que bom e foi na sua casa?

- Não, eu que encontrei ele em um hotel.

Heloísa se engasgou com o suco que estava tomando;

- Alberto Tavares você está traindo o Henrique.

- Está maluca, eu não disse isso.

- O que está fazendo encontrando o cara no hotel então, falando de novela?

- Ele está precisando de ajuda Heloísa.

- Beto você falou para Henrique sobre ele?

- Não, isso que quero falar com você.

- Beto fala logo, antes que ele saiba por outra pessoa, ou pior ele pegue vocês juntos.

- Heloísa preciso que você arrume um emprego aqui no bistrô pra ele, até estiver pronto para voltar.

- Beto eu não...

- Arrumar emprego pra quem Beto? (Henrique).

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