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Love is Love - Capitulo 20 - Beto na Empresa?

#Caio Entrei no hospital meio perdido, Henrique foi na recepção enquanto eu tomava água. - Ele está sendo operado Caio, não deram nenhuma informação. Me sentei na sala de espera e Henrique ficou do meu lado, durante todo o tempo, eu não dizia nada somente quieto,  - Caio? - Sim. - Sou o Major que estava com Capitão Borges... - O que houve? - Ele saiu sem cobertura, o seu alvo atirou em seu ombro, mas ele conseguiu matar o suspeito. Ele ficou inconsciente mas de olhos abertos no percurso.  - Aí Luan, quando irá pensar antes de fazer as coisas. - Se me permite, ele estava alterado durante a operação, nunca vimos ele assim. Quando fui falar, Marcelo aparece saindo de uma sala,  - Não retiramos a bala, porque ela atravessou seu ombro, ele está acordado, Caio por favor... Disse ele nos conduzindo até o quarto. #Henrique Caio entrou no quarto e fiquei do lado de fora com Marcelo esperando; - Ele vai ficar bem? - Vai sim, Luan é forte até demais. - E você como está? - Bem, porque a pergunta? - Digo em relação as atitudes de Thiago. - Henrique vivo a anos com Thiago e posso dizer que ele já fez coisas piores, não é surpresa pra mim isso, eu estou tranquilo. - Espero que esteja certo Marcelo. - Vamos? Entramos no quarto e Luan estava sentado. - Quem deixou você sentar? Deita aí Luan. (Marcelo). - Entendo o porque está casado com Thiago. (Luan). - Luan. (Caio). - Sou como o Caio, a mesma coisa seria se eu fosse casado com você, agora deita aí, se não vou colocar uma enfermeira gostosa aqui de guarda. (Marcelo). - Você operou ele Marcelo? (Caio). - Não, um colega, bem tenho que ir fazer aqueles relatórios para sua corporação, me chame qualquer coisa. (Marcelo). - Ei Obrigado. Obrigado mesmo. (Caio). - Obrigado Marcelo, Thiago tem muita sorte de ter você na vida dele.(Luan). - Não é nada, vocês sãos meus amigos, só estou fazendo meu trabalho. (Marcelo). - Ah Marcelo, dá uns tapas na cara de Thiago por mim, aqueles de deixar a marca. (Thiago). - Pensar no seu caso, pelo menos na bunda eu faço isso, deixa eu ir. (Marcelo). - Gente falando assim. Fico sem graça.(Henrique). - E olha quem fala, voltou com Beto, está todo feliz aí. (Caio). - Para Caio. (Henrique). Demos algumas risadas, fiquei mais um pouco com Luan, depois deixei o carro com Caio e fui para casa, nossa como queria minha casa aquele dia, quando cheguei assustei pois Beto estava lá, me assustei por ter desacostumados com sua presença. Quando entrei eles estavam no quarto de Ayla rindo alto, quando cheguei ela estava vestida de princesa. - Ah olha quem chegou. - Papai. - Oi minha vida. Gente mas porque está vestida assim em? - Pai Beto comprou pra mim, a Madrinha vai me levar em uma festa. - Uma festa? Que festa é essa Beto? - Heloísa vai em um aniversário de criança e chamou Ayla. - Ah, quero doces de lá pra mim tabom. - Tabom. Eu nem terminei de falar o celular de Beto chama, e ele leva Ayla para Heloísa. Fui para o banho e quando sai de toalha ele estava arrumando a bagunça do quarto de Ayla. Eu encostei na porta e ele começou a dizer. - Henrique, você chegou tão diferente, está bem? - Beto, Luan levou um Tiro, Thiago me deixou na empresa sozinho e colocou Cauã quase pra fora da revista, e Deus traz você de volta, minha cabeça está a mil. - Desculpe a pergunta, mas fique calmo, quantas e quantas vezes coisas ruins acontecem com todos, mas logo passam. - Espero Beto eu espero. Disse isso abraçado com ele. Beto se afastou um pouco, olhou para baixo colocou a mão na minha toalha e deixou ela cair, ele usava um short de surfista e uma camisa cavada, tirou sua camisa e me beijou mordendo meus lábios, pegou minha mão colocou dentro de sua cueca, enquanto íamos em direção ao quarto,   eu deitei e ele tirou o short  ainda em pé, veio se deitando e beijando meu corpo, até eu sentir todo em cima de mim,  - Posso dizer que esperei muito por esse momento novamente. Beijando e rolando na cama acabarmos caindo no chão ele por cima de mim; - Aí porra, te machuquei Henrique? - Não, mas precisa emagrecer. - Ata. Beto fez cocegas em mim e eu odeio isso, segurei ele, mas sem sucesso, ele me segurou de outro jeito me encoxando e beijando meu pescoço que sento todo seu corpo no meu e seu membro desenhado sobre minha bunda, ele me soltou eu me virei para ele e Beto tirou sua cueca, seu cassete já estava todo babado, ele deitado no chão, eu fui beijando seu peitoral, e com leves mordidas descendo e descendo, cheguei ao seu cassete e chupando da base até a cabeça, ele segurou meu cabelo forçando contra ele, eu sentia o gosto forte de Beto enquanto sugava ele, seus inconfundíveis gemidos, as vezes me beijava chupava minha língua, sentindo aquele gosto forte, os beijos molhados assim como seu cassete; - Caralho amo, para, não da, estou na seca, quer me matar? Beijando ele que estava deitado no carpete eu fiquei de quatro em cima de Beto, enquanto beijava encaixava seu membro para me  penetrar, quando consegui Beto me segurou pelo pescoço dizendo; - Puta Merda. Henrique! Eu me contrai e ele quase gozou. - Espera. Comecei a rir e ele não aguentou e riu também. - Você era mais que isso viu. - Se contrai de novo... Eu fiz isso duas vezes ele tirou e cassete e sem se punhetar havia gozado, deixando seu cassete e minha bunda toda suja, ele colocou novamente seu cassete em mim, e me virou ficando de frango assado, passou a mão por baixo de minhas costas apoiando e a outra me segurava e começou com o vai e vem, nossa Beto na cama era sem igual, ou no chão tanto faz. Ele se apoiou em seus braços na altura do meu ombro e começou a bombar, rebolando que seu cassete dava voltas dentro de mim, ele sorria me olhando gemer. subimos fiquei de quarto na cama e ele subiu pouco mais uma de minhas pernas já me penetrando muito forte, Beto tinha aquele tempero brasileiro, um moreno claro que sabia o que fazia. Ele se deitou e eu fui para cavalgar sobra ele e Beto me abracou eu sentia a sua respiração em meu ouvido, ele me segurou forte e com minha bunda a mercê de seu cassete começou a bombar de um jeito que seu cassete entrava todo e saia ele me soltou, e seus movimentos fazendo um barulho pouco alto; - Pisca, vai. Pisca com meu cassete em você vai. Eu me contraia e Beto sorria não parecia beijos, nossas bocas se encostavam nos movimentos, até ele anunciar que iria gozar, segurou com as duas mãos minhas nadegas e movimentos mais e mais frenéticos eu gemendo alto senti que ele havia gozado dentro de mim, porra suavamos, beijos e mais beijos já estávamos excitados de novo,  - Porque nunca sabemos o que fazer ou falar depois do sexo? - Porque estamos desfrutando o prazer adquirido, mas pra você tenho algo pra falar. - Estou com fome. - Haha' que romântico amor. #Marcelo - E como ele está? - Bem amor, Luan é duro na queda, mas Caio ficou apreensivo, não soube lidar muito bem com a situação não. - Luan apontou uma arma pra mim hoje. - É ele me contou. - Você contou a ele?  - Não, mas e você vai querer fazer isso? - Estamos aqui não é mesmo, vamos lá. Toquei a campainha da casa de Cauã, Amanda abriu e Cauã estava na sala com Eduardo, quando viu seu pai mudou sua fisionomia. - Podemos? Ele entregou Eduardo para Amanda e os dois foram para o escritório, na casa de Cauã o escritório era de paredes de Vidro nos víamos o que acontecia lá dentro, mas não escutávamos, em pouco tempo Cauã começou a chorar, muito mesmo, nesse momento um peso saiu de minhas costas, Amanda me olhou de um jeito esperando eu falar alguma coisa, enquanto olhava Cauã chorando no colo de Thiago, e Thiago soltando palavras pela boca...

#Leonardo


Não consegui dormir direito a noite, eu estava na minha casa, preparei algo para comer e  fiquei na cozinha quase a noite toda, até mensagem para Heitor mandei na madrugada, quando amanheceu tratei de chegar mais cedo na Revista, com Thiago agora no comando as coisas voltariam como eram antes, eu estava respondendo meus E-mails quando ele chegou;

- Bom Dia Leonardo.

- Bom Dia Thiago, tudo bem?

- Sim, Leonardo, quando terminar o que está fazendo, quero que convença a Matheus a assumir as filiais da Austrália.

- Desculpe Thiago, mas o mercado  lá, é como aqui, será uma grande responsabilidade, e você confia a marca da revista atrelada a eles, fora do pais?

- Sabe, algo nele me transmite confiança, espero não estar errado.

- Você nunca esta errado.

Disse eu saindo da sala, ele ficou rindo meio que discreto;

- Bom Dia Léo.

- Bom Dia cara.

O Cauã estava estranhamente feliz, me cumprimentou entrando na sala. Cheguei no estúdio onde estava Matheus,

- Bom Dia.

- Bom Dia chefe.

- Não fala assim, Jade e Pedro onde estão?

- Secção de fotos fora hoje. E ai como está de presidente?

- Não dormi nada a noite inteira Matheus.

- Acha que responsabilidade é fácil, e ele como é?

- Thiago tem o pulso muito firme, e a segurança dele nas direções me assusta. Vim falar com você, acho que fazer uma proposta.

Matheus estava desenhando uns vestidos, ele parou deixou o lápis e se sentou;

- Vai lá, pode dizer.

- O que acha de assumir as filiais da Austrália?

- É uma responsabilidade muito grande Leonardo.

- A proposta é de 100% do lucro seu, e a do Brasil se volta para Thiago.

- Ainda assim é tentador.

- Posso dar uma dica?

- Diz.

- Pense em Agatha e Pedro, no futuro de sua família.

- Vou conversar com Pedro, estudar a proposta e te falo.

- Você tem até amanhã, Thiago quer anunciar isso na reunião.

- Ok. Deixa comigo.


#Luan


Três meses dentro de casa, era o tempo que Marcelo deu para me recuperar, havia passado 1 dia e eu já estava cansado daquele tédio;

- Você está diferente Luan.

- Como assim?

- Acho que depois do que aconteceu.

- Não, estou bem.

- Você pode até tentar mas não consegue mentir pra mim, vai fala o que te aflige?

- Thiago.

- Ah está certo, não sei como chegar naquela revista e olhar na cara dele, depois de você apontar uma arma para ele.

- Thiago está mentindo Caio, tem alguma coisa nessa historia.

- Como assim?

- Olha pra mim, acha que ele iria fazer o que esta fazendo para Cauã apreender algo?

- Não até mesmo não é assim que funciona.

- Eu acho que ele está preparando Cauã para alguma coisa, pouco maior que a empresa, só não sei o que é.

- Hum, termina seu café o investigador, tenho que trabalhar, e Luan, fica longe da sua arma, Ada de dirigir.

- Tudo bem.

- Estou falando sério.

- Eu não sou criança Caio, pode ir.

- Você não tem corpo de criança mas age igual a uma.

Ele me beijou todo bravo e saiu.


#Caio


Cheguei na revista, respirei fundo no elevador, a primeira coisa fui até a sala de Thiago;

- Bom Dia, posso entrar?

- Bom Dia Caio, entra ai.

- Nossa você está tremendamente feliz, tudo bem?

- Tirei um peso de minhas costa amigo, e sim estou bem depois do paranoico do Luan apontar uma arma para mim, dentro da minha própria empresa.

- Eu não sei o que dizer, estou com muita vergonha, gostaria de saber se ainda vai querer meus serviços depois do que aconteceu ontem.

- Mas é claro, você não tem culpa dele ser assim.

- Thiago não fala assim, ele está paranóico em você.

- Como assim?

- Para Luan, você está escondendo alguma coisa, mas tranqüilo, acho que todo policial desconfia de tudo e todos.

- É pode ser. Caio já que esta aqui, tenho um encontro agora e preciso que vá a Construtora e dê uma mãozinha a Henrique, tenho que colocar essa revista onde deixei, para conseguir ajudar ele.

- Tudo bem, vou fazer isso agora.

Thiago saiu junto comigo mas em outro sentido com o carro, cheguei na empresa e Henrique estava em uma reunião, eu entrei na sala liguei meu computador e estava digitando uns contratos, quando a porta se abre e Beto entra de terno e gravata;

- Bom Dia, Sabe onde está Henrique?

- Sala de reuniões Beto, posso ajudar?

Quando falei isso Henrique chegou na sala, olhou para Beto e disse rindo;

- Que isso? (Henrique).

- Bom Dia pra você também, vim trabalhar eu. (Beto).

Não aguentamos e começamos a rir, Henrique tentava se conter mas não conseguia, quando para nossa surpresa Thiago entra, abraçando Beto, passando o braço por suas costas;

- Parem de rir do garoto, Beto vai ajudar Henrique, enquanto eu estiver na revista e Caio no tramite das duas empresas. (Thiago).

- Tudo bem, mas entende de Administração Beto? Marketing? Tratamento de pessoas? (Caio).

- É amor, entende o que se passa aqui dentro? (Henrique).

- Passei minha adolescência na empresa de meus pais, ele queria que ao menos eu assumisse os negócios da família, mas não quis, então mudei para o Rio, sim Henrique eu sei até demais sobre tudo isso aqui, só não queria acompanhar porque me lembra muito esse período, mas por você. (Beto).

- Tudo bem, vamos ganhar dinheiro? Beto vem aqui, olha Henrique não sabe ser duro com os subalternos, você tem que ter o pulso firme, com qualquer um, até mesmo com Henrique, os empresários e engenheiros todo mundo se não, vão ter chamar de viadinho da praia... (Thiago).

Começamos a rir e Beto novamente sem entender,

- Como assim? (Beto).

- Nada, é uma piada interna. (Thiago).

Os dois saíram abracados, Thiago iria apresentar a empresa para ele, Henrique foi se sentado em sua cadeira olhou pra mim rindo e disse;

- É Caio, como as pessoas mudam.

- Olha Henrique eu já estou ficando louco com tantas mudanças.

- Haha’ digo o mesmo, e Luan como está?

- Teimoso, ficou em casa, não sei como será esses meses ele em casa, ele é inquieto.

- Nossa Beto é teimoso assim, mas não chega a tanto, como Thiago e Luan.

- Quem está me comparando com o Luan ai? (Thiago).

- Ninguém ta bom.(Caio).

- Conheço vocês, bem deixem eu ir, e Beto qualquer coisa já sabe, é só gritar. (Thiago).

- Ele é sempre assim? (Beto).

- Não as vezes ele bate nas pessoas. (risos) (Henrique).

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