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Love is Love - Capitulo 19 - Retorno de Beto e Henrique

#Thiago

Marcelo saiu do escritório e em minutos cauã entra, ele ainda estava com o terno que usava de manhã, ele ficou em pé no centro da sala; - Eu estava com 19 anos e acabara de conhecer sua mãe, ela era linda e a mais desejada do meu curso de administração, mas meu pai me queria na revista, na época ainda tinha o jornal, eu faltava o trabalho pois era o tempo que tinha pra ficar com sua mãe, e eu disse o seguinte para meu pai, “Não quero trabalhar nessa revista, você me obriga a isso”, ele sempre ficou no meu pé, e dessa vez eu tomei as rédias da situação, e me distanciei, sua mãe engravidou e resolvemos morar juntos, mas na época sem trabalho eu não tinha tanto dinheiro, e resolvi procurar um emprego de balconista, mal conseguia pagar as contas e ainda tinha o bebe a caminho, eu e sua mãe brigávamos todos os dias, foi ai que separamos, e meu pai veio até mim, “Assim como você eu também fui jogado para escanteio, mas não desanimei, estou te oferecendo um emprego e uma forma de ganhar a vida, Thiago você agora tem um filho, não é caridade.” - Pai me desculpa! - Você tem um filho Cauã, sempre foi cego com a revista, sempre fez o que eu mandei, nunca se assegurou, até mesmo a frente da revista deixou ser levado por terceiros. - Eu faço o que apreendi com o senhor durante todo esse tempo. - Amanhã estarei a frente da revista novamente, e espero que neste tempo você aprenda. Me enganei com você todo esse tempo. - Pai eu falei da boca pra fora, a revista faz parte da minha vida, é muito importante pra mim. - Então me prova isso. - Não provei com os avanços desses últimos meses? - Cauã me prova isso. - Não sei onde quer chegar? - Vou fazer você sentir falta da revista, quero que me diga se eu que te forcei a isso. - Já pedi desculpas. - Vou tomar um banho. #Marcelo Thiago saiu do escritório e foi para o quarto, eu vi que eles não se entenderam, quando voltei ao escritório, Cauã estava calado ao centro, abracei ele que disse; - O que está havendo com ele? - Sabe muito bem Cauã, ele vai te testar agora, se prepare. - Como da vez em que eu quis morar com minha mãe? - Sim, ele vai te forçar a querer a revista. - Não sei o que fazer. - Ele é seu pai, só respeite. E pode deixar depois converso com ele, agora vai tomar um banho e descansar, você já passou por isso, sabe melhor do que ninguém como funciona. Thiago mesmo com seu filho, ele era frio, forçava Cauã a enfrentar a vida e os obstáculos, de acordo com Thiago, Cauã nunca teve períodos difíceis, foi criado na mas alta mordomia, e dar lições severas induziria ele a ser um Homem com seu filho. Só não sabíamos se isso era o correto, afinal, nem eu conhecia Thiago, mesmo depois de todos esses anos. #Henrique - Entrei com o Pedido de separação Beto. Ele se sentou no sofá, abaixou a cabeça, passou a mão no cabelo de me olhou com lágrimas nos olhos. - Sabe vim te falar que não iria mais vir atrás de você, eu queria só mais uma chance, já usei e avisei da sua paciência, e não tenho direito nenhum de pedir seu perdão, mas eu queria que soubesse Henrique. As pessoas se separam e arrumam outras pessoas de boa, pensei que poderia ser assim, mas não, eu errei e não te transmite confiança, não pensei em Ayla nem em você. Não nego eu errei Henrique, mas sabe esses dias que estou longe de você e do seu cheiro, da sua presença percebo que você é mais do que eu preciso, você é demais pra mim, não me tire Ayla, eu te imploro, vocês dois são tudo na minha vida, vou ficar feliz em ver vocês aos fins de semana. - Eu estava pensando em mudar. - Não pode fazer isso comigo, ela é minha filha também Henrique, por favor isso não, eu não suportaria. - Pensou nisto quando estava na cama com outro? - Foi como uma masturbação, nunca irei sentir com outro o que eu sinto quando estou com você, olha. Ele pegou em minha mão, suas mãos  soando e colocou minha mãe no seu peito, seu coração estava a mil. Ele me olhou nossos rostos estavam próximos, Beto me beijou de surpresa, eu segurei seu peitoral longe de mim,  - Beto não. Ele veio novamente e me pressionou e caímos no sofá,  eu segurando ele para me soltar,  - Não faz isso, com a gente Henrique... Por favor não. Dizia ele entre beijos, eu segurava mas... Não sei o que dizer... Meu corpo não respondia... - Beto! Ele me olhou e sentamos no sofá, pegou na minha mão, que soava e tremia de um jeito incomum.  - Anos atrás eu entrei no carro e sem querer atropelei a pessoa mais importante de toda minha vida, Henrique eu lembro de sua cara de bravo, eu olhei em seu olho e me lembro de pegar em sua mão preocupado, nunca falei para ninguém, mas senti borboletas no estômago aquele dia, Deus havia colocado você em minha vida daquela forma, e já percebia que não seria  fácil. Em pouco tempo foi uma dádiva dívida, Ayla entraria em nossas vida, eu te olhei com aquele anjo e meu coração pegou fogo, era Deus dizendo, isso tudo é pra você. E eu deslizei,  não dei valor. Estou aqui para me redimir. EU TE AMO.  A campainha chamou, eu estava chorando, Beto estava chorando, olhei para a porta Ayla entra correndo, quando ela nos viu juntos, colocou a mão na boca como se estivesse surpresa, e correu nos abraçou, depois abracou Beto dizendo; - Pai Beto!  - Está com saudade do Papai meu amor? - Sim eu e o Papai. - Porque está chorando? Disse Ayla limpando as lágrimas de Beto,  - Porque eu te amo minha linda, você é tudo pra mim. - E o Papai? - O Papai Henrique é a razão de minha vida. Ela riu e abaixou a cabeça se sentou no meu olhando para Beto, olhei para Heloísa ela chorava, e se deu as costas e saiu fechando a  porta.  - Minha filha, pro banheiro. Ela foi tomar um banho e eu fui a cozinha, Beto ficou na porta olhando ela tomar banho e conservando, eu tomei água e respirei, não teria coragem de mandar Beto ir com Ayla perto. O porteiro ligou pedindo para eu estacionar em outra vaga o meu carro pois havia um problema no local, desci e demorei um pouco, quando voltei Beto estava na cama com Ayla fiquei na porta olhando, e no escuro ele se levantou pegou a carteira e o celular  no sofá e foi em rumo da porta, eu coloquei a mão na maçaneta e ele disse,  - Ao menos me perdoa por tudo. Empurrei ele contra a  parede e comecei a beijar, Beto me virou e eu fiquei na parede,   me ergueu e fomos para o quarto, caímos na cama quando ele tirou a camisa estava chorando, limpei suas lagrimas ele com uma sorriso no rosto, e ele parou e se encostou em mim chorando, sentamos olhando um para o outro, ele mordeu os lábios tentando parar de chorar, Beto segurava minha camisa e encostava , os beijos cheios de; - Te amo... Te amo... Te amo... Ayla abriu a porta lentamente olhou com um olhar discreto, e correu e pulou na cama, me abracou e disse; - O pai Beto está pelado. Rimos e deitamos brincando, de cocegas e risadas com ela. Dia seguinte acordei estava sozinho na cama, com uma boneca de Ayla, sai correndo e abri a porta do quarto, Ayla veio correndo, - Bom Dia. Beto estava com um pano na mão e atrás dele a mesa de café da manhã preparada, nos sentamos e no meio do Café o interfone chamou; - Bom dia senhor Beto, tem um Thiago aqui em baixo, posso autorizar a subir? - Sim, claro, pode sim. Achei muito estranho aquele horário Thiago em minha casa. - Beto veste uma camisa, Tiago está subindo. - Thiago? A companhia chamou e Ayla abriu a porta, ele pegou ela no colo, e veio para a mesa. - Bom dia, Beto, Henrique. - Bom dia, vamos tomar café? - Aceito uma xícara por favor. Henrique vou para a Revista hoje, e preciso que me auxilie na empresa. - Tudo bem, Mas Thiago... - Eu sei o que faço Henrique. - Posso conversar com você? Falei pra ele, Beto pegou Ayla, dizendo que iria dar um banho nela para a aula fiquei só com Thiago na mesa. - Quase perdi a coisa mais importante da minha vida, mas Deus de meu ele novamente. Você é pai e Cauã não merece isso Thiago, por favor pela nossa amizade cuidado, ele é só um jovem rapaz querendo impressionar o pai. - Tudo bem, cuida da empresa pra mim? - Deixa comigo. - Punho forte. - Haha' OK. Thiago saiu, sem mais palavras. #Thiago Cheguei na revista na minha ex secretária; - Bom dia Senhor Monteleoni. - Todos na sala de apresentação em 5 minutos. Entrei na sala, tirei meu paletó coloquei na cadeira, enquanto, Leonardo, Matheus, Danilo, Jade, e Cauã por último, dois acionistas entraram e sentaram. - Bom Dia a todos, vim informar a vocês, que estou de volta a "Baldin", peço compreensão e cooperação de todos. - Thiago e Cauã? Perguntou Jade, Cauã estava com as mãos no rosto. - Cauã assumira seu antigo posto de vice presidente, Leonardo irá me representar quando não estiver disposto. - Eu, Thiago! Todos se levantaram e começaram a falar, Leonardo reclamou. - Leonardo ou é isso ou está fora. - Pai! - Acho que se esqueceram quem manda nesta empresa, vocês respondem para mim, aqui dentro não tem pai, não tem Irmão, vou fazer vocês lembrarem de tal hierarquia. - Está fazendo isso porque discutimos ontem? Perguntou Cauã vindo em minha direção. - Matheus e Pedro na minha sala por favor, Leonardo, pegue suas coisas e leve para minha sala, Cauã relatório de gastos do último ano. Sai da sala com Matheus e Pedro, ouvi Jade dizer para Danilo. "-O que foi isso, ele enlouqueceu?".

#Leonardo - Léo acabei de ligar para minha mãe ela está muito brava, sabe de alguma coisa? - Seu tio Heitor, ele enlouqueceu. - O que foi, dessa vez? - Me nomeou presidente, acima de Cauã, eu tentei recusar Heitor, ou era isso ou demissão. - Mas, como assim, eu vou aí. - Não. Heitor é melhor deixar como está, não vamos cutucar a onça com vara curta. - Qualquer coisa me liga. Peguei minhas últimas coisas e subi para o andar da presidência, quando cheguei na sala de Thiago, ele mandou  colocar uma mesa em frente a dele, estava arrumando minhas coisas e ele no telefone com Henrique, quando Caio e Luan entraram na sala. #Luan - De volta ao império é Thiago? ( Luan). - Sim, voltei ao meu posto. Caio, revogue a documentação da revista. (Thiago). - Revogar? (Caio). - Coloca fogo sei lá. ( Thiago). Eu me sentei na cadeira, Leonardo saiu da sala e Caio abriu sua maleta para pegar os papéis, quando Thiago iria falando Cauã entra na sala; - O quer de mim? O que quer que eu provê. ( Luan). Eu fiquei muito sem graça, olhei para Caio e ficamos como estátuas paradas, fingindo que não estava ouvindo. - Acho que ouviu bem na reunião? - Você não pode ficar brincando com as pessoas como quer. - Cauã, não tem mais discussão, saia. - Eu vou sair, não vou fazer parte desse show de fantoches que você está manipulando. Cauã saiu da sala Thiago estava em pé, se sentou respirando forte. - Que isso? Você tirou a revista do garoto sem mais nem menos? (Luan). - Luan, agora não beleza. (Thiago). - Luan, por favor. (Caio). - Você também Caio? Escuta aqui ele é seu filho, não pode se meter na vida dele assim. (Luan). - E você não se mete na minha. ( Thiago). - Luan, não sabe nem o que está acontecendo, por favor. (Caio). - Por favor Caio? Tira a mão de mim. Você tem razão não sei o que está acontecendo, e nem preciso é só você com seus joguinhos novamente, Thiago para de se achar, desse do telhado gatinho, olha em volta, o mundo não gira a seu redor, o garoto é seu filho, seu filho cara, e não uma peça do seu jogo. (Luan). - Meu filho, isso mesmo, você não tem um filho pra saber, em Luan? (Thiago). Caio me segurava no braço e eu esquivava, quando Thiago disse isso, me calou a boca, foi um golpe na alma. - Nossa, no que você virou? Meça suas palavras, você não é assim, tenho pena de você. Tira a mão de mim Caio. (Luan). - Ficou doido? Luan, como pode dizer aquilo... (Caio). Caio foi o corredor inteiro falando na minha cabeça, quando ouço a voz de Thiago se aproximando; - Não quero você mais aqui dentro, nunca mais Luan, está me ouvindo? (Thiago).  Ele gritou e estava a poucos metros de mim e Caio, saquei a arma e apontei para ele, segundos de silêncio, eu sentia Caio me olhando com os olhos arregalados. Thiago ficou parado me olhando, Cauã apareceu na porta da sala, junto a Leonardo, eu coloquei a arma na cintura e me aproximei de Thiago. - Que Marcelo veja onde ele entrou. (Luan). Entrei no elevador junto com Caio, ele não dizia uma palavra, quando chegamos em frente aos carros ele só falou; - Vou para a construtora. (Caio). Entrei na viatura e sai, no quartel minha equipe estava se preparando para sair, iríamos no morro, atrás de um informante, os carros das operações tinha até um ponto onde podiam subir, e quando eles viam a polícia soltavam fogos de artifício, em 40 segundos subindo ouvimos os fogos, dei a ordem e avançamos, não era um bom dia para tal operação, acertei uns 4 caras armados e quando encontrei o alvo, me levantei; - Parado. Ele atirou, eu acertei ele, nas costas. - Capitão. Disse meu major chegando, eu olhei para ele e seu rosto estava embasado, e apaguei, meus olhos se abriram, na viatura que estavam correndo muito, e apaguei novamente. #Henrique Estava na empresa quando Caio entra, e pega um copo de água tremendo. - Caio tudo bem? - Henrique o Luan apontou uma arma para Thiago! - Sério? O que o Thiago fez dessa vez? - Ele vai forçar Cauã a sair da Revista. Não estou entendo nada que esta se passando lá. - Aí meu Deus, calma isso deve ser passageiro, ninguém nunca entendeu Thiago. No meio da conversa, o telefone de Caio chama: - Marcelo?... Luan o que?... Estou indo. Ele me olhou, guardou o celular rápido, largou o copo de água. - Luan está no hospital, ele levou um tiro, um tiro Henrique. Eu não consegui dizer nada, corri junto com Caio e fui dirigindo até o hospital onde Marcelo trabalhava.

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