• @rgpatrickoficial

Louco Desejo - Capitulo 9


⚠️⚠️ CONTEM CENA DE SEXO EXPLICITO ⚠️⚠️



Com ele contra a parede, eu exagerei um pouco, segurei firme, dando uma pegada, quase tirando ele do chão. Aquele beijo estava tão gostoso, aquela boca molhada, de lábios macios estava me deixando louco de desejo.

Pedro sobe sua perna, que sai pela fenda da toalha, aproveito levando a toalha seguindo sua coxa lisa, até sua bunda. Apertei com força, fazendo o mesmo com meu quadril, encoxando ele de jeito.

Ele mesmo desce minha toalha, e a sua, eu sigo para debaixo da agua, e ele me acompanha. Sua mão passando pelo meu corpo e desce até meu membro, e o aperta. Eu paro de toca-lo e somente beijo sua boca, era a sua deixa. Pedro beija meu pescoço, me fazendo fechar os olhos, e vai descendo, nos peitoral algumas mordidas, na barriga e próximo ao umbigo, e se ajoelha.

Eu me encosto na parede, e ele começa a me chupar, sua mão pequena segurando com força, sua boca delicada, engolindo o máximo que conseguia. Que boca!

Levo a mão em seu cabelo molhado, conduzindo os movimentos, comecei assim, devagar, logo estava forçando, fazendo ele engasgar comigo, mas era involuntário a força, estava gostoso para caralho. Em momentos eu o soltava, deixando ele fazendo o que queria, mas o safado continuava, sozinho a tentar engolir tudo. Segurei Pedro em alguns momentos, pois iria gozar, se caso continuasse.

Eu meio que não estava preparado nem para aquilo, quem dirá continuar. Afasto ele antes de gozar, e Pedro vem me beijando novamente, e eu caio na mesma vibe, de excitação e êxtase.

Ele vira de costas, e encaixa aquela bunda em mim, que sensação boa da PORRA. Beijo seu pescoço, mordendo sua nuca, segurando sua cintura, ele então começa a penetrar em si próprio. Muito apertado eu parei de beijar e morder ele, chego a apoiar a cabeça olhando. Ele gemendo, sobe a perna direita, eu a seguro, haha que cena.

Foi encaixando, mais e mais. mano o cara era virgem só pode, que delicia era aquilo. Ele colocou a mão abaixo do meu umbigo, pedindo para esperar, com uma cara de dor;

- Quer que eu tire? – Falo baixo.

- Não. – Ele fala e termina de colocar, tipo, tudo.

Eu gemi nessa hora;

- Puta merda mano. – Falo soltando todo o ar do pulmão.

Ele me beija, naquela posição, e eu começo um vai e vem, bem devagar, iria gozar, ali e rápido daquele jeito.

A agua caia sobe meu ombro esquerdo, o pouco que tocava fazia o dobro do barulho. Não teve como segurar ele gemendo, e nossas estocadas altas e fortes.

Ele aguentando eu ia mais e mais forte o quanto conseguia estava fazendo, e ele não cansava, não pedia para parar, nem diminuir.

Em momentos ia mais devagar, porem enfiando mais fundo que conseguia, ai sim, ele se contorcia, e tentava sair, eu o segurava e ele só gemendo, sem dizer nada.

Paro para respirar um pouco e diminuir a temperatura da agua ele continuava rebolando devagar, brincando comigo. Não digo sem querer, pois, queria e muito, soltei o tapa em sua bunda com força. E voltei a forçar.

Não me recordo de gozar tão gostoso, em um sexo tão intenso e tanto.

Parei mole preso na parede com Pedro na minha frente, ele de pernas meio tremulas, comigo ainda “dentro” dele.

Ele se vira fica me olhando, Pedro passa a mão no rosto tirando o excesso de agua, e aquele clima que sempre tem depois que gozamos.

Ninguém falava nada, ele meio sem graça, eu morto. Pedro me beija novamente, eu o correspondo, seu corpo volta a encostar no meu, a agua descendo em nossos corpos, e minhas mãos em sua bunda.

#PEDRO

Depois desta noite, juro, estava totalmente perdido, não sabia o que falar, como falar, até a forma de olhar eu analisava.

Havia acabado de realizar o desejo de ficar com um cara que sempre tive curiosidade, nesse caso com ele “consciente” sabendo e estando ciente do que estava se passando por lá. E ao mesmo tempo, fui podre, falso, e desrespeitoso com meu namorado! Essa uma mistura de sentimentos dentro de mim, todos eles confusos.

A volta da viagem, voltando trabalho e rotina, foi normal, digo, sim estávamos mais falantes um com outro e também, mais olhares, as vezes uns toques.

Nada além disso.

Já eu com Alexandre era outra história, tinha o dever de falar para ele, ser sincero, ou ao menos parar de iludir ele, eu devia o mínimo de respeito, a ele como “pessoa”. Isso se chama responsabilidade afetiva.

Mas havia algo, que não saia da minha cabeça.... Eu estava pensando dia e noite no Matheus, dia e noite. Isso se repetia em minha mente.

Eu queria de novo, era isso.

Com o fim de semana próximo, houve um feriado em nossa cidade, onde fiquei sem trabalhar por três dias, loja fechada.

Na segunda-feira, no trabalho, foi normal, pouco movimento, dia tranquilo e desde que havia recebido a grana da agencia, Matheus somente passava na loja.

Nessa tarde, houve algo que me chamou a atenção, minutos antes de fechar a loja, eu estava guardando minhas coisas, e preparando as coisas quando ele chegou;

- Ei Pedro. – Ele vai em direção do caixa.

- Fala.

- Já fechou.... Cadê o fundo de caixa?

- No cofre.

- Preciso que troque para mim. – Ele mostra uma nota de cem reais.

- Ah Matheus, o caixa está arrumado vai fazer eu...

- Por favor.

Me levanto, e vou nos fundos, ele fecha a porta da loja, por já estar na hora, e então aparece na porta do pequeno escritório. Pego a nota e troco como ele pede, e entrego;

- Confere.

Encostado na porta ele pega o dinheiro e guarda no bolso;

- Não vai conferir?

- Confio em você. – Ele sorri.

- Se estiver errado você paga para a sua mãe. – Digo apontando o dedo.

- E se for para mim, você paga uma para mim? – Ele passa a língua no lábio inferior, e seu olhar me analisando de cima a baixo.

- Não, agora vamos, tenho que fechar a loja. – Vou empurrando ele.

Matheus saiu sorrindo, com a cara mais lerda.

Já devem imaginar como eu fiquei, praticamente nem dormi de noite com isso, um sorriso, nada mais, e estava me tirando até o sono.

Marquei então de falar com o Alexandre no dia seguinte, mas antes houve um pequeno impecilício.

Manhã de terça-feira, fui tomar café na casa de Dona Giza, iriamos comprar umas coisas antes de ir para o trabalho. Ela sempre deixa o café pronto, pois passo no padeiro do nosso bairro e levo pães quentinhos. Queria eu que Matheus acordasse agora pela manhã.

Eu cheguei, ela se sentou, me servindo café, eu peguei meu pão e quando cortei, escutei um barulho no quarto dele, cheguei a sentar direito na cadeira, rsrs;

- (...) Eu estava acompanhando a Baldin e todas as tendências desse verão acertamos, é um caminho ótimo a seguir Pedro...

- Falei para a senhora, Dona Giza, Baldin, Vogue, é quase que bíblias para nós que trabalhamos com moda, com as revistas fazer as compras foram muito mais rápidas, poupamos horas, e já tem que marcar a próxima.

Estávamos conversando e a porta do seu quarto abriu, como eu estava de costas, não virei, para não ficar sem graça;

- Bom dia. – Dona Giza fala.

- Bom dia mãe, ei tudo bem? – Ele aperta meu ombro.

Matheus para do meu lado, de bermuda, sem camisa como sempre, cabelo pouco bagunçado e descalço.

- Bom dia filha. – Dona Giza diz olhando atrás de mim.

- Oi bom dia para a senhora também.... – Escuto uma voz feminina. – Oi. Uma garota para ao lado de Matheus e fala comigo.

- Pedro essa é a Debora, Debora, Pedro, ele trabalha com minha mãe.

- Prazer. – Pego em sua mão.

Por fora, uma carinha de anjo, por dentro a terceira guerra mundial, estava se referindo a mim, nesse momento.



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