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Louco Desejo - Capitulo 18

⚠️⚠️ CAPITULO POSSUI CENAS DE SEXO EXPLICITO ⚠️⚠️

#MATHEUS


Entrei e ele foi ao banheiro, eu tranquei a porta, tirando a camiseta, calça, e tênis, estava retirando minha meia sentado na cama e ele entra bebendo agua. Eu dessa vez vou ao banheiro, e percebo ele olhando enquanto eu saio de cueca.

Escovo meus dentes, e bebo uma agua, pois, a ressaca já estava fazendo efeito.

Quando volto para meu quarto, apagando as luzes da casa, ele estava tirando o tênis, e se levanta abrindo os botões da calça, eu fecho a porta, e me encosto em uma das cômodas do meu quarto, fico ali, parado vendo ele, que avermelha o rosto.

Pedro desce a calça, ele estava de cueca box, azul turquesa. Me olha, passa a mão no cabelo e eu me aproximo beijando sua boca, e levando as mãos rapidamente a sua bunda. Abro e fecho apertando aquela bunda macia.

Seu corpo todo lisinho, e de pele quente tocando no meu. Peguei sua mão e coloquei dentro da minha cueca, ele massageava meu cassete por dentro do tecido. Segurei seu cabelo mordendo e beijando seu pescoço, depois de quase sugar sua língua coloquei ele de joelhos em minha frente.

Pedro foi com as mãos descer a cueca, quando eu interrompe falando;

- Com boca. – Ele abre um sorriso. Dando leves mordidas no tecido, que meu cassete estava para quase explodiu naquele momento, ele teve alguma dificuldade mas desceu, colocando a boca no meu membro e terminou de tirar ela com as mãos.

Me sentei na poltrona no canto do quarto chamei ele, que ficou ajoelhado na minha frente sua boca carnuda chupava meu cassete gananciosamente, a cabeça do meu pau estava roxa, às vezes o forçava até sua garganta, ele engasgava, e meu tesão ia ao teto, quando não me segurei, acabei gozando na sua boca, gozei pouco dentro e um pouco no seu rosto na altura dos lábios, queixo e nariz, acho que ele engoliu e limpou meu pau. Tive que beijar sua boca naquele momento. Ele de joelhos, pescoço esticado e eu sentindo meu próprio gosto em sua língua.

Ele então se levanta, indo ao banheiro se limpar, eu pego a toalha e limpo o que sujei nas minhas coxas.

Tomei o resto da agua que estava e fui a cozinha pegar mais, estava em uma sede louca. Ele também vem, e faz o mesmo.

Com os lábios gelados, eu deixo o copo e começo a beijar sua nuca, lentamente, indo até a orelha e voltando, minhas mãos em sua cintura.

Ele se empina todo, encaixando em mim, só com os beijos, então mordo, passando os dentes em suas costas, a barba por fazer, deixando ele louco e se arrepiando.

- Vem vou te recompensar. – Pego em sua mão, voltando para o quarto.

Escuto um sorriso da parte de Pedro. Tiro as coisas da cama, pego uma das fronhas de meu travesseiro, e coloco ele deitado de bruços, com as mãos para a cabeceira. Faço um nó, e prendo suas mãos;

- Matheus. – Ele diz assustado.

Eu amarro elas na cabeceira da cama, e falo;

- É só puxar aqui, que elas soltam. – Mostro para ele como desfazer o nó. – Entendeu?

Ele faz que sim com a cabeça, e eu volto a amarrar da mesma forma. Meio que deito sobre ele, colocando Pedro para chupar meu dedo indicador e dedo médio ao mesmo tempo, enquanto eu beijo sua nuca. Levo a mão que ele mesmo chupou colocando dentro de sua cueca, e começo a massageá-lo.

Ele gemia gostoso. Então desço a cueca, abro bem suas pernas, literalmente caio de boca em Pedro, ele estava depilado, do jeito que eu gosto. Chupei esse cara de um jeito, que ele mesmo afundava a cabeça entre travesseiro e colchão. Minhas mãos em seu pau, até no peito, voltando e passando em suas costas, apertando aquela bunda gostosa do caralho, abrindo e dando uns tapas. A cada gemido dele eu tentava ir mais fundo com a língua, passando a barba, rsrs. Ele gritava! Eu percebia ele sem ar. Me orgulhei quando vi suas pernas tremerem.

Muito bem lubrificado, vou beijando suas costas, até sua nuca, e me encaixo “sarrando” meu membro em sua bunda, com as mãos por baixo, segurando ele e forçando, deixando ele mais louco ainda. Pedro empinava de um jeito muito gostoso.

Já pronto para mais uma coloco e começo a penetrar ele, que estava “em vantagem” por não ter gozado, Pedro apertava meu cassete com as contrações eu me segurava pois estava gostoso demais. Eu mesmo o soltei e coloquei Pedro de quatro.

Já comecei dando uns tapas em sua bunda, segurando seu cabelo, as vezes mordia sua orelha, eu adorava empinar a bunda e enfiar de uma vez nele ouvindo gritar, eu e Pedro suávamos, soltei ele é deitei na cama. A gente pingava suor, sem pedir ele senta em mim, deita sobre meu corpo e fica rebolando devagar, logo ele apoiava a mão em meu peito com a bunda bem empinada rebolando e cavalgava as vezes, me falem, como aguentar? Cavalgando em mim, rebolando, percebo ele gemendo mais forte, eu segurando firme em sua bunda, Pedro goza em minha barriga, em uns dois toques em seu membro, foi instantâneo, ele depois eu não aquentei ele apertando meu pau, e me contorcia gozando e ele sem parar em cima de mim.

Antes de ele sair de cima de mim falei;

- Eu fico em êxtase quando transamos. – Respiro fundo.

- Te falo o mesmo, um dia desses me mata. – Pedro abre um sorriso.

Tomamos um banho junto, e eu não dizia nada ele todo caladinho, eu beijava suas costas, praticamente dei banho nele e ele em mim.

Quando sai, olho pela janela o sol já aparecia, ele para do meu lado, impressionado assim como eu;

- É melhor nem deitarmos ne, logo tem que abrir a loja? – Falo pegando uma cueca.

- Concordo.

- Falta pouco ainda, vem aqui. – Puxo ele para a cama.

Sem palavras, cobranças, nem sorrisos, só carinhos. Ele deitou em meu peito e eu fiquei fazendo cafuné em seu cabelo, e ele em minha mão, passando seu pé no meu.

- Vira. – Coloco ele de lado.

Abraço Pedro, protegendo todo o seu corpo, o máximo que eu conseguia, com ele deitado sob meu braço.

Confesso ser muito difícil ficar próximo, tão próximo do Pedro sem estar excitado, rsrs.

Ele meio que movimentou uma ou duas vezes naquela posição, e logo eu estava duro de novo. Ele também não pode falar muito, pois não resiste.

Leva a mão já meio que lubrificando meu pau, e levanta pouco sua perna. Eu até forço um pouco, mas deixo por conta sua, e ele nem se movimenta muito e já enfia tudo, segurando em meu braço, eu levo a mão próximo a seu rosto e Pedro começa a meio que chupar meu polegar, na boa, só fechei os olhos curtindo.

Eu posso até tentar ser o carinho, o fofo na cama, mas não dá.

Desci minha mão segurando sua cintura e comecei a bombar nele, Pedro leva a cabeça no travesseiro, gemendo alto, mas sua mão na minha bunda, forçando o que conseguia, para eu ir mais fundo possível.

Eu gozei acho que ar, pois nem sabia mais se tinha algo para sair, na verdade estava dolorido, e receoso de o louco querer de novo. Eu olho para ele mostrando a mão, Pedro também gozou novamente.

Agora sim, tomamos um banho e nos arrumamos para ir trabalhar. Na rua paralela a loja era onde ficava a padaria que frequentávamos, mas hoje era dia de feira, os dois mortos de fome, paramos ali;

- Feira ou Padaria? – Pergunto.

Ele abre um sorriso;

- Nem dormimos né, então acho melhor feira. – Pedro aponta.

- Haha’ isso ai. – Concordo acompanhando ele.

E dá-lhe pastel com caldo de cana;

- (...) Aqui filho. – Gloria entrega o pastel de Pedro. – E você Matheus, que vai querer?

- Esse aqui mesmo. – Aponto para sua pequena vitrine.

- Mas ela não foi feito agora, está meio frio.

- Pode ser, minha fome não deixa a soprar.

Ela rindo pega com os guardanapos, e traz os caldos de cana. Sento frente ao Pedro dizendo;

- Depois dessa noite comeria até você.

Ele abre um sorriso e diz;

- De novo?

E então a primeira vez que fiquei incomodado com alguém me olhando, eu estava do lado dele, e então passa uma garota, conhecida da agencia. Ela me olha e fica encarando, mas não com desejo, nem curiosidade e sim desprezo. Pedro olhou e foi inevitável;

- Perdeu alguma coisa? – Ele fala.

Eu arregalo os olhos, e eu, Matheus fico sem graça com seu comentário. Ela segue calada, sem ousar abrir a boca para ele;

- Tudo bem? – Pedro diz com a mão frente a boca.

- Sim, já me olhavam antes, e falavam de mim pelas costas. O que muda agora é que não tem como mais inventar nada. – Digo bebendo pouco do caldo de cana.

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