• @rgpatrickoficial

Louco Desejo - Capítulo 4

⚠️⚠️ CAPITULO CONTEM CENA DE SEXO EXPLICITO ⚠️⚠️


Mais dois foram dormir, e eu não sei como, acabei ficando com o Matheus e mais dois caras que pedalaram conosco hoje. Ficamos conversando, eles tinham um papo inteligente, falando de política e tals, agora imaginem quatro bêbados tentando conversar sobre política, rsrs nem havia possibilidade de briga.

Então a mulher de um deles levantou no meio da noite e mandou a gente ir dormir, rsrs. Obedecêssemos pois ela comentou que havia pedal importante e não conseguiríamos ir.

Matheus foi para a barraca, eu voltei a mijar, por ter bebido agua e mais cerveja. Consegui escovar os dentes, e percebi que estava pouco melhor, aí sim fui deitar.

Um dos homens desligou as últimas luzes, e entrei na barraca com a luz do celular, Matheus não deitou no canto, mas pouco próximo ao meio.

Eu tirei minha camiseta e tirei a bermuda jeans que estava colocando uma mais folgada. Coloquei o celular no modo avião e me virei para a esquerda, ficando de lado, com a mão por baixo do travesseiro, com cobertor na altura das pernas somente.

O Matheus estava acordando quando entrei, ele estava deitado sem camisa, de barriga para cima, com a mão na testa.

O dia foi cansativo, e correria, pedalar me deixa acabado na verdade, e ainda eu bebi, foi deitar e apagar.

Sabe quando você está a ponto de dormir mais profundamente e acorda com um espasmo? Voltei a despertar, tirando a coberta dos pés, passo a mão na cabeça me ajeitando no colchão.

E então volto a adormecer, foi coisa de segundos e sinto algo em minha cintura, de imediato achei ser um bicho, pois tocou minha cintura e foi descendo lentamente, abri os olhos na hora, mas sem me mover.

Era o Matheus, eu esfriei todo o corpo na hora, e o ar me faltava. Sua mão desceu da cintura, passando lentamente pela minha bunda, até minha coxa, e voltou. Como se ele estivesse sentindo. Sua mão voltou na altura da cintura e sinto uma pegada mais forte, como se estivesse segurando, e então a surpresa, seu corpo estava atrás do meu, senti seu cabelo em minha nuca, e ele aperta meu quadril contra o dele. Seu membro se desenhou em minha bunda nesse momento.

Com o tecido da minha bermuda era como se ele estivesse pelado. Matheus sobe o rosto e beija meu ombro, cheirando meu cabelo, eu não tive o que fazer a não ser olhar.

Afasto um pouco o corpo e me viro olhando para ele, e nem um olhar de surpresa, de espanto, de nada;

- Matheus o que está.... – Eu não terminei de falar ele tampou minha boca.

Eu suspirei fundo, e meu coração gelou naquele momento. Por mais que eu queria, para mim pareceu algo sem consentimento, como se ele estivesse fazendo a força.

Ele desceu a mão, eu ainda espantado com ele do meu lado, ele tirou meu cabelo do olho meio que sem jeito e aproximou o rosto, eu então beijei ele.

De primeiro foi a coisa mais estranha da minha vida, a barba atrapalhou, foi meio sem jeito. Tanto que ele se afastou na hora. E então um Pedro que eu não tenho controle tomou a iniciativa, coloquei a mão em sua nuca, sem dar opção para ele se recolher e beijei novamente.

Com mais força, colocando a língua em sua boca, passando os dentes em seus lábios.... Nesse momento ele correspondeu, então sabia que estava no caminho certo.

Segurando minha mão esquerda ele puxa o braço fazendo eu subir sob ele. Que sensação, que indescritível aquele cara. Sua mão em minha nuca, comandando o beijo e a outra, desceu de minhas costas até a bunda, a apertando. Ele coloca então ambas dentro da minha bermuda sentindo-a lisinha, e solta um;

- Porra moleque.

Não disse nada, na verdade não consegui, ele veio beijando e passando a barba pelo meu pescoço, e me fazendo delirar de tesão. Já percebi que chegaríamos nos finalmente, mas não conseguia sair daquela boca, juro que beijo cheio de vontade. Não era vago, e mal sincronizado. Totalmente ao contrário, cheio de “personalidade”, com mordidas, e línguas soltas brincando com meus lábios, umas mordidas no queixo.

Já fiquei com vários caras, mas completos assim nunca! Ele fazia jus ao tanto que falava que era bom de cama viu. Pois entre beijos, mordidas, pegadas fortes, eu estava até meio perdido de que parte do meu corpo sentia mais tesão.

Então era minha vez, tentar fazer valer a pena aquela porra toda. Ainda sobre seu corpo, desci a mão aberta em sua barriga indo direto para dentro de sua cueca, rsrs. Sua cara foi indescritível me olhando. Quase uma ejaculação, pois eu apertei de jeito, ele parou de beijar e fez uma careta mordendo o lábio inferior.

Com a pegada pude ter um pouco da proporção dele ereto. Mesmo depilado por ser modelo, com uma barba praticamente desenhada, e sem pelos na barriga, Matheus tinha uns pentelhos embaixo.

Ele se ajeitou tirando a bermuda, eu meio que ajudei e então, Matheus puxou o seu travesseiro colocando atrás e ficando melhor posicionado.

Não sei se irei conseguir transmitir a cena que eu estava presente na verdade, vou tentar.

Matheus ficou meio que sentado, com as costas apoiadas nos travesseiros, pernas mais abertas, segurando seu membro, a posição favorecia e muito sua barriga que meio ficava mercada, as pernas, MEU DEUS. Os pelos, os músculos bem aparentes, seu olhar de cima.

Aproximo e ele esperando eu ir direto chupar ele, mas o beijei novamente, deixando minha boca bem molhada, e desço mordendo seu queixo e beijando seu peitoral, com a ponta da língua passando por sua barriga, com alguns beijos próximo a sua cintura fazendo ele meio que se incomodar. Então seguro a base de seu membro começando a chupar ele.

Olha que eu dei um show viu, rsrs, os melhores são aqueles que você não consegue colocar todo na boca, e aquela dificuldade é quase um desafio, rsrs. Matheus tinha um de tamanho médio crio eu, pouco curvado para a esquerda, e pouco grosso. O que melhorava na hora de chupar, rsrs.

Ele levou as mãos em meu cabelo e forçava tipo, muito, eu já engasgando a todo momento, e ele gemendo. Sempre que podia olhar, eu espiava, ele tinha umas mordidas nos lábios quando estava com muito tesão que eram de deixar qualquer um louco.

Parei de me massagear pois iria gozar só de olhar ele se deliciando, quase fiz Matheus gozar só chupando ele, era perceptível que ele estava na seca, nós sabemos, pois ele pedia para parar em certas vezes, haha.

Matheus segura meu rosto e puxa para beijar ele, com a boca toda molhada e seu gosto nela ele praticamente chupa minha língua. Com isso eu posiciono sobre ele, sarrei algumas vezes e poderíamos sim ter parado ali, mas passo saliva na mão lubrificando ele e eu me sento me encaixando nele.

Era estranho pois sonhei tantas vezes com isso, esse momento e quando estava acontecendo, era como se eu não estivesse lá.

Ligaram uma luz ao lado de fora, longe de nós, mas ficamos olhando meio que atentos, isso me deu margem para acostumar com seu membro em mim. Me sentei encaixando todo enquanto olhávamos, ele aproximou do meu corpo mais ainda segurando em minhas costas, e eu olhando para trás.

A luz se apagou e ele voltou sua atenção na cena, era cada subida e descida uma gemida dele, eu fazendo devagar no início. Até Matheus segurar em minha bunda puxando para baixo, aí sim ele ia fundo e eu no céu, pernas tremendo nesse momento, ele me segura e faz uma sequência rápida demais, eu cheguei a gemer mais alto, tirando um sorriso dele.

Ele então se vira, me fazendo mudar de posição, sem precisar falar, fico de quatro. Mas sabe quando nós queremos impressionar o boy, eu fiquei bem empinado, de cabeça baixa naquele colchão. Matheus passa a mão em minha bunda e solta um tapa, depois um cuspe, e voltou a penetrar, e doeu de primeira, eu meio que levanto um pouco e ele segurou meu cabelo, apertando minha cintura com força. Não sei se ele estava ciente que tinha outras barracas ao lado, mas estava “Foda-se” se estávamos fazendo barulho, no caso as estocadas.

Ele coloca a perna esquerda na frente da minha impedindo que eu “fuja” ou me afaste, sua mão passa em meu pescoço, posicionado frente a garganta segurando mais ainda meu corpo. Nesse momento eu já tinha gozado, Matheus só ejaculou quando deitou seu corpo sobre o meu, segurando meus braços para trás, e uma sequência forte e rápida demais de estocadas, não sei como ele conseguiria ir tão fundo, eu quase que gritei naquele colchão.

Eu daquele jeito estava, e fiquei, até a respiração estava lenta, ele deitou do lado e ficou com a mão em minha bunda.

Colocamos as bermudas e pegamos no sono ali daquele jeito, naquela vibe de “mortos de cansado”.

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