• @richardsongaarcia

INFAME - Capitulo 40

- Eu até tento não culpar ele, mas meu pai acabou com essa família, e como sempre, a mesma história, por causa de dinheiro. Eu queria morar na rua Geralda, morar com minha mãe e meu irmão na rua, do que ter perdido ela, e chegar a esse ponto, não sei nem quem é meu pai. – Falo limpando as lagrimas.

- Seu pai é vivo, e mora em Florianópolis Henry. – Geralda fala segurando minha mão.

- Você conhece ele? – Falo com medo da resposta.

- Não, mas eu vi ele ah alguns meses, na escola do Henrique... Não me lembro do nome, mas ele sempre esteve perto.

Mano! Tem ideia disso! Geralda estava falando e os dois celulares chamando, o meu e o dela, eu não queria mas atendi por ela fazer o mesmo;

- Alô!

- Henry como está mano? – Pergunta Raul.

- Não muito bem cara, pode me ligar depois.

- Claro, só queria ter a oportunidade de falar que o apartamento é seu. O proprietário assinou a proposta, você conseguiu. PARABENS.

- Ai mano, que bom, muito obrigado, Raul, sabe o que aconteceu né, não estou em um bom momento, me perdoe, mas podemos conversar depois? – Falo ansioso.

- Claro, relaxa, vai lá. – Ele desliga.

- (...) Eu não estou presa Alberto, estou com o Henry.... Sim ele vai me levar, calma ai! – Ela dizia ao seu marido.

Ela desliga e eu questiono;

- Geralda, qual nome dele, você tem foto?

- Sim, eu tenho, mas não vou conseguir procurar hoje, eu não sei o nome dele Henry... Escuta, sei que deve estar muito ansioso, mas Henry, estou muito cansada e...

- Não claro, claro, vamos vou te levar, amanhã você procura.

- Tudo bem.

- Ei e fique calma, não vai perder o trabalho, vou te ajudar, não vai ficar sem receber. – Falo fechando a porta da casa.

- Eu sei filho, “Seu” Elias não estava me pagando, mas cuidar do seu irmão, é como cuidar de um filho.

- Eu não sabia disso, vou pedir que depositam amanhã para você tudo bem.

- Agradeço filho.

Levei ela até na sua casa, que era bem perto e quando Geralda desce Gael manda mensagem, perguntando se poderia desmarcar o jantar que marcamos.

Eu não havia lembrado, então disse que iria, por ter marcado a dias com ele.

Era um jantar na casa de uma tia dele, e que seus pais queriam e muito me apresentar.

Cheguei na casa de Iago, ao estacionar o carro vejo um homem saindo de dentro, eu me assustei naquele momento;

- Luiz? – Pergunto vendo aquele homem sair.

- Filho, oi tudo bem garoto... – Ele fala segurando minha mão.

Ele estava estranhamente alegre, pegou em minha mão e saiu, o Iago com um sorriso estranhando, então questiona;

- Conhece ele de onde?

- Da rua, já vi ele algumas vezes, mas o que fazia aqui?

- É meu pai Henry. Ele é meu pai.

- Meu Deus que mundo pequeno mano, não parece nada.

- Ou o Raul me ligou contando, parabéns por ter resolvido isso, mas e o Henrique como está?

Entramos conversando, enquanto eu me arrumava, para sair com o Gael. Assim como falei com o Iago, mais tarde contei tudo para o Gael;

- (...). Vai dormir lá em casa? – Pergunta ele depois de termos conversado.

- Acho que não, não vou deixar você dormir, meu dia foi cheio, já até vejo que irei passar essa noite em claro.

- Poxa meu bem, você precisa descansar, nem que seja um pouco. Dorme lá.

- Tudo bem.

Vocês podem até dizer que não há clima para sexo, e que o momento é inoportuno, mas as justificativas de Gael foram convenientes.

Quando chegamos em sua casa, seus pais bêbados de champanhe e vinho, vieram cochilando no carro. Ajudei a acompanhar eles até o quarto, e depois tomei uma breve ducha gelada, por causa do calor.

Com os dias já haviam cueca e bermuda minha na casa do Gael, ao sair do banheiro de toalha, eu olho na sua gaveta e questiono;

- Se lembra onde deixei minha cueca meu bem? Lembro de ter deixado uma preta aqui. – Falo olhando na gaveta.

- Estou usando. – Ele responde.

Isso Gael estava deitado sob o lençol, eu idiota falo;

- Hum, tem outra que me sirva... – Ai sim o idiota aqui foi entender, eu abri um sorriso, pois ele já estava rindo de mim. – Ata entendi... Ei não estou com cabeça para sexo meu bem. – Falo aproximando e ajoelhando na cama.

- Mas você precisa relaxar para dormir Henry, do jeito que está não vai pegar no sono. – Ele fala se levantando. – Senta ai.

Fala ele me fazendo sentar à beira da cama, e com Gael usava somente a minha cueca. Ele passa sua perna e senta em meu colo, me beijando lentamente e passando a mão em meus braços.

Foi demonstrar um pouco de desejo, ele pega uma das minhas mãos e passa na sua coxa e a força para entrar por dentro da cueca. Nesse momento eu cai deitado e ele de quatro em cima de mim, era só tirar a toalha, rsrs.

Você ai! Todos nós gostamos de sexo certo? Se for virgem, pode pular o paragrafo, rsrs. Mas então todos amamos sexo, mas concordam que as preliminares, aquelas mordidas, linguadas, chupadas e claro umas boas chupadas, ou mamadas, chame como quiser, bem feitas são melhores que penetração.

Já vi Gael umas três vezes pelado, mas não me canso de passar a mão naquele corpo, “delicado”, era como se ele perdesse a virgindade a todo sexo nosso, ele mandava muito bem, e sabem do que estou falando.

Aquela boca, quente, e macia, aqueles lábios, porra aquela língua. É o aperto dos meus pés, das minhas mãos naquele lençol, e aquele sorriso de sua boca, por proporcionar tanto tesão só me chupando.

Sentei beijando sua boca, sentindo o gosto do meu próprio membro, aquele cheiro;

- Tenho que me segurar para não te machucar sabia. – Falo mordendo seus lábios.

- Oi?

- Não me controlo com você na cama.

- Não precisa se controlar. – Ele fala mordendo os lábios.

Ai cheguei a cair na cama de novo, e Gael passa sua perna sentando em meu membro;

- Cara você vai.... Ai caralho. – Falo me contorcendo de novo. – Calma ai, se não vou gozar.

O desgraçado usou algum gel, eu não sei o que foi, mas era refrescante e cara não dá para escrever o que senti quando ele sentou em todo meu membro. Aquela cara de dor com tesão que ele faz, todo delicado, putz.

Me sentei, encostando nos travesseiros, e com as pernas abertas, ele ainda “sentado”, bem encaixado em mim. Segurei com as duas mãos sua bunda abrindo o máximo que conseguia e no movimento devagar, subindo e descendo, então desço minhas pernas, ele apoia em meu peito, me olhando com aquela cara de tesão.

Para sacanear, pois eu estava gozando já, coloquei um dedo junto ao meu cassete, bem devagar para ele ir se acostumando e deixando mais apertado, então o segundo dedo, ele reclamou, mas continua sentando, porem começou a gemer mais.

Ai ele revidou, começou a rebolar, e pior me beijando, foi tiro e queda, a minha é claro, eu gozei forçando, mais e mais la dentro, como se quisesse engravidá-lo, rsrs. Ele foi no banheiro, e eu ainda caído na cama.

Ele me beija mas como havia percebido que ele não tinha gozado, fui esquentando ele, e voltei a introduzir os dedos nele, fazendo ele gemer bem gostoso, cara foi top, com ele se tocando, foi minutos para Gael gozar.

Peguei ele no colo e levei até o banheiro, deixando a agua cair, bem de boa, e nos beijando, os dois ofegantes e com sorrisos idiotas, mas ambos satisfeitos.

Como dormimos juntos, na manhã seguinte tomei café na casa de Gael, e por volta de oito da manhã eu liguei para o Ronan, isso nem tinha saído da casa dele ainda;

- Ei, bom dia, tudo bem?

- Bom dia Henry.... Sei o que quer e já estou aqui no Fórum, acabaram de abrir, estou entrando, Henry, vou fazer o possível como falei.

- Nossa fico agradecido Ronan, muito.

- Geralda me ligou e pegou o endereço do abrigo, para visitar o seu irmão.

- Certo, vou ligar para ela agora, qualquer coisa, por favor me liga.

- Ligo sim. – Digo desligando o celular. – Amor onde colocou meu carregador? Celular quase desligando. – Digo entrando de volta no quarto.

- Não entrou com ele ontem, olhou no carro?

- Vou olhar. – Digo saindo.

Liguei para a Geralda enquanto descia até a garagem;

- Bom dia, Geralda, tudo bem?

- Bom dia filho, nossa estava digitando seu numero agora, rsrs. – Ela fala sorrindo.

- Ronan me disse que foi ver o Henrique?

- Henry acredita que cheguei aqui e ele não estava.

- Como assim? – Gente quase morri nessa hora.

- Calma, calma! Ele está na escola.

- Serio? Pensei que eles iriam atrapalhar todo o coitado com isso.

- A Diretora aqui disse que eles tem que ir para aula todos os dias, agora volto a tarde quando ele chegar.

- Entendi, está onde agora?

- Henry estou de frente ao supermercado “Bretas”.

- Posso te pegar ai? Vou comprar umas coisas que falta em casa e preciso de você.

- Pode sim, te espero aqui.

- Obrigado.

0 visualização
Assine para ser o primeiro a receber os capítulos 

Siga a gente:

©2015 por Armário Erótico Todos Direitos Reservados. Criado orgulhosamente com Richardson Garcia