• Richardson Garcia

INFAME - Capitulo 36

- Sim, estão viajando, entra aí, meu pai repôs aquele vinho que você gostou e conversaram aquela noite. – Falo descendo o carro.

- Não brinca! Aquele vinho é o melhor que existe, nossa vou até ligar para ele agradecendo. – Henry fala pegando a chave e abrindo a porta.

Eu deixo a mochila entrando e a Milena me liga;

- Oi... Estou em casa... Henry está na adega, separado, pode pegar la, sabe onde estão as taças. – Falo subindo as escadas falando ao telefone.

- Certo. – Ele diz deixando a jaqueta.

Eu subo e ela pergunta se iria rolar algo e tals, eu todo sem graça confirmo, conversamos rápido e deliguei.

Arrumei meu quarto rápido, pegando as coisas e jogando no chão e guardando outras. Coloquei um short curto um que uso para dormir, uma regata branca, passei um perfume que tenho. E desci as escadas tremendo igual uma vara verde.

Galera eu cheguei a parar na escadaria e pensar em voltar, não sei o que me levou a descer.

A casa estava um silencio, só ouvi o liquido preenchendo as taças, liguei o som, pouco baixo, então o Henry me chama. Até porque a casa estava com poucas luzes acessas;

- Gael! – Chama ele desconfiado.

Cheguei na copa, onde ele estava servindo as taças, logo que entrei o Henry estava de costas, e se vira lentamente por estar com as duas taças de vinho nas mãos.

- UOU! – Henry fala ao me ver.

Ele ficou parado, seu olhar desceu e subiu, já com um sorriso em seu rosto;

- Você me pegou de surpresa agora.

- Porque algum problema? – Pergunto já inseguro.

- Não, de forma alguma. – Henry fala colocando as taças na mesa.

Eu me aproximo, pego uma das taças e dou um gole, gente, ele veio colando seu corpo ao meu, e subindo uma das mãos pelo short que era bem leve, chegando e passando por uma das minhas nadegas e apertando na cintura.

Ele beijou meu pescoço, me fazendo arrepiar todo, e orelha, até minha boca, com aquele gosto de vinho.

Passo minha mão direita por dentro de sua camisa subindo em seu peitoral firme.

- Venha. – Falo pegando uma das taças e puxando ele pela mão.

Henry pegou sua taça e subimos as escadas bebendo, para terem uma ideia, eu tomei uns dois goles, e quando entrei no quarto deixei a taça na mesa, ele a tomou toda.

Eu deitei na cama, e Henry vem por cima de mim abrindo alguns botões da blusa, ele se deita me beijando e eu continuo terminando de tirar ele.

Ele fica de joelhos e tira a camisa, mano quando ele deitou me abraçando eu senti todo aquele corpo quente dele, fui nas alturas.

O virei ficando por cima, ele tira os tênis com auxílio dos pés, e vai descendo a calça jeans, com ajuda.

Henry é forte, perto de mim, tem músculos e todo bronzeado, eu sou branco, magro e branco. Minha mão mal segurava seu bíceps.

Ele de cueca, e eu por cima daquele homem, sentindo seu volume no meio de minhas pernas.

Tem um espelho imenso ne parede direita do meu quarto, o que dava uma visão para o Henry;

- Não posso ficar olhando muito se não vou gozar rapidinho. – Ele comenta, quando tiro minha blusa.

- Porque? – Pergunto voltando a deitar sobre ele.

Ao ver, suas mãos se enxiam com minha bunda, e aquele short, na posição que eu estava ficou muito foda, rsrsrs, vocês não tem ideia.

Quando henry colocou as duas mãos dentro dele, segurando minha bunda, pensei que iria rasga-lo com tamanha força;

- Porra ainda é depilado Gael! – Ele fala sorrindo.

- Você não viu a melhor parte. – Brinco com ele.

Tirando mais um sorriso. Mas eu estava é preocupado com o que estava sentindo, aquele volume não era dos maiores, mas sim dos mais grossos. Curvado para a esquerda, fazia um belo volume em sua cueca.

Gente, o Henry saiu de baixo de mim, e tirou meu short, comigo de quatro ainda, ele o abaixou olhando, tirou devagar, e se abaixou mordendo uma das minhas nadegas, e literalmente, mas digo ao pé da letra, ele passou a língua de baixo acima, com um tapa no final.

Eu fui no céu e voltei.

Com isso ele se levanta, ficando de pé na minha cama, segura seu volume o apertando e deixando a cueca marcando e muito ele, tipo puxou as extremidades e destacou o que já era aparente.

De joelhos, eu mordi ele todo e passava a língua para instigar e então tiro sua cueca, seu membro estava molhado, por eu estar mordendo sua cueca e pelo seu estado.

Segurei com os dedos e comecei a chupa-lo. Sim, foi com vontade, muita mesmo. Para ouvir o que gostamos de ouvir;

- Mano que boca gostosa do Caralho! – Henry fala passando a mão no cabelo.

Até o ponto de segurar meu cabelo conduzindo os movimentos, e gemendo. Como era muito grosso eu tive dificuldades para engolir ele todo, mas me surpreendi em alguns momentos colocando até o ponto de Henry se afastar.

Uma daquelas massagens com ele todo molhado e babado, minhas mãos dançando por aquele corpo e bunda, olhem que o Henry seria um ótimo passivo, bunda grande e carnuda, muito foda.

Ele se abaixa me beijando, e sentindo seu próprio gosto, se senta lentamente e passa minhas pernas por cima das dele.

Posicionando lentamente e carinhosamente em seu membro. Passa um pouco de saliva, e me deixa à vontade para “sentar”.

Gente do céu, era como estar me rasgando, eu estava quase virgem. O que compensava a dor inicial era sua feição, sua mão segurando minha bunda forçando para baixo, até encaixar, cara e foi gostosa essa tal encaixada.

Henry chegou a me abraçar;

- Relaxa, fica de boa... – Disse ele para eu me acostumar. – Acho que se rebolar um pouco eu gozo. – Ele diz sorrindo.

Eu estava sentado nele, com a bunda bem empinada, sentia o calor de seu membro, do seu corpo, suas mãos.

Comecei a cavalgar, primeiro lentamente, até aumentar o fluxo, por estar mais acostumado, ele não disse nada somente gemia. Henry segurava minha bunda só acompanhando o movimento.

Eu fui mal, aproveitei da situação, do momento. Fazendo ele gozar já de primeira, porra Henry segurou com força e enfiou mais fundo ainda, me tirando um gemido alto, eu senti seus jatos em mim, todos eles.

Ao terminar ele ficou me olhando e a cada movimento meu ele tinha um espasmos, eu sorrindo do que havia feito.

Me levantei e fui no banheiro me limpar, coisa rápida. Quando votei ele se levanta da cama, com seu membro ainda em ponto de bala;

- Fica de quatro. – Ele fala saindo da cama.

Eu fiquei como ele pediu e veio para eu chupa-lo mais uma vez, depois henry voltou a me penetrar, caramba não sei se era a posição, mas confesso tremer as pernas, que era aquilo, ele enfiava com tanta vontade, que fazia barulho.

Os tapas na bunda, sabem aqueles que só estralam, sua mão em meu peito, sua bunda empinada forçando e forçando, suas mordidas nas costas, eu não poderia me encostar que iria gozar. Eu queria que essa primeira vez fosse lembrada por nós, fiquei empinadinho para ele. O cara era lindo até fodendo.

Henry me levanta, e saímos da cama, ficando de pé de frente ao espelho, ele levanta uma das minhas pernas continuado aquilo que havia começado, caramba não sei como ainda beijava minha boca.

Voltamos para a cama, dessa vez eu ficando de frango assado e diferente de como estávamos, ele deitou se encaixando e metendo devagar, bem mais “romântico”, e me beijando, sentindo o momento sabe, naquela velocidade que mata qualquer um.

- Sabia que vou querer te comer todo dia. – Ele fala me beijando.

- Gostou foi? – Pergunto de forma ignorante.

- Você é gostoso demais Gael, não tem ideia disso, olha que delícia. – Fala ele com estocadas mais fortes.

- Sei se vai poder todo dia não. – Falo brincando.

- Uma chupetinha vale. – Ele fala me fazendo rir.

Henry pega meu membro segurando e massageando com aquelas mãos fortes, com minhas mãos em sua bunda, acompanhando aquele movimento alucinante, não sei como mas gozamos juntos, sincronizados.

Ficamos abraçados, nessa posição por um tempo, ele então comenta;

- Gael sabia que eu não programei essa noite para terminar assim. – Ele fala passando a mão em meu cabelo.

- E programou para terminar como? – Pergunto.

- Calma ai.

Henry se levanta e procura algo na sua roupa, pessoal ele se ajoelha me chamando;

- Vem aqui.

Mano o Henry estava de joelhos para mim, com uma aliança nas mãos;

- Aceita namorar comigo? – Ele pergunta.

- Sim... Cara estamos pelados rsrs, rsrs. – Falo rindo.

Poxa fiquei muito nervoso. Desci da cama colocando ele de pé e beijando sua boca, Henry se afasta e coloca a aliança em minha mão, e me entrega a outra, adivinhem o que eu fiz?

Fiz o que o Gael sabe fazer de melhor, dei uma de idiota. Deixei a aliança dele cair, mas ela não caiu no chão, ela foi para o corredor da casa.

Agora imaginem a cena, os dois pelados procurando a aliança, aí isso só acontece comigo mesmo;

- Achei. – Fala ele saindo do quarto do meu pai.

- Que ótimo, já estava ficando com medo.

- Nossa que cama grande, podíamos transar aqui que acha de um terceiro round?

- Não acaba com o momento Henry.... Aí eu to namorando.... Da para acreditar. – Falo pulando nele.

- Eu que não acredito, vamos para o banheiro. – Ele fala me carregando.

5 visualizações
Assine para ser o primeiro a receber os capítulos 

Siga a gente:

©2015 por Armário Erótico Todos Direitos Reservados. Criado orgulhosamente com Richardson Garcia