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Eles e Eu - Fim - Terceira Temporada

E Theo me ajudando com a clinica. Eu não consegui ela próximo a minha casa como gostaria, mas encontrei um ótimo ponto, quase do outro lado da ilha de manhathan.

Iria abrir na semana seguinte, preparamos um aparato para uma festa bem chamativa, para a imprensa no caso. E claro convite a amigos do hospital, ah e Brad trabalharia comigo. Ele estava finalizando sua pós em Pediatria, eu já lhe dei a oportunidade de ter seu consultório conosco. Irmão de Jimmy também estaria conosco, conseguimos montar uma equipe boa de inicio, e algumas parcerias na cidade. Tudo isso com horários que me favoreciam.

Estava em casa no quarto de Tyler, eu, ele e Theo, ajudando com umas tarefas;

- Vai fazer o que amanha?

- Mano, vou pegar um cliente no aeroporto, e temos uma reunião na CQ, estão afim de uma parceria, irei acompanhar.

- Certo, vou na clinica amanhã ver como está ficando os preparativos para a noite.

- E Tyler? – Pergunta Theo.

- Bailey vai levar ele, amanhã sem o papai de novo. – Falo passando a mão em sua cabeça.

Ficamos conversando ali mesmo, os dois sentado um ao lado do outro da cama de Tyler, ele estava contando sua historia com a Roberta;

- Que bom que se livrou dela.

- Não, que bom que te encontrei, rsrs.

Theo me beijou, fui me apoiar e segurei em sua coxa, percebendo o volume na sua cueca, ele sorriu, eu fechei a cara;

- O Tyler.

- Ele dormiu, vamos.

Cobri ele e ascendi a luz do abajur, saindo.

Eu fui par tomar um banho mas Theo veio junto;

- Nem chama.

- Aiaiai, tem que entender o porque a porta fica aberta.

- Você sempre deixa a porta aberta. Se isso for sinal para sexo.

- Talvez um banho romântico? Em.

- Rsrsrs, foi mal, é que fico excitado demais perto de você.

Fala ele me beijando, entrando embaixo do chuveiro;

- É só assim que você me vê Theo Castro?

- Não. Mas na maioria das vezes, tu me deixa duro Dylan, só de me olhar com esse olhos, essa boca.

Isso ele já me pressionava na parede segurando minha coxa direita, eu com as mãos em seu cabelo.

Ele sentou a beira da banheira, me abaixei para chupar ele, Theo chegou a se curvar para trás, logo veio com sua mão, me forçando, mais e mais, fazendo eu engasgar com seu membro.

Este dia ele estava cheio de vontade, pois fiquei um bom tempo chupando ele, até lagrimas desceram de tão fundo eu tentava chupa-lo.

Theo interrompia me beijando, com aquelas coxas abertas e o membro caído em sua barriga. Coxas grosas pelo futebol, aquela boca molhada, e sorriso safado.

Meio que terminamos o banho e fomos par o quarto, já de quatro, fiquei no meio da cama, ele se posicionou e começou a penetrar. Até minha bunda se encaixar nele, foi tesão demais, suas gemidas e eu com a cabeça baixa gemendo baixo.

Theo bombava segurando minha cintura, forçando tudo que podia, rebolava fazendo sentir tudo em mim. Ele deitava aquele corpo me beijando, subindo uma das pernas, cara eu gemia gostoso demais no colchão.

Foi me masturbar por segundos e gozei, ele me acertava uns tapas em cheio na bunda. Theo gozou dentro, fazendo eu sentir cada jato, e seus gemidos em meu ouvido;

- CA.RA.LHO. muito tempo não tinha um sexo tão bom.

Disse ele deitando do meu lado.

Eu sorri beijei ele;

- Porque nunca sabemos o que fazer depois do sexo em?

- Como assim? É só eu me vestir e você me dar meu dinheiro.

- Rsrsrs, idiota. Cara se superou hoje, porra.

Ele veio me beijando e fomos tomar outro banho, será porque né. Não dormimos, ficamos na sacada tomando um vinho.

O que me atrapalhou e muito no dia seguinte. Cheguei cedo na clínica, estavam fazendo os preparativos da festa, era só para atiçar minha ressaca, pois quase tive que desenhar para os idiotas, onde colocar as coisas.

No almoço, iria para um restaurante que curtia com o Theo, pois Tyler estava com Bailey hoje, era muitas coisas para resolver e não poderia ficar com o pequeno.

Bem, no momento que marcamos, eu cheguei no restaurante, e havia um cara com o Theo na mesa, já fiquei meio puto sabe.

Quando cheguei sim, dobrou o nível de “puto”, o cara era lindo, foda mesmo. Ele se levantou;

- Olá, atrasado de novo em Dylan, este é Eduardo Monteleoni, o cliente que lhe falei. – Diz Theo se levantando e puxando a cadeira do seu lado.

- Prazer Eduardo, Dylan Duncan. – Falo pegando em sua mão.

O garçom chega com  o menu para mim;

- Será o mesmo que ele, obrigado. – Falo dizendo sobre o prato de Theo. – Então Eduardo, fica em Nova York até quando?

- Bem, irei ficar mais dois dias, tenho assuntos a resolver, que não conseguimos finalizar hoje. – Diz ele olhando a Theo e rindo.

- Entendo.

- Eduardo é um estilista e empreendedor muito conhecido no Brasil, Dylan, seu avô me ofereceu trabalho, quando voltei ao Brasil anos atrás.

- Lembro, sim, que ótimo Eduardo, então veio atrás de parcerias?

- Sim, cara, preciso de umas campanhas da CQ para minha grife, Nova York é comandada pelo Giorgio Armani e Ralph Lauren, Calvin Klein nem preciso mencionar.

- Nem fala, e são unissex?

- Sim, para homens e mulheres... Me deem licença. – Fala ele saindo com o celular.

- O brasil só tem homens assim é? – Pergunto rindo a Theo.

- Não viu nada. O marido dele, é foda.

- Ei, uai, está comigo falando de outro é? Espera ele é gay?

- Sim, ele o avô, longa historia.

- Nossa mas precisava ser lindo assim.

- Tá chega Dylan, está soando estranho isso.

- Ele tem tatuagens até onde? – Pergunto sacaneando.

Ele me olha rindo. E dando murros no meu braço. Bem convidei o Eduardo para a festa na clinica, por educação é claro, mas ele tinha que voltar.

Vamos então ao dia de inauguração da clinica, finalizar logo essa longa historia de uma vida, ou nesse caso, duas vidas.

Fiquei na frente cumprimentando todos que chegavam, naquela frescura de anfitrião.

Bem preparamos alguns discursos, de alguns profissionais e até Bennett falou um pouco, Theo e Tyler foram até o palco.

- Olá, sou o Doutor Dylan Duncan, neurocirurgião, acho que a maioria me conhece muito bem, pelo meu namorado e filho acabaram de falar. Agradeço de coração as palavras de vocês. Não há muito o que eu dizer aqui, mas irei contar uma breve historia a vocês, nos meus dezesseis a dezoito anos, eu era o capitão do time de basquete do colégio, e o popular de minha cidade pequena no Texas, mas em um dia normal, eu estava na sala de aula, até a coordenação me retirar da sala, e dizer que meus pais haviam sofrido um acidente e estavam mortos.

Eu fiquei arrasado, eles eram tudo que eu tinha, entrei em depressão, morei aqui em NY por meses, mas só fui curado com a ajuda daquele cara, Theo não desistiu de mim, e por isso estamos juntos até hoje, e será assim que continuaremos daqui até o fim. Podem estar se perguntando o que isso tem haver com a clinica... pois bem, anos atrás procurei os laudos da morte dos meus pais,  meu pai morreu no local do acidente, antes mesmo da chegada dos paramédicos. Mas minha mãe não, ela chegou a ir para o hospital, com traumatismo craneano, e submetida a cirurgia, ela faleceu naquela sala, por negligencia medica, o doutor não fez o procedimento no tempo exigido. Todos nos médicos sabemos que há inúmeras possibilidades para sua morte, mas na minha cabeça sempre martelava a pergunta e se fosse eu ali? Poderia ter salvo a vida dela, poderia ter salvo a vida da minha mãe? Essa foi a razão da escolha da medicina, esse foi o por que da escolha de Neurocirurgia. Por uma força maior que eu, quero salvar vidas, quero fazer o impossível pelas pessoas, quero fazer o que não fizeram por mim anos atrás, mesmo sem saber o que aconteceu naquela sala. Por isso essa clinica tem seu nome, é uma homenagem aos meus pais, a minha família... Obrigado.

Fim...

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