• Richardson Garcia

Eles e Eu - Capitulo 8 - Segunda Temporada

#Dylan

Explorei outra realidade ao me tornar membro da Fraternidade, infelizmente não podemos ter tudo que queremos na vida. Com Luiz no comando, caralho, ele é muito chato, mas ter aquele statos valia o preço.

 Bem estávamos voltando de viagem de Washington D.C. No desembarque depois de pegar nossas malas, comprei uma água e um café pra Luiz, empurrando o carinho com as malas, acabei derramando um cara, ele caiu no chão, pra minha surpresa, Oscar!

- Dylan, que isso?

- Foi mal, não te vi.

Falei ajudando ele, e colocando uma das malas no carrinho novamente, ele se levantou passei a mão no ombro dele, dizendo;

- Se machucou?

- Não, foi só um susto mesmo.

Ao fixar o olhar em Oscar, percebi que Theo estava do seu lado, puta merda, lindo como sempre, foram três segundos olhando um no fundo do olho do outro, até sair voz da minha boca;

- Se cuida Oscar.

Meu olhar se voltou para Oscar, que estava meio sem graça com o climão. 

- Vai lá Dylan.

Eles saíram, e eu ainda sem me segurar olhei para trás, trocando novamente olhar com o Theo, minhas pernas travaram, eu até pensei em não fazer, mas elas não me responderam, deixei as malas e me virei para ir em direção deles.

 Theo estava abraçado com o Christian, parece que havia acabado de desembarcar, eles pareciam muito felizes, voltei ate as malas e sai para que não me virem. Luiz estava impaciente;

- Se perdeu?

- Não estava plantando café pra você.

Ele me olhou bravo e colocou as malas no carro, do aeroporto até o campus ele foi conversando e eu sem entender anda, minha mente estava em transe.

Ao chegar em casa, entrei com minhas coisas e fui para meu quarto, tirei a roupa para o banho e com a água do chuveiro descendo quente na minha cabeça, veio lembranças do dia em que Theo veio pela primeira vez a minha casa, no Texas. 

 Todo arrogante e autoritário, entrou na piscina nem vergonha, e me olhava as vezes, a troca de olhares era inevitável, mas naquela época, eu não sabia que o chamaria de amor.

#Theo

Aqueles olhos castalhos claríssimos e...

- Luzes Christian?

- Sim, ficou top né.

- Sim, mas sei lá.

Oscar rindo se intrometeu;

- Ah ficou bonito sim Theo, ele está enchendo Christian.

- Rsrsrs, complô vocês dois contra mim agora é? Vamos.

Pegamos a bagagem dele, e seguimos para o Campus, no caminho Christian foi contado umas historias e tals, o que havia trazido.  Infelizmente no meio da conversa me veio a imagem do Dylan no aeroporto;

- Como assim?

- É Oscar, pedimos, suco de qualquer fruta em bares e restaurantes, eles fazem na hora, não é como aqui que tudo é industrializado.

- Nossa isso é demais.

- Pois é, a mesma coisa as praias.

- Mas isso é bem vulgar. Não acha Theo... Theo?

- Oi?

- As pessoas no Brasil usarem sungas e biquínis nas praias, não acha vulgar?

- Oscar? Nada haver, pra gente é normal aquilo, são corpos  e pessoas muito lindas, não há o que esconder.

- Não concordo com isso.

Ao chegarmos no Campus, descendo as malas do táxi, questionei novamente Christian;

- Tem certeza, não vai querer ficar comigo na fraternidade? Já falei só tem nós do time de futebol, é tranquilo.

- Não, vou ficar na minha fraternidade, afinal tenho saudades daqueles nerds.

- Ta certo, quer ajuda?

- Não valeu.

- Então passe lá mais tarde, tenho treino após o almoço. E você Oscar, vem comigo?

- Sim, vou ver o Alvaro, acordei cedo e nem falei com ele.

Deixamos Christian na frente de sua casa, e fomos para o fim da rua, até a minha fraternidade, passamos em frente a KAT. Olhei para as janelas meio que de automático e Oscar questionou;

-  Não esquece ele não é mesmo?

- Não, mas preciso.

- Você gosta dele ainda Theo?

- Não é gostar, mas quando se é o primeiro, fica marcado. 

- Entendo. Mas se ver ele com outro, você não ficaria mal?

- Quando se começa a ficar com alguém Oscar, já tem que pensar quando isso acontecer estar preparado, eu estou preparado.

- Você é muito forte Theo, te admiro por isso.

- Não sou forte, isso é só uma defesa que tenho, por dentro quando se refere a Dylan, me derreto, mas sei que não posso.

#Christian

Depois que organizei e almocei com a galera, fui no meu antigo emprego, conversei com o gerente que havia sido trocado, e me admitiram novamente, já naquele dia comecei a trabalhar, poxa era tão bom estar de volta, ver que o Theo está bem, e lindo como sempre, claro mais frio que o normal, porem feliz.

Ele me mandou mensagens avisado que havia saído do treino, contei do trabalho e que quando sair iria até a fraternidade visita-lo.

 Como era fim de semana demorei mais que o normal, o caixa estava sendo fechado, ao subir as cadeiras, deixei o pano e o balde nos fundos e sai, vestindo uma blusa de frio escutei assoviarem, ao olhar era o Theo de jeans, camisa preta e blusa de frio amarrada na cintura, e...

- Pra que o boné?

- Meu cabelo está dessarumado, vim pensando que já havia saído, e deu tempo de fazer um programa, me pagaram até bem.

- Programa? Completo? ou só uma chupadinha?

- Não foi completo, comigo as coisas são assim.

- Ata, aceita?

Ofereci um churros que estava comendo, ele mordeu e no canto de sua boca um pouco de açúcar, fui limpar, claro que beijando sua boca, pequena e deliciosa, kkkk'.  Entramos eu estava com o braço envolta seu ombro, pena hora, entramos em silencio, subimos as escadas sorrindo até  o quarto de Theo;

- Feche a janela, que vou trocar de roupas.

Falou ele se virando e indo em direção ao banheiro, rapidamente abracei ele por trás dizendo;

- Prefiro você sem elas.

Foi um impulso como estava abraçado com Theo minhas mãos passaram pelo seus peitos e segurando no interior seus ombros, isso forçava ele para baixo, no caso sua bunda contra meu membro, Theo fez movimento com a cabeça olhando para cima e voltou o rosto para que eu possa beija-lo. Assim ele estava entregue, dei alguns passo para trás me encostando na janela, abracei ele de frente para mim agora, como meu cabelo estava meio que bagunçado coloquei o boné de aba reta, virado para trás para não atrapalhar, Theo subiu minha camisa e passando as unhas curtas nas costas;

- Hum, delicia...

Eu estava com um puta barraca armada, meio que me guardei por um bom tempo, para aquele momento, para mim havia uma expectativa imensa. Eu estava em ponto de bala, não tenho um membro muito grande, 18cm tradicional, aquele bem brasileiro com glande cobrindo a cabeçinha, meio que curvado para a esquerda, desenhado no short.

 Beijava aquela boca pequena e molhada, em troca de olhares percebia os lábios molhados dele, as vezes me aproximava, mas não fazia nada, só deixava querendo mais. Minhas mãos se enchiam com aquela bunda, era dura e empinada, como uma bunda de mulher, as coxas firmes. As mãos de Theo percorriam meu corpo, mas onde eu queria elas não chegavam. Afastei meu rosto do dele para ver o olhar enquanto descia sua mão até meu membro, um sorriso e uma pegada que me tirou arrepios;

- Opa, rsrsrs'.

Baixei o short e segurei meu membro deixando bem visível na cueca, a boca dele foi descendo e passando pela minha barriga e até os pelos pubianos, aparados bem baixo, ele passou a linguá eu tremi, mordeu levemente sobre a cueca e eu afastei meu cassete ainda na cueca fazendo ele "chupar" sobre o tecido, não me aguentei e tirei para fora, para o encontro daquela boca quente, minha cueca caiu e eu olhando meu cassete sumindo na boca dele ajoelhado na minha frente.

 Cara pela grossura Theo tinha um pouco de dificuldade pra engolir, mas fazia um estilo de garganta profunda, caramba sabem o que é sentir a cabeça do sue membro na garganta de um cara, eu segurava sua cabeça e forçava de tão gostoso, as vezes o cabelo e "fodia" bem gostoso, tirando e colocando tudo;

- Cara, eu vou gozar.

Falei me abaixando e beijando a boca dele, que estava toda molhada, passei a linguá em seus lábios, e o subi tirando sua roupa, cada peça alguns beijos, sua barriga, coxas, antes de tirar a cueca, deitei ele de bruços, e comecei a sarrar bem gostoso em sua cueca branca, mordendo suas costas e pescoço, ele gemia baixo no travesseiro;

- Tem camisinha aqui?

- Na gaveta.

Peguei e fui colocando e ele pegou um lubrificante, depois de deixar bem lubrificado, ele se deitou de frango assado, segurei uma das pernas com os braços e forçando com a outra, ele estava bem apertado, demorou uns minutos até todo meu cassete entrar, segurei as duas pernas entre minha cabeça e braços, deixando sua bunda bem vulnerável, depois de encaixar bem gostoso, ele gemia muito, me aproximei e fui beijando, até ele se acostumar.

 Com as mãos Theo afastou minha cintura e voltou, ainda gemendo, tirei por conta própria e mais rapidamente desta vez, depois e depois, ele gemia muito gostoso, suas mãos maltratavam minhas costas e bunda, foi perceber como Theo curtia o sexo, bombei com vontade, ele gemeu bem mais alto que o normal, cara eu rebolava gostoso nele, beijava sua boca, as respirações se confundiam em sorrisos e gemidos, que bunda gostosa.

 Nos levantamos e ele ficou de quatro com a bunda bem empinada a beira da cama, "que visão", penetrei sem dó desta vez, com tanta força, minhas mãos dançaram em suas costas, subiram, desceram, subiram ao encontro de seu cabelo, puxei trazendo até meu corpo beijei ele, meio sem jeito e voltei sua cabeça contra o colchão. Sua bunda estava empinada de um jeito tão gostoso, que subi na cama fodendo o mais fundo que conseguia, e punhetando ele;

- Hum vou gozar.

- Ah é, deixa comigo.

Punhetando ele freneticamente, e tirando tudo e colocando, foi sem demora, para ele gozar, uns tapas na bunda não me aguentei e gozei, ainda com o cassete nele, veio e me beijou, o suor descia de sua testa.

#Oscar

Acordei muito cedo no dia seguinte, pois havia esquecido de terminar um trabalho do curso, ainda sai atrasado, ao chegar na sala de aula, encontrei Dylan;

- Eai Oscar, terminou o trabalho de Fisio?

- Sim, você não fez?

- Não, coloca meu nome ai.

- Beleza. Vira ai.

Dylan se virou para eu apoiar em suas costas antes de entrar na sala, para o professor não ver, enquanto eu escrevia, no fim do corredor Theo entra de mãos dadas com Christian, olhem posso dizer, pois sou amigo deles.

 Estavam lindos, que casal. Podem até achar ruim mas Theo é todo marrento, cheio de frescuras, e Christian, aberto  e feliz, sabe mais amigável. Theo é orgulhoso e ao ver Dylan, no caminho dele, passou como se não existisse ninguém, me olhou e piscou, Dylan se virou fazendo eu rabiscar o trabalho;

- DYLAN.

- Esses dois vão ficar andando por ai de casalzinho agora?

Fiquei calado, pois não sabia o que dizer, afinal, foi culpa dele também.

- Os dois! A aula é aqui dentro, entrem.

Acabei pegando no sono assistindo Dylan dormir. Na manhã seguinte acordei e olhei rapidamente para o lado assustado, ele não estava lá, "Será que está bravo comigo?", "Ou se arrependeu do que fizemos?". 

  Antes de ficar pensando em mais besteiras, a porta abriu, ele estava com um prato em uma das mãos e uma fruta na outra, dentro do prato havia algumas torradas e um copo de suco; 

- Espero que tome suco de laranja, a cafeteira quebrou. 

- Sim, obrigado. 

Ele de short samba canção, deixou o prato no criado mudo, e se sentou do meu lado na cama; 

- Coma não  é  todos os dias que faço torradas. 

- Valeu. 

- Vou tomar um banho. 

Falou ele tirando a cueca, eu estava com a torrada na boca e olhando aquilo, ele pegou um roupão e uma toalha no closset e entrou, eu ainda estava apreensivo, era o Dylan, não qualquer um.  

 Eu terminei e me vesti arrumei o material, e ele estava secando o cabelo no banheiro, entrei para me despedir e falei com o reflexo dele no espelho; 

- Já vou, me preparar para aula. 

- Mas já, vem aqui. 

Ele colocou o secador de lado e veio tirando minha mochila, deixei a no chão, Dylan era forte, me subiu na bancada em frente segurando em minha bunda, e veio no meio de minhas pernas, tirando meu cabelo dos olhos; 

- Curtiu a noite passada? 

- Sim, muito... - Me aproveitei e aproximei do ouvido dele - Espero que não seja a última? 

- Isso depende de você.  

Falou ele passando a mão em minha nuca, o queixo foi deslizando pelo rosto dele, passando pela barba por fazer, o nariz dançando em seu rosto, foi romântico, em um momento errado mas sim. Beijamos novamente, molhado naqueles lábios maravilhosos, suas mãos estavam em minha cintura. 

- Ei tenho que ir. 

- Até mais. 

Foi virar a esquina, encontro com Theo e Álvaro, que logo veio me abraçando, e beijando meu pescoço; 

- Que perfume é esse amor? 

Foi abraçando e dizendo, subiu até um frio na coluna, quando Theo me olhou; 

- Não tem nada de diferente. 

Falei rápido, e me desviando, mas Theo foi más rápido; 

-  O que fazia para essas bandas Oscar? 

- Fui pegar o trabalho que fiz com o Dylan, ele sempre chega atrasado e... 

- Dylan... Sabia que conhecia esse perfume. 

Gritou o Álvaro. 

#Theo 

Christian veio se aproximando, quando Álvaro disse aquilo eu havia derrubado a fita do Oscar, então só coloquei a cereja no bolo; 

-  Está é o cheiro do sabonete liquido do Dylan. 

-  O que disse? 

Perguntou Christian ao chegar, arrumei a mochila nas costas e virei as costas dizendo e sorrindo; 

- Nada, não disse nada. 

Oscar percebeu, pois me olhou de outro jeito, só o corno do Álvaro que não, beleza sei que querem saber, se eu estou chateado? Não, estou com pena, Dylan se submeter a pegar o Oscar, para me atingir, foi jogo sujo, comigo e com Álvaro, mas não relevem minha opinião, sobre o mais novo "casal". 

#Christian 

Por tudo tentei mudar a cabeça do Theo, em não voltar para o Brasil quando se formasse, mas cabeça dura igual a ele, é difícil viu. Estava no meu intervalo do trabalho, com Theo no almoxarifado da lanchonete; 

- Preciso ir Chris. 

- A resposta ainda será não? 

- Nem minha mãe conseguiu mudar minha mente, não tente cara. 

- Posso te perguntar algo que está aqui? 

Falei, colocando a mão na garganta. Estava sentado em seu colo, ele de short de futebol pois iria para o treino, e eu sem camisa pois trabalho com comida, não poderia estar com aquele uniforme ali; 

- Decidiu voltar para o Brasil para ficar longe de Dylan? 

- Ficamos e conversamos a 3 anos, á 3 anos não fico e nem converso com o Dylan, não penso mais nele, eu superei. Christian acha que preciso fugir de "problemas", acha que não sei encarar eles? 

- Me desculpa, é que precisava saber. 

-  Relaxe, te entendo. 

- É e ouvir você falando nele ainda hoje me deixou com ciúmes. 

- rsrsrs. 

Ele me beijou e continuou; 

- Oscar está traindo o Álvaro com o Dylan. 

Por um segundo achei que era coisa da cabeça do Theo, mas liguei as coisas rapidamente; 

- Álvaro é idiota? 

- Quase isso, ele está apaixonado, e como eu lhe disse, "Quem ama menos, Manda na relação". 

- Olha que ponto as pessoas chegam por amor. 

- Isso não é amor, isso é inveja Chris, querer o que é das pessoas. 

- As vezes me pergunto quantos anos você tem mesmo, me esqueço que é tão inteligente.  

- Deixa eu aproveitar então os minutos que ainda tem no seu horário, antes do treino. 

Subi beijando sua boca, meio que deitamos sobre as caixas de papelão que havia no assoalho. Mais quente e mais quente foi ficando aquela boca, tirei a camisa dele, beijando seu pescoço e Theo pegou em minha bunda, eu levei as mãos em seu volume, ele respirou fundo, acho que um calafrio o fez tremer, Theo sem hesitar abaixou o short, tirando seu membro para fora, eu só sorri e beijei sua barriga, descendo para seus pelos aparados e subindo até a glande. 

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