• @richardsongaarcia

Eles e Eu - Capitulo 13 - Terceira Temporada

- Eu iria trabalhar mais Tyler, e ficar menos com você.

- Mas... Mas... Está me perguntando?

- Não filho, estou lhe contando que isso vai acontecer, e pedindo que entenda.

- O Pai, porque não trabalha igual o Theo? Ou o papai Oscar?

- Tyler, seu pai Oscar tem dinheiro, eu não, tenho que trabalhar para ganhar, já falamos disto. E Theo pode trabalhar em casa no escritório, é diferente.

- Vamos fazer um escritório no meu quarto pro senhor, ai eu durmo com você na sua cama, ela é grande cabe todo mundo.

- Não tem conversa com você né criatura, como pode ser tão inteligente esse filho meu, rsrsrs. Venha, vamos se vestir, que seu pai está chegando e nada de estar pronto, quanto menos ele ficar aqui melhor.

Levei par o quarto, estava trocando de roupas o Theo chama na campainha, abre para ele que entrou questionando;

- Posso tomar um banho. – Ele estava com uma mochila de costas.

- Vai lá... Vamos pentear esse seu cabe... – a campainha novamente, Oscar desta vez.

Abre ele entrou e ficou na sala, terminei de arrumar Tyler, e preparei sua mochila, ao entregar a Oscar ele se levanta questionando;

- Já mudou para cá foi?

- É o Theo pai. – Diz Tyler todo feliz.

- Papai já sabe, eu vi o carro dele lá em baixo. Vamos para deixar Dylan e Theo.....

- EEi, olha a boca. Dormir as nove Tyler, e nada de doces Oscar, a ultima vez tive que ficar com aquele antialérgicos o fim de semana todo por causa do amendoim.

- Ta, Ta.

Ufa, eles saíram, desliguei a luz do quarto de Tyler e fui ver Theo, ele estava se vestindo quando cheguei na porta do banheiro;

- Como foi? – Pergunto.

- Nada bem.

- Que ela disse?

- Roberta está gravida Dylan! Gravida dá para acreditar? – Pergunta ele colocando a bermuda.

- Não, não dá para acreditar, como pode.

- Está sendo irônico, o que sabe que eu não sei? – Pergunta ele.

- Ela falou isso, antes ou depois de sair?

- Antes porque?

- Rsrs, senta. – Falei pegando em sua mão e o levando para a cama. – Roberta está te traindo Theo, se estiver gravida realmente peça um DNA.

- Ta louco Dylan? – Pergunta Theo sorrindo.

- Pergunta ela do Anderson, depois a gente conversa, tudo bem.

Ele pegou o celular e saiu doido, foi para a sacada gritar, gente Theo ficou quase uma hora brigando no celular, acho que falou o que queria, sabe tantos anos calado.

Eu tomei um banho, e pedi pizza para a gente, escolhi um vinho, e ele no celular.

Entrou puto, e estava bem sexy com aquela cara de mal;

- Não quero falar sobre isso. – Diz ele entrando.

Eu rindo abracei e beijei ele;

- Fica uma delicia bravo sabia. – Falei beijando sua boca.

- Não estou com cabeça para sexo Dylan.

- Vai descontar a raiva como em! rsrsrs.

 - Cala a boca.

Nós comemos, eu contei da promoção no trabalho, ele assim como Tyler não gostou nadinha.

Depois da pizza fomos assistir um filme no meu quarto, mas nem chegou no meio e já estávamos se pegando, seminus, quando a merda do telefone chama;

- Não, deixa. – Fala Theo me segurando.

- Eu tenho um filho, tenho que atender... Alo.

- Dylan?

- Fala Oscar.

- Como se chama o antialérgico mesmo?

- Idiota, o que eu falei antes de sair? Parece duas crianças Oscar, nossa que raiva, tu só atrapalha, posso nem mais transar sossegado...

- Dylan. – Theo me interrompe.

- Não agora ele vai ouvir. Ele é seu filho também, deveria saber o que ele pode e o que não pode, para de beber e fica de olho nele, pelo menos uma vez, o  garoto tem 7 anos e é mais inteligente que você (...) Ele desligou o telefone. – Sim ele desligou.

Fui no quarto de Tyler e mandei uma foto no celular ele, ai que raiva;

- Estou vendo, brigou até comigo.

- Cala a boca e me beija Theo. Rsrsrs.

- Aiaiai, olha como fala comigo.

Falei virando na cama e beijando ele, que sorria. Logo deu sinal na minha cueca, ele subiu em cima de mim beijando com muita vontade.

Já estávamos pelados, ele desceu minha cueca branca, onde meu cassete já estava babando, eu como sabem tenho cócegas na barriga, ele dava poucos beijos, seus lábios estavam quentes, eu respirava fundo e o ar saia pela minha boca sendo que eu estava me segurando.

Passou a mão apontando para sua boca e meu corpo se contrai com aquela boca quente e molhada, He como é bom levar uma boa chupada;

- Ei, Ei, com calma, se não vou gozar.

O viado acho que não me escutou, ou escutou e fez sacanagem, pois foram poucas chupadas e não me segurei, ele limpou rindo, era um filho da mãe mesmo.

 Pensei que iria dar para ele e Theo veio sentando sobre mim, beijando minha boca e dizendo;

- Consegue de novo?

- Sempre consegui, rsrsrs.

Ele foi sentando e meu cassete entrando lentamente. Theo parou e me beijava ainda sobre mim, segurei em suas coxas e subindo e descendo bem devagar, ele mordia os lábios, eu beijava seu pescoço, caralho ele cavalgava muito gostoso e forte, fazendo barulho, eu estava gemendo mais que ele, acho que nunca fizemos essa posição e me surpreendi.

Ele era esperto, rebolava bem gostoso, eu me contorcia com isso chupando sua língua e pescoço, comecei a sentir vontade de gozar, então deitei ele na posição que é minha especialidade, para o “jogo” ficar igual. De frango assado e comecei a bombar, suas mãos em minhas costas e quase me arranhando. Gozei dentro dele, beijando sua boca com vontade, o folego foi perdido duas vezes.

 Ele sorriu me olhando, seus olhos brilhavam;

- Agora está mais calmo? – Pergunta.

- Isso acalma qualquer um...

Bem vamos lá... no dia seguinte Theo me liga por volta da hora do almoço;

- Dylan, está podendo falar?

- Sim, rápido vou entrar na cirurgia.

- Certo, tenho que ir para o Brasil, resolver um trabalho mal acabado.

- Tudo bem, volta quando?

- Cara, será no mínimo duas semanas.

- Isso tudo Theo.

- Pois então. Eu sei que é muito, mas não tenho escolha.

- Fazer o que né, nosso jantar no sábado rodou né?

- Sim.

- Vou falar com Tyler.

Ele viajou, e eu peguei o cargo de Bennett dois dias depois, e galera era um inferno.

Eu tinha que fazer cirurgias, cuidar dos meus pacientes, resolver milhões de questões burocráticas, e ainda comandar uma equipe de mais de 70 funcionários.

 Estava no fim da primeira semana e nem ver Tyler direito eu o via, chegava em casa ele estava dormindo, saia de casa ele estava dormindo.

No domingo por volta de duas da madrugada, tive que ser obrigado a deixar uma cirurgia;

- O que foi doutor? – Pergunta a instrumentadora.

- Não estou me sentindo bem, pode fechar para mim Andreas?

- Sim doutor.

Ao sair da sala uma tonteira, Brad me auxilia;

- Pressão baixa Dylan, venha.

Sai de cadeira de rodas de lá, ele tirou meu sangue e mediu a temperatura, eu estava com febre;

- Ei não acha melhor ir para casa? Você não está bem. Este analgésico vai melhorar, mas não dorme direito a quantas horas?

- Umas 48 cara.

- Vai para casa, aqui está tranquilo, descanse.

Ele é enfermeiro eu sei, tive que acatar o veredicto de Jimmy.

Chegando em casa, Bailey ainda estava acordada, eu sentei ao seu lado no sofá, e ela diz;

- Senhor precisamos conversar.

- Tyler está?

- Dormindo, tudo bem com o pequeno.

- Ah, certo, o que foi?

- Eu quero minha demissão.

Cheguei a sentar;

- Bailey você é minha anja da guarda, não pode me deixar assim.

- Doutor, hoje faz 3 dias que Tyler dorme de tanto chorar, está dormindo de cansado de lhe esperar. Ele não vê o pai, Theo está viajando. Tyler só vai para aula e volta. Quando mais eu fico aqui, mais eu ganho, é melhor pra mim, mas Dylan, quanto mais eu fico aqui, mais vejo ele sofrer e não quero isso, gosto de Tyler, ele não merece isso.

- Eu não sei o que dizer.

- Faz assim, pense no que falei tudo bem.

- Certo.

Ela saiu, tomei um banho e deitei junto com Tyler, era só pra ficar um pouco, mas peguei no sono.

Acordo cedo com ele falando assustado;

- Pai?

- Vai dormir garoto.

Ele sorri e me abraça pelo pescoço, eu estava meio sonolento, e pegamos novamente no sono.

Ai lembro de acordar com o celular tocando incessantemente.

Era do hospital. Escovei os dentes, troquei de roupa, levei Tyler para tomarmos café na rua;

- Onde vamos pai? – Pergunta ele assim que saímos do estabelecimento.

- No hospital.

- O senhor vai trabalhar?

- Não, vamos ir lá conversar.

Logo que cheguei Brad vem doido para cima;

- Dylan tem cirurgias atrasadas, a emergência está um caos, e a diretoria está querendo sua cabeça.

- Ei respira viu! Vou ir lá, depois conversamos.

- Quer que fique com o Campeão?

- Não, vou levar ele.

Subi com Tyler, até a sala da diretora, entrei com ela gritando;

- Como pode me deixar aqui sem supervisão por horas Doudor Dylan, seu cargo é de responsabilidade, você tem que ter ética com o hospital e com os pacientes que pagam milhares de dólares para operar conosco, e... – Dizia ela de pé atrás de sua mesa.

- Eu me demito. – Falei interrompendo ela.

- Você o que? Não pode.

- Posso, eu posso e estou fazendo.

- Vai jogar sua carreira no lixo assim, pense melhor, Dylan você tem um futuro magnifico na neurocirurgia.

- Diretora Mag, estou pedindo demissão, não quero mais trabalhar no New York Great.

A mulher ficou foi é brava, disse para eu ir pensando, mas pedi que a papelada ficasse pronta.

Tyler só olhava, saímos do hospital e ele ainda calado;

- Pai como vai pagar as viagens da minha escola? – Sim, foi isso que o interesseiro questionou.

- Relaxe Tyler, vamos dar um jeito.

- Ta. Vamos par casa?

- Não, Theo me mandou mensagem, ele chega agora no aeroporto, quer buscar ele?

- Sim, sim.

Pegamos um taxi para o aeroporto, Theo estava muito bronzeado;

- Que isso? Foi dentro da turbina do avião é? – Pergunto.

- Rsrs, não idiota, Rio de Janeiro, esqueceu, Brasil, Verão.

- Ata, vamos.

- Que foi que está diferente? – Pergunta ele me olhando no fundo dos olhos.

- Papai está pobre Theo.

- Pobre?

- Tyler, é que deixei o hospital.

- Ficou maluco? Estudou a vida inteira para entrar no Great Hospital, e agora sai.

- Conversamos em casa.

Era por volta de duas da tarde, nós comemos na rua mesmo, Tyler ficou no nosso pé para descer para a piscina do prédio. O sol não podia aparecer que ele queria agua.

Ficamos no canto conversando eu e Theo e Tyler brincando;

- É verdade então?

- Sim.

- E agora?

- Vou abrir minha própria clinica, guardei um bom dinheiro, vou fazer um empréstimo e consigo fazer algo com que eu me identifique.

- Que isso, meu namorado dando uma de empreendedor. – Fala ele me beijando.

- Namorado? Namorado Theo? – Pergunto.

- E não somos?

- Como se diz a Beyonce, onde está minha aliança querido?

- Ta falando serio?

- Mais que nunca, quero uma aliança.

- E casar também?

- Não, brega demais, rsrsrs.

- Que bom, tomei raiva de casamento, rsrs.

Bem, fui a casa de Bailey conversar com ela, pois a coitada ficou preocupada comigo, e pedindo perdão, entendendo que foi por causa dela.

Ainda trabalhava conosco, me ajudava com Tyler.

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