• @rgpatrickoficial

Eles e Eu - Capitulo 11

~DYLAN DUNCAN



Da para imaginar um fim de semana inteiro com o Theo? Cara era pior que passar o natal estudando.

E pior havia marcado passar o natal com a Stella e a família dela, falei com meu pai e nada, minha mãe como todo ano estava animada, com a questão "família reunida".

Na Quarta-feira, dia 24 de dezembro de 2014, estávamos embarcando no aeroporto do Texas, no portão de embarque ao me entregar a passagens e para o Theo minha mãe, disse sorrindo;

- Consegui uma poltrona ao lado da outra para vocês, não é ótimo?

- Hahaha' Que maravilha. – Aquele sorriso falso.

Theo me olhou dizendo, baixo;

- Prefiro que o avião caia.

Embarcamos e nos acomodamos, estava mandando mensagem para Stella junto com uma foto dizendo que estava embarcando, e o Theo sofrendo com o cinto do avião;

- Deixa, calma. Tira a mão. - Falei prendendo para ele.

Foram cinco horas de voo, assisti filme, dormi, comemos algo.

Ao desembarcar em Nova York, pegamos dois taxis até a casa da vovó, estava nevando e a cidade estava como todo ano, maravilhosa, porém muito frio, tipo exageradamente.

Ao chegar aquele aconchego de casa de avó vocês sabem do que estou falando.

- Venham vou levar vocês para os quartos. – Ela diz depois de apertar a gente de todas as formas possíveis.

Subimos a bagagem, eu entrei no meu quarto coloquei minhas coisas e no corredor já começou a briga;

- Você vai ficar no quarto com Dylan, até porque a cama dele é enorme.

Quando ouvi isso sai do quarto até pálido.

- Não vó, por favor.

Todo mundo me olhou na hora, eu estava de meia, sai até a porta correndo para interromper, mas fiquei com vergonha quando olharam;

- Como não meu filho, o quarto da Gloria a cama é pequena não cabe os dois. Para de ser folgado.

Theo não queria até eu abrir objeção, quando falei sua feição mudou, e como resposta ele entrou com a bagagem.

- É Dylan, não tem nada demais dividir sua cama comigo. – Theo provoca.

Na boa, na hora que ele entrou no quarto com sua mala, eu queria muito bater nele, deixei minhas coisas e fui para o Sótão, liguei para Stella e fiquei no celular com ela por horas.



~THEO CASTRO



A casa dos avós de Dylan era muito bonita, com várias coisas antigas os dois velhinhos a coisa mais linda juntos. O pai de Dylan e sua mãe ficaram fora o dia todo visitando amigos, ele no telefone, minha mãe ajudando a senhora com o almoço, e eu jogando baralho com o avô dele, que era um velhinho simpático cheio de histórias.

- Theo chame o Dylan para comer. A mesa está colocada. – Minha mãe interrompe.

Fui até o quarto ele não estava, ouvi sua voz no fim do corredor, havia uma escada subindo para o Sótão, eu cheguei e ele estava deitado no chão no meio de uma espécie de quarto.

- Ei o jantar está na mesa.

- Vai me dar ordens agora?

- Parece velho ranzinza você. – Deixo ele resmungando sozinho.

Depois do comer que por sinal era bem cedo, os pais do Dylan nos chamaram para dar uma volta.

Arrumamo-nos e saímos, fomos fazer um mini passeio turístico, passando pelas vitrines da "Macy's", a arvore de natal do "Rockerfeller Center", onde havia uma imensa pista de patinação;

- Pai vou querer patinar, o senhor vem?

- Não Dylan, vou voltar e procurar sua mãe e a Gloria, fiquem por aqui. E se demorarmos volta para casa da sua avó.

Ficamos os dois, acabou que depois de terminar ali iríamos para casa, pois eles sumiram em meia tantas lojas para gastar.

Eu sou jogador de futebol não patinador, cara ficar de pé foi um sacrifício, enquanto Dylan patinava igual a uma moça. Acho que ele percebeu meu desespero e depois de duas voltas ele se aproxima;

- Flexiona os joelhos. São sua base, você sabe o que é.... Agora ande jogando os pés, mas com força, mantenham firmes. – Ele mostrava. Fez Dylan movimentos com dois pés.

Eu repito o que ele manda e outro tombo;

- Venha segure em mim, isso, agora tente me acompanhar.

Abracei-o de lado, e novamente, cai dessa vez levanto Dylan comigo, ninguém estava rindo, até porque eu não era o único, mas para mim, era muita vergonha aquilo;

- Cara você é ruim em.

- Ah mesmo, você não ensina direito.

Tentamos mais algumas vezes. Eu consegui, mas muito ruim mesmo, até em um momento, uma senhora veio, isso mesmo vou repetir, uma senhora segurou de um lado e Dylan do outro, aí eu consegui, ele só ria e eu com vergonha a "tia" não queria me soltar, foi engraçado, não me machuquei, só paguei micos. E acho que conquistei uma crush.

Já estava à noite quando fomos ao "Central Park", e posso dizer estava maravilhoso cheio de luzes de natal, sem palavras para descrever o lugar, chegamos tarde em casa, os dois rindo com sacolas e eu estava com um chapéu que havia comprado de um vendedor de rua.

Tomamos um chocolate quente e deitamos, peguei no sono rapidamente, pois estava exausto do dia, e da viagem.




~DYLAN DUNCAN


Estava tão cansado que dormimos feito uma pedra. Na manhã seguinte, durante o café, foi noticiado uma frente fria, e pedindo a todos para ficar em casa. E nosso dia de passeios havia ido por agua abaixo.

Tiramos algumas fotos no jardim, pois a neve meio que dobrou do dia anterior para hoje, com a tal tempestade, eu, Theo e os adultos até brincamos um pouco, mas aquele frio estava realmente difícil.

Naquela tarde eu e Theo assistimos um filme com meu avô. Lembro de esse dia acordar com ele dormindo no meu ombro, meu pai estava tirando uma foto do momento, o filho da mãe estava até babando em mim.

Antes do almoço jogamos poker, eu meu pai, meu avô e Theo, acabei perdendo todas as jogadas.


~THEO CASTRO



Depois do jantar eu estava ajudando na cozinha, elas se sentaram e foram conversar tomando um chá, eu passei pela sala o pai e avô de Dylan estavam assistindo jogo, ao entrar no quarto ele estava na cama me olhou assustado quando entrei, com uma taça na mão ele meio que escondia ela;

- Estão discutindo sobre futebol americano até agora.

- Os dois sempre foi assim.

- O que está bebendo?

- Vinho.

Falou Dylan me entregando a taça, me sentei ao teu lado passei os cobertores me cobrindo.

Na segunda taça estava ensinando a ele como jogar capoeira. Eu gingando no chão e ele na cama.

Terceira taça eu estava dançando, dançando funk, e ele deitado me olhando e rindo, meio bêbado, meio sem entender a letra, e minhas traduções é claro.

Ele se levantou e tentou me imitar, mas;

- Não tem que mexer a bunda assim. – Ele repete.

- Você não está mexendo a bunda está mexendo a cintura. – Olho ele. - Assim Dylan.

Falei segurando-o por trás e meio que rebolando, uma tremenda encoxada.

No fim da garrafa eu estava dormindo, lembro que como no filme ele puxou meu pé, levei um susto, mas com a força que ele colocou eu me virei e cai ao lado da cama, sorrindo e limpando minha própria baba;

- Se machucou?

- Não seu filho da mãe.

- Venha, segura em mim.

Passei os braços por volta de seu pescoço e ele me ajudou a subir na cama, com a metade do corpo para fora da cama, coloquei o capuz, Dylan sorrindo igual um idiota, o que me fez abrir um sorriso também. Eu não sabia o motivo, mas estava engraçado, a cena, ele, sei lá.

Por um rápido momento ele me olhou e nos beijamos, senti sua língua na minha boca seus lábios dançar sobre os meus.

Nos afastamos olhando um para o outro;

- Está errado. – Sua testa se enrugou.

Exclamou ele.

Não tive tempo de responder, pois a porta se abriu. Minha mãe entrou no quarto mandou eu ir escovar os dentes e Dylan se preparar para dormir. Quando ela puxa o cobertor;

- Não acredito que trouxeram essa garrafa sem vermos.

- Mãe foi o Dylan. – Grito do banheiro.

- Você que bebeu. – Ele responde.

- Quieto os dois, antes que acordem seus pais Dylan, escovem os dentes os dois e vão dormir. – Ela meio que sussurra.



~DYLAN DUNCAN




- O que você deu para ele? – Gloria pergunta com o Theo abraçado nela.

- Ele bebeu três taças só.

Gloria saiu do quarto, tive que ajudar ele a escovar os dentes e deitar, depois eu escovei e me deitei.

Theo estava de frente para mim na cama, deite e fiquei de frente para ele, debaixo dos cobertores seus pés se encontraram com os meus, sorrindo-o me beijou novamente. Cara que boca era aquela, molhadinha e carnudinha, bem firme, era um tesão que se ascendia ao tocar ele.

Ele segurou minha mão, e ficamos um de frente para o outro, sentindo a respiração forte, e os lábios juntos, com movimentos lentos até pegarmos no sono.

Acordei no dia seguinte, com um peso na barriga, era sua mão, dormimos de conchinha!

Olha onde cheguei!

Sua respiração estava em meu pescoço, seu corpo esquentando o meu.

Dormi com o Theo.

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