• Richardson Garcia

Eles e Eu - Capitulo 1 - Segunda Temporada

Quarta-feira, 23 de setembro de 2015, Estado do Tennessee – EUA.

- Mãe já estamos em Nachville... Sim. Te ligo quando conhecer ele. Beijo. Ela quer falar com você Dylan.
- Oi gloria?
- Meu filho, quando chegarem me liga, por favor.
- Sim senhora.
Desliguei o celular e entreguei a Theo, estávamos em uma lanchonete tomando um café antes de chegamos na faculdade, voltamos para o carro, ele foi dirigindo, e eu com o mapa aberto no celular;
- Ashley quer foto de quando chegarmos.
- Ela só pode estar com a minha mãe, cara ligaram 5 vezes cada uma.
- Rsrsrs’ Theo a direita aqui.
- Acha que terá lugar para seu carro?
- Espero que sim, se deixarem nós ficarmos no mesmo quarto já esta ótimo.
Falei pegando em sua coxa, ele sorriu, e disse;
- A placa, é por aqui?
- Sim, esquerd... Ai Meu Deus!
Eu iria terminar de falar, mas PUTA QUE PARIU.
Era o dia da mudança dos novos alunos para o colégio, e como são poucos selecionados e os que podem pagar, eles faziam todo um aparato para receber estes alunos novos.
Ao que Theo dobrou a rua, havia alguns carros de polícia, e uma fila de carros, uns 30 eu acho, mais a frente à entrada da universidade.
Galera andamos mais um pouco e haviam fileiras de pessoas gritando com camisas bem chamativas, ao aproximar mais estavam cantando “I Like to Move”, Theo olhou para mim rindo. Quando ele parou o carro tipo foi cercado por estes alunos, cantando e abriram as portas, porta mala, a gente desceu, meio que assustados, pegaram nossas coisas e sabem aqueles carrinhos de hotel, pois então colocaram nossas coisas nele e fomos direcionados ao prédio atrás.
Bem iríamos estudar na Vanderbilt University em Nashville, estado do Tennessee, a universidade era especialista em Medicina, Direito e Engenharia, conceituada e a melhor no estado.
 E claro quando a questão é festa, Vanderbilt é a segunda universidade mais famosa nos Estados Unidos quando a questão é festas de fraternidades.
 Meu propósito é entrar em uma das fraternidades, Theo como sempre, Futebol, Futebol e Futebol, (brasileiros). Iria cursar Medicina e ele Direito, os dois com bolsas de estudos.
Gloria em breve também se mudaria para ficar mais próximo de nós.
Voltando a universidade, PUTA QUE PARIU, tudo que sabia e havia estudado perdeu o sentido quando cheguei, pessoal o lugar é imenso, como uma mini cidade, são 3 hospitais com especializações nas áreas mais abrangentes, a universidade ainda contava com seu próprio memorial, seu museu, e prédios separados para Medicina, Engenharia e Direito.
 Contando também com um centro de recreação, quadras de Futebol, futebol americano, basquete, 10 quadras de tênis, seu próprio estádio de Baseball e o “Vanderbilt Stadium” estádio de Futebol americano. Dormitórios para estudantes é claro, as casas das fraternidades no lado esquerdo da universidade. Sua própria escola primaria, sua livraria e seu centro médico.
Ao entrarmos havia um mesário grande de pessoas, uma garota veio rapidamente até nós;
- Bem-Vindos VU, nomes por favor?
- Dylan Duncan e Theo Castro.
- Dylan, Dylan. Aqui Dylan Duncan, quarto 123-B, aqui no térreo virando à esquerda. E Theo. Segundo andar 298-B, foi um dos poucos que conseguiu alojamento lá em cima. Sejam Bem-Vindos, os garotos irão acompanha-los.
- Desculpe, ah como se chama?
- Me chame de Beck.
- Ah Beck não podemos ficar em quartos juntos? É que...
- Não fofinho. Foram separados de acordo com o conselho. Agora vão. Vão. Vão se enturmar.
- Vou enturmar a mão na cara dela.
- Vem Dylan.
Theo me puxou pelo braço;
- Ah era só o que me faltava, depois destes dias todos como vamos dormir sozinhos, e longe?
- Estou no andar de cima.... É aqui.
Subimos para deixar as coisas no quarto do Theo, como haviam poucas coisas nós agradecemos os garotos e levaríamos daqui.
- Aqui! Meu quarto. E tem alguém.
Para tudo que você está fazendo, se está lendo? Bem. Continue. Kkkkkk’
Ao Theo abrir a porta, um anjo... um garoto estava sem camisa próximo à janela, acho que falando ao celular, serio, e depois soltou um sorriso subindo o olhar
Vocês sabem eu me acho bonito e tals, mas nada se compara ao Theo para mim, ele realmente é a pessoa mais linda que já vi, pode ser porque amo ele. Mas depois de Theo esses meninos estavam na lista, as bochechas eram rosadas naturalmente, a boca, o sorriso, o cabelo, os olhos castanhos claríssimos, a voz rouca, GOZEI. Rsrsrs’.
- Olá seja bem-vindos! Ah quem de você?
- Sou eu, vou dividir o quarto com você! Theo Castro, prazer!
- Que ótimo cara, sou Oscar Ventiele.
- Prazer este é meu...
- Dylan Duncan, prazer mano.
Caralho o garoto me intimidou, apertei forte sua mão;
-  Theo vou estacionar o carro.
- Certo.
Sai e deixei eles, acabei esquecendo as chaves com o Theo, tive que retornar, e passar por toda aquela cantoria de novo, e os corredores lotados, ao chegar na porta da sala, eles estavam ouvindo;
- Funk.
- Funy?
- Funk, é típico no brasil.
- Assim Gostei da batida.
Só faltava estarem dançando. Não teve como, olhei pouco torto para Theo desconfiar. Ele não tem vergonha na cara, me deu um sorriso;
- Quer ajuda?
 Perguntou o garoto, eu recusei e sai novamente do quarto, Theo me seguiu, dizendo;
- Gostei dele!
- Mesmo nem percebi.
- Dylan Está com ciúmes? Dylan você está com ciúmes de mim. Rsrsrs.  Ah mano olha pra você está vermelho Cara. Que fofo.
- Para Theo. Para.
Ele segurou na minha camisa e fazendo eu negar isso olhando nos olhos dele, claro que não consegui, ele me beijou ali mesmo no corredor;
- Nunca! Nunca! Ninguém será mais importante que você para mim.
- Acho bom mesmo.
Meu quarto realmente estava vazio, ao deixar as coisas Theo entra em seguida;
- Sorte sua, poder escolher o lugar da cama, e o armário.
-Sorte minha, ter um quarto vazio agora, com você aqui comigo, cheio de vontade de me beijar.
Beijei ele com uma pegada forte, o tirei do chão e caímos na cama, beijava com vontade Theo, tirei a camisa, e peguei em sua bunda estava vibrando, cheguei a assustar;
- Que isso?
- Espere. Minha mãe de novo.
Ele saiu falando com ela, sim Gloria falou até com o Oscar.
É isso pessoal, universidade, Theo, vida nova, tudo que eu precisava e com ele do meu lado. Só um lugar para meu carro agora.... Puta merda esqueci do carro!!!
#Theo
- Faz seis meses.
- Legal. Aqui o quarto dele é esse.
Tive que bater no quarto do Dylan, pois ele estava tirando a roupa àquela hora, mas não respondeu, eu chamei e nada, liguei para ele;
- Dylan está onde?
- Procurando um lugar para o meu carro. Achei.
- Te espero na frente do campus.
- Certo.
- Vamos ele vai nos encontrar.
Saímos em meio tanta gente, entrando e saindo, para todos os lados, o lugar para mim era um mundo completo, são 14 mil alunos galera, sim muita gente.
Dylan nos encontrou rapidamente;
- Estão indo onde?
- Oscar vai nos mostrar o campus. Vamos lá?
Ele nos mostrou tudo, os hospitais, que faziam atendimentos a população, o museu, Teatro, o memorial, as universidades, de cada curso, e onde o Dylan estava doido para conhecer, as casas das fraternidades.
 Eu entendi o porquê quando iríamos passamos por elas, eram casas normais americanas, mas com alunos, tipo turmas, como uma irmandade.
- Aqui deste lado temos a Kappa Alpha, são uma ótima casa, caso queriam se ingressar, respeitada e aceita novos membros.
Dylan estava de costas quando o Oscar falava, ele o interrompeu dizendo;
- E aqui?
Disse ele apontando para o outro lado da rua, uma casa imensa, toda com aqueles tijolinhos, com pilastras brancas na frente, uma sacada sobre a entrada, uma cerca em meios aos arbustos e palavras a descreviam como;
- Está é a Kappa Alpha Theta! A casa das casas, são uma fraternidade! A mais famosa, a mais influente, a mais, mais. É sério não tem para ninguém, festas, feriados, feiras não ganham deles por nada.
- Eles não estão aceitando novos membros?
- Com eles não existem vagas abertas, eles escolhem. Todo ano existe o recrutamento. Irmãos da casa escolhem alguns novatos e fazem o ritual de aceitação, que dura um mês.
- Um mês?
- Sim, faz dois anos que eles não recrutam ninguém. Ninguém é bom demais para Anderson.
- Anderson?
- Presidente da Kappa Alpha Theta. Presidente do time de futebol americano. Presidente das irmandades e dos alojamentos da universidade. Fora que os integrantes da Kappa Alpha Theta têm as melhores notas do campus, e são presidentes, ou vices de quase toda a Vanderbilt.
Acho que o Dylan gozou! Ele tinha isso de gostar destas coisas, afinal eram de culturas americanas essas coisas de casas, e ele já estava apaixonado mesmo.
Estávamos voltando e na esquina uma Ferrari vira lentamente olhando pra gente;
- E falando na majestade, aí está ele!
- É o tal Anderson? Mano essa Ferrari é?
- Sim é dele.
O cara era loiro, magro, não dava para ver muito, mas parecia atraente, Dylan é Óscar falavam do cara como estivessem falando de mulheres;
- Espera já vi ele, nos comerciais da DG.
- Sim, ele é amigo de Stefano Gabbana!
- Não brinca?
- Acha que as festas do campus só universitários participam, não, não. A cidade comparece, estudantes de todas as escolas.
- Vamos comer algo tô com fome.
Falei mudando de assunto, Óscar nos levou até a praça de alimentação, pessoal sabem aquelas praças de alimentação de Shopping, era a mesma coisa, porém com preços bem mais baratos.
E deixa eu contar para vocês, Dylan não tirou o olho de mim, a tarde toda, não me deixou respirar de forma alguma, eu sabia que ele estava com ciúmes do Óscar, afinal era muito fofinho o garoto.
Estávamos sentados, eu comendo algo bem fitness, frango uma salada e batata doce, um suco de abacaxi com hortelã. Já Dylan estava em seu dia “lixo”, e comento fast food, Óscar só com um Milk Shake mesmo;
- Então vocês namoram?
- Sim.
- Legal e deixaram as namoradas de vocês no Texas?
Trocamos olhares e eu falei;
- Não, nós somos namorados.
- Assim! Estranho.
- O que é estranho?
Perguntou Dylan, ele até parou de comer, pensei pronto, “Confusão”;
- Estranho não deixarem vocês no mesmo quarto.
- Pois é tenho que concordar, não estou confortável em deixar o Theo em um quarto com um estranho, sem ofensas.
-Tudo bem, eu sou gay, pode ficar tranquilo.
- É agora fiquei bem mais tranquilo.
- Quando é a famosa festa de boas-vindas?
- Hoje é claro, onde acha que todas meninas do campus estão?
- Onde estão?
- Se arrumando, e claro os caras também, por isso tem só os novatos por toda a parte.
- Pensei que seria só no fim de semana.
- Cara vocês são muito inocentes. Acham que VU tem essa fama por festas em fins de semana? Hoje é a festa de boas-vindas, acontece na Kappa Alpha Theta, e amanhã todas casas oferecem festas para os novos alunos.
Ele falava isso com uma vontade, os olhos do Dylan brilhavam com essas palavras. Bem a noite antes de me arrumar para tal festa, estava no quarto do Dylan, deitado com ele na cama;
- Já pensou sobre aquilo?
- A todo momento.
-Se quiser tentar hoje Theo, aproveitamos o quarto vazio, sei que não é fácil para você mas...
-Te entendo Dylan, só pensa em mim beleza.
- Certo, vamos, tenho que me arrumar para impressionar.
- É eu também, vai que tem algum gatinho lá.
Rsrsrs, ele me encarou, segurou meu queixo me beijando e disse;
-Já basta o senhor bochecha rosa na sua cola, não me arrume mais dores de cabeça.
- Deixa eu ir.
Sei que estão curiosos pelo assunto do quarto, pois bem, desde nosso primeiro sexo eu não fiz mais passivo com o Dylan, pois é não me sinto seguro, e... Aí é complicado. Ele se satisfaz e tals, eu também, é claro, mas a troca de carinhos entre a gente, de desejo entre de amor, não está rolando assim. Não quero ser tachado por mim mesmo, como ativo da relação, se escolhi ele, e amo ele, é para eu dar prazer e sentir prazer ao mesmo tempo, como o amor, tem que ser algo recíproco.
Vamos voltar, ao entrar no quarto estava vazio, bem deixa me explicar, são duas camas uma de cada lado, tem uma janela no meio e uma mesa de madeira escura, nos pés de cada cama um armário grande, o banheiro fica no corredor.
Peguei minhas coisas e fui para o banho, afinal era noite especial.
Me arrumando Dylan bate na porta, eu estava sem camisa e Óscar colocando o tênis, ele me olhou, beijou e disse baixo;
- Vestiu a roupa aqui no quarto foi?
- Não, ciumento! Cara está cheiroso em, olha se não fosse a tal festa iria te morder todo.
- Rsrs, sentiu?
Disse ele se referindo ao seu membro que “respondeu” a mim.
Galera nos arrumamos e saímos, era como uma grande evacuação, praticamente todos que estavam no campus estava indo para tal festa, ao chegar nas quadras das fraternidades, faixas foram colocadas por todas as ruas, elas impediam que nos entrassem os em outras casas, e no chão aquelas luzes de segurança tudo, praticamente tudo direcionava para casa dá a fraternidade KAT.
Havia carros por todos os lados, e a rua tomada de gente, a chamada era um canhão de luz alta, como em shows, a casa estava toda iluminada e o som, não alto, mas na medida, ao entrarmos o lugar era enorme, e para todo lado haviam pessoas, todos mesmo, Óscar logo saiu e levou o Dylan, iriam pegar bebidas, eu fui andando, passei pelo DJ, e fui aos fundos, galera havia uma piscina cheia de gente, e gente para todo lado, todos bebendo, dançando, extremamente animados.
Quando os meninos chegaram com os copos eu já estava de papo com uma garota, ela deu em cima de mim na cara dura, perguntou se eu era visitante ou estudante, idade, se tinha namorada, se eles não chegassem não sei não viu, kkkkkk.
De repente a música parou, como estava dentro percebi o que estava acontecendo, na escadaria os membros da tal KAT, e posso falar como gay.
Era o paraíso, homens lindos e fora do normal, havia um mais velho, porém, havia um charme nele, e o Hector estava lá, no meio com uma camisa social azul e sim olhos claros, cabelo loiro, o típico americano.
- Sejam bem-vindos a primeira festa da Vanderbilt do ano de 2015!!! Sou Anderson Presidente da Kappa Alpha Theta, e tenho a honra de chamar nosso padrinho o senhor, Thompson para abrir esse ano de festas e estudo.
Um senhor pessoal, um senhor que estava lá em cima começou a falar, eu não tinha percebido a presença dele, também. Pudera.
- Obrigado, obrigado Anderson, este ano vamos continuar esse legado de festas e bebedeiras que o campus no proporciona, sem esquecer dos estudos em. Sou padrinho desta fraternidade e conselheiro da universidade, e não tenho muito que falar isso está ficando chato. Então quanto mais estudados o que?
- Mais Festejamos!!!
Amei o lema deles, juro. Bem eu e o a Dylan dançamos muito, muito mesmo, e ele me desafiou em uma disputa de tequila, quem bebia mais, claro que eu ganhei né, foram 9 shots, e ele estava caindo bêbado.
 Dançamos mais um pouco e eu não iria conseguir levar ele para o quarto daquele jeito, então pedi ajuda para um cara que estava perto estou jogamos ele na piscina, maldade? Não, ele acordo acreditam. Não me julguem eu estava bêbado.
Fomos para os alojamentos na madrugada abraçados, eu nunca tinha bebido tanto, sério, nunca.
No quarto ele tirou a roupa e deitou pelado, eu vomitei minhas tripas no banheiro tomei outro banho e deitei com ele.
Eai o que acham? Ele estava bêbado demais pra sexo? Não, ninguém fica bêbado demais pra sexo.
Dylan brilhavam beijava, no pescoço, na boca, pegou meu corpo e já deitou sobre ele, suas mãos massagem vamos meu corpo, das costas até as nádegas, enquanto ele ressaca em mim.
- Pensei que estivesse bêbado?
-Nunca vou estar bêbado o suficiente para sexo com você.
- Dylan calma, espera.
- Theo, vem aqui, calma.
Ele se virou deitou sobre mim, pois tentei sair;
- Relaxa, beleza.
Respirei fundo, e continuei beijando ele, até o desejo se transformar em tesão, cara realmente o álcool muda as pessoas, Dylan estava igual a uma fogueira, Rsrsrs.
O beijo dele, com uma pegada forte, suas mãos, ele me beijava e ainda mordia tudo isso de uma vez, fiquei até confuso, beijei seu pescoço, seu peitoral, quando fui descer até seu cassete ele me segurou;
- Não me faz gozar agora.
- Pensei em outra coisa.
A questão de ele ser mais sensível em seu membro eu tirava proveito, eram colocar a boca, Dylan se contorcia, as vezes tinha que segurar ele, e na maioria das vezes não deixava eu terminar.
 Ele se sentou me beijando, pediu para ficar de quatro, sim eu ainda estava apreensivo.
Dylan veio para trás de mim, se encaixou e molhou os dedos e começou a penetrar de um por um, uma espécie  de massagem, acabei me deitando e ele de lado, me beijava, as vezes dizia;
- Relaxe.
 Quando ele começou a penetrar com seu cassete quase, não percebi, cara aquele calor de seu corpo, e ver o rosto dele que estava com desejo não tinha nada melhor, eu gemia no travesseiro, ele era sacana, ao mais forte e mais alto eu gemia mais ele metia e com mais força, eu segurava com uma mão sua coxa junto com seu movimento, ele colocou a mão sobre a minha e me beijando;
- Quer que eu goze em você? Quer.
 Nem respondi, ele estava gozando, era cada estocada forte, olhei para ele que estava com a língua toda pra fora, fazendo graça é claro.
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