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Ele usa Dólmã - Capitulo 35

**CAPITULO POSSUI CENA DE SEXO EXPLICITO**


Mas quando sai nada de Stefano, de toalha é claro, pés no chão, e cabelo molhado vou até a cozinha onde tinha deixado meu celular. Ele entra em seguida, já abre a porta falando;

- Quem... Adrian está... – Ele me vê e já fica furioso. – Está molhando a casa toda, sabia que eu que arrumei? Silvia está de folga querido. – Ele fala sendo irônico.

Eu vou indo na sua direção, e sem falar nada, beijo em sua boca, ele estava salgado, rsrs. Por causa do suor da academia cabelo bagunçado, todo gostoso.

- Vou tomar um banho. – Ele me empurra.

- Vai lá que está fedendo.

Ele levanta rapidamente o braço e cheira;

- Você que está. Que cheiro é esse? Trouxe pamonha?

- Sim.

- A do João?

- Sim.

Ele abre um sorrisão, com aquela boca gostosa;

- Ai eu tenho que tomar banho.

- Vou arrumar para a gente, vai logo. – Falo voltando a cozinha.

- Estou indo. – Ele estava tirando o tênis no tapete da entrada.

A cozinha de Stefano era a esquerda, logo na entrada, a sala a frente e quartos a direita.

Eu estava procurando pratos e escuto bater na porta;

- Mas gente, será que Silvia já voltou? – Escuto ele exclamar.

- Stefano. – Escuto uma voz máscula.

- Dante?

A voz eu identifiquei, mas Stefano falou e eu me liguei. Rapidamente olhei de lado para ver se ele tinha algo nas mãos. Voltei as gavetas procurando uma faca, algo do tipo, não sabia do que se tratava a presença dele aqui.

- O que está fazendo aqui Dante? - Stefano diz.

Ele fala pouco alto para eu ouvir, minha atitude era chegar e colocar ele para fora, mas ouvi o seguinte;

- Stefano preciso de você!

- Como?

- Estou em um buraco sem fim, sinto falta de você, do seu beijo da sua presença... Volta comigo.

Mano que história é essa? Fiquei parado na parede, com a faca de lâmina fria em meu pulso.

- Está ouvindo o que está falando Dante?

- Eu te perdoo por tudo que fez, eu te perdoo Stefano.

Escuto um barulho e olho, cara ele estava de joelhos.

- Eu não fiz nada com você, Dante levanta daí.

- Stefano por favor, vamos conversar.

- Eu não tenho mais o que conversar com você, Dante por favor vai embora.

- Você precisa me escutar. A gente precisa conversar.

Nesse momento eu apareço, de toalha mesmo com a faca escondida dos dois. Dante estava com a mão, travando a porta e Stefano estava se sentindo intimidado já.

- Isso só pode ser brincadeira! Que esse cara faz aqui! - Ele aponta para mim.

- Dante vai embora. - Stefano repete.

- A polícia está a caminho. - Falo encarando ele.

- Não acredito que me trocou por ele, sério Stefano, qualquer um, mas isso aí já é humilhação. - Ele continuava se referindo a mim.

- Humilhação é você vir aqui se ajoelhar. Vai embora Dante.

- Está surdo? Ou perdeu a saída? - Falo mais alto.

Foi por um fio, realmente eu não ter mostrado a faca. Ele se ligou e libera a porta, Stefano a fecha pegando o interfone;

- Aqui é o Stefano do 1230, escuta por acaso o senhor é cego? Tem uma pessoa me ameaçando no corredor do prédio e você dormindo. Mande os seguranças aqui em cima AGORA.

Ele deixa o interfone e eu coloco a faca na mesa;

- Para que isso?

- E eu iria saber que ele viria aqui se ajoelhar!

Ele senta no braço do sofá e eu aproximo;

- Tudo bem?

- Sim. Vou tomar meu banho. – Stefano sai.

Arrumei sua pamonha como havia dito, e peguei a minha junto a um prato e deixo na sala, enquanto vou no quarto colocar uma bermuda, sem cueca mesmo.

Ele vem depois de uns minutos, secando o cabelo de bermudinha preta.

- Deixei no micro-ondas.

- Beleza.

- Leva para mim. – Entrego meu prato.

- Não vai se acostumando.

Eu faço um biquinho e ele sai sorrindo, assistindo um filme na Netflix, e ele se senta do meu lado com seu prato;

- Tem ideia de quanto tempo eu não faço refeições no sofá?

- Creio que muito tempo, porque você é bem fresco.

Ele vira o talher e aponta o dedo do meio para mim, eu mando um beijinho para ele;

- Não pude assistir, e nem vi os meninos comentarem do jogo. Como foi?

Eu me ajeito no sofá e ele vê minha bermuda;

- Adrian está sem cueca? – Ele faz um escândalo.

- Me deixa, passei uma semana de roupa social.

- Mas não vai ficar passando essa rola no meu sofá.

- Vou passar na sua boca isso sim.

- Engraçado, vai logo colocar uma cueca. – Ele me empurra.

Eu me levanto saindo e falo;

- Até parece que você nunca transou nesse sofá Stefano.

- Não. – Ele fala todo confiante.

Eu pego a cueca no quarto e volto;

- Está falando sério?

- Sim.

Tiro a bermuda ali do seu lado, coloco a cueca e volto com a bermuda me sentando, ele meio que parado me olhando;

- Que foi?

- Você é muito folgado.

Olho com as sobrancelhas cerradas para ele, e uma cara lerda;

- Você gosta, por isso sou assim.

Ele termina e leva seu prato, vindo com um copo de agua, e eu todo folgado no sofá, de bermuda, pernas para cima, deitado, me sentindo.

- Ei quero conversar com você! – Ele senta na mesa de centro, bem na minha frente.

Eu empurro ele brincando, por causa da TV;

- Sai da frente.

Com minha força jogo Stefano no chão a esquerda;

- Ai, seu viado. – Ele fala puto da vida.

- Nossa, hahaha, foi mal, você é muito mole. – Ajudo ele a levantar.

- Seu grosso.

Abraço ele que estava bravo e sentamos no sofá, eu de frente para a Tv, e ele com as pernas em meu colo;

- Pronto, diz ai, que quer! – Coloco a TV no mudo.

- Ok. – Ele segura minha mão. – Quando me divorciei, achei que não sentiria isso por alguém por durante muito tempo, mas também não achei que conheceria alguém incrível como você e pode parecer cedo, mas, quero que fique com isso. – Ele abre um pote da mesa de centro e me entrega a chave do apartamento. – Hoje tive a certeza que estou livre do Dante, por ver ele e sentir pena.

Mano que fofo, fiquei meio sem jeito, beijei sua boca o apertando, e comento;

- Cara eu to meio sem graça, rsrs. Poxa... – Ele me beija.

- Você ficou vermelho.

- Claro, não esperava essa.

- Tenho outra coisa para você. – Ele faz carinho em meu rosto.

- Que foi? – Pergunto por ele meio que mudar a sua feição.

- Está feliz no Flamengo Adrian?

- Sim. – Respondo desconfiado.

- É feliz jogando bola? É o que você realmente quer?

- Sim Stefano, eu amo o que eu faço, mas porque essa pergunta agora?

- Mariano esteve na minha casa.

- Quando?

- Antes da mudança.

- O que ele queria?

- Ele só estava me culpando por sua carreira e suas ações.

- Mas que filho da puta.

- Escuta, seja sincero comigo, quanto de você está dedicado ao Futebol?

- Quanto de mim?

- Sim.

- Pouco, muito pouco. – Respondo olhando para baixo.

- Sabe dizer o porquê?

- Na verdade não.... Eu que não estou focado.... Não tinha pensado nisso, dessa forma antes.... Obrigado.

- Não tem que agradecer, é que desde que ele falou, fiquei com isso na cabeça. Eu foco e me “dou” tanto no Le’Bianco e meio que deixo outras coisas para o lado, você é ao contrário.

- Rsrs, sim. É.. É que.... Sei lá. Nunca curte um cara assim sabe, e tipo, é bom estar com você e tals... Caralho eu to gaguejando em falar contigo.

- Aí gente. – Ele beija minha testa.

- Acho que estou apaixonado por você Stefano. Não, acho não, eu tenho certeza.

Eu percebi o brilho nos olhos dele, Stefano engoliu seco e seu olho enche de lagrimas, mas ele não chega a chorar, e me abraça, fica respirando fundo. Na posição sinto seu coração batendo freneticamente rápido.

Olho para ele, beijando sua boca com muita vontade, ele corresponde e até senta no meu colo, passando uma das pernas.

Passo as mãos em suas costas, e me encosto no sofá, segurando em seu cabelo e descendo a outra mão na sua bunda, eu sei que estava indo rápido demais, más vocês não têm ideia da química que somos juntos.

Ele beija meu pescoço, e puxa meu cabelo, mordendo minha orelha, cara fiquei excitado instantaneamente.

Levo ambas mãos em sua bunda, apertando e sentindo ele estar todo lisinho. Stefano se acomoda em minhas pernas, ficando com aquele peitoral a minha frente, eu passo a língua em sua barriga e mordo próximo a sua cintura, com ele me olhando.

O abraço e deito sobre ele no sofá, meu membro explodindo a cueca.

Mano segurei seus braços e de passar a língua a morder seu pescoço e orelha, sarrando em Stefano, só para ouvir seu gemido abafado pelo meu beijo em vários momentos.

Me afasto para ele tirar a bermuda e cara, a minha estava tão armada que tive dificuldade de tirar, pois o “amigo” pulou para fora, ele estava com mais vontade que eu, rsrs.

De pé frente a ele, cara, eu só passei a mão em seu cabelo e olho para cima gemendo com aquela boca. Se o beijo dele já me deixava louco, eu estava me segurando com aquela mamada.

Mano!

Mano!

Sabe que é tu sentir os lábios do cara no seu pau, tem ideia disso!

Me segurava em todos os sentidos, para não gozar, e para não assustar Stefano, logo em nossa primeira vez.

Eu beijo ele, aquela boca molhada, saborosa, me sento do seu lado, ele volta a me chupar, e eu massageando sua bunda, e o viado fica no chão, entre minhas pernas, de joelho, com as mãos passeando pelo meu corpo.

Que delicia, eu volto com a mão em seu cabelo, passo deixando os fios entre meus dedos e forço, até ele se engasgar, era só para acostumar, pois Stefano me faz uma garganta profunda logo de cara, cheguei a me contorcer;

- Calma aí, vamo deixar para outro dia, rsrs. Porra. – Falo levantando ele.

Cara uma segunda vez eu estava “fora de campo”, ele fica rindo de mim, vem beijando e mordendo minha barriga e pescoço, boca, me morde, chupa minha língua, eu hipnotizado com sua boca em meu corpo mal percebi que ele estava preparado para penetrar.

Passo a mão em seu cabelo, e sua boca;

- Está pronto? Está confortável? – Olho em seus olhos.

- Sim. – Ele volta a me beijar.

E eu com todo cuidado com Stefano, com todo o amor do mundo, ele para mim sempre pareceu todo delicado, e de certa forma realmente é.

Ele simplesmente passa saliva na mão e lubrifica meu cassete colocando em si. Veio imediatamente a lembrança de quando perdi a virgindade, serio! Que era aquilo, apertadinho e (...). PORRA!

Suas mãos postas em meu peito e eu com as mãos em sua bunda acompanhando e indo lentamente, para ele se acostumar. Sua boca na minha, uns gemidos, e contorções, seu corpo quente.

Minha sorte foi não ter masturbado naquele dia, porque quando Stefano sentiu que entrou tudo eu havia gozado. Ele pediu para esperar para se acostumar, e acho que agora ele sabe que eu fiz.

Com esse “esperar” eu praticamente me recompus, até porque ele se mexeu em alguns momentos e já estava de volta, fazendo aquele movimento de sobe e desce, com a cabeça em meu ombro, e minhas mãos apertando sua bunda, para cima e para baixo, fazendo bem gostoso.

Ele se vira, ficando de costas para mim, se amostrando mesmo, eu encosto no sofá, e aquela visão merecia um tapa, e foi um servido, que estralou. Não me segurei, rsrs.

Puxo seu cabelo beijando sua boca, e me levanto forçando nele. Ficamos um pouco na posição em pé, e ele com o pé no sofá, e então, eu peço para ele ficar de quatro no sofá;

- Não sei se dou conta de você nessa posição.

- Se falar eu paro.

Volto a penetrar dessa vez com Stefano de quatro para mim, começo devagar e vou aumentando gradativamente, para ele ir se acostumando, mas eu já solto outro tapa em sua bunda, de novo, segurando sua cintura, forçando e fodendo ele com força, que só as estocada e gemidos se ouvia.

Se ele não tivesse falado que iria gozar eu iria de novo. Nossa eu fui mais e mais rápido, ele goza, gemendo gostoso demais, e se empina todo para mim, nossa eu meti bem fundo, gozando novamente, chego a ficar sem ar, dessa vez gemi alto segurando forte sua cintura.

Eu nem me mexi, porque se não iriamos fazer sujeira. Ele se aproxima me beijando e tira lentamente, tomando cuidado.

Meu Suor pingava no chão;

- Que foi? – Pergunto com a mão em sua bunda.

- Acho que minhas pernas estão tremendo. – Ele fala rindo.

Eu começo a rir me achando, com a língua para fora, e beijo abraçando ele.

Ele rindo, e eu olho atrás dele;

- Tu gozou na minha roupa! – Falo olhando.

- Era nela ou no sofá.

- Pronto tiramos o cabaço do seu sofá.

- Engraçadinho, vem... – Ele vai para o banheiro.

Eu dou outro tapa em sua bunda, e ele vira com aquela carinha de bravo;

- Deixei marca em você. – Aponto para sua bunda.

- Se sair estrias aqui, você é um cara morto. – Ele aponta o dedo para mim.

- Olha quase conseguiu hoje viu, ufa!

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