• @richardsongaarcia

Ele usa Dólmã - Capitulo 14

#Adrian Raul


Eu tive uma folga durante o feriado do Natal, foram dois dias de tranquilidade e paz.

No dia vinte e seis pela manhã, Gabriela e Mariano aproveitaram minha mãe não estar para estarem logo cedo em casa.

Margarida abre as cortinas do meu quarto;

- Bom dia filho.

- Não trabalho hoje Margarida.

- Gabriela e Mariano estão na copa, lhe aguardando para o café.

- Beleza.

Eu estava tão desinteressado na conversa que desci, de roupão, tanto que fui fechar ele despois que terminou as escadas, pois estava olhando as conversas do Whatsapp.

Quando entro na copa, dou de cara com Natalia sentada na mesa;

- Puta merda. – Falo fechando o roupão.

- Isso são modos Adrian? – Mariano diz.

- Estou na minha casa, vocês que não são bem vindo aqui, e francamente as sete da manhã. – Falo me sentando.

Havia um jornal ao lado da minha xicara com minha foto estampada.

Ninguém fala nada, eu então olho para eles;

- Que foi?

Natalia de braços cruzados, Mariano tomando café, e Gabriela me entrega um bolo de fotos minha e de Bruno saindo do casamento do meu ex treinador;

- Quer comer primeiro, ou me explicar isso agora? – Mariano fala.

- Estávamos combinados, tudo ok, eu paguei fotógrafos par estarem naquele evento, e você deixa a Natalia para trás? – Gabriela fala.

- Não deu naquele dia. – Empurro as fotos.

- Não deu? Adrian eu não sou idiota não, se for fazer isso tem que ser profissional, não banca o garoto mimado para o meu lado não.

- Natalia relaxa, não estamos gastando dinheiro seu não. Você não trabalha para eles, trabalha para mim. Vem comigo, vamos resolver isso logo. – Falo levantando.

- Onde vai? – Mariano pergunta.

Subimos para o meu quarto, e entrei com ela no meu closset;

- Vai tira a roupa.

- Não, ta me achando com cara de suas vadias garoto?

- Natalia tem um álbum de foto sua de calcinha e sutiã no instagram, tira a roupa.... Mariano fica ai de fora.

- Ah entendi, ela vai postar uma foto no seu espelho né? – Gabriela fala.

- Sim, tem um monte de look, meu nesse espelho, todo mundo reconhece, e também, deixa aparecer os tênis ao fundo. Posta somente com um emoji de sol, sei lá, nada de coração. – Falo afastando.

Ela fica de blusinha e de calcinha, faz uma pose, deixando aparecer o local e posta.

Ela se veste, e descemos, com os nervos mais calmos, todos tomam o café, eu me troco, e Gabriela diz, antes de sair;

- Comenta a foto Adrian.

- Beleza.

Ela estava certa, fui lá, e escrevi “Esqueci o que ia falar...” bem sugestiva, não acham?

Fiquei por minutos acompanhando a repercussão que o comentário teve, páginas de fofocas, estavam falando de nós. Até alcançarmos o auge de uma noticia, virar meme meu comentário, estava por todo lugar, todo mundo falando, “Trending Topics” do Twitter. E veio uma avalanche de pessoas querendo saber também é claro, o que estava rolando.

E eu, bem-estava no banco fazendo uma puta transferência bancaria ao Bruno, sim eu cedi a suas ameaças, estava em um momento da carreira que não poderia ter um deslize.

O gerente se aproxima com uma moça, que trazia duas xicaras de café;

- Mandei trazer para vocês... Por favor, fiquem e a vontade. – Ele fala se sentando.

A moça se estica toda, parecendo um robô, colocando a bandeja no canto da mesa, eu agradeço, mas Bruno pega uma xicara, fazendo um barulho insuportável com a colher na louça;

- Em que posso ajudar o senhor?

- Vem pessoalmente pois preciso fazer um pagamento de montante e não queria deixar esse trabalho ao meu contados.

- Mas é claro Adrian, pode me mostrar sua chave de acesso? – Ele fala de dedos cruzados, sob a mesa.

Abro a carteira mostrando a ele, que não a toca, se inclina olhando o cartão preto, e afasta, digitando algo no computador;

- Preciso da conta, e do valor senhores.

- A conta é esta. – Bruno mostra uma imagem no celular.

- Humrum...

Ele a digita no computador, olha atrás do crachá, e me olha;

- Serão cinquenta mil reais.

- Ok... Monserrano S/A? – Ele questiona o Bruno.

- Sim, isso mesmo.

Eu encaro ele, mas espero para Bruno não fazer cena frente ao gerente.

Ele agradece, pega em nossas mãos e seguimos ao estacionamento, que fica atrás do banco;

- Porque não pegou o dinheiro? – Questiono procurando as chaves.

- Eu peguei, mas estou investindo ele.

- Senhor, o gerente pediu para avisar que tem paparazzi aguardando sair. – Fala o guarda.

- Obrigado.

- Ai, adoro um fotografo, deixa eu ver meu cabelo. – Bruno olha no reflexo de um dos carros.

- Você fica, não vai comigo. Vou sair, eles vão me seguir e você sai, aquele dia já me deu muita dor de cabeça.

Ele pensa em dizer algo, mas eu já entro no carro saindo, paciência estava curta.

Aos que não estão habituados os fotógrafos sempre estão em duplas, ou com um parceiro para ajudar na locomoção. Quando sai do estacionamento aproximaram do carro atrapalhando sair e tudo mais. Com o transito na via ficou mais difícil ainda, e mais lento é claro.

Quando peguei uma certa velocidade no carro com a abertura do semáforo, vejo no retrovisor eles subindo em motos e me acompanhando.

Como eu iria para casa, e eles seriam barrados na portaria nem me liguei muito.

Mas recebo uma ligação, olho no painel ao lado, era o Cristian.

Ps. Ele nunca me liga.

- Alo.

- Adrian, tudo bem?

- Sim, e com você?

- Estou bem, está muito ocupado?

- Não, pode falar.

- Na verdade quero te mostrar algo.

- Ok.

- Vou te mandar a localização e você me encontra pode ser.

- Manda ai.

Abri o aplicativo que me direcionou onde Cristian pediu, era no Morumbi, até perto de onde estava.

Cheguei em vinte e poucos minutos, fui estacionando de frente um dos prédios que havia, e percebo algumas motos parando, haviam me esquecido deles.

Vejo o Cristian na entrada de um dos prédios, os fotógrafos correram me alcançando antes de eu atravessar a rua;

- Adrian, está namorando a Natalia Moura?

- Estão juntos a quanto tempo?

- Como se conheceram?

Dentre tantas perguntas, foram as que eu entendi, e ignorei, assim como as outras.

Mano atravessar a rua com aquele bolo de gente te acompanhando é horrível, eles ficam a uma distância de você, para sair “melhor” nas fotos, mas são tantos, incomoda ao extremo.

O Cristian estava todo sem graça me olhando de longe. Eu me aproximo e ele tenta dizer algo;

- Vamos entrar rápido, por favor.

- Claro.

Seguimos e passando pelas portas de vidro deixando-os para trás, e entramos no elevador juntos;

- Eu não sabia Adrian, me desculpa mesmo.

- Relaxa Cristian, isso é normal.

- É por causa da Natalia?

- Sim, depois vou ter que ligar para ela, pois com certeza vão estar nó pé dela também.

A porta se abre e ele segue na frente;

- Que quer me mostrar.

- Se liga. – Cristian abre a uma das portas.

Gente um apartamento totalmente mobiliado, novinho em folha, com a sala de estar na entrada, toda trabalhada em moveis cinza e tapete azul, a direita mais a frente a cozinha com detalhes de madeira, e branco, muito linda, e a sua esquerda a copa com uma mesa muito linda, e os corredores para os quartos;

- Que lugar maneiro cara. – Falo entrando.

Sigo passando pela sala e cozinha, que havia uma varanda com uma vista a estádio do Morumbi a alguns quilômetros.

- Que achou? – Ele pergunta encostado no balcão da cozinha.

- Muito foda, eu moraria aqui tranquilamente... Vai comprar? – Pergunto me aproximando.

- Comprei, assinei os papeis essa manhã, e peguei as chaves. – Cristian pega uma agua na geladeira.

- Porra, fico feliz por você sabia.

- Valeu, agua?

- Sim.

- Te chamei aqui, para ser o primeiro a ver, pois não conseguiria sem sua ajuda(...).

Fico meio sem graça, e abro um sorriso pegando o copo;

- Comprar meu apartamento, ajudar meus pais, você sabe do tratamento da minha mãe e nossa situação.

- Quando nos conhecemos Cristian naquela festa, e ficamos horas conversando bêbados juntos, antes de querer transar com você eu te respeitei pela sua história. Já te falei isso.

- Eu sou muito grato por isso Adrian.

- Me propus a pagar o tratamento dela pela amizade que se iniciou entre a gente, e claro por ela também.

- Te devo muito.

- Você não me deve nada. – Digo levantando e dando volta ao balcão.

Ele assim como eu, somente abre um sorriso, eu abraço ele beijando sua boca com um selinho.

- Vem, deixa eu te mostrar o resto do apartamento.

Vou acompanhando ele que me mostra todos os três quartos do lugar, um deles sem mobília, o outro de hospede, bem aconchegante e a suíte, com banheira e closset, realmente muito foda.

Me aproximo da pequena sacada olhando a vista, e fecho o vidro, com ele encostado em um móvel atrás;

- Muito massa né.

- Sim. – Me aproximo dele.

Cristian com os cotovelos apoiados atrás e cabeça erguida me encarando, chego nele beijando sua boca, dessa vez com uma pegada.

Viro aproximando da cama, e deitamos lentamente, beijando sua boca e pescoço, mordendo seu queixo, e percebendo o sorriso de satisfação dele.

De joelhos na cama, desabotoou os botões da minha camiseta, ele faz o mesmo com sua roupa, e vem abrindo minha calça. Eu volto a beijar ele com a calça ainda na altura da bunda, e meu membro pressionando contra o dele.

Suas mãos percorrendo minhas costas, e descendo entrando dentro da minha cueca, apertando minha bunda contra seu corpo, sobe suas pernas, roçando meu membro naquela bundinha lisa, e aquente.

Nesse momento cheguei a ficar sem ar, estávamos tão quentes, e com tanta vontade, que Cristian só afastou minha cueca e colocou meu cassete em posição para penetrar nele. Já fez isso fechando os olhos e mordendo os lábios.

Confesso não ter pena nesse momento, aquela carinha de prazer e dor, me deixa louco. Somente com os dentes vou mordendo seu queixo, lábios, e ele ainda se acostumando, pelo tempo que ficou sem sexo.

Passo uma das pernas pelo meu braço, e ele sua mão em minha bunda e costas, acompanhando eu foder ele com vontade, as vezes ele gemia alto segurando o lençol, eu segurando sua perna e colocando o mais fundo que conseguia, assim ele gemia mais alto.

Pego ele de frango assado, segurando ambas duas pernas, fazendo ele encaixar no jeito em mim, e enfiando fundo em Cristian.

Não me lembro de ver ele gemendo assim antes. Me levanto devagar, e tiro a calça e a cueca que ainda me atrapalhava;

- Fica de quatro.

Digo passando mais saliva em meu membro, e com aquela bunda bem empinada para mim, me aproximo colocando bem na sua entrada, e Cristian que se movimenta para trás, eu fico uns segundos olhando ele mesmo se “foder”.

Então desço a mão com um tapa, e segurando seu cabelo, já sabendo não conseguir manter muito aquele movimento, por já estar quase gozando.

Mas Cristian goza primeiro, eu coloco uma das pernas na cama e vou bombando, rápido e forte, e logo então gozo segurando sua cintura com as mãos.

Ele afasta me olhando ainda duro;

- A gente vai melhorando a cada dia.

- Sim. – Aproximo beijando sua boca.


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