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Dividindo Apartamento com Amigo Tesudo - Parte 4


- Sim, porque a pergunta? - Nada, dormiu com seu irmão? - Não. - Hum. - Ele sobe uma das sobrancelhas. Meu irmão acordou e veio para a sala e acordamos Marcos para sair e comer algo, Allan não quis nos acompanhar, eu desconfiei que ele viu ou ouviu algo da noite passada, acabamos passando o dia no shopping e a noite eles foram embora e me deixaram na portaria do prédio, quando cheguei no apartamento Allan estava com uma garota na sala, entrei normalmente e cumprimentei eles, e fui para meu quarto, fiquei pouco puto mas sem razão, dia seguinte normal, dias se passando normalmente, nós estávamos em semana de provas nas faculdades, e conversávamos pouco só o necessário, foi duas semanas assim, claro ambos sem cabeça para nada, pois era estudando nos horários disponíveis, até que na manhã de um sábado. Acordei e tomei um banho, fui comprar algo para comermos e quando voltei Allan estava na cozinha, - E ai! - Beleza! - De Boa. - Respostas secas e diretas. - Vai ficar assim até quando? - Ele se vira para mim. - É porque eu trouxe a Brenda aqui aquele dia? - Ta falando do que? - Pergunto sem entender. - Ficou com ciúmes? - Sem essa Allan, não tenho o porque ficar com ciúmes de você, não temos nada. Desencana mano. - E aquelas noites? - Já conversamos sobre isso, "não aconteceram". - Faço aspas com as mãos. - Beleza então, foi mal. Fiquei mal durante aquele dia, eu fui assistir um filme no cinema com uma galera do trabalho e voltei somente a noite.

Me assustei ao chegar, Allan estava no chão com um amigo da faculdade, os dois estavam meio alterados, a televisão estava ligada em um jogo e eles fumando narguilé, o amigo dele se chamava Carlos, era muito lindo mesmo, cara magro, cabelo arrepiado pernas grosas e voz rouca.

Bebendo, eles me oferecem o narguilé. Peguei a mangueira, olhando o jogo que estavam vendo, as cervejas no final, quando devolvo a mangueira ambos estavam me olhando. Relevei os olhares. Allan estava usando uma das melhores essências. Os dois gritando com o jogo, eu ali fumando, e no celular. Levantei rápido fui no meu quarto, me trocando, por causa do calor, e voltei sentando no mesmo lugar.

Allan estava no chão com o Marcos, mas se sentou ao meu lado, ajudei ele a trocar a essência, e ascender novamente o narguilé.

Eu e Allan do meu lado, celulares de lado, Narguilé a frente, e Marcos a esquerda, para poder fumar. Até o momento na na conversa que Allan começou a passar a mão na minha perna, ele colocou próximo a coxa e subiu, eu achei que era brincadeira e fui tirando, o Carlos estava engraçado pois ele estava bêbado e pensei não ter percebido, então a coisa fica mais seria, assustei quando Allan pegou minha mão e colocou em seu pau, olhei para ele rapidamente, meu coração acelerou na hora sem entender.

Eu estava com uma cara assustada, pois ele se aproximou um pouco e me beijou, na frente do seu amigo, ali, do lado, olhando. Olhei para Carlos que estava sorrindo e passando a mão sobre o calção que tinha um volume, Allan beijava meu pescoço e orelha e eu sem entender nada, já meu cassete interpretou a situação bem melhor, eu nunca havia pensado em fazer aquilo, mas não iria perder a oportunidade de ficar com dois caras. Carlos pegou o narguilé e tirou da nossa frente e sentou no sofá atrás de mim, Allan ainda me beijava com vontade, sua língua percorria minha boca.

Me virei para olhar o Marcos, e ele aproveita me beijando. Puta que pariu, que boca e língua eram aquelas, um beijo tão quente e gostoso, se eu ficasse muito tempo gozaria só com aquela boca, Carlos foi se afastando chupando minha língua e lábios até soltar, seu abdômen não era definido mas tinha uma forma perfeita e magra, seu pau tinha muitas veias e era bem grande, cabeça vermelha, a glande era até a ponta bem “suculento”.

Como de normal tinha um gosto forte, e salgado, eu realmente me superei naquele “boquete”, Carlos gemia de tal forma e olhava para Allan que sorria, eu alternei para ele que estava meio “bruto” acho que para se amostrar para o amigo, ele se levantou tirando toda a roupa e seguimos para o quarto, Carlos foi deitando e abriu as pernas para eu continuar a chupar ele, Allan veio cuspindo e mordendo minha bunda, e pincelando seu pau.

E já foi penetrando lentamente, eu senti pouco de dor, por ter um tempo sem ficar com alguém, o que me distraia era estar chupando aquele deus grego a minha frente, a forma que Carlos gemia com aquela voz rouca me deixava louco de tesão, já Allan estava me surpreendendo, caramba eu tinha que para de chupar e olhar ele que estava fodendo com força, e dando tapas em minha bunda, porra quase que gozei de ver e sentir aquele cara me fodendo, ele acelerou os movimentos e parecia que iria gozar, eu gemendo e punhetando Carlos que também parecia que gozaria também, Allan sem se segurar gozou dentro de mim, e falando “Ai Caralho, Puta que pariu”, já Carlos gozou em sua barriga e puxou para beijá-lo e Allan ficou atrás olhando, foi um beijo gostoso e molhado, sua boca era muito gostosa, ele sentia o gosto de seu cassete em minha boca, sua língua percorria minha boca, eu senti seu cassete crescendo novamente; - Será que dá conta de mim? - A pergunta é se você dá conta de mim. - Abro um sorriso. Falamos entre beijos e línguas, e ele apontando seu cassete para mim sentar em cima, nossa que olhar era aquele, eu poderia casar com esse garoto, seu pau me penetrando e suas mãos abrindo minha bunda para entrar mais fácil e me beijando, quando sentei em todo seu membro estava dentro de mim, eu rebolei um pouco e Carlos me abraçou começando uns movimentos de vai e vem frenéticos e tão rápido que me fez gemer alto, eu olhei para trás e Allan pegou a tolha e foi para o banheiro, Carlos voltou a me beijar e eu sentia todo seu corpo no meu, na boa ele era muito gostoso enfiava fazendo uns movimentos tipo rebolando nossa era uma sensação de êxtase, eu sentei e comecei a cavalgar sobre ele que dava tapas em minha bunda e com um sorriso safado.

Allan voltou sem toalha corpo pouco molhado, ajoelhado atrás de mim, veio e me beijou nas costas, mordendo, e sua mão estava em minha bunda, tipo abrindo ela seu pau duro como pedra, e ele falou em meu ouvido, “Deita vai”, eu já desconfiava, nessa hora fiquei tenso, tipo muito, mas ele veio me penetrando junto com Carlos, caralho foi uma dor inicial muito forte mas suportável, me concentrei naquele momento, para tentar aguentar, fiquei parado e Carlos me beijava para amenizar, e depois que ele penetrou todo esperou um pouco beijando minhas costas e pescoço e eu beijando Carlos na boca, Allan começou a tirar e colocar e tirar e eu gemendo e com os movimentos até Carlos gemia, nossa aquele momento eu nem parecia estar ali, era como se minha alma estivesse em outro local, aqueles dois caras dentro de mim, a dor foi desaparecendo e o tesão era tanto que gozei sem ao menos tocar em meu pau só com o movimento dele no corpo de Carlos que também gozou dentro de mim, ele gemeu mais quando gozou que antes pelos movimentos de Allan, que demorou um pouco mas quando gozou foram vários jatos novamente dentro de mim, eu e Carlos saímos juntos pro banheiro tomar um banho, e nos lavamos e tudo mais, aos beijos, ele gostava muito de morder e chupar a língua, ele gostava de beijar, cara eu poderia apaixonar por aquele cara, fácil, fácil, depois Allan tomou outro banho, fui a cozinha peguei uma cerveja e comecei a tomar.

Carlos se despediu disse trabalhar no dia seguinte, mas então mesmo depois de tudo ele veio no meu rumo me deu um beijo na boca pegando em minha bunda. Fiquei olhando aquele garoto sair, e até receoso.

Me deitei no sofá e Allan olhou para mim só falei pra ele sorrindo; - Cala a boca. - Levanto a mão. - Não falei nada. - Ele se defende.

- É bom mesmo.








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