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Dividindo Apartamento com Amigo Tesudo - Parte 2

Atualizado: Nov 15

***(Anteriormente)***

No dia seguinte acordei e estava sozinho na cama, minha cabeça explodindo de dor, peguei um remédio no armário e fui para a cozinha pegar um copo de água, ele estava no balcão tomando um copo de leite, eu passei e ele sem olhar para cima disse; - Nunca mais eu bebo com você cara. - Que foi, não gostou? - Me refiro a noite passada.

Escuto somente um sorriso dele.

***

Allan não me respondeu, somente com um sorriso de cabeça baixa, eu peguei um copo de leite e sentei, ele me olhou pouco vergonhoso e disse; - Não conte isso a ninguém, que fique somente aqui. - Ele gesticula. Eu para passar mais confiança, completo; - E que não aconteça mais. Poucas palavras e o assunto acabou, começamos a falar sobre outro coisa, e eu passei o sábado inteiro com aquela noite na cabeça, ficamos pouco distante este dia, a noite ele saiu com uma amigo e eu fiquei em casa mesmo. No domingo aquele Tédio a noite eu estava organizando para fazer janta, ele despois de tomar seu banho, estava com as roupas sujas para colocar na maquina. A lavanderia aqui do Apê fica ao lado da cozinha. Arrumando as coisas do jantar vejo que ele estava com um short de futebol velho, que dificilmente utiliza aqui em casa por marcar muito, aqueles músculos discreto das pernas aparecendo. - Precisa de ajuda? - Ele pergunta do nada. - Não de boa. - Falo rindo. - Precisa me ensinar mano, quando eu estiver sozinho.

- A ultima vez me ligou perguntando se tinha que lavar o macarrão para cozinhar Allan.

- Exatamente. - Eita drama, pega aqui, corta a salada, que já me ajuda e muito. Ele pegou as verduras e sentou na mesa eu já fiquei olhando de longe, realmente não fazia ideia de como fazer aquilo, logo se irritou e me entregou tudo errado; - Não sei fazer isso, deixa que eu lavo a louça, rsrs. Não zoei ele somente sorri da situação. Eu terminei e depois do jantar ele cumpriu com o prometido. Nossa cozinha é americana com um pequeno balcão, eu estava encostado nele com um pano secando a mão e Allan se aproximou para secar suas mãos no mesmo pano, até ai tudo bem, foi quando os olhares se encontraram, foi uns segundos de silencio, ele aproximou o corpo lentamente, e eu fiquei parado, sem acreditar que poderia rolar novamente. O cara era mais novo que eu porem tinha uma pegada que era meu ponto fraco. O tocar de nossas línguas suas mãos desceram até minhas coxas e apertaram, me fazendo ficar sentado no pequeno balcão, eu segurava seu cabelo pela nuca, forçando seu beijo, ficando mais e mais intenso. E outra mão em seu braço sentindo seus músculos discretos, já ele segurava minha cintura forçando contra seu corpo e consequentemente apertando seu cassete, que eu sentia em minha perna pulsar. Interrompidos pelo celular dele, Allan olhou dizendo ter que atender, e eu sai me recompondo, tipo excitado de pau duro, todo torto ne.

Como ele ficou um pouco em ligação aproveitei e fui tomar um banho e de certa forma sabia que não estava certo o que estava fazendo, mas era tão bom e gostoso que não poderia ignorar e não curtir. Depois do banho eu sai e somente a luz de seu quarto estava acesa, entrei no meu quarto peguei coloquei uma bermuda que uso para dormir. Eu esperei uns minutos ele aparecer, mas então foi minha vez, tomar as rédeas e sim, ter a atitude de ir em direção ao seu quarto, ele estava deitado com a mão debaixo do travesseiro teclando algo no telefone, seus olhos se voltaram a mim, e um leve sorriso, bem discreto, o suficiente para mim aproximar deitando por cima dele e beijando; - Não diga nada. Falei entre beijos, ele me virou e deitou por cima de mim, e sarrava fortemente seu cassete em mim, eu pegava em sua bunda grande e sua boca percorria meu pescoço e orelhas eu me arrepiava todo quando sentia sua respiração forte passando por mim. E suas mordidas na orelha. Allan se virou sentando e tirando o short, eu fui para chupar ele e seu cassete já estava todo babado, puta merda que sensação e gosto foi aquele, pra completar ele pegou meu cabelo e forçava contra seu cassete me fazendo engasgar com aquele membro, quando eu parei ele se punhetando me virou para a janela, eu fiquei de quatro apoiado na janela e ele em pé fora da cama. O garoto literalmente caiu de boca, deixando o mais molhado possível, pois veio logo me penetrando, e com forçando sem pena, quando enfiou eu logo o xinguei, deve achar que estava acostumado já; - Filho da Puta. Rindo pegou em minha cintura e forçou bem fundo até ficando na ponta dos pés, eu pedi para esperar, fiquei até mole na hora, e começou o tal vai e vem, que deixa qualquer um louco, ele fazia questão de tirar quase todo e voltar lentamente, isso em um processo de acostume novamente, me senti uma puta aquele momento, trocamos um pouco a posição e fiquei meio que em pé apoiado somente uma perna no colchão, ele mandando ver, as vezes me puxava e abraçava beijando, ou puxando meu cabelo, e suas estocadas eram bem fortes junto a suas mãos que seguravam minha cintura com força. Allan se deitou e segurando a base de seu cassete eu sente sobre ele, já rebolando e ele rindo e gemendo, comecei uma sequência pouco rápida. E então se sentou, encostado nos travesseiros, deixando o pau bem ereto, passei a perna sobre ele e fui sentando, essa posição os passivos sabem que é bem mais confortável para a gente, e podemos mostrar para o que veio. Cavalguei sim um pouco, com ele me olhando, e segurando minha bunda, que cena. Eu não pude não provocar e aproveitar o momento, sentava enterrando tudo, que chegava a respirar fundo, e rebolava com aquilo mexendo tudo dentro de mim, puta merda, foi três vezes que fiz isso e ele se contorcendo e anunciou que iria, gozar, eu senti uns jatos de porra e continuei os movimentos rebolando, ele gemendo disse vindo me beijando; - Ai para, para.. - Ele se esticava todo gemendo. Me abraçou beijando e eu ainda com seu cassete dentro de mim, ele depois do beijo me olhou rindo, eu sorrindo também o encarando, levantamos e pela primeira vez um banho juntos, foi estranho e diferente, pois ficamos sem jeito total, ele me ensaboava, eu pegava em seu pau, mas não havia beijos sabe.

Sai do banheiro, me sequei e vesti minha roupa, preparei minha cama pra deitar, enquanto Allan vestia sua roupa eu estava escovando os dentes, fui para meu quarto e deitei, ele escovou os dentes que ouvi, desligou as luzes e veio em seguida; - Posso? - Ele pergunta entrando. - Sim, de boa. - Respondo. Depois do segundo sexo, ainda tínhamos uma relação estranha, mesmo morando junto sabem. Ele se aproximava discretamente, porque não sabe o que fazer, como agir, e eu fico meio sem graça, mas acho fofo de sua parte. Ele pegou a coberta deitou do meu lado eu me virei olhando para ele, Allan acho que estava programando o despertador. Eu virei deitando e fiquei ali, sinceramente sem esperar nada. Depois de uns minutos senti ele mover na cama, Allan não me encoxou, mas senti seu corpo perto, respiração no mesmo travesseiro e mão na cintura, e eu derretendo ali do lado.



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