• @rgpatrickoficial

crescendo - Capitulo 3

Eu fiquei em frente ao espelho fingindo tirar uma foto, ele entra no reservado ao lado de cadeirantes, aqueles grandes, e finge urinar, um garoto que estava secando as mãos sai, e eu entro já encoxando ele e fechando a porta.

Enfio direto a mão dentro de sua calça apertando aquela bunda, ele se vira, mas eu volto forço ele ficar de costas, com a tampa da privada abaixada coloco ele de quatro, e desço suas calças.

Mano aquela bunda branquinha, lisinha, serio vontade de enfiar o braço lá dentro kkk, dei uns tapas fortes nele, marcando ela, segurando seu cabelo, enquanto abria o zíper da minha calça e sarrando nele só de cueca.

Da mesma forma que sei ser romântico, sou safado, e aquele filho da puta provou quase o meu extremo.

Ele se vira ficando sentado na privada e chupando meu pau sobre a cueca, eu pego minha batida e continuo bebendo, a outra mão estava em seu cabelo só acompanhando seus movimentos.

Ele então pega minha mão e começa a chupar meus dedos e meu cassete, eu jogo o copo no lixo, seguro seu topete com uma das mãos, a outra eu pego minha saliva e passo por todo meu cassete, como se fosse “foder” sua boca. O viado com a língua para fora, mano eu fiz ele engasgar com gosto me mamando, de perder o ar e quase vomitar.

Trocamos de lugar, eu me sentei e tirei a calça, ficando a vontade, sentado de pernas bem abertas e o cassete de lado na barriga, serio poderia fazer uma suruba ali de boa, o banheiro todo fechadinho tranquilo.

Ele veio de quatro continuando a me chupar, eu tirei suas mãos, mandando ficar só com a boca, fazendo aquele movimento maravilhoso. Eu até me segurei, mas ele levou uns tapas na cara, o cara era mais safado que eu.

Aquela música, a maconha, o tesão do cara estar me mamando, eu estava muito louco.

Ele então sobe tirando a calça e deixa o meu pau bem molhado, fica sentado sarrando em mim, cara que delicia;

- Quero dar para você. – Ele fala baixo.

- Não rola sem camisinha.

- Eu tenho aqui. – Ele fala olhando de lado.

Eu abro um sorriso e ele questiona;

- Que foi?

- Era melhor você não ter trazido.

Não que eu seja convencido, mas tenho um cassete massa, e as poucas vezes que comi um cara, eles me pediram para parar, porque seria diferente.

- Sobe ai, de joelhos. – Falo para ele ficar de quatro na privada.

Com as barras do banheiro ficavam de boa. Ele ficou todo empinadinho, lindo para mim. Como a camisinha atrapalha, eu fiquei mordendo, dedilhando e brincando com a língua para ele ficar relaxado.

Coloquei meu cassete bem na entrada, segurei seu cabelo e fui forçando, seu corpo contra o meu, sem pausa, ele gemendo e gemendo;

- Calma ai. – Ele fala colocando a mão em mim para segurar.

- Calma você, falta um pouco. – Falo cuspindo para facilitar.

Sem parar ele ainda com a mão, eu então seguro ela, cruzando em suas costas, ele gemendo demais, e eu aproveitando a música lá fora para mandar para dentro.

Coloco uma das pernas entre uma das pernas dele, segurando assim seu corpo que queria fugir de mim.

- Vem aqui, não queria sentar. - Falo parando e sentando.

Ele sobe e eu enfio dois dedos dentro para ir se acostumando, com a outra mão coloco meu pau na sua entrada e depois os dois dedos da outra mão, cara com meu cassete a ponto de bala, ele sofreu, mas devia estar gostando, até achei que iriamos quebrar aquela privada com a força que o novinho sentava, mas ele não aguentou muito, pediu para eu gozar logo.

Então coloquei ele de quatro no chão, e mandei para dentro, marcando seus joelhos no chão, caralho, ele se contorcia para me beijar, eu também segurava seu cabelo fazendo ele quase chorar com as estocadas, tirei a camisinha gozando em sua bunda, ainda colocando para dentro mesmo sem capa, só para ele ter o prêmio dele.

Fico de pé, com o cassete meio que “babando”, ele me olha e ainda vem chupando. Eu me visto e ele fazendo o mesmo;

- Quando vou ter um replay? – Ele pergunta.

- Se quiser fica de quatro ai.

- Calma novinho, que isso em!

- Você quem pediu.

- Passa seu número. – Ele diz pegando o celular.

- Não passo meu celular. A gente se vê no campus. – Falo saindo.

Bem peguei outra bebida e voltei até os meninos, galera quando me aproximo escuto barulho de agua.

O Hugo estava dentro da lagoa, e a Alana no gramado morrendo de rir;

- Mas que porra é essa, sai daí mano! – Falo me aproximando.

- Está muito quente Lucas, porra, morrendo de calor. – Hugo fala mergulhando.

- Ele é louco? – Pergunto sentando.

- A onda bateu, rsrs.

- E em você em amor? Bateu?

- Estou morrendo de sono, culpa sua por causa da noite passada. – Ela fala me beijando. - Que cheiro é esse Lucas? – Alana pergunta se afastando.

Eu passo a mão na cabeça, e ela já fica grilada;

- Aconteceu de novo?

- O cara deu mole, e eu não aguentei.

- Ele deu mole ou você deu em cima?

Eu não respondo e ela fica de cara fechada;

- Foi mal, vou me controlar da próxima vez.

- Foi o que disse a última vez.

- Vem aqui. – Falo abraçando ela.

- Ele vai adoecer. – Alana diz olhando Hugo.

- Tem razão! Mano vamos comer alguma coisa, chega aí. – Falo aproximando mais da margem do lago.

Ele então sai da agua, todo molhado, levei eles para o quarto, e peguei umas batatas fritas para comerem, quando retorno a Alana estava dormindo, e Hugo na sacada;

- Ei, vamos precisa de um banho cara. – Falo colocando ele para dentro.

Era como um menino chapado, ele entra no banheiro e tira a roupa molhada deixando de lado.

Eu na porta olhando, ele entra liga o chuveiro e fica lá parado, debaixo da agua.

Hugo é um cara super de boa, e bonito, ele tem um corpo legal, cabelo quase que raspado, um rosto quadrado orelhas grandes, mas uma boca bonita, e uma bela bunda. Eu achei os ombros dele também bem definidos. Mas tem cara de moleque.

- Estou com tesão... Lucas pega meu celular vou ligar para a Samantha. – Ele fala puxando a porta do box.

- Termina seu banho aí logo, que ligamos para ela. – Falo.

Ele termina, se enrola na toalha e deita na cama, eu coloco um cobertor em Alana e saio do quarto.

Estava tarde, quando eu cheguei em meu quarto vejo que Thales estava dormindo, achei estranho por me arrumar para a festa e nem ter visto ele no quarto, ou durante o dia.

Acho que Hugo já disse como ele e, mas frisando! Thales é aquele padrão chato, de pessoa meio que nojenta, e com várias frescuras, por causa de sua criação. Isso tudo somado a um corpo foda, sorriso incomparável e olhos claros, pode fácil, fácil fazer garoto popular de filme americano, mas aqui não é o caso, o cara é meio que odiado onde passa.

Ele estava com a cabeça por baixo do travesseiro, de cueca e lençol na altura da cintura, eu entrei tirei minha roupa, tomei um banho e capotei também.


#Vitor Valvassori (Pai de Lucas)


Na semana seguinte sem o Lucas em casa, as coisas estavam muito estranhas entre mim e Julie.

Na sexta-feira, iriamos fazer um jantar, pois ele estaria de volta depois da primeira semana de aula.

Sai do banco onde trabalho por volta das cinco da tarde, a Julie é Produtora, trabalha no Multishow aqui em SP.

Em casa eu tomei um banho, e quando estava no closset me vestindo escuto ela chegando ao telefone;

- (...) amiga eu nem consegui, estou com uma crise de vômitos, e não posso ver comida alguma...

Ela fala tirando o sapato, me aproximo beijando sua boca e ela desliga o telefone;

- Que foi? – Pergunto vestindo uma camiseta.

- Acho que peguei uma virose ou algo do tipo, não estou podendo ver comida alguma Vitor.

- Lucas está chegando e tem um jantar sendo feito para ele, você que organizou.

- Eu me viro, agora deixa eu tomar um banho. Ajuda aqui. – Ela fala se virando.

Eu abro o zíper do vestido e ela segue para o banheiro.

Eu sigo para baixo, e descendo as escadas vejo os faróis refletirem na porta e nos vidros ao redor;

- Chegaram senhor. – Regia nossa governanta fala abrindo a porta.

Eu saio e Lucas desce tirando a mochila do carro, ele vem seguindo e outro garoto junto com ele;

- Pai! – Ele fala me abraçando.

- Haha’ bom te ver, estava com saudades. – Falo apertando ele.

O garoto se aproxima e estende a mão;

- Boa noite senhor, sou Hugo.

- Prazer Hugo, trocou a Alana por ele foi? – Pergunto fazendo uma graça.

- Sim, temos mais em comum. – Lucas fala entrando. – Cadê minha mãe?

- No banho, já está descendo. Regia sobe com as mochilas dos meninos.

- Relaxa, chega aí Hugo. – Lucas fala subindo.

A Regia subiu com eles para ajudar de todo jeito e acomodar o amigo de Lucas, eu segui até a cozinha, para preparar um drink e o telefone da casa chama;

- Alô.

- Ai, que bom que você que atendeu... Estou com saudades Vitor.

- Brenda ficou louca de ligar na minha casa?

- Eu queria ouvir sua voz, fica só viajando.

- Não importa, não falamos por telefone.

- Te vejo amanhã.

- Sim, e não liga mais aqui, se a Julie atende acaba com tudo.

- Beijo, até amanhã.

- Beijo.

Desligo o telefone até de coração acelerado, Porra! Então ai sim preparei meu drink, dessa vez bem mais forte. Quando escuto o Lucas gritando;

- PAI! – Ele fala meio que desesperado.

A Regia me olha assustada e eu subo rápido as escadas, eles estavam no meu quarto com a Julie agachada no chão;

- Que foi? Julie!

- Ela não fala. Vi ela aqui no chão. – Lucas diz segurando na mão dela.

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