• @richardsongaarcia

crescendo - Capitulo 29

Com isso eu me arrumei tranquilamente, e junto a Alana estava meio que tomando café e estudando no refeitório.

Com o livro ao meio, e aos cantos os pratos. Hugo chega em seguida, junto a Lucas, Samantha, a turma toda reunida;

- Posso me sentar com os mais populares desse colégio? – Patrick diz com sua bandeja.

- Claro, senta aí amigo. – Alana diz respondendo ele.

Que se senta ao lado de Hugo, o Lucas estava ao meu lado, com a perna sob a minha, mas ele estava de papo com Samantha, e nem estava prestando a tenção, por estar estudando.

- Amigo a Bruna disse que essa questão vai cair com certeza.

- Alana, mas nem vimos direito sob “limites”.

- Pode esperar Thales, pelo menos uma questão vai ter sabe.

- Que lindo, a mesa arco íris do colégio... Só acho que esse bando de gay deveria esperar todo mundo comer para a gente não precisar ficar olhando essa nojeira... – Precisa dizer que era o Vitor? Ou já identificaram o babaca?

- Sai do armário logo Vitor, eu sei que você quer me dar.... Vem senta aqui. – Lucas diz tirando com a cara dele.

- Me chupa Lucas.

- Esse seu pau é pequeno demais.

- Arrombado.

Gente a Alana se vira para se levantar, e coloca o pé para Vitor tropeçar, ele quase caiu, só sua bandeja vazia foi para o chão;

- Se liga garota, é cega? – Ele grita com ela.

O engraçado foi que ela ficou calada, e quando Vitor vai sair, dá de cara com o Marcelo, ele na verdade tromba em Marcelo que parece uma parede humana;

- Está gritando com minha irmã?

- Não senhor! Quer dizer... não.

Marcelo não diz nada, só fica calado, olhando para ele que sai assustado.

O lance do Marcelo é que ninguém sabia nada dele, e para piorar todo mundo conhece como o cara que roubou o carro do Vitor, rsrsrs.

Todos os dias, íamos fazendo as provas e a tarde já possuíamos os resultados, então era uma pressão que só.

No fim de semana as últimas atividades extracurriculares e na segunda os resultados de todos.



#Lucas



A única coisa dessa semana de provas, é que estava jogando bola todo dia a tarde, por causa do jogo de encerramento da temporada.

No sábado o Hugo e Thales, concorreram no torneio de natação dos colégios, e ficaram Thales em segundo e Hugo em Terceiro lugar.

Para não esperar até o domingo à noite, ficamos no refeitório até tarde, bebendo suco e refrigerante, e comendo besteira, para comemorar a vitória deles.

Eu estava sentado, com o Thales no meio das pernas, Alana e Hugo do outro lado e Marcelo no celular, Samantha e Patrick falando da vida dos outros.

Eu meio que abraçado com o Thales e nós conversando sobre o dia, e provas, coisas nossas;

- Calma aí... Vou no banheiro. – Thales fala saindo.

- OK.

Ele sai e eu pego umas batatas do prato de Hugo, e Alana se aproxima;

- E ai.

- Oi.

- Como estão?

- Como assim? Eu e Thales?

- É Lucas.

- Não estamos... Ele está muito difícil.

- Rsrs, está falando sério?

- Sim.

- Já conversaram?

- O que?

- Ué Lucas, sobre o que estão tendo.

- Mais ou menos.

- Conversaram ou não Lucas?

- Não Alana.

- Então, vai lá, e fala com ele.

- Aí, para de ser mandona garota. – Falo levantando.

Eu falo tchau para todos, dizendo que iria dormir, por causa do jogo de amanhã, Hugo até acreditou e disse que faria o mesmo.

Eu passei no banheiro o Thales estava secando as mãos;

- Já vou. – Ele fala ao me ver.

- Podemos conversar mano? – Falo encostado na pia.

- Sim, diga.

- Aqui não, vamos. – Falo puxando ele.

Seguimos para os dormitórios, e levei o Thales até meu quarto, com a desculpa do Marcelo estar indo dormir.

Nós entramos, e ambos tiraram os tênis ficando mais à vontade, ele subiu na cama, ficando sentado com os travesseiros apoiados nas costas;

- Diz, aí, o que você quer?

- Thales, o que a gente tem? – Pergunto sentando na sua frente.

- Somos amigos Lucas, porque?

- Mano... Não somos amigos! Estamos andando juntos, fazendo praticamente tudo junto, transamos na quinta-feira, e eu já disse que quero algo mais, e você fica fugindo, sempre que conversamos sobre isso.

Ele não disse nada, ficou calado;

- Quero que me diga, você quer algo comigo Thales?

- Quero.

- Não parece.

- É que...

Ele fica sem palavras, e disfarça, fica meio sem jeito;

- Thales, pode falar, eu aguento, fala.

- Lucas você acabou de sair de um namoro, e ainda está muito recente.

- Eu estou bem Thales, na boa...

- Não está ficando comigo para preencher um vazio Lucas?

- Claro que não... Pelo amor de Deus, não pense isso Thales, não sou assim.

- Tem outra coisa. – Ele fala desconfiado.

- O que?

- Não confio em você.

Dessa vez, eu me calei, falei para eles o mesmo que falaria a vocês;

- Eu não sei o que dizer Thales.

- Estamos indo rápido demais Lucas...

- Me desculpa Thales, mas eu sou assim.

- Não tem que se desculpar.

Eu me aproximo, puxando suas pernas, e fico encaixado abraçando ele. Com a cabeça sentindo o cheiro do seu pescoço e os braços envoltos os ombros de Thales comento;

- Eu gosto de você.... É o que eu sinto, é o que eu demostro.

Ele me aperta, fazendo o mesmo, eu sinto sua respiração próximo a minha nuca;

- Está com cheiro de cloro Thales. – Falo tirando risadas dele.

- É da piscina idiota.

Abraçado com Thales, fico beijando ele, somente selinhos, repetitivos, até o infeliz abrir aquele sorriso.

- Vou fechar a janela. – Falo me levantando.

Confiro a porta e volto para a cama, Thales já deitado, olha comentando;

- Lucas você está excitado. – Ele diz enquanto me deito.

- Sim, você não?

- Nós só beijamos.

- Mas desde quarta, o que você quer. – Digo deitando sob Thales.

Tirando, aos poucos, peça por peça, beijo por beijo, até estarmos pelados, um sob o outro.

Thales sempre teve um beijo leve, que dá vontade de tirar um pedalo daquela boca. Fico brincando com a língua sob seus lábios, beijando e deixando a língua bem solta, assim o beijo fica mais molhado, do jeito que ele gosta.

Morder aquele queixo, beijar o pescoço e sua orelha, passando a língua por volta e mordendo a cartilagem. Ele segurava forte meu cabelo, me fazendo sentir suas unhas em minhas costas, apertando com força, enquanto eu me saboreava no calor de seu corpo.

Era impossível ignorar aquele peitoral, seus braços, mordiscando sua barriga, e ele gemendo, até chegar em seu membro, me virando e ficando deitado para se iniciar um belo e enigmático 69.

Cara eu chupava o Thales segurando e massageando gostosamente sua bunda, fazia o possível para engolir tudo, mas era impossível para mim.

Em contrapartida ele me humilhava ali, cara que chupada, que boca era aquela, eu parei por várias vezes, só para ficar olhando sua boca, me fazer delirar.

- Que foi? – Ele pergunta de olho arregalado.

- Nada, continua. – Digo empurrando sua cabeça contra meu membro.

Cheguei a deitar na cama de tanto tesão, mas logo tive que fazê-lo parar, ou iria gozar.

Volto a deitar sob Thales, beijando ele lentamente, e fazendo o mesmo com seu pescoço, deixando ele bem confortável, e aos poucos, passando minhas pernas por baixo das dele, posicionando um frango assado.

Estávamos com tanto tesão, e ele tão relaxado que nem percebeu eu começando a penetrar nele.

Tive que me controlar ao máximo, pois estava gostoso demais, e aquele movimento devagar é uma maldade, junto a sua boca, e suas mãos em minha bunda, acompanhando o vai e vem do prazer.

Eu me seguro, mas é bem mais forte que eu, segurei com uma das mãos, sua perna esquerda e enfiei com tudo, e mais força, fiquei naquela posição fodendo com gosto Thales, que estava gemendo muito, e só o movimento de minha bunda sob sua mão.

Sinto no peito que ele havia gozado, era meu sinal verde para o mesmo, e caralho, como eu gozei, serio, foi uma das melhores para mim, acho que pelo o momento, sei lá.

- Ficaria a noite inteira assim sabia! – Falo beijando sua boca.

- Nossa acho que a cada transa melhoramos.

- Acho que você vai engravidar com essa!

- Rsrs, cala a boca.

Levantamos e direto para o banheiro. Por causa da natação hoje e do futebol de amanhã, nós deitamos para poder descansa melhor.



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